História Sanatorium - Capítulo 3


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Hoseok, Jhope, Jimin, Jin, Jungkook, Lemon, Mistery, Namjoon, Rapmonster, Seokjin, Smut, Suga, Suspense, Taehyung, Yaoi, Yoongi
Visualizações 16
Palavras 1.689
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shounen, Survival, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Postando mais um capítulo pra deixar vcs na vontade ewe
Os próximos não vão mais sair no mesmo dia, ok?
Boa leitura 💖

Capítulo 3 - !two!


Fanfic / Fanfiction Sanatorium - Capítulo 3 - !two!

Estou terminando de me arrumar, quando Jungkook entra no quarto. Ele está apenas com uma samba-canção, secando os cabelos molhados com uma toalha. Estranho o fato de ele ter repassado o whitewashing no rosto após o banho, mas não questiono. Não estou em posição de questionar ninguém no momento.

- Oi hyung - ele me abraça por trás. - Pra que esse perfume?

- Vou dar uma volta com os dançarinos hoje - minto. - O chefe me pediu para incentivar eles um pouco, já que alguns são trainees da empresa.

- Ah, outra vez? - o maior afunda o rosto no meu pescoço, depositando beijos logo em seguida.

- Jungkook-ah! - arfo, tentando me soltar dos braços do maknae.

- Só um pouco... - ele sobe as mãos por dentro da minha camisa, arranhando meu abdome devagar. - Faz tempo...

Arrepio. Me viro para ele, segurando em sua nuca e o beijando com voracidade. Empurro-o para a cama do camarim, devagar, sem quebrar o beijo. Faço-o deitar, subindo em cima dele em seguida. Desço meus beijos para o seu pescoço, e a respiração do maior falha. 

Olho de relance para o relógio, e me sinto mal.

- Preciso ir, Kookie... - digo, saindo de cima do maknae.

- Jiminie...

- Eu vou te recompensar. Prometo.

- Mesmo, hyung? - ele faz um biquinho.

- Sim, mesmo. De lá vou direto pro hotel. Se você estiver acordado quando eu chegar, vou me dedicar cem por cento à você. 

- Você sabe que eu vou estar acordado...

- Você anda cansado, pequeno. Acha que eu não percebi? Está preocupado com algo?

- Não é porque ando cansado que vou dormir. Eu só preciso de férias. E não me chame de pequeno, seu anãozinho! Eu sou maior que você!

- Sim, é mesmo - selo seus lábios. - Mas sempre será o meu pequeno. Logo entramos em férias.

- Sim, ainda bem.

- Tenho que ir, pequeno - selo seus lábios novamente, e me viro para ir embora.

Não resisto, e olho para trás ao chegar na porta. Jungkook está encarando o chão, sério e distraído. Ele jamais me perdoaria se soubesse.


〰️✴〰️


Jenny chega antes do horário marcado. Ela veste uma calça jeans escura e um moletom azul, por causa do frio. Cumprimento-a puxando seu corpo para o meu, e beijo sua bochecha. Ela parece nervosa.

- Como está, Jenny? - pergunto em inglês. - Desculpa se nossas conversas forem confusas, você deve saber que não sou fluente em inglês e tudo isso que estou dizendo agora foi ensaiado...

Ela ri.

- Seu inglês está muito bom. E eu estou bem, obrigada.

- Vamos entrar? - sorrio, arrumando minha franja que está caindo sobre o olho. Ela me olha fixamente, e diz sim com a cabeça. 

Entramos no motel, e vamos até o último quarto do corredor, já reservado. Não é um luxuoso, como os que frequento com Jungkook, mas é bem aconchegante. Recebo uma mensagem em coreano: 

"Sejin já está no terreno. Não precisa ter pressa, os funcionários do motel são desatentos porém são em grande número. Apenas seja cuidadoso, e faça o que precisar fazer".

Engulo em seco. 

Faça o que precisar fazer. Sei o que isso significa: eu devo ir até o final com a garota. Essa é uma das partes que mais odeio.

Jenny se senta na cama, e eu vou até a pequena mesa servir vinho para nós. Tomo cuidado para ela não me ver colocar o líquido nas taças.

- Jimin, porque me chamou aqui?

- Não sabe? Estamos em um motel...

- Sim, mas...

- Jenny, se você é virgem... Não tem que fazer - me esforço ao máximo para ela entender meu inglês. Seus olhos brilham.

- Eu... Não vou mentir, eu sou sim, Jimin. Mas você é meu favorito, e eu sou simplesmente... louca por você. Isso até parece fanfic, sério...

Dou uma risada baixa. Apesar do meu inglês ser ruim, entendo o que ela diz. Já li algumas dessas. A diferença entre elas e esse momento é que no fim, eu sempre fico com a garota. E isso não vai acontecer, nunca.

- Te chamei porque você tem um sorriso bonito. E parece muito... legal.

- Você tem treinado mesmo o inglês.

Sorrio.

- Um pouco.

- Jimin... - ela se aproxima de mim. - Eu quero.

- Tudo bem. Mas primeiro vamos beber vinho, pra você relaxar. 

Tomamos o vinho, e conversamos um pouco, fazendo o possível para nos entendermos. Essa garota é tão bacana...

Após acabarmos com a garrafa de vinho, puxo seu queixo para um beijo. Não posso deixar de pensar em Jungkook. Começo a me animar ao pensar na idéia. 

Empurro Jenny devagar na cama para não assustá-la, e subo minhas mãos devagar por dentro de sua blusa. Em alguns minutos, nossas roupas já estão no chão. A clavícula de Jenny é saltada como a de Jungkook.

Jungkook... É a única coisa que vêm à mente capaz de me deixar animado nesse momento. E em todos os outros momentos em que me deito com garotas.


〰️✴〰️


Minha relação com Jenny é devagar, intensa. Ela me deixou alguns arranhões na lombar, e já imagino a desculpa que vou dar para Jungkook. Eu escorreguei na escada, pequeno - penso. Desci ralando as costas nos degraus... preciso que passe pomada pra mim.

Como todas as vezes, pensei no meu maknae durante todo o ato. Mas dessa vez foi difícil. Eu precisava passar confiança para Jenny, então não podia deixar de olhar para seus olhos muitas vezes, e isso me deixava apreensivo. Como ela não conseguia ver as mentiras nos meus olhos e minha alma desesperada por ajuda?

Após alguns minutos deitada no meu peito, Jenny finalmente adormece, como esperado. Por causa do meu remédio, ainda estou "de pé". Vou ao banheiro e abro a galeria de meu celular. Vejo alguns vídeos que Jungkook me enviou e seleciono um. Ele está tomando banho, e sorri para a câmera de forma sensual. 

"Hey, hyung..." sua voz sai pelo auto-falante do celular.

"Estou com saudades de você... sabe, aqui em baixo do chuveiro comigo...".

Desço uma das mãos para o meu abdome, passando as unhas suavemente, imaginando meu pequeno Jungkook.

"Não consigo parar de pensar em você, Jimin hyung. Esse feriado está tão... entediante...".

Ele se afasta um pouco da câmera, e posso vê-lo totalmente. Jungkook se toca, sibilando meu nome. Os cabelos escuros e molhados caem sobre sua testa.

"Ah, quando você vai voltar da casa dos seus pais, Jimin? Eu... preciso... do seu toque... ah!".

Esse é um de meus vídeos favoritos. Desço a mão que está em meu abdome e começo a acompanhar o vídeo. Não demora muito para eu vir, assim como Kookie no vídeo, derramando boa parte do conteúdo no chão do banheiro e dando um sufocado gemido. Acredito ter resolvido o efeito do remédio. 

- Já acabou? - uma voz feminina fala atrás de mim, em coreano. Sei que é Sejin. 

Entro no boxe sem olhar para ela e ligo o chuveiro. 

- Esse remédio é forte demais. 

- É necessário, ou você não consegue trabalhar bem. Porque você tem que ser gay?

- Porque você precisa assistir eu me masturbar toda vez?

- Porque você é atraente. 

- E gay. Pode esquecer. 

- Nem com o remedinho? - ela sorri pervertidamente, com o dedo indicador sobre os lábios. 

- Aí depende, se o chefe topar te mandar pra Tailândia ou a China eu topo - arrependo-me de dizer isso e me surpreendo com o quanto parece frio para mim.

- Muito engraçado, Park Jimin...

- Enfim, Sejin... Pra onde ela vai?

- Acredito que para a Tailândia. 

- Ah...

Sejin vai até o espelho, e o encara séria. Em seguida, dá um longo suspiro.

- Jimin, sei que você não aguenta mais fazer isso... mas a dívida do seu pai... 

- Eu já sei. Só quero que eles deixem ele em paz de uma vez por todas.

- Já voltou à falar com ele?

- Não. 

- Nem pretende?

- O que ele fez... o trabalho que ele fazia... não há perdão.

- Ele precisava cuidar da sua família, Jimin.

- Haviam outras formas... Porra, haviam outras formas, Sejin! - soco a parede, e Sejin me encara.

Sinto meus olhos encherem de lágrimas. Levanto a cabeça e deixo a água descer pelas minhas bochechas junto com elas. Não há perdão para isso.

- Eu vou... pegar a garota. O carro tá prontinho. Tem uma saída nos fundos, onde os funcionários quase não passam.

- Para de falar e vai logo.

Começo a me perder em meus próprios devaneios. Penso em tudo que minha vida se tornou nas últimas semanas, e em como tudo poderia ser diferente. No fim, percebi que as coisas não poderiam ser piores: eu traficava mulheres inocentes para outros países. Não havia nada pior que isso. E tudo para pagar uma dívida de meu pai, que fazia o mesmo serviço numa época difícil da família. Eu sequer sei direito a razão de ele estar devendo trinta mulheres. 

De repente, Sejin aparece novamente no banheiro, extremamente pálida. 

- Jimin! O que você fez?

- O que foi? - digo, desligando o chuveiro e me secando logo em seguida com uma toalha branca com as iniciais do motel bordadas em azul marinho.

- A garota... ela não tá respirando... 

- Não tá... respirando? Como assim? - corro de volta para a cama e me sento ao lado dela, chacoalhando seu corpo de leve.

- Jenny?

Não tenho resposta. Aperto seu pulso e não sinto seus batimentos, mas ao por meus dedos sob a veia em seu pescoço, sinto-os lentos e fracos.

- Jenny, fica comigo! - levanto-a no colo e levo para o boxe do banheiro. - Sejin, liga o chuveiro!

Ela obedece, claramente assustada com a situação. Sento a loira em meu colo, e deixo a água cair sobre suas costas. A respiração de Jenny retorna, e ela tosse com força, abrindo um pouco os olhos. Sangue sai de sua garganta, junto com um pedaço de algo que não identifico. Fico aliviado ao ver a garota respirando, mas minha alegria não dura muito. Após alguns pigarreios e palavras inexistentes, vejo mais sangue sair dos ouvidos e nariz dela. 

Já não sinto mais seu coração bater. Sequer pelo pescoço. Jenny para de respirar, e aos poucos, seu corpo já frio paralisa.

- Jimin... - Sejin toca meu ombro com as pontas dos dedos. - Ela está morta.

Meu coração trava. Acho que vou desmaiar.


Notas Finais


Quando eu disse que todos cometiam erros graves, eu não estava brincando owo
Estão gostando? ♡


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...