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História Saint Seiya: Destiny - Capítulo 3


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Notas do Autor


Quem é essa mulher?

Capítulo 3 - Pandora.


Fanfic / Fanfiction Saint Seiya: Destiny - Capítulo 3 - Pandora.

     - Não acho que esse maiô fique bem em mim. – Falo pra Éris enquanto olho no espelho.

- Fica bom sim, inclusive até realça seu corpo que já é lindo.– ela fala isso enquanto põe o seu.

Realmente eu não gosto de mostrar tanto meu corpo assim, nem mesmo quando eu estava de armadura eu gostava. Isso atraí bastante atenção.

Pra ela deve ser divertido ter essa atenção já que o corpo dela é bem mais definido que o meu, tomara que ela não fique de admirando os garotos.

Armamos o guarda-sol e sentamos para olhar o mar, Éris veio pra tentar pegar um bronzeado e eu só pra ficar sentada, não quero pensar nos meus problemas.

Essa paz não durou muito, da água um cavaleiro negro apareceu e começou a caminhar para um bar perto da praia. Virei minha vista, não é problema meu.

Entretanto, Éris não pensava assim e correu para ajudar. O cavaleiro lançou um golpe que destruiu a estrutura.

Eu me levanto e corro atrás dela, porém, ele olha pra trás e vê Éris correndo para ajudar. Ele da um soco em Éris e a joga pra longe como se não fosse nada.

- Nãaaoo!!!– Uma irá enorme passa dentro de mim, eu só quero matar ele.– Armadura venha até mim!!

Uma luz começa a brilhar no céu como uma estrela, a armadura de Andrômeda se desmonta no céu e vem até mim. Eu a visto e com um ataque de raiva ajo sem pensar:

- Corrente de Andrômeda.– em um ataque de raiva lanço minhas correntes contra ele.

As correntes atravessam seu coração, ele cai no chão e eu corro pra ver se Éris está bem. Ela está sangrando muito, ela olha pra mim e fala:

- Você um cavaleiro, quem iria imaginar.

Eu a pego em meus braços enquanto ela está desmaiada, todos ficam me olhando e batendo palmas. Como se isso tivesse sido uma vitória, e ainda mais, agora eu me revelei como cavaleira.

Abro a porta do quarto do hospital e vejo uma mulher perto da Éris, que estranho não conheço ela. Ela tem cabelos pretos e seus olhos olham fixamente para a minha amiga.

- Não vi você chegando, é amiga dela?

- Sou. Quem é você?

- Meu nome é Pandora.

- Larissa.

- Sei quem você é. É uma cavaleira de Athena, está em todos os jornais.

Me sinto um pouco desconfortável com o fato de que agora sou tão conhecida assim.

Pandora pega na minha, me dá um papel e fala:

- Se você quer justiça pela nossa amiga, esse é o lugar. Você pode acabar com isso.

Tem um endereço no papel. Será que é a base dos cavaleiros negros:

- Como sei que você é confiável

- Não sabe. A decisão é sua.

A misteriosa mulher sai do quarto e vai embora sem dizer mais nenhuma palavra. Pandora, eu já ouvi esse nome antes... a caixa de Pandora que libertou o mal no mundo, então é daí que eu conheço.

     Éris abre os olhos, segura minha mão e da um sorriso, depois fecha seus olhos e volta a descansar de novo. De confiança ou não essa é a única pista que eu tenho, pelo visto vou ter que confiar nela.


Notas Finais


Acho que esse foi o mais desleixado que fiz.


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