História Saint Seiya: A Batalha do Armagedom. - Capítulo 4


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shounen, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Quarto cap. do arco Nova Era.
Boa leitura, espero que gostem.
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Capítulo 4 - 04. Não é um adeus, somente um até logo.


Fanfic / Fanfiction Saint Seiya: A Batalha do Armagedom. - Capítulo 4 - 04. Não é um adeus, somente um até logo.

--- Inglaterra, 2086 ---

Região de Devon, um belo lugar, Odysseus dirigia pelas ruas da capital da Inglaterra com William ao seu lado, ambos vestindo ternos e sendo observados pelas janelas como se fossem políticos.

O taurino estava com os olhos azuis brilhando através do cosmo no intuito e encontrar os escolhidos de Gemini.

- Alguma coisa, William? - perguntou o albino de olhos dourados também buscando por assinaturas de cosmo que tivessem uma ligação mais refinada com o espaço e as dimensões, o que era difícil.

- Nada ainda. - respondeu o americano soltando uma baforada do cigarro.

- Deveria parar de fumar, meu amigo. - comentou parando o carro no sinal fechado.

- Me ajuda a relaxar. - defendeu-se dando de ombros e estendendo o maço de cigarros ao amigo.

- Não, obrigado. - negou continuando o percurso. - Como médico, seria uma hipocrisia.

- Tudo bem, Dr. Odysseus. - debochou o velho soldado dando um sorriso e ajeitando os óculos.

Depois de vinte minutos de busca, finalmente algo lhes chamou a atenção.

- Odysseus... - começou o Touro vendo uma abertura dimensional produzida por cosmo próximo deles.

- Sim, eu senti. - confirmou acelerando em direção à escola.

Ao chegarem lá, encontraram dois rapazes exatamente iguais de cabelo azul, lutando contra duas coisas que pareciam cavaleiros medievais com armaduras negras com detalhes de besouro.

Os dois rapazes correram em direção aos dois cavaleiros, ambos escorregaram pelo meio das pernas dos guerreiros e chutaram suas costas quando baixaram a guarda.

- Agora, Héctor! - acenou o mais velho.

O azulado que vestia camisa social azul com colete preto fechado e gravata socou o rosto deformado de um dos cavaleiros enquanto o que vestia uma camisa social azul mais claro com colete aberto e sem gravata pulou por cima do irmão mais novo e acertou um chute do mesmo guerreiro que caiu desacordado no chão.

- É isso aí! - os gêmeos fizeram um high-five, mas olharam para trás se lembrando do outro cavaleiro que soltara um grunhido e parecia bem irritado.

- Victor? - o gêmeo mais novo olhou para o irmão que soltou um sorriso maldoso e estalou os dedos.

- Modifica a mente desse pessoal pra mim. - disse sorrindo.

Um vento forte surgiu fazendo algumas pessoas fecharem um pouco os olhos por causa da poeira que levantava.

Odysseus olhou para o céo.  mais e viu na verdade o espaço, ou a manifestação do cosmo do gêmeo mais velho na forma de uma ilusão na qual os planetas e as estrelas surgiram num plano dimensional quadriculado.

- Outra Dimensão! - ordem dada, o plano dimensional cercou os cavaleiros misteriosos os mandando para os confins do espaço dimensional.

William não tirava os olhos dos dois adolescentes, Victor elevava seu cosmo de maneira calma e ao mesmo tempo forte e Héctor também elevava seu cosmo na intenção de apagar as mentes das pessoas que caíam desacordadas no chão. O mais novo olhou para o velho e o fitou nos olhos por um tempo e depois para Odysseus que também sondava sua mente em uma conversa telepatica.

- Eles vão falar com a gente depois de terminarem com as pessoas. - o albino informou terminando sua conversa com Héctor.

- Senti ele vasculhar a minha mente. - comentou William sem tirar os olhos dos garotos que caminhavam em sua direção. - Esses garotos tem um forte potencial, todos eles, disso tenho certeza.

- É como se as estrelas os fortalecessem não só para nós encontrá-los como para algo além. - aquela observação de Odysseus causou um calafrio nos dois, por que esta geração era tão diferente de suas antecessoras?

- Vocês são Cavaleiros de Atena, o que fazem aqui? - a voz de Héctor se fez presente e os dois adultos olharam para os rapazes de dezesseis anos.

- Estávamos a procura de vocês. - Odysseus respondeu com seu típico sorriso acolhedor e revelou seu cosmo dourado.

- Você é o Cavaleiro de Serpentário, Odysseus. - comentou o Héctor enquanto Victor os analisava calado. - Estão nos procurando porque nascemos sob as estrelas da Constelação de Gêmeos.

- Tirou só isso da mente dele? - Victor perguntou com uma sobrancelha erguida.

- É mais difícil com eles, são treinados e só estão me deixando ler o que querem contar basicamente. - defendeu-se. 

- Você é bom em ler mentes Héctor. - William afirmou olhando agora para Victor. - E você, Victor, possui um grande domínio de cosmo.

- Obrigado. - agradeceu o mais velho um pouco ruborizado pelo elogio.

- Hehe, meu irmão não é tão social. - comentou o gêmeo mais novo sorrindo e levando um peteléco na orelha pelo gêmeo mais velho. - Ai! Maldito!

Victor somente sorriu e voltou sua atenção aos dois dourados enquanto seu irmão o xingava.

- Victor Maxwell. - estendeu a mão cumprimetando os dois Cavaleiros. - O bebê chorão vocês já conheceram melhor.

- William Johnson.

- Odysseus Arvaniti.

Os quatros, agora devidamente apresentados, olharam ao redor e observaram as pessoas despertando sem lembranças e a sirene da policia se aproximar.

- Venham, estamos de carro.

Logo o grupo estava se dirigindo a Princeton, onde os dois rapazes moravam com o pai.

Desceram do carro em frente a uma bela casa de três andares onde um homem de cabelos e olhos verde-escuro e aparentes trinta e poucos anos esperava seus filhos de braços cruzados e irritado.

- Danou-se. - Héctor soltou um gemido como o de quem estava em frente a forca enquanto se aproximava do pai ao lado de Victor.

- É agora que a gente fica de castigo até a maturidade. - disse Victor olhando para o mais velho que fuzilava ele e seu irmão.

- Posso saber o que foi aquela elevação de cosmo que eu senti? - perguntou o homem olhando para os dois adolescentes que estavam de cabeça baixa. - Para os quartos, agora!

Os dois passaram devagar por ele e adentraram a casa.

- E vocês? São policiais? - perguntou ainda irritado.

- Não, Sr. Maxwell. - negou Odysseus. - Sou Odysseus Arvaniti, este é William Johnson.

- Não perguntei seus nomes, quem são vocês e o que estavam fazendo com meus filhos? - perguntou ainda mal educado.

Odysseus retirou os óculos que disfarçavam seus olhos e fitou o Sr. Maxwell com as íris douradas ganhando fendas negras como a de um réptil.

- Creio que o senhor sabe quem somos, Sr. Maxweel. - afirmou Odysseus recolocando os óculos.

- Não quero meus filhos pertos de vocês, Cavaleiros de Atena. - bradou o homem se virando mais sendo interrompido por William que segurou em seu ombro.

- Sabe a verdade sobe nós, tem conhecimento sobre o Cosmo e sabe que seus filhos não são simples humanos. - afirmou o Touro. - Por favor, temos que conversar.

O inglês olhou para para o dois homens e soltou o ar dos pulmões.

- Entrem.

Já na sala de estar, os três homens conversavam sobre os gêmeos irem para o Santuário de Atena, o pai dos garotos era um dos poucos humanos que ainda acreditavam na existência de "deuses" e ele não estava disposto a deixar seus filhos irem para um mundo onde qualquer coisa pode existir.

Victor e Héctor, conversavam no corredor do segundo andar, o mais novo estava quase chorando por causa da ideia do mais velho.

- Não vou se você não for. - disse convicto.

- Héctor... - Victor tentava argumentar a todo custo.

- Nada disso, não posso apagar a mente do papai pra pensar que só você é filho dele. - cochichou.

- Hey, você seria um ótimo Cavaleiro e eu não sou muito chegado nesse tipo de coisa, não tenho nem disciplina em limpar meu próprio quarto. - brincou fazendo Héctor sorrir. - Quero que você se torne mais forte que eu, que qualquer um, mas que ainda seja você mesmo.

Héctor já não segurava as lágrimas e abraçou o tronco do irmão. Nunca havia chorado assim, não, somente quando sua mãe tinha partido, mas era tão triste, provavelmente eles não se veriam mais e era isso que fazia Héctor sofrer, perder mais pessoas que amava, além de que deveria fazer com que seu próprio pai pensasse que ele nunca existiu.

- Mas...

- Eu... prometo te ver, tenho que proteger o papai se aquelas coisas voltarem, lembra?

Ele não podia opinar, Victor queria que seu irmão fosse mais que ele e ainda o bom garoto que era.

- Está... está bem, mas eu quero que você vá me visitar. - fingiu ser mandão fazendo Victor gargalhar.

- Promento...

E assim foi, Victor acenava na calçada em direção ao carro onde Héctor estava, as lágrimas são eram proibidas de descer pelo rosto o que fazia o coração doer ainda mais.

O pior seria a dor que viria em alguns anos quando os gêmeos se encontrassem e fariam a galáxia tremer com seu poder.

- Não é um adeus, irmãozinho. É somente um até logo. 

Continua... 


Notas Finais


E por hoje é só, sinto muito por não ter capítulos nesses dois dias, estava com problemas de internet. Agradecimento aos seis favoritos e à Carrasc0 por acompanhar. Até logo.


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