História Salvando o Futuro (nome temporário) - Capítulo 2


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Grillby, Mettaton, Muffet, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Alphyne, Asgoriel, Carrie, Chasriel, Flommie, Flommie2, Frans, Frans2, Grillgaster, Muffeblook, Nathan, Papyton, Smyle, Tonnie
Visualizações 6
Palavras 1.270
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Fluffy, Luta, Magia, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Esqueci de falar:

*Chara e Frisk são irmãs gêmeas, Chara porém é 7 minutos mais velha.

Capítulo 2 - Volta no Tempo


- Oi, Sans. - Ink sorriu para o albino.


- Heya, Ink. - sorriu fraco. Ink percebeu os olhos um pouco vermelhos e a feição cansada de Sans, mas não disse nada.


Aquilo ainda também o machucava.


- Cadê ele? - perguntou o pintor, sendo direto.


- Ele saiu, mas não disse aonde ia. - Sans suspirou. - Acho que foi até a EchoFlower especial.


- Ah, sim... - Ink desviou o olhar. - Já está tudo pronto para a viagem, Sans. Você vai com a gente? - perguntou, lembrando-se do evento de hoje.


- Ah, é hoje, né? - Sans parecia ter esquecido também. Assentiu, sorrindo. - Vou sim. Só vou me trocar e ligar pra ele nos encontrar lá. 


- Okay, eu te espero. - Ink fez um joinha, entrando na casa do albino.





O adolescente albino andava por ali, meio cabisbaixo. Teria pouco tempo para encontrar aquela EchoFlower em questão, já que seu pai ligara a pouco, alertando que iria para Hotland com Ink.


Finalmente encontrou a flor que procurava, ajoelhando-se à frente dela.


- Mãe... - sussurrou, fazendo a flor notar sua presença e começar a ecoar a mensagem ali gravada.


"- Olhe só pra você, está tão grandinho!


- Mãe! Fala sério...


- Eu lembro que você gostava que eu dizia isso a você, filho. É a 'aborrecência', é? 


- Uh, talvez? - som de risadas femininas - Mãe! Não faz isso!


- Seu cabelo é como o do seu pai! É macio.


- Hey, vocês dois! Vamos logo! 


- Estamos indo, pai! Mãe, vamos logo.


- Vai na frente. - som de beijo e passos se afastando - Ei, Bonaby. Se algum dia ouvir essa mensagem de novo, saiba que eu sempre irei amar você. Você e seu pai. 


- Mãe! 


- Já vou! Beijos, querido. Eu te amo".


O adolescente sorriu, limpando as lágrimas que ameaçavam cair. Suspirou, se levantando com as mãos no bolso do casaco azul que usava.


- Eu também te amo, mãe... - sussurrou, teleportando-se em seguida.





- Até que enfim, branquelo! - o adolescente revirou os olhos, rindo para a prima.


- Heya. - cumprimentou alto, para todos ali presente. Caminhou até seu pai, que ouvia algo que Alphys falava mas parou quando ambos notaram a presença do mais novo.


- Heya, campeão. - Sans bagunçou os cabelos do filho, que riu.


- Pai! - repreendeu o maior. - Já tá tudo pronto, tia Alphys?


- Já sim. - a alaranjada sorriu para ele. - Me dê seu braço. - o albino menor estendeu o direito para a cientista, que colocou um dispositivo em forma de pulseira no mesmo. - Esse dispositivo cria um pequeno holograma. Você vai ter contato direto com seu pai, comigo, com Ink ou com seus amigos, sempre que quiser.


- Woah, legal! - os olhos dourados do mesmo brilharam.


- Vocês estão prontos? - Ink perguntou, de pé em uma cadeira, atraindo a atenção de todos para si.


- Sim! - boa parte dos presentes ali exclamaram juntos.


- Nãooo! - choramingou Papyrus, abraçado a um garoto moreno de corpo robótico.


- Ótimo! - Ink ignorou o outro albino. - Bem, vocês já sabem a missão de vocês, não é? - os seis adolescentes ali presentes assentiram. - Ótimo. Qualquer dificuldade, não hesitem em me contar, okay? - o pintor balançou seu dispositivo preso no braço. - Podem chutar a bunda ou socar a fuça do Cross se o encontrarem, beleza? - os adolescentes riram, assentindo. - Okay, vamos lá. Alphys?


A cientista sorriu, assentindo. Mexeu em alguns botões e um portal foi ativado. Os mais novos se entreolharam, confiantes, e olharam novamente para os pais, despedindo-se uma última vez. 


Frans olhou para o chão e ergueu o olhar para o pai novamente. Sans sorriu, abraçando o filho, que retribuiu.


- Toma cuidado, campeão. - Sans murmurou, passando conforto ao filho.  - Eu vou estar esperando você voltar pra casa.


- Pode deixar, pai. - Frans sorriu. - Eu irei voltar. - se separaram do abraço, fazendo o toque deles. - E se cuida também, pai!


- Claro, Bonaby. - deu uma piscadela para o mais novo, que caminhou até o portal, observando-o. 


- Boa sorte, Frans. - Ink colocou uma de suas mãos no ombro do garoto, sorrindo confiante. Frans retribui o sorriso e assentiu.


- Vamos lá, pessoal! - Frans exclamou determinado. 


- Partiu! - os amigos exclamaram de volta, entrando ao mesmo tempo que Frans.


Sentiram tudo girar e sacudir ao entrarem dentro do portal. O chão fez falta ali. Se assustaram quando a velocidade com que caiam parou de repente e os puxou com tudo para trás. 


- A GENTE VAI MORRER!! - Frans escutou o berro de Carrie meio cortado.


- TÁ DOIDA, CRIATURA?! DIZ ISSO NÃO! - berrou o outro primo, Tonnie.


- AAAAHHH!! - os seis ali berraram assustados quando o portal finalmente foi aberto no destino, expulsando-os com tudo. O que aparentava ser o chão logo pôde ser visto por todos, aumentando ainda mais o desespero deles.


Alguns conseguiram cair no chão de maneira calma, outros deram um mortal no ar e não conseguiram arranhões também, já outros caíram de cara ou de costas no chão mesmo.


- Tá tudo bem? - Frans perguntou para os que tinham caído com tudo no chão, recebendo apenas joinhas como resposta.


- Estamos mesmo no passado? - perguntou Flommie, olhando ao redor, curiosa. 


Aparentemente estavam no meio de uma floresta nevada, cuja as árvores estavam secas e os galhos cheios de neve. 


- Creio que sim... - Nathan murmurou, tirando a neve de sua roupa.


- Estamos 22 anos no passado, em 2028. - Smyle alertou, olhando seu celular. - Se eu não me engano, mamãe havia me dito que foi nesse ano que todos começaram a ter seus sentimentos aflorados.


- Então é provável que Cross venha pra cá, não é? - concluiu Carrie com uma das mãos no queixo. 


- Vamos impedi-lo então! Nem a pau que esse cara vai separar meus pais! - Tonnie brandou, com os olhos brilhando.


- É assim que se fala, Tonnie. - Frans sorriu para o primo, colocando as mãos nos bolsos do casaco.


- O que fazemos agora? - perguntou Nathan, notando o silêncio e as caras confusas dos amigos.


- Faço a mínima idéia... - disseram em uníssono. 


Frans e Carrie reconheceram aquele caminho. Se entreolharam, começando a andar por um caminho atrás deles.


- Ei, aonde vocês vão? - perguntou Tonnie.


- Esse caminho leva até a entrada das Ruínas. Vamos ver se achamos a vovó Tori. Querem vir? - perguntou Frans. 


- Eu que não vou ficar aqui sem fazer nada. - Smyle alertou, seguindo os dois. Logo todos fizeram o mesmo. 


- Como vocês têm certeza que esse caminho leva para lá? - perguntou Flommie, saltitando algumas vezes por conta de seus pés afundarem na neve fofa.


- Sabe, Frans e eu costumávamos "fugir" de casa quando mais novos. Só que, como não tínhamos pra onde ir, nosso único refúgio era a casa da vovó. - Carrie explicou, rindo.


- A idéia de fugir era da Carrie, deixando bem claro isso, okay? - Frans tratou logo de esclarecer, fazendo os amigos rirem e a prima revirar os olhos.


- Eu tô vendo a porta das Ruínas! - Tonnie apontou, animado, para a porta roxa que "se aproximava" dos adolescentes. 


- Legal, estamos perto! - Smyle abriu um largo sorriso, que lembrou muito sua mãe.


- Ótimo! Eu tô quase congelando aqui! - Nathan agradeceu - do seu jeito "doce" de ser -, fazendo Carrie revirar os olhos.


Finalmente chegaram à sua parada. Frans se preparou para abrir a porta, mas foi surpreendido - assim como todos os presentes - quando a mesma se abriu sem ele ao menos tocar nela.


- Quem são vocês? - Frisk perguntou, arqueando as sobrancelhas surpresa ao ver seis adolescentes ali.




Notas Finais


*Eu tenho salvo os cinco primeiros capítulos da história, heheheh.


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