História Sakamaki: Shinsedai - Capítulo 28


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz"
Tags Abuso, Ayato Sakamaki, Diabolik Lovers, Escravo, Kanato Sakamaki, Laito Sakamaki, Nova Geração, Reiji Sakamaki, Sakamaki, Sangue, Shounen Ai, Shuu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Suspense, Vampiros
Visualizações 59
Palavras 3.274
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Violência
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Obrigada pelos 180 favoritos! Tudo graças a Deus e a vocês <3
Capítulo tenso esse, em...
Obrigada por sempre terem paciência de lerem minhas histórias malucas eokw
Desculpa qualquer erro de português. Eu estava arrumando os erros da fanfic, mas estou um pouco ocupada ultimamente, então se vocês verem ''mas'' no lugar de ''mais'', não me matem q

Capítulo 28 - Capítulo Vinte e Oito: Desista de tudo!


Fanfic / Fanfiction Sakamaki: Shinsedai - Capítulo 28 - Capítulo Vinte e Oito: Desista de tudo!


 

-| Yasu: ON |-

 

 



- Hoshino: Eu quero tentar entende-lo! Se possível, ajuda-lo! Para isso, teremos que chegar primeiro que os outros no local onde ele pretende fazer seja la qual seu plano. Neste momento, veremos o que se passa em sua mente. Este local é: a escola!

 


- Antes de pensarmos sobre como vamos fazer isso, eu te responderei sobre o que acabou de me contar.


- Fico feliz que você tenha levado esse seu ''eu'' do passado como um motivo para não desistir, já que você viu as situações das coisas. Mesmo que você caia de joelhos implorando para eu te deixar de lado caso algo que me arrisque aconteça, acho difícil disto acontecer. Você vai conseguir se soltar, sim, do seu amargo passado. Talvez já esteja se soltando aos poucos e nem percebe isso. 


- Ficar ao seu lado? Querido, você não precisa nem pedir. Eu sempre estou do seu lado e ao seu lado! Nos de tranquilidade, de aperreio, dor, quando suas lágrimas não puderem ser paradas, em todos! Se cair, serei o primeiro a estender a mão para te levantar! Por isso, não tema mais nada. 

 


Arrastei minha mão esquerda até ele, estendendo o dedo mindinho. Ele estava demorando para responder, então sacudi um pouco o dedo até que o mindinho dele finalmente respondeu e se entrelaçou no meu. — É uma promessa. — Falei com uma voz sensível. 


- Yubikiri Genman Uso Tsuitara Hari Senbon Nomasu. Yubi Kitta! (Se eu estiver mentindo terei que engolir mil agulhas e cortarei meu dedo!)


- Hoshino: Yubikiri Genman Uso Tsuitara Hari Senbon Nomasu. Yubi Kitta! - Cantarolamos juntos, fazendo a promessa e os separando ao balançar pra cima e pra baixo, na última palavra.

 

 


- Hoshino: O-Obrigado. 

 


Dei um respiro forte — Guardemos este assunto para uma hora mais oportuna. Não ignorei seu sentimentos, mas estou tenso demais para conseguir recordar tudo. — Me espreguicei na cama e levantei em um só impulso, pronto para o que der e vier. Ele também se levantou, mas com cuidado.

- A escola, é? Eu também pensei nesta opção. Na verdade, não há outra. Não vai ter ninguém de madrugada ou depois das 23:00, se tiver, vai ser uma quantidade que não vai fazer ele se preocupar. Se é um lugar tão grande assim, então não deve ser brincadeira, certo? - Vasculhei por seu guarda roupa um vestimento mais quente, para que eu pudesse enfrentar o frio. Também aproveitei, fechei a janela e puxei as cortinas.

Vesti um moletom com capuz cinza, condizendo com minha blusa e bermuda preta.


- Eu acredito que ele não é aqueles vilões de anime que tem um passado amargo e faz isso por ter perdido algo, mas qual o seu plano para descobrir? Como não vamos machuca-lo? Como iremos sair daqui sem causar suspeitas? 

 Também arranjei um casaco para ele. Não é bom ficar só de camiseta neste tempo tão indeciso. Enquanto ele abotoava os botões do casaco azulado, Riki se teletransportou para o quarto. Logo dei as mãos com o Hoshino, pronto para se for mais umas das ideias para me impedir. 


- O que foi? - Perguntei.

- Riki: C-Calma, Yasu! Não precisa ficar todo defensivo assim! Desculpa, eu estava escutando tudo. Mas eu não vim para entrega-los, vim para ajuda-los. Tenho parte de culpa nisto tudo e não acho nada mais justo do que eu fazer algo. -  Fez uma curva de 45 graus para a gente.

 


- Hoshino: Não precisa faz—


- Precisa, sim! Se desculpe com suas ações! Ainda falta muito para eu confiar em você completamente. E então, que ideia você tem? - Algo não me cheira bem... Mas é a vontade do Hoshino....

- Riki: Não sei se você vai deixar suas frescuras de lado e permitir o que planejo. Isto vale pra você também, KiraKira-chan. 


- Hoshino: Qualquer coisa. Por favor, Y-Yasu, você também! - Ingênuo... Muito ingênuo. O que ele acha que Riki vai pedir? Que ele fale que vai comprar suco? Eu não respondi nada, então não concordarei até escutar. Sentirei responsável por tudo que acontecer com ele. 


- Espera. O que garante que não tem uma opção melhores?
- Riki: Mas eu nem sequer falei nada ainda... - Cruzou os braços e insistiu com seu olhar de pidão.



- Riki: Reiji não veio para cá para tudo ser resolvido com um discurso motivacional. Provavelmente, ele veio para matar e fará isso para que não o encha seu saco de novo. E acredite em mim, os três (Minia, Reiji e Seiji) já estão preparados e ligados a qualquer vacilo, e vão perceber imediatamente o que estão tentando fazer. Por isso, precisamos de algo convincente o bastante. Nada forçado, entende?



- Riki: Como estava perturbado, podemos mentir pra eles e fingir que o Hoshino ainda está deste jeito. Usaremos isso como o principal motivo para sair antes deles. O porém é que só com isso não os enganará, então é ai que você entra, Yasu. Você aparece com o corpo todo ferido, culpando o Hoshino por ter passado dos limites, enquanto o maltrata, arrastando até o lado de fora, falando que vai fazer ele pagar. Isso ilude até nossos primos. - N-Não é uma má ideia, mas poderia ser melhor. 


- Riki: A atuação de vocês vai ser necessário muito esforço e até esquecer que é uma atuação. É meio confuso, mas acho que entenderam. A cara do KiraKira-chan precisa estar muito sofredora, como se estivesse prestes a morrer. E a sua precisa estar como quando alguém mexe nos seus mangá sem permissão. Eu vou com vocês no papel de convencer a todos que certificarei de fazer você pegar leve com ele. - Hoshino sorriu um pouco. Se ele consegue sorrir após escutar isso, então..

- Hoshino: Só temos isto, certo? Pode ser! Eu vou conseguir! - Ele estava muito energetico e animado com a ideia... Eu não pude fazer nada a não ser esconder minha raiva e soltar um ''Tch'' como um sim.


Lhe fiz a pergunta que não queria calar: se ele está de acordo com os ferimentos que mesmo que eu tente não fazer nada grave, pode sair caro. Ele virou a cabeça, fazendo um não com a mesma, enquanto sua aura pedia a minha confiança.

 


- Riki: Vamos esperar até o relógio marcar 23:00. Por enquanto, ajam naturalmente e vão jantar. Até daqui a pouco. - Saiu do quarto.
Quando ele saiu, chequei olhando o lado de fora do quarto e depois voltei a tranca-la. 


- Tudo bem com isso, mesmo? - Insistirei mais um pouco.
- Hoshino: Coloquei esta ideia na mente para não ser retirada tão facilmente! Confie em mim!

 

 

 


|- Horas depois -|

 


É agora, é? Riki me mandou uma mensagem dizendo para eu começar a atuar. Ele bolou o plano, e eu detalhei com mais umas coisas. A primeira parte é jogar algo que faça estrago no chão e depois o resto começa. Ele falou que vai sair do seu quarto como se não soubesse de nada. Arranhei meu corpo com minhas próprias presas e enfiei um pedaço de vidro na ferida. Vou longe, mesmo!


- EU FALEI PRA PARAR COM ISSO, DESGRAÇADO! - Peguei o Hoshino pelo pescoço e enterrei no vidro do quadro, que já tinha sido danificado para facilitar, e o vidro caiu no chão, quebrado. Gritei tão alto que até o vizinho que não tem senso de nada, desligou a sua música. Como estávamos em meu quarto, continuei a xinga-lo de desgraçado até sentir a presença de todos que eu queria que vissem esta cena, lá em baixo. 

 


Estou me sentindo horrível por fazer isso. Botei pra o lado com um chute os cactos de vidro para Hoshino descer. Ele abaixou a cabeça e, ao contrário da entrada de minha mão em seus cabelos, fui apertando aos poucos o cabelo dele com os meus dedos, até que pareça doloroso até pra quem estiver vendo. 

 


Em cima do primeiro degrau da escada para descer, ele tentou lutar contra minhas agressões, e agarrou o meu braço com as duas mãos. Novamente, eu o prendi na parede e ergui seu pescoço até a linha mais alta dela. O plano era bater com a cabeça dele algumas vezes, mas não consegui. Usei uma mordida brutal e lenta em sua nuca, depois que o soltei.


Não estava no ''script'', eu sei, por isso ele pode estar assustado. O som de da mordida pareceu daquele mangá de Ghoul comendo carne humana. Este sangue é uma tentação incrível, meu deus... Eu preciso... Não.. Preciso me concentrar logo.

 


- Natsuki: O que está fazendo?! - Separou a gente e ficou como uma barreira, com os dois braços abertos, na frente dele. Reiji, Seiji e Satoru também já chegaram para vasculhar. Ótimo! 


- ESTA É A MINHA FALA! Olha o que este irritadinho fez! - O braço machucado pode ter o convencido, mas não sei dizer dos outros. - Ele está totalmente sem controle, e eu sem paciência! Vou mostrar a ele o que é bom! - Desci alguns degraus e puxei o Hoshino lá de cima mesmo.  O segurei para que não caísse, mas o clima bonitinho de preocupação foi embora com o tapa que eu dei em sua cara.

Ele virou a cara tão rápido, e o seu grito e expressão foram tão verdadeiras, me sinto a pior pessoa deste universo. Certeza que um dos meus dedos bateu em um de seus olhos. Seu osso deve estar doendo, e sua pele ardendo neste momento. 


- Hoshino: Mas é verd... dade!


- Verdade o meu pau! Cala a boca, caralho! Já é tarde, entendeu? - Ué, Riki não estava lá em cima? Por que ele está aqui, em baixo? Ele veio pra o começo da escada, e eu aproveitei esta oportunidade para deixar minha fúria mais realista, empurrando o Hoshino da escada para ele cair no RUIVO.



Reiji não esboçava nenhuma expressão, só assistia, igual a Seiji. O Satoru... Bem, é o Satoru, então ele também não liga. Com certeza só quer subir e está olhando por causa da demora. Riki pegou ele com maestria e me devolveu. 


- Reiji: Uma hora para meia noite. Não esqueça. 

A plateia da rua era grande parte do plano também, graças que todos aqui são curiosos. Tirei Hoshino de casa o segurando pela camisa, com ignorância de um ogro. Até um dos humanos colocou a mão na boca, assustado. 

 


Arrastando ele por meio caminho longe de casa, ele sussurou que já estava longe o bastante e que queria que eu apertasse com menos força. Não, não está. 

 


- Riki: Yasu, está exagerando! - Ele tomou Hoshino de mim. Achei que era verdade, mas ele piscou como sinal para eu continuar, pois ainda não foi o bastante. Natsuki gritou de lá para que Riki cuidasse dele.

 


- N-Não se intrometa! 


Andei com pressa para sairmos do campo de visão deles. Quando sairmos, Riki avisou que era para continuarmos na posição de ''briga'', mas que não precisava mais machucar. É uma longa caminhada até a escola... Foi preciso ir por um outro caminho, então vai ser preciso de muita força nas pernas. 


- Não está doendo muito, está? - Dei um beijinho curto em sua bochecha, com esperanças de amenizar nem um pouco que fosse aquela marca de tapa.

- Hoshino: O caminho da escola não é por aqui, né? Onde estamos indo? - Que foco surpreendente...!

- Não tem com o que se preocupar. Eles sabem pra onde costumo ir sempre que me irrito assim. - Eu preciso falar o que estou sentindo neste momento. Eu preciso contar!


Fiz com que ele parasse de andar, o parando por seus ombros que pareciam ter se machucado, me fazendo sentir mais culpado e impulsionando  colocar tudo para fora.

 


- Hoshino, quando tudo isso acabar...  — Segurei suas duas mãos e olhei profundamente. — Quando tudo isso acabar... Deixe eu me desculpar da minha forma. — Quero enchê-lo com os carinhos mais doces que eu posso oferecer. Quero fortificar mais ainda o nosso romance! Não vou dizer que quero que a gente seja um casal que nem todos os outros, pois nenhum casal vai ter toda a paixão e amor que eu vou oferece-lo. 

 



 


-| Escola |-

 


Obviamente como chegamos mais cedo, os alunos ainda estavam indo embora. Hoshino viu Nagisa sair e queria falar com ele, mas teve que se conter. Eu via os minutos se passarem rápidos, temendo que Reiji e os outros chegassem antes que todos esses humanos que ficam enrolando para ir embora, não saíssem rápido. 

 


Eu não aguento mais esperar aqui, escondido nos arbusto atrás da escola, há mais de provavelmente quarenta minutos. Não senti nenhuma presença maligna se aproximando, já escutei os portão da escola finalmente se fecharem, mas meu primo não quer que nos saíamos agora. Tudo por precaução? Tudo está me sufocando! Não quero mais!

 


- Os outros vão chegar aqui e nos não fizemos nada! Já deu! - Sai correndo até à frente da escola, junto com Hoshino, e olhei para os lados, me certificando de não ter ninguém. Mesmo que tivesse, uma ou duas pessoas não seria problema. - Apareça! Eu sei que está ai! - Ainda não sinto nada, apenas o silêncio da noite. Sinto que até o brilho da lua que está sobre mim, é um inimigo.

 


O mais assustador é porque não sinto nada... 

 


- Não saia de perto de mim. Nem por um segundo, ouviu? - Que engraçado... O que eu mais quero é sair daqui. Pareço um covarde, mas por incrível que pareça, estou com medo. O suor não tem intenção de parar de escorrer da minha testa, que nem minhas pernas não tem vontade de ficar aqui.

- Sasaki: Acha que isso vai adiantar? Que mente a sua, em? - Sua voz surgiu de cima da escola, onde consegui ver ele sentado na beira. Instantaneamente me afastei para que caso ele pulasse, não nos alcance facilmente. Ele buscou o lugar mais alto, este desgraçado!

- DESÇA AQUI, AGORA, SEU COVARDE! - Eu me teleporto? Não, não posso deixar o Hoshino sozinho. O Riki não apareceu, deve ter pensado em algo. Se ele não apareceu, significa que não é para revelar isso. Droga! Por que eu não senti a presença? 



- Sasaki: Fico surpreso que tenha adivinhado que eu estaria por aqui. Quem deu esta ideia? O Seiji? Enfim, deve estar se perguntando o porquê de não ter me percebido aqui, certo? - Ele sabe que o Reiji está lá em casa? Ou está fingindo? Esse modo sarcástico dele dificulta tudo.

 


- Sasaki: É uma das minhas experiências, sabe. Ainda está em produção, então não tenho muito o que falar. O que veio fazer aqui? - Ele mexeu umas das pernas para o lado, e eu passei vergonha ao recuar me assustando com uma coisa dessas.


- Sasaki: Ui, que medo.


- Hoshino: Eu vim parar você! Sasaki, por que está fazendo estas coisas? O que você quer? Tem algo o incomodando?
Hoshino saiu de trás de mim e correu até que ele ficasse bem em cima do Sasaki. Claro que eu corri para tira-lo daquele local, mas o vampiro ameaçou matar aquele ''rato'' escondido pela escola. Então ele sabe sobre o Riki...


O que eu faço? O que eu faço? Devo me teletransportar? Se eu fizer isso, vou levar mais tempo para tira-lo dali. Devo confiar mesmo? Ele não está com nada em suas mãos, mas em sua mente, eu já não sei dizer.

 


- Sasaki: Do que está falando? O motivo para eu estar fazendo estas coisas? Eu não contei ainda? - Deu uma de desentendido.

- Hoshino: Não temos tempo! Se você se arrepende de algo, você precisa dizer! Eles sugeriram te matar, Sasaki! Há um motivo, certo? Um motivo para fazer tudo isto! Você, na verdade, não quer nada disto, né?


Me desculpa, Riki, mas parece que não vai dar pra eu colocar você em primeiro lugar. 
Como eu quero subir ali e arrebentar a cara desse filho da puta!

 - Sasaki: Arrependimento? Não sei do que está falando. Depois de ter feito isso tudo, por que eu teria algum arrependimento? Quem você acha que eu sou, seu retardado?


- Sasaki: Você é mais engraçado que um balde, Hoshino. Fica se iludindo toda hora... Desculpa acabar com seu mundinho de esperanças, ta certo? Ainda me quer como amigo? Serio?

 



- JÁ CHEGA! CALE-SE, MISERÁVEL!

- Hoshino: CALMA! EU ESTOU SÃ! - ''Estou sã''? Esta é a maior mentira que eu ouvi neste ano! Suas bocas podem falar isso, mas o que diz dessa expressão acabada, seu idiota? Como ele quer que eu fique parado escutando alguém que eu amo ser humilhado?

 

 


- Sasaki: Só tenho pena que você tenha acreditado tanto nas minhas ações. Como respeito ao amor que eu comecei a sentir por você, contarei algo que fará com que todas essas bobagens que você disse, vá para o brejo. A memória daquela garota, Chise, eu apaguei para testar a nova versão do Sayoueden. O festival foi um dia depois, então para não causar suspeitas, fui também para que não suspeitasse de mim. Eles se encontraram no festival? Eu não ouvi sobre isso!


- Sasaki: Eu disse, não disse? ''Passei o dia todo com o Nagisa''. Sabe o que eu quero dizer? Que eu tenho companheiros comigo, que me dão suporte. No dia que eu te visei, acha mesmo que foi para ver sua maldita condição? Claro que foi pra ver o que rolava dentro daquela casa e se havia alguma suspeita sobre mim. 

 


- Sasaki: E você, o esquentadinho, se piscar uma vez, vai se arrepender inúmeras vezes. 

 


Hoshino começou a agir estranho, a apertar suas roupas e bater o pé no chão enquanto gritava que tudo aquilo não importava. É diferente de quando ele surtou ao descobrir a verdade. É como se... É como se ele tivesse escutado algo que estava esperando há algum tempo. 

Eu só vejo a verdade nas palavras do Sasaki. Pois é, não tem como um monstro desses estar mentindo.
- Hoshino: Não creio que tudo aquilo foi mentira. Aquela preocupação... 

 


- Sasaki: Claro que eu ficaria preocupado com você. Você é um recurso raro para todos nós. - Recurso?

 


- Você quer criar uma nova raça? - Ele se levantou e, ainda na ponta, colocou os braços para trás e olhou diretamente para mim. Senti meus ossos congelarem. Não conseguia mexer nem sequer um dedo, nem respirar adequadamente. Este é o aviso de que é agora que acaba a brincadeira? Minhas pernas não se movem, porra! 


- Sasaki: Que inteligencia esperta... É, ISSO MESMO! E Hoshino é o recurso principal! Com o sangue dele, não importa quantas vezes eu o machuque, ele se curará mais rápido a cada vez! Seu sangue voltará com mais gosto do que antes, então o que tenho a perder aqui? O Hoshino não é nem vampiro... - N-Não pode ser... Então... Então...!


- HOSHINO, SAIA DAI, AGORAAAA! - Minha mão se estendeu sozinha, querendo salva-lo. EU NÃO VOU CONSEGUIR! EU NÃO VOU CONSEGUIR! ELE PRECISA SAIR! EU NUNCA TE PEDI NADA, DEUS, MAS, POR FAVOR, ME AJUDE! 


- HOSHINO!!!

 


Sangue. Foi isto o que eu voou em meu rosto. Sangue explodindo de seu estômago, onde uma espada o atravessou. Seu corpo amoleceu e não sustentou aquela pesada e grossa espada, logo desabou, como minha alma, no chão. Ele foi pisoteado enquanto caído, que nem minha escolha de manter o controle. A minha cabeça parece estar sendo queimada... Meu sangue ferve com um propósito.. Eu não consigo respirar... Eu implorei, não implorei? Mas Deus não escutou os meus pedidos. 

- Sasaki: Hoshino não é nem vampiro, nem humano.
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 







Notas Finais


No Japão, yubikiri é a promessa do dedinho.


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