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História .sana nera seu cachorro? (imagine sana); - Capítulo 13


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Capítulo 13 - 13


 

 

Encosto Sana na parede, posiciono meu braço ali tentando manter a garota quieta. Me aproximo um pouco, olhando-a.

— Fica quietinha, eu vou fazer uma coisa, mas vai ser rápido, eu prometo.

Ela faz que sim, imediatamente levo minha mão até sua cabeça, e com o lápis em meus dedos faço uma pequena marquinha na parede. Pego a fita em meu bolso e meço a distância do risquinho até o chão. 

— Você tem 1,57. — olho para ela.

— O que é isso?

— Sua altura. Mas é estranho porque eu juro que você era menor quando chegou. — falo curiosa. — Sana, qual sua idade atualmente? 

— A Sana tem dezesseis. 

— Daqui a pouco teremos a mesma idade então se continuar assim. 

Sorrio com a possibilidade e coloco a fita sobre a mesa, logo estendendo a mão para a shiba, que vem correndo, agarrando-se a mim.

(...) 

Já era tarde, eu estava com sono e resolvi levar a mais nova para a cama, afinal, Sana estava crescendo também e eu não queria atrapalhar o desenvolvimento da garota. 

— Como você pode crescer tão rápido, hein Sana?

Ela faz que não, provavelmente querendo dizer que também não fazia ideia.

Levo a garota para o quarto e a mesma corre para a minha cama. Sana também já estava bem habituada com a minha cama em específico, e por diversas vezes no meio da noite a rosada me agarrava pela cintura, isso quando não rolava para cima de mim.

— Um dia a Sana vai ser mais alta que a dona. — ela fala entrando embaixo do meu edredom. 

— Crescendo desse jeito, é bem possível. 

— A Sana pode carregar a dona quando for maior. 

Não vou negar, gostei da ideia. 

— Então você precisa se alimentar muito bem para poder crescer logo. — falo rindo. 

Vou até a cama, me deitando na minha parte. Sim, agora apenas uma parte da minha cama me pertencia de fato, e posso afirmar que a menor. Sana era extremamente espaçosa, então deixei que ela ficasse com quase todo o colchão. 

A garota vem engatinhando até mim, logo deitando a cabeça em minha barriga, mantendo os olhinhos azuis em meu rosto. 

— Dona?

Quando ela me chamava daquele jeito eu já sentia meu corpo todo arrepiar. Sabia que em seguida viria uma daquelas perguntas que eu nunca sabia como responder.

— Oi, Sana. 

— Qual o nome disso?

Ela levanta um pouco o rostinho, e leva uma mão até o meu seio, o apalpando.

Certo, tantos lugares naquele quarto para os quais ela poderia apontar e ter dúvidas sobre, mas ela foi tocar justo na minha parte mais sensível. E pior, eu estava usando apenas uma camisola larguinha. Não me julgue, tá bom? Que mulher usa sutiã pra dormir? 

Senti minhas mãos ficarem inquietas e meu pulso levemente acelerado.

— A dona não respondeu a pergunta da Sana. 

— Seio. 

— E pra que serve isso?

— Ah meu Deus, você tem cada pergunta, Sana!

Ela continuou me olhando, obviamente não desistiria de ter uma resposta convincente. 

— A principal função é amamentar. O corpo de qualquer mamífero do sexo feminino pode produzir leite por aqui. 

— A dona então tem leite.

— Vamos mudar de assunto, Sana.

— A Sana quer saber sobre isso, a Sana viu na TV.

Ah que merda, péssima ideia ensinar ela a ligar a televisão. Sabe-se lá o que ela viu.

— Agora você já sabe o nome e pra que serve, então acabou o assunto. — falo séria, mas minha seriedade logo vai embora quando olho nos olhos da garota.

— Deixa a Sana ver.

Por que quando ela pedia daquele jeitinho eu dificilmente conseguia resistir? 

Era na verdade bem compreensível que ela quisesse saber mais sobre o corpo feminino, afinal de contas, ela vivia em um agora, mas mesmo assim isso me matava de vergonha.

Eu não tinha como ficar ainda mais corada. 

— Não, Sana. 

— Por favor, por favor. 

Que droga!  Qual o meu problema em manter um simples "não" quando é pra ela?

— Certo, você vai olhar e depois nunca mais vai tocar nesse assunto. 

Ela faz que sim. 

Com dificuldade por estar deitada, levo a mão até a alça da camisola e a desço, passo meu braço por ela, logo fazendo o mesmo com a outra. 

— Olha o que você me faz fazer, Sana. Que vergonha! — resmungo baixinho. 

Desço o pano até a metade da minha barriga e permaneço ali o segurando, pronta para subir o mesmo a qualquer momento. A garota fica me analisando, e eu com as bochechas parecendo dois tomates. 

Tento não olhar muito para ela e nem pensar demais sobre a situação na qual estou. 

— Pronto. Viu o que você queria ver né? Agora eu já posso... 

Ela me interrompe totalmente quando leva as mãos até os meus seios de novo, apertando devagar. 

— Sana! — chamo a atenção da mais nova, porém, sem moral alguma. 

Engulo em seco ao sentir a garota os massageando com tanta destreza. Provavelmente a rosada não fazia ideia do que estava causando em mim. 

Eu claramente não deveria estar deixando ela fazer aquilo, eu sei. Sem falar que eu me sentia totalmente invadida em situações assim, porém, por mais que o fato de Sana estar fazendo aquilo fosse contra os meus ideais, pensar nela me invadindo dessa forma era absurdamente excitante e tentador. 

— Dona? 

— Hm... 

— Por que essa pontinha aqui ficou tão dura? — a rosada pergunta curiosa. 

Me dou conta da situação e me levanto rapidamente, cubrindo meus seios e passando a mão pelo rosto. 

Mas que merda eu estava fazendo da minha vida?! 

— Sana, eu acho que vai ser melhor você começar a dormir em outro quarto. 

 

 

 


Notas Finais


cuidem-se...


até o próximo capítulo, pessoal :3


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