História .sala de jogos - Capítulo 1


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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Esporte, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


foi uma das coisas mais adoráveis que eu escrevi em toda a minha vida xx

Capítulo 1 - .um real pelo que você está pensando


A manhã na capital gaúcha estava tranquila demais para Gustavo Cuéllar que zanzava sem rumo pela concentração em que o time estava hospedado. Uma grande parte do elenco havia saído de manhã bem cedo para a pratica de ciclismo e a outra ainda estava descansando do jogo heroico da noite passada deixando o volante sozinho admirando a paisagem do centro de treinamento. O episódio na noite passada havia mudado algo dentro de si.

[...]

– Ainda acordado? – Gustavo apareceu sorrateiramente na sala de jogos assustando o mais novo reforço do time carioca.

– Você quer me matar de susto? – Piris levantou rapidamente da poltrona e encarou com dificuldade o colombiano. – Pensei que fosse algum membro da comissão técnica. – disse assim que pode respirar aliviado. Ser pego fora do seu quarto na primeira noite em seu novo clube não seria bom de forma alguma.

Enquanto Piris emendava seu falatório, Gustavo apenas admirou a pele clara de Piris se banhar pela luz intensa do luar – única fonte de luz daquela sala – percebeu o as belas covinhas que surgiam acompanhado o sorriso tímido e envergonhado que surgia, tão adorável. As curvas bem detalhadas juntamente com as pernas bem torneadas do novato faziam a mente de Cuéllar elaborar coisas pervertidas que o faziam o mesmo se sentir envergonhado com aquilo.

– Um real para saber o que você está pensando agora. – Motta sorriu sorrateiro percebendo o tímido olhar de Cuéllar sobre ele. – Vamos, me diga! – disse calmamente o camisa vinte e cinco se aproximou do camisa oito. Gustavo Cuéllar sempre encantou Piris da Motta desde os tempos em que eram apenas jovens disputando as categorias de base de seus respectivos países, e esse deslumbre se evolui quando o Flamengo o contratou para jogar ao lado do mesmo.

– Estou pensando o quanto é errado você estar aqui. – Cuéllar pigarreou tentando desconversar. Não deveria estar encarando um companheiro de time daquela forma, era casado e tinha um lindo bebe. Não era o suficiente? Aparentemente não era. – Eu vou dormir, com licença e desculpa atrapalhar!

Piris cuidadosamente segurou para si a cintura esbelta de Cuéllar próximo a ele e sorriu de lado. Nunca havia tomado a iniciativa com algum homem, mas Cuéllar o fazia perder qualquer paramento de bom senso.

– Você nunca atrapalha. – Motta ergueu uma de suas mãos até o rosto de Gustavo e acariciou cada misera – adorável – sarda presente no rosto do ruivo.

Gustavo estava sem palavras, depois do choque inicial, de ser agarrado por outro homem, ele aproveitou as caricias suaves que Piris depositava em seu rosto. Em seguida vieram os beijos bochecha e que rapidamente corriam pelo seu pescoço, o fazendo arrepiar a cada vez, os braços do ruivo rodearam o pescoço do loiro e um encarou o outro pela última vez antes de se beijarem de forma atrapalhada. Enquanto Cuéllar era a calmaria e a doçura Piris era a pressa e o calor daquele beijo que tomou proporções inesperadas quando os dois caíram sobre a mesma poltrona que aquilo tudo começou. Gustavo estava sentado no colo de Motta explorando cada resquício da pele clara do outro com caricias e beijo longos e demorados.

A cada toque ou gesto os dois sorriam um para o outro, desejando só estar ali e somente ali naquela sala de jogos.

[...]

Piris caçava Cuéllar com os olhos em busca do paradeiro do homem de cabelos cor de fogo. O encontrou batendo bola com Paquetá, Diego e Ribeiro o mesmo sorria fazendo sua gargalhada ser a coisa mais adorável daquele lugar pacato e parado. Gustavo sorriu para Piris e acenou com a cabeça assim que percebeu o outro o encarando.

Eles estavam melhor do que nunca mesmo naquele pacato e tedioso treino em uma manhã gelada.



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