História Salvation or Destruction? - Capítulo 32


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Categorias Fairy Tail
Personagens Bisca Connell, Cana Alberona, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Hibiki Lates, Ichiya Vandalay Kotobuki, Jellal Fernandes, Jenny Realight, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Kyouka, Layla Heartfilia, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Makarov Dreyar, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Sayla, Sting Eucliffe, Wendy Marvell
Tags Nalu
Visualizações 185
Palavras 1.810
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei!!!
Obrigada a todos os comentários do capítulo passado. No capítulo de hoje teremos algumas explicações e alguns mistérios, então eu espero que gostem.
Boa Leitura ❤

Capítulo 32 - Capítulo Trinta e Um


Descemos do carro e vi que estávamos em uma das padarias mais famosas de Magnólia, eu já tinha vindo aqui algumas vezes antes da minha mãe morrer, esse lugar me trazia boas lembranças.

Natsu passou o braço pela minha cintura, mas eu logo me afastei dele, não quero ter contato algum com esse idiota.

Ele suspirou e colocou as mãos dentro do bolso da calça e me olhou.

- Nós vamos conversar. - Natsu falou. - Então por favor se comporte.

Cruzei os braços e não disse nada, ele entrou primeiro na padaria e eu o segui. Natsu escolheu a mesa mais afastada e que estava perto da janela, sentei-me a sua frente, peguei o cardápio e vi que tinha algumas opções novas do que pedir, porém eu só queria uma coisa a torta de morango com chocolate que minha mãe pedia toda vez que íamos ali.

A garçonete se aproximou e perguntou o que iríamos pedir, falei que queria a torta de morango com chocolate e um suco de laranja, já o Natsu pediu três pão de queijo e um café.

Assim que a garçonete se afastou o Natsu voltou a me olhar e abaixou o cardápio.

- Primeiro eu quero conversar sobre a Michelle.

Meu coração se apertou em ouvir aquele nome, minha melhor amiga estava desaparecida faz mais de três meses e ninguém tinha qualquer notícia sobre ela. Ninguém havia mais citado o nome dela nos últimos meses e isso estava me deixando com um péssimo pressentimento.

- Encontraram ela?! - Perguntei.

- Não, mas temos uma hipótese de onde ela pode estar todo esse tempo. - Natsu falou. - Mas não vou te dizer que hipótese é essa, você faria alguma loucura se tivesse essa informação.

Eu queria dizer pra ele que eu não faria nada, mas até eu sei que isso seria uma mentira, era óbvio que eu faria alguma coisa principalmente quando se tratava da Michelle.

- Eu só queria te dizer isso, porque você deve estar muito preocupada com ela. - Natsu falou. - Ela ainda está viva.

Assenti, eu esperava que aquilo fosse realmente verdade.

- Agora sobre o beijo da Miku.

- Eu não quero saber sobre isso! - Falei cruzando os braços.

- É, eu imagino que não. Mas você deveria me escutar, eu só não quero que você fique pensando besteiras.

- Eu não vou ficar pensando besteiras, você faz o que quiser!

- E eu quero te contar o que aconteceu, não só sobre o beijo, mas sim sobre toda a minha história com a Miku. - Ele disse sério. - Eu só gostaria que você tivesse um pouco de paciência.

- Então tá, vai Natsu. Diga logo a sua história com ela.

- Sobre o beijo, eu realmente conversei com a Miku sobre você e eu, ela obviamente não quis escutar uma palavra sequer e começou a fugir de mim, eu tentei encontrá-la e a achei na cozinha, ela estava chorando Luce. Eu tentei novamente conversar com ela e explicar que não era porque eu estava com você que eu deixaria de cuidar dela, a Miku começou a gritar e dizer que tudo aquilo era culpa minha, que eu havia enganado ela e que se eu não tivesse aparecido na vida dela, talvez ela estivesse casada e muito feliz. - Natsu olhou para as mãos dele que estavam juntas em cima da mesa.- Ela estava certa, talvez se eu não tivesse me apaixonado por ela e me envolvido, ela estaria bem melhor do que hoje. Depois de dizer tudo isso, ela simplesmente disse que me amava e mesmo eu estivesse com você, ela não iria desistir e me beijou.

Ele ficou em silêncio durante alguns segundos, acho que a história desses dois vai ser muito difícil de escutar, porque eu já fiquei um pouco incomodada com essa explicação.

- Eu conheci a Miku a cinco anos atrás, eu ainda não era o chefe da Fairy Tail, mas faltava pouco para eu herdar o lugar do meu pai, eu tinha 18 anos na época, então meu pai disse que estava na hora de eu acompanhá-lo em uma das viagens de negócios. No início eu não estava muito animado para ir não, mas mudei de idéia quando meu velho disse que iríamos para Las Vegas, eu só pensava em como eu iria me divertir de várias maneiras diferentes naquele lugar. - Ele sorriu, ainda não olhava para mim. - Porém, quando chegamos na casa do negociante encontrei a Miku, ela tinha uma expressão doce e suave no rosto, na época ela tinha 16 anos. Conversamos e logo me dei super bem com ela e em um mês de convivência com ela foram o suficiente para eu me apaixonar por ela e ela se apaixonou por mim. Vivemos um amor intenso, até que depois de três meses eu falei para o meu pai que eu iria passar um tempo em Las Vegas, só para eu poder passar mais tempo com a Miku, até que ela completasse 18 anos e viesse comigo para o Japão.

Ele parou de falar quando a garçonete se aproximou da nossa mesa e trouxe nossos pedidos, agradeci e ela se retirou, dei uma garfada na minha torta e levei a boca. Era tão bom!

- Só que o pai da Miku não gostou muito de saber que a filha iria abandonar o império dele para ir viver com um garoto em outro país, então ele trancou a Miku em porão e me ameaçou dizendo que se eu não fosse embora de Las Vegas e deixasse a filha dele em paz, ele iria ter que torturar a Miku até a morte. - Natsu contou e apertou as mãos com força. - Eu não ia deixar a Miku em Las Vegas, não depois de todas aquelas ameaças. Então reuni um pessoal da Fairy Tail e durante algumas planejamos uma forma de tirar a Miku do país. Quando conseguimos tirar ela do país, comprei duas passagens para o Canadá e comprei um apartamento no interior do país e dei para ela, aquele seria o nosso lar pelo resto de nossas vidas, esse era o nosso plano. Mas dois anos depois de estarmos morando no Canadá, recebi uma ligação da Erza me dizendo que meu pai estava doente e que estava prestes a morrer, então eu contratei uma antiga agente da Fairy Tail para cuidar da Miku na minha ausência e voltei para o Japão. Assim que cheguei percebi que muita coisa tinha acontecido e mudado, fui ver o meu pai e quando o vi depois de dois anos percebi que eu não deveria ter saído do lado dele nunca, meu pai pediu que eu herdarsse a Fairy Tail e como era seu último pedido eu aceitei. Dois meses depois ele faleceu e toda a responsabilidade da Fairy Tail caiu nos meus ombros e levou um ano para que eu me acostume-se com tudo.

- E a Miku o que aconteceu com ela? - Perguntei.

- Eu a visitava uma vez no mês, até que a dois anos atrás eu comecei a me envolver com a Lisanna e parei de ir visitá-la uma vez por mês e comecei a ir vê-la duas vezes ao ano com a desculpa que eu estava trabalhando demais.

- Você deve amar muito ela. Agora vocês podem viver uma vida feliz juntos, construir uma família feliz.

Ele levantou a cabeça e me olhou, mas eu desviei o olhar e terminei de comer a torta.

- Eu ainda amo a Miku, Luce. Não vou mentir para você. - Ele disse sério. - Mas eu a amo com eu amo a Lisanna, a Erza, a Wendy, a Mira, a Levy. Eu já quis muito construir uma família com a Miku, até ouvir seu nome vindo da boca do seu pai.

Olhei pra ele levantando a sobrancelha, o que ele está querendo dizer com isso.

- Acho que eu não entendi o que você está querendo dizer. - Eu falei.

- Você nunca quis saber o motivo de eu ter te comprado?

- Você me comprou porque o meu pai estava te devendo e a única forma de pagar todos as dívidas foi me vendendo. - Falei como se fosse óbvio.

Ele riu e negou com a cabeça, porque ele está rindo? Eu não vejo graça nenhuma em ser vendida pelo próprio pai a um estranho.

- Não estou vendo graça nenhuma. - Eu disse dando o último gole no meu suco.

O Natsu pegou um pão de queijo e deu uma mordida e me olhou com um sorriso.

- Seu pai não estava me devendo nada, Luce. Ele pagava cada bebida que ele comprava a vista. - Natsu disse dando outra mordida no pão de queijo.

O que?! Como assim ele não estava devendo nada? Durante todo esse tempo eu jurava que meu pai havia me usado para pagar suas dívidas.

- Então, por que ele me vendeu?! - Aumentei o tom de voz.

- Porque eu pedi. Eu te comprei em troca de algumas bebidas extremamente caras que seu pai queria. Ele podia ter pagado é claro, sua família é bem rica, mas ele disse que desde que eu a fizesse feliz, por ele tudo bem te vender.

- Você pediu? Então você é o culpado por eu estar aqui?! - Me levantei da mesa e todos me olharam. - Qual é o seu problema Natsu?! Por que você não continuou vivendo a sua vida e me deixasse em paz?!

Sai da padaria e andei até o mais longe que eu pudesse, eu não acredito nisso! Eu já odiava o meu pai por ter me vendido achando que era por causa de suas divididas e agora eu descubro que na verdade eu fui vendida porque o Natsu pediu para ele! Qual é o problema deles?!

Parei de andar quando alguém entrou na minha frente, olhei para ver quem estava atrapalhando o meu caminho e encontrei uma mulher mais alta que eu, ela tinha os cabelos longos e verdes e olhos azuis, a mulher sorria para mim um sorriso frio e sádico.

- Veja o que temos aqui, Lucy Heartfilia. - A voz dela era muito doce para alguém com a aparência dela. - Você é a réplica da Layla, será que vai aguentar tanto como ela?

- Como conhece a minha mãe?! E como sabe o meu nome?! - Perguntei dando uns passos para trás.

- Tantas perguntas desnecessárias, pequena Heartfilia. - A mulher disse segurando com força o meu braço. - Mas vou responder cada uma delas, quando você estiver incubada no meu laboratório.

Antes que eu gritasse por ajuda, a mulher enfiou uma seringa no meu pescoço e um líquido entrou no meu corpo. Senti a minha voz sumir, meu corpo perdeu o equilíbrio e não senti nenhum dos meus músculos.

- Não se preocupe, você vai adorar o meu laboratório, assim como sua mãe e sua irmã adoraram.

E essas foram as últimas palavras que eu escutei antes de perder o que me sobrava de consciência.


Notas Finais


Desculpe por qualquer erro.
Até o próximo capítulo 😘


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