História Saint Seiya: The Court of the External Gods (Interativa) - Capítulo 3


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Categorias Saint Seiya, Saint Seiya: Saintia Sho
Personagens Hyoga de Cisne, Ikki de Fênix, Personagens Originais, Saori Kido (Athena), Seiya de Pégaso, Shiryu de Dragão (Shiryu de Libra), Shun de Andrômeda
Tags Ação, Cavaleiros Do Zodiaco, H P Lovecraft, Interativa
Visualizações 34
Palavras 1.969
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Saga, Seinen, Shounen, Slash
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi pessoal tudo bem! Espero que vocês também estejam muito bem!
Bom... Eu vou procurar não me prolongar muito, tentar ser rápido aqui.
Esse capítulo aqui serve para indicar que esse é o inicio oficial da fic, eu tinha decidido que logo após o Enem eu iria começar a produzir um capitulo, mas um dia antes eu decidi postar esse capitulo aqui que serve tanto como aviso quanto pra explicar umas poucas coisas da fic (poucas mesmo, mas que tira um pouco do peso de ter que explicar mais pra frente), fora que é bom eu poder atualizar a história pra ela n ficar no limbo até eu postar o capitulo, preciso de mais fichas afinal ^-^
Porém não se preocupem pois até o final de Novembro eu estarei postando um capítulo novo, com lutas, coisas idiotas acontecendo e tudo de melhor que uma boa história de Cavaleiros do Zodíaco pode oferecer!
Fiquem com o capítulo de estréia da fic, ajeitem a coluna pra não entortar e para aqueles que não fizeram ficha ainda, façam por favorzinho :3

Capítulo 3 - Inicio: Aliança entre o cavaleiro e a espada


[Grécia/Santuário de Atena/Século XX/10:15AM]

A sala do Grande Mestre era o ponto mais alto e mais bem protegido de todo o Santuário de Atena, era um prédio de área muito maior do que qualquer casa zodiacal dos 12 Cavaleiros de Ouro. Ficava ao lado da gigantesca estatua de Atena e possuía uma arquitetura greco-romana, feito inteiramente de mármore branco como leite, colunas gregas circundando a entrada e o seu interior que por sua vez era uma sala extremamente espaçosa com um enorme tapete vermelho de bordado dourado estendido da entrada até o trono de cor albina no centro do enorme salão.

Sentado naquele trono encontrava-se sentado um homem alto, vestindo uma túnica azul de cor azul bebe, com bordados dourados e um cinturão de jóias reluzentes de bronze, prata e ouro rodeando o seu pescoço e em sua cabeça havia um elmo dourado que impedia qualquer um de conseguir olhar para a sua face tendo como única característica física identificável eram seus cabelos azuis que escapavam por trás daquele capacete, uma mascara dourada era posicionada em frente ao seu rosto e do topo do elmo reluzente havia o que parecia ser a miniatura de uma criatura mitológica alada, um dragão, dourado assim como o elmo.

Aquele era o Grande Mestre...

Um homem que outrora já fora um cavaleiro de Atena e lutou em nome da deusa da sabedoria em guerras santa anteriores contra deuses e demônios que almejavam a destruição do planeta terra e da raça humana.

Para se tornar um grande mestre não basta ser somente um cavaleiro, mas o melhor entre todos eles, aquele que é digno de assumir o trono do antigo mestre, sendo dotado de caráter, poder, bondade e lealdade para com Atena. Este mestre em questão fora um sobrevivente da ultima guerra santa contra Hades e suas 108 estrelas malignas, ocupando o cargo de seu antigo antecessor, Aiolos, aquele que já portou a sagrada armadura de ouro de Sagitário.

“Grande Mestre do santuário...” Uma figura acabará de surgir em frente ao trono do homem de cabelos azuis, trajando uma armadura dourada, cabelos vermelhos com uma mecha branca.

Bakura de Virgem, um dos 12 santos de ouro se posicionara em frente ao mestre do santuário ajoelhado perante o mesmo, prestando reverência e respeito.

“O senhor Kido acabou de chegar” Dizia o homem falando em grego “Ele almeja falar com o senhor de imediato, devo permitir sua entrada?”

“Hum? Ele já está aqui? Pensei que ele fosse chegar mais tarde já que a distancia do Japão até o santuário é enorme, mas pelo visto ele continua pontual como sempre. Deixe-o entrar, Bakura” Respondeu o mestre na mesma língua que o dourado utilizava para dialogar, o grego.

“Certamente senhor...” Bakura por fim se levantou e saiu do salão da mesma forma que entrou e quase que de imediato, outra pessoa surgiu em frente ao grande mestre, humanos normais não conseguiriam notar como que ele havia chegado ali, sendo que não foi possível ver ninguém entrando pela porta do salão, contudo o homem sentado naquele trono não se encontrava surpreso, ele tinha visto detalhadamente a chegada do jovem a sua frente.

“O assunto é tão importante assim para você vir aqui tão rápido, Kido-san?” Disse o mestre, agora falando em japonês com a pessoa a sua frente.

O jovem que acabara de entrar tinha tamanho médio, cabelos e olhos castanhos, pele clara e trajava um terno preto com uma camisa social branca por baixo do blazer.

 “Você não precisa falar em japonês comigo, grande mestre, eu já lhe disse que entendo perfeitamente o grego”

“Ora... Estou apenas tentando ser um bom anfitrião, Kido-san”

“Não estou aqui para visitas, grande mestre, e também não precisa se referir a mim de forma tão cordial, prefiro que me chame de Seiya”

“Muito bem, se é assim que você quer” O mestre do santuário volta a falar em grego com o homem. “O que lhe trás aqui hoje, Seiya?”

“Tenho uma mensagem da senhorita, Amaterasu” Disse o jovem que aparentava ter por volta dos 23 aos 27 anos. “Ela tem estado extremamente desgostosa com a negligência do Santuário de se por há proteger o Japão, as aparições de seres mitológicos, ataques e desaparecimentos de civis nas cidades de Tokyo, Akiba, Utsunomiya e Makinohara tem aumentado exponencialmente nos últimos meses. A senhorita Amaterasu pede uma retratação de Atena e do Grande Mestre sobre o assunto”

“Vocês sabem da situação que o Santuário se encontra” O Grande Mestre se pronunciou. “A Guerra Santa contra Hades há dez anos deixou marcas demais ao santuário, poucos sobreviventes, danos irreparáveis ao mundo, estamos perdendo o apoio das nações em nossa luta, temos procurado reparar esses ferimentos nos últimos anos, estamos vulneráveis e eu peço que entendam isso”

“A obrigação que vocês, cavaleiros de Atena, possuem com o mundo é algo que está além de qualquer imprevisto que vocês tenham, o mundo é jurisdição de vocês, devem arcar com essa responsabilidade”

“Sua deusa não pode lidar com esses problemas?”

“Os deuses xintoístas não possuem a permissão de Izanagi para interferir nesses assuntos de forma direta. Eles possuem poucos representantes na terra como eu, não somos o suficiente para cuidar disso, sem contar que a missão de proteger a terra tem sido uma obrigação de Atena dada por Zeus desde os tempos mitológicos, Amaterasu não pode ir contra essa ordem, pois isso seria interferir nas políticas do Olímpio, você sabe o quanto isso seria ruim para ambos os lados, não é?”

“Sim... Eu compreendo a situação... Mas para podermos proteger a terra precisamos estar preparados para isso, o mundo está ponto de virar o nosso inimigo, as nações estão nos considerando uma ameaça para o mundo, já perdemos o apoio de muitos governos. O Santuário enfrenta uma situação política complicada”

“E o que vocês estão fazendo quanto a isso?” Perguntou o jovem, Seiya.

“Atena viajou para a América junto de sua guarda pessoal, terá uma reunião com os representantes do Conselho de Segurança das Nações Unidas” Respondeu o Grande o mestre seriamente para o jovem de terno.

“Muito bem então... Vamos fazer um acordo aqui e agora, Grande Mestre” Diz o jovem, olhando fixamente para o rosto – Coberto por uma mascará dourada – do grande mestre.

“Um acordo?”

“A Fundação Graad irá fornecer aquilo que vocês do Santuário precisar, dinheiro, apoio político, homens para segurança, farei tudo que estiver ao meu alcance para os auxiliar até que consigam andar com as próprias pernas...”

“Vai... Ajudar-nos? Por que isso de forma tão repentina?” Questionou o grande mestre “Você e a Fundação Graad só tem a perder com está decisão, não iriam ganhar nada...”

“Bom, apesar de a Fundação ter sido deixada em minhas mãos por meu pai... Eu não tenho muito que fazer com ela e todo o dinheiro que vem junto com ela, e acima de tudo eu sou o representante de minha deusa na terra, se o desejo dela e que vocês protejam nossas terras... Nada mais justo do que eu auxiliar como posso nessa luta.”

O grande mestre ficou em silêncio por alguns segundos, analisando o garoto que se encontrava a sua frente, admirado por sua devoção e seu senso de justiça se comparar ao de um cavaleiro de Atena, mesmo tão jovem ainda era mais maduro do que muitos homens que já conhecerá durante sua vida como um guerreiro e como mestre.

“E então... Temos um acordo, Grande Mestre?” Perguntou Seiya estendendo a mão para o líder do santuário.

“Sim... Temos um acordo” E o homem retribuiu o gesto apertando a mão de Seiya Kido.

“Seiya-sama! Seiya-sama!” Repentinamente alguém entrou correndo dentro da sala do mestre, sendo seguido por Bakura que vinha entrando calmamente no salão uma segunda vez naquele dia. O sujeito era um homem alto de pele morena, careca e com um grosso bigode grisalho abaixo de seu nariz, vestia um smoking preto com uma gravata borboleta de cor lilás e uma camisa social branca cheia de bordados ondulantes. Ele falava em Japonês com Seiya

“Hum? Tatsumi o que faz aqui? Eu lhe disse para esperar fora do santuário!”

 “Me... perdoe... senhor” O homem calvo estava obviamente cansado, aparentava ter subido todo o santuário correndo, era um esforço grande demais para um simples humano, ainda mais alguém que já estava entre os 40 a 50 anos de idade. “Tomoe-sama quer falar com o Seiya-sama urgentemente, ela disse que é uma emergência” O homem se aproximou de Seiya a passos curtos, completamente exausto, levando a mão tremula que segurava o celular até Seiya.

“Ai... O que será dessa vez?” – Seiya pega o telefone das mãos de Tatsumi e o coloca no ouvido. “Alô? Sim Tomoe nee-chan, sou eu... O que? É sério isso...? Escuta, eu estou fazendo algo muito importante agora... Ta... Ta bem... Eu vou terminar as coisas aqui e já estou voltando... Também te amo, tchau” E por fim ele desliga o telefone e o devolve a Tatsumi.

“Vejo que tem coisas a fazer agora...” Diz o Mestre do Santuário

“Sim... Tem mais algo que gostaria de me dizer antes de me retirar, Grande Mestre?”

“Só uma coisa...” O grande mestre se levanta de seu trono e encara Seiya por alguns segundos em silêncio, até que ele profere um “Obrigado pela imensa ajuda ao Santuário... Seiya de Kusanagi” Diz o homem, fazendo Seiya sorrir para o mesmo em retribuição.

“Não precisa me agradecer, apenas cumpram sua parte do acordo, isso já está de bom tamanho para mim” Seiya por fim se vira em direção á saída, ele chama pelo nome do homem calvo, Tatsumi, para segui-lo para fora daquele recinto, passando por Bakura de Virgem e deixando ali somente o Grande Mestre e o Cavaleiro de Ouro.

“Bakura...” Chama o Homem.

“Sim, Grande Mestre!”

“Fale com Kiki e diga para ele investigar o que está acontecendo no Japão para encontrar o que pode estar causando os ataques e então mande alguns cavaleiros para resolver o problema, o número de cavaleiros e a quem será mandado eu deixo por sua conta” Ordena ele ao cavaleiro de Ouro.

“Como o senhor quiser...” Bakura de Virgem faz então uma ultima referência ao Mestre do Santuário e se vira para a saída, fazendo a capa branca presa a sua armadura balanças e ondular no ar quando a brisa que vinha do lado de fora bateu na mesma, o cavaleiro de ouro se retirou o recinto e antes de descer as escadas da sala do grande mestre que davam para a casa de peixes, ele some em pleno ar sem deixar rastros.

[***]

 

 

 

Já fazem mais de 300 mil anos desde que a terra fugiu de seu curso desejado por nós... Acabou virando uma mancha... Uma imperfeição... Algo impuro e indigno de nossa benevolência!

Foi na época em que a “piada de mau gosto” conhecida como “Humanos” acabou surgindo por via da criação de falsos deuses, de seres que possuem um poder que não deveria jamais cair em posse de mãos mortais, aquilo que eles chamam de Dunamis, a força maior que deu origem a toda a criação e que serviu de reflexo para os humanos criarem uma cópia de mal gosto, aquilo que chama de Cosmo.

Mal sabem eles que tudo o que possuem, suas crenças a deidades inferiores, sua inteligência e livre arbítrio, suas conquistas, suas... Vidas!  Tudo isso pertencem a nós, mas eles sequer reverenciam a nós... Seus legítimos mestres!

Por essa tremenda falácia, por irem contra a vontade de seus verdadeiros criadores... Contra a vontade de sua própria mãe, nós iremos esmagá-los e condená-los a uma vida de sofrimento e servidão ETERNA!!!

Vão minhas criações! Tragam as mentes daqueles que responderem ao “Chamado”! Recriem mais uma vez o LIVRO DOS MORTOS!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sim mãe...” Disseram os membros da Corte Negra ao chamado de sua genetriz.


Notas Finais


Bom é isso, espero que tenham gostado, os próximos serão bem maiores, eu garanto pra vocês!
Um forte abraço e até mais (^-^)/


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