História Sakamakis conhecendo o mundo real - Capítulo 6


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Reiji Sakamaki
Visualizações 25
Palavras 1.269
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Harem, Hentai, Luta, Poesias, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente desculpem a demora, eu estava sem criatividade, tô cheia de histórias para terminar que acabo esquecendo de algumas. Sorry! Não pensem que eu abandonei vocês, então também não me abandonem, viu?
Eu queria fazer uma perguntinha para vocês, será que vocês querem os Mukamis na história também?

Capítulo 6 - Responsabilidades...


(Leiam as notas inicias e finais)

Barbara on:

Eu me chamo Barbara Heisten, vinte e um oito. Atualmente trabalho como Detive policial. Sempre fui muito inteligente, jogos de raciocínios são os meus prediletos e eu tinha como sonho apenas me tornar uma Detetive policial e manter minha cidade à salvo de pessoas cruéis. Porém eu ganhei mais do que poderia imaginar, descobri que seres sobrenaturais, tais como: vampiros, lobos, bruxas e etc... Realmente existem, era uma resposabilidade maior do que eu pedi, da qual fui encarregada de cumprir com apenas treze anos. Meu pai, que também foi um caçador morreu quando eu era pequena, deixando para trás suas verdades escritas em um diário. Foi muito duro para mim aceitar as palavras que lá estavam escritas, eu me questionava se em todo esse tempo que passamos juntos ele estava louco e eu não soube reconhecer os sintomas. Novamente sozinha, pois estar com minha mãe não fazia muita diferença, fui atrás da verdade tentando encontrar algum sentido em tudo aquilo. E o que descobri era horripilante, amedrontador; aquela conversa com Shaka foi de fato bem sufocante. Mas mesmo agora, olhando para trás, não me arrependo da minha decisão de entrar para os homens de letra. alguns podem pensar que coisas sobrenaturais não existem, que é tudo fruto da imaginação humana. Porém por mais masoquista que possa ser os seres humanos, eles jamais chegariam no nível de inventar criaturas tão horrendas como essas. Tudo o que eles fizeram quando rumores de que monstros realmente existiam se espalharam, foram enfeitar a história de forma que pudéssemos acreditar que éramos capazes de vencê-los pelo simples fato de sermos os heróis, os sobreviventes. Cada caçador aqui se sente como o protagonista de sua própria história, e com certeza são. Cada qual tem algo muito precioso para proteger, uma promessa a cumprir, e por isso não deveriam morrer. O que não contam para eles é que as vezes até mesmo protagonistas morrem. Que seus sonhos para o futuro talvez não se realize. Talvez no final de tudo isso, o que restará é apenas lembranças, promessas que não serão cumpridas, amores perdidos para sempre. As memórias daqueles que lutaram ao nosso lado viverá para sempre em nosso coração, nos dando força para continuar batalhando por um futuro melhor. Eu já não digo mais “até mais tarde" parei de achar que independente do que aconteça irei sobreviver. Hoje espero a morte como qualquer bom soldado na guerra.


Já estou satisfeita pelo meu sonho se realizar, apesar de as vezes pensar que não consigo lidar com as responsabilidades...


Autora on:

Seis agentes invadiram o galpão. Quatro ficaram escondidos sobre os arbustos caso tivesse vampiros que tentassem fugir.

Barbara foi a primeira a entrar, arrombando a porta e dando um tiro no chão antes de entrar, desarmando uma armadilha que a capturaria caso pisasse, uma armadilha bem visível que ela sabia que havia sido feita para que pensassem que eles eram descuidados e assim abaixassem a guarda. Mais um tiro foi disparado, dessa vez acertando em cheio um vampiro que descuidadamente corria em sua direção para mordê-la, Barbara notou que ele agia apenas por instinto o que significava que ele foi transformado recentemente. Sua sorte é que ela lhe acertou com balas de verbena.

A garota adentra mais alguns passos no local seguida por Uryu Ichida que num momento era seu parceiro. Logo em seguida onze vampiros aparecem avançando para cima deles e sendo surpreendidos por quatro agentes que entravam. Dois entravam pelas janelas, outro pelas portas dos fundos metralhando três vampiros e por último Daianna que entrava pela clarabóia do teto jogando uma bomba de gás feita de verbena que atingiria apenas os vampiros.

[…]

Erike e Sara por serem novatos, juntos com outros dois foi encarregado de não entrar no galpão pois alguns dos vampiros poderiam tentar fugir e eles deveriam estar prontos.

Erike —Acho isso tudo uma bobagem. Deveríamos estar lá na linha de frente e não aqui como se fôssemos novatos.— Fala aguardando uma resposta positiva de Sara que não chegava.— Passado cinco minutos sem resposta, Erike decidi sair de seu posto, rodeando o galpão e encontrando sua amiga/amante morta. Sua pele pálida mostrava que foi lhe tirado até a última gota de sangue.

??—Desculpe, era sua namorada?— pergunta um ser risonho, seu alto controle e frieza demonstrava que já tinha muitos anos de vida, se não, séculos. Já o loiro trémulo em seu lado encarava as veias que saltava dos punhos cerrados de Erike, tentando ao máximo se controlar, deixando claro que era um “recém nascido".

Erike— Vocês!!!—Sua expressão era de puro ódio. Pela primeira vez sentiu o peso da responsabilidade da qual quis se encarregar.—VOCÊS IRÃO ME PAGAR POR ISSO!!!!—Duas armas foram sacadas, uma com balas de verbenas e a outra com balas de prata. Erike atira três vezes, errando todas as três sendo surpreendido com o vampiro sádico segurando sua nuca.

??—Últimas palavras?? Não?! Então...

Antes que pudesse terminar de falar Erike solta uma de suas armas pegando no bolso uma seringa com verbena e injetando no vampiro fazendo-o soltá-lo e se afastar — Erike levanta sua outra arma e com um sorriso dispara na cabeça do vampiro.

Erike —Últimas palavras?! Eu acho que não.

[…]

Quinze vampiros mortos, cinco desmaiados e sete humanos que foram mordidos mas não beberam sangue, dando-os  a possibilidade de beber a cura e levar uma vida normal. Dos seis agentes que entraram no galpão, dois estavam mortos pegos de surpresa por vampiros que ainda resistiam à verbena.

Uryu—Senhora, acabei de falar com Erike que disse que Sara está morta, ela foi atacada por dois vampiros. Erike disse que ela não havia pedido reforço, que foi até ela quando esta não estava mais respondendo pelo rádio. 

Barbara —Então os dois vampiros conseguiram fugir?— Barbara não podia se dar ao luxo de chorar, ainda estava em uma operação e não podia fraquejar, além do que lágrimas não trariam sua amiga de volta.

Uryu—Não. Um vampiro está morto outro desmaiado, também é um rescém criado como esses.—aponta para os corpos inconscientes no chão.

Barbara —Então capturamos todos, isso é bom. Vou informar o comandante. Liguem para o caminhão vir transportar esses vampiros para a cadeia, comecem a fazer uma busca sobre esse pessoal recém transformados para descobrir quem são.

Uryu —Sim senhora!— Uryu sai do local a fim de cumprir as ordens que lhe foi dada.

Barbara —Daianna e Evilyn chequem o local, recolha qualquer coisa suspeita. E cuidado para não destruir nenhuma prova.

Daianna e Evilyn —Sim senhora!

Rádio on 

Shaka—Tudo bem aí?! Como foi a operação?

Barbara — Na medida do possível, foi bem. Tinha doze humanos capturados, sete foram salvos, mas cinco já se alimentaram de sangue humano. Os culpados por transformarem essas pessoas eram dezesseis e agora estão todos mortos.

Shaka —Isso me parece uma missão completada com sucesso.— Dizia risonho do outro lado da linha.

Barbara — Seria se três dos nossos agentes não estivessem mortos.—responde pesarosa

Shaka —E quem foi?

Barbara —Alex,Gideon e Sara. Sara estava responsável por ficar fora do galpão junto com mais três pessoas. Cada um posicionado em um lado do galpão.

Shaka —Entendo. De qualquer forma hoje foi uma vitória, devemos ficar feliz apesar de tudo. Todos eles sabiam exatamente onde estavam se metendo.

Barbara — Sim é verdade. Presumo que tudo tenha ocorrido bem aí com sua operação.

Shaka —Sim, apenas alguns feridos. Agora eu preciso desligar ainda tenho que checar o local.

Barbara —Ok! 

Rádio off

Barbara on:

Shaka tem razão, no final, cada um tem suas  responsabilidades e mesmo quando esta for imposta à nos contra nossa vontade temos apenas que aceitá-la. Então é isso, agora devemos arcar com as consequências. Nada de lágrimas pois a operação ainda não terminou, porém mais tarde derramaremos lágrimas pelos nossos mortos...

(Ave Atque Vale)

(Saudações e Adeus)



Notas Finais


Autora— E aí pessoal curtiram?
Valeu apena a demora?
Leitores — NÃO!!!
Autora—Não pergunto mais nada para vocês.😡😭😭😭😭
A espera pergunto sim, vocês leram as notas inicias? Se decidiram sobre os Mukamis? Se não leram sobe lá e dê uma olhadinha.
Bjs...


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