História Salvações científicas - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Namjoon (RM)
Tags Jikook, Kim Namjoon, Namgi, Namjin, Namseok, Vmin
Visualizações 3
Palavras 804
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ficção Científica, Policial, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá senhoras e senhores! Como vão? Espero que bem!
Espero que gostem do capitulo e perdão por qualquer erro.

Capítulo 1 - Capítulo 1


Minhas mãos estavam entrelaçadas e meu suor saia frio, podendo ser a mistura do meu nervosismo com o ar gelado que se forma graças ao ar-condicionado. Minha cabeça permanecia baixa, minha preocupação só aumentava a cada segundo que passava, estava repleto de esperanças de não ser nada e o médico falar que não é nada grave, mas é impossível.

Taehyung, meu irmão mais novo, estava reclamando de dores já fazia um bom tempo, mas eu não me importei tanto, este foi o meu pior erro, quando o vi vomitar sangue algo em mim despertou e me fez o levar para o hospital mais perto que, por sorte, não estava lotado.

— Senhor Kim Namjoon?

— Estou aqui, meu irmão está melhor? — Me levantei indo até a enfermeira, mas sua expressão já me dizia a resposta. — Ele irá morrer?

— O senhor pode se dirigir até a sala da doutora Park Hana?

— Claro...

A cada passo que dava mais me sentia culpado. Será que se eu ouvisse meu irmão antes ele não estaria neste estado? Meus globos oculares não deixariam nada escapar, qualquer coisa poderia ser importante, mas tudo que eu desejava era abraçar meu irmão e dizer o quanto o amo e o quão me arrependo e me sinto incapacitado de pedir desculpas, desculpas não salvam vidas e nem nos faz voltar no tempo. Bati na porta e sem muita demora fui respondido por uma voz doce e calma.

— Senhor Kim, pode entrar! — A mulher dizia sem que eu entrasse ainda, talvez ela estivesse com sua sala restrita a mim para uma conversa e por isso adivinhou.

— Com licença. — Disse adentrando no cômodo e olhando fixamente nos olhos da mulher e me sentando em frente a Park. — Por que me chamou aqui?

— Sempre tão direto, Senhor Kim. Mas está certo de qualquer maneira, mesmo se quisesse, o que irei lhe contar não será fácil de lidar. — A mulher retirou os óculos e o colocou em cima de uma pilha de papéis. — Kim Taehyung, seu irmão, ele é um garoto muito belo, inteligente e jovem, muito jovem. É triste, mas ele está com uma doença fatal. — Quando abri a boca logo ela se manifestou. — Sei que falará o que qualquer outro falaria "O que posso fazer para que isso não aconteça?!", mas seu caso é diferente.

— Diferente? O que há de diferente?

— Taehyung não tem câncer, não tem doença respiratória, não tem doença cardíaca, não tem doença cerebral, nada! Taehyung é raro por ter uma doença desconhecida e fatal. Me desculpe, mas não posso fazer nada por vocês. Você poderá ficar com ele durante esse período indeterminado, boa sorte. — A mulher disse pegando seus papéis e iria sair da sala, mas eu não pude evitar e puxei seu pulso fazendo com que ela ficasse perto de mim e alguns papéis voassem. — O que você está fazendo?!

— Você quer que eu me conforme assim, com tanta facilidade? Senhora Park, você não é tão fria assim. Por favor, me diga o que posso fazer. Nada é impossível.

— Se torne um cientista incrivelmente inteligente e crie uma cura. Talvez assim você o salve. Então, o que acha, Einstein do século XXI? — Seu tom irônico me irritou, mas ela não mentiu.

— Muito obrigada, senhorita Park. Serei o novo Albert Einstein e você será a primeira da fila para me ver fazer sucesso.

A mulher deu um sorriso irônico, soltou seu pulso de meu braço, recolheu os papéis que haviam caído e voltou a sua saída "triunfante" da sala. Aquela seria a única forma de salvar o Kim mais novo da família, nada iria me impedir. Fui até a sala onde ele se encontrava, não estava deprimido como imaginei, segurou minha mão e implorou para ir embora, era o que eu mais queria que ele pedisse.

Ao chegarmos em casa Taehyung se sentou no sofá e ligou a televisão e deixou em sua série favorita, mas em poucos minutos já havia adormecido. Com meu planejamento em mente desci e fui até a minha sala abandonada, havia prometido não usar nada que envolvesse a ciência, mas agora é mais do que preciso. Liguei a luz e comecei a arrumar, ali logo se tornaria um pequeno laboratório.

Passei a noite inteira arrumando o quartinho e acabei adormecendo ali mesmo, logo cedo, acordei com os passos pesados de Taehyung que me gritava.

— Hyung! Está louco?! Sabe que não pode usar isso!

—Shh! Eu sei, eu sei. Fale baixo, isto não é por mim! É por você!

— Por mim?! Você só pode estar enlouquecendo.

— Eu vou te salvar Taehyung, eu vou te salvar. Não posso deixar você morrer sem fazer nada.

— Não é preciso fazer isso.

Não dei ouvidos e o puxei para dentro abraçando-o. Aquilo me fazia feliz, estar abraçado com Taehyung, mesmo que ele não concordasse eu iria salvar ele, mesmo que custasse minha vida.



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