História Sakamaki: Shinsedai - Capítulo 44


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz"
Tags Abuso, Ayato Sakamaki, Diabolik Lovers, Escravo, Kanato Sakamaki, Laito Sakamaki, Nova Geração, Reiji Sakamaki, Sakamaki, Sangue, Shounen Ai, Shuu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Suspense, Vampiros
Visualizações 46
Palavras 1.385
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Violência
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Dps vcs vão entender o pq de eu estar pulando o tempo tão rápido assim.
Espero que curtam <3

Falta mais três pra finalizar os capítulos do passado do Hoshino, então aguentem firme que vai passar L.L

Capítulo 44 - Capítulo Quarenta e Quatro: Era Esperado Isso Acontecer



I|I Um mês depois I|I

 


- Empregados: Segurem o selvagem, não o deixem sair! Segurem-o!


Um dos empregados gritava, levado pela atmosfera tensa e ação inesperada do menino Hoshino, que mais era conhecido como ''selvagem''.
Oito empregados estavam tentando o manter imóvel no chão, mas não estava dando muito certo, precisava de mais. Ele machucou Ryuunosuke e tirou um pedaço da pele do braço dele quando o vampiro estava lá no porão para tortura-lo novamente.


O estão segurando no corredor entre o primeiro e a escada que leva para o segundo andar subterraneo. 

 


- ???: Meu deus... Por que o garoto tem que passar por isso? - As cozinheiras ouviam todo o barulho, e todas estavam comovidas.

- Cozinheira 1: Não fale assim! Eles podem nos ouvir! - Ninguém nesta casa pode sentir pena ou dar um tratamento especial a um escravo, a não ser que seja escondido do Amo.

 


- Cozinheira 2: Sinto muito que seja assim, mas ela está certa. Eu queria saber o que aconteceu, mas é melhor continuarmos com nosso serviço.

 


Elas tinham parado de cozinhar, não dava para se concentrar com gritos no pé do ouvido. Uma das cozinheiras surgeriu continuar para não sobrar para elas, mas não se desencostou da frente da pia, junto com as outras, paradas.


- Nitta: Eu conto. Eu sei o que aconteceu. - A senpai delas chegou. Era a primeira vez que elas viram sua senpai acabada deste jeito, com olhos iguais a daquele escravo, Yasuda.

 


- Nitta: Mas antes vocês precisam me prometer que no final não vai falar ''precisamos salva-lo''. - Falou vestindo suas luvas de trabalho guardadas no armário.

 


- Cozinheira 2: Isto é impossível, você sabe. Por favor, nos conte!


- Nitta: Eles me permitiram participar da festa, que foi feita no último calabouço, apenas porque eu tinha o mesmo nome que a vítima. Nitta, uma criança, amigo do Hoshino, foi levada para cá para ser usada no momento em que o jovem quebrasse uma regra ou uma ordem. Eles me permitiram... Permitiram que eu visse e não deixaram eu olhar para o outro lado nem um minuto sequer... Eu tive que ver a tortura que fizeram com esta Nitta, tudo... 

Uma das cozinheiras se virou e acertou a pia em cheio com seu vômito. 

 


- Nitta: Hoshino viu a tortura enquanto preciso na cadeira. Eles tiraram fotos da menina, penduraram na frente do menino e o deixaram preso em uma cadeira desde então. 

 


Parece fácil falar, mas ninguém sabe a dor de ver uma criança ser torturada deste jeito. Uma não, duas. Os gritos da menina, o sangue da menina, e o momento em que sua respiração cessou... Enquanto todos riam destes momentos, ela se traumatizava. Pedir para ficar no lugar da jovem até passou por sua cabeça...


- ???: Que horror... Eu não o culpo de ter enlouquecido. Que Deus proteja este menino. - Juntou as mãos.




 

 

 

 


I|I Quebra de Tempo, 20:42 da noite. I|I

 


- Yoritaro: Prontinho, ferimento cuidado! Como sua regeneração ainda é baixa, deve ter mais cuidado, Ryuu-chan. 


Yoritaro se pôs a cuidar de seu amigo quando soube que estava com um ferimento daqueles. Eles ficaram três horas na enfermaria, jogando conversa fora enquanto Yoritaro, médico, cuidava dele.


- Yoritaro: Mas o que você queria, né. Claro que ele enloqueceria! - Cruzou as pernas e braços e se encostou na cadeira, em frente à maca, que ele estava olhando enquanto em pé o tempo todo. Finalmente um descanso.

- Ryuunosuke: Cale-se. Ele apenas piorou as coisas para o lado dele, eu não sai perdendo! Eu quero que você me arrume algo que o faça sentir uma dor insuportável! - Saiu da maca e foi vestir suas roupas novamente, porque teve que tirar, porque Yoritaro aproveitou o momento para cuidar de mais coisas.


- Yoritaro: Claro! Tchim cham ram bam, thim cham ram bam, saia deste chão, ó pote mágico! - Tirou sarro com quem não estava afim, logo ele morgou e disse que não tinha nada agora.


Yoritaro o expulsou mais rápido querendo tirar um tempo pra ele, enquanto o lembrava que ia dar uma olhada no menino depois.


- Ryuunosuke: Quem fecha a porta na cara do seu mestre? Babaca!

 


—  Ei, você! —  Chamou a atenção de um empregado doméstico. - Mande fechar todas as janelas! Está fazendo frio! - Ele notou que todos se tornaram mais obedientes, mas não notou que tudo isso na verdade era medo, pois o boato se espalhou.

- Ryuunosuke: Não tenho nada para fazer... Se eu ver o Hoshino agora eu vou espanca-lo, então acho que vou ligar pra aquela pessoa. Deve ter chegado aos ouvidos dele já. 

Está cada vez mais difícil de parar de fazer com que aquela marca não se complete.


 

 

 



- Telefone:

 

 


- Yonezu: Merecido. Selvagem é um selvagem. Só o mate que eu me viro com o meu produto. - Nem por telefone ele abaixa a voz.
- Ryuunosuke: Está preocupado comigo?


- Yonezu: Nem por deus. Olha, eu tenho um remédio que talvez ajude. Venha buscar, apenas você! Não mande seus escravos nojentos! 

- Ryuunosuke: Tem certeza? Eu posso roubar seu produto de você, e você nem ver.
- Yonezu: Quando este dia acontecer, se considere mais morto do que se encontra. - Desligou.


----

 

 

 

 

 

 


I|I Yonezu I|I

 


- Yonezu: Por aqui. Não quero que veja o Ain.


Yonezu mostrou que Ryuunosuke passou de sua sala particular, onde terão uma conversa. Ele esperou o amigo entrar primeiro, porque não confiava nele.


Esta sala é... 


Ryuunosuke escolheu ficar em um sofá branco, que parecia aconchegante e coberto ainda pelo saco, das mudanças. Yonezu se sentou, também, em um sofá da mesma cor, em frente à Ryuu, que se mostrava incomodado com os cobertores e sacos.

- Yonezu: Se quieta. Você não vai ver ele. - ''Ele nunca vem na mesma hora que eu chamo, então tem segundas, terceiras e quartas intenções com seu aceitamento'', Yonezu sabia disto e deixou o menino longe, para que ele não passasse pelo corredor, como Ryuunosuke está olhando o tempo todo para ver se isto ocorre.


- Yonezu: Por que não trouxe aquele seu escravo pra protege-lo? - Ofereceu um cigarro. 
- Ryuunosuke: Você disse para não traze-lo. - Yonezu sabe melhor do que ninguém que ele não é de obedecer.


- Ryuunosuke: Você sabe que eu não fumo. Por que não quer que eu veja o irmão do Hoshino? - Ele notou no estranho movimento dos guardas e novas presenças surgindo no lado de fora, em volta daquela porta.


- Yonezu: Responda a minha pergunta. Por que não trouxe aquele azulado?


- Ryuunosuke: E é preciso?

—  Então essa é a minha resposta: e é preciso? — Soltou calmamente a fumaça bem no meio de seus olhos. — E é preciso? Preciso que eu veja o meu produto se irritar e estraçalhar você antes de mim? — Respondeu, apoiando seu cigarro entre os dedos e se confortando no sofá, deitando.

— A droga está aqui comigo. — Removeu do bolço, mostrou um vidro redondo e guardou de volta. — Mas eu apenas irei te dar caso me faça um favor. Quero que leve uma pessoa pra lá, com você. Não como escravo, mas sim como alguém do mesmo nível. Pode entrar, Kousei.
 


- Kousei: Kousei se apresentando, senhor. - Para Ryuunosuke, ele não passava de um adolescente bem vestido e de cabelos morenos.

 


- Yonezu: Este remédio tem o risco de falhar. Pode diminuir, como também pode aumentar drasticamente. Se isso acontecer, o Kousei pode servir para alguma coisa. Mas se não, deixe ele ficar ao seu lado, como um assistente. Pode não parecer mais ele é um adulto de trinta e sete anos, que já trabalhou na casa daquele povo.

 


- Ryuunosuke: Então por que apenas não pergunta a ele? Ei, diga! - Kousei não reagiu ao puxão, uma agressão em seu ombro.

 


- Yonezu: Não seja tão bruto e burro! Ele trabalhou como mordomo lá, mas suas memórias foram apagadas. E não foi só isso. Um pedaço da sua visão e audição também foram prejudicados de algum jeito. Isso é conversa de centenas de anos atrás, você não saberia. - Kousei não tinha entendido nenhuma palavra que seu mestre tinha dito. Apenas não fazia sentido.

- Ryuunosuke: E você quer que eu o leve para ver se se lembra de algo? Ah, ta!












































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