História Sanatorium - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Hoseok, Jhope, Jimin, Jin, Jungkook, Lemon, Mistery, Namjoon, Rapmonster, Seokjin, Smut, Suga, Suspense, Taehyung, Yaoi, Yoongi
Visualizações 23
Palavras 2.045
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shounen, Slash, Survival, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aviso: Este capítulo possui smut (sexo explícito entre dois homens).
Se não gosta deste tipo de conteúdo, pule o capítulo.

Aos demais, boa leitura ♥

Capítulo 3 - !extra; jikook ; smut!


Fanfic / Fanfiction Sanatorium - Capítulo 3 - !extra; jikook ; smut!

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Jungkook me encara, defensivo.

— Ei, bebê... Gosta quando eu malho?

— Você é lindo de qualquer jeito.

— Mas não me refiro à beleza, hyung...

Jungkook me puxa para um beijo quente. Em pouco tempo, seus lábios escapam dos meus e descem pela extensão de meu pescoço, e então voltam para onde estavam. Aos poucos, escorrega meu roupão pelos meus ombros até que o deixa cair por completo. Mordo os lábios ao perceber que Jeon já está com o membro rígido, e desço minhas unhas por seu peito lentamente.

— Jimin-ah... Seja meu agora...

Ao ouvir isso, perco-me nos lábios do maknae. Beijo-o com voracidade, sentindo seus dedos afundarem contra a pele nua da minha cintura e me puxando para ele, como se houvesse necessidade de estar em contato com meu corpo. 

Éramos a droga um do outro, uma espécie de heroína que uma vez provada, se torna totalmente essencial para o organismo. E digo com todas as letras: somos completamente viciados, e não queremos jamais ir para a reabilitação.

Remexo-me no colo do maior arrancando-lhe um gemido, sua derme ainda coberta por parte do roupão. Curvo-me novamente e beijo sua clavícula, subindo em direção à sua orelha com estalos molhados, sentindo por baixo de minha mão o seu peito subindo e descendo numa respiração ofegante. Levanto meu corpo o suficiente para descobrir o membro já rijo de Jungkook. O mais novo sobe suas mãos por minhas coxas, apertando-as, e expondo o resto de pele que meu roupão ainda escondia. Mordo os lábios ao vê-lo tão exposto e natural, e sinto seus olhos fitarem os mesmos com enorme luxúria.

Meu abdome se contrai quando sinto o membro de Jungkook pulsar contra o meu, expelindo pré-gozo pela fenda. O maior solta o ar pesadamente ao levar dois de seus dedos até a ponta do próprio pênis, sujando-os com parte do líquido e levando até meus lábios para que eu sinta seu gosto. Sorrio pervertidamente olhando-o nos olhos antes de tomá-los para mim com volúpia.

Com o braço livre, Jungkook me vira na cama, ficando por cima de mim e tirando os dedos de minha boca logo em seguida. Um arrepio percorre minha espinha ao perceber o que ele estava prestes a fazer, me deixando tonto de um jeito prazeroso.

Como qualquer droga viciosa, Jungkook tinha esses efeitos colaterais, às vezes alucinógenos.

O mais novo separa minhas pernas e se posiciona entre elas, separando minhas nádegas e escorregando os dedos lubrificados entre elas, logo chegando à minha entrada. Como se já soubesse de cor as reações causadas em mim, ele acaricia a pele rubra, arrancando gemidos sôfregos de meus lábios abafados por seus dedos. Com um sorriso anasalado, Jungkook força seu dedo contra o anel, divertindo-se a me ver tão entregue.

Céus, como eu amo esse homem e a forma com que ele destrói o meu psicológico!

Jeon desce beijos carinhosos por meu tórax, parando ao chegar a um de meus mamilos rígidos. Ele o mordisca, arranhando-o com os dentes, e logo em seguida o coloca dentro da boca, mexendo-o de um lado para o outro com sua língua quente e macia. No mesmo momento, sem avisar, ele penetra seus dois dedos em minha entrada, fazendo-me morder os dedos que estão em minha boca com certa força enquanto aperto meus olhos.

Incapaz de falar, apenas gemer, começo a rebolar nos dedos do maknae erguendo meus quadris, enquanto Jeon dobra seus dedos dentro de mim, me fazendo revirar os olhos em prazer. Como se não bastasse, Jungkook faz questão de esbarrar as unhas, arranhando minhas paredes internas e me levando ao delírio.

Ele retira os dedos de minha boca e leva-os para minha glande inchada fazendo carinhos sobre a fenda, logo agarrando meu membro por completo e o masturbando tranquilamente.

— Yah, ah... Jeongguk... ㅡ chamo sua atenção quando ele se aproxima de meu rosto.

— Sim, bebê? — ele responde, sugando meu lábio inferior brevemente.

— E-Eu quero... Você...

— Hmph? — Jungkook resmunga, acelerando os movimentos dentro de mim e bombeando meu membro com um pouco mais de velocidade.

— Q-Quero você... Dentro de mim... — solto o ar de meus pulmões tentando adquirir fôlego, mas era impossível. Só o cheiro de Jeon já era o bastante para me tirar da linha completamente, como se estivesse sugando todo o ar do quarto até que se tornasse vácuo e me matando sem oxigênio. Era essa a mistura de amor e paixão com êxtase e desejo. Era essa a mistura de Park Jimin com Jeon Jungkook. 

Uma substância química simplesmente perfeita em constante estado de ebulição.

— Ah, Jiminie... Você está muito apertado — ele me olha nos olhos enquanto me penetra com os dedos, e encaro a imensidão castanha carregada de luxúria na minha frente, com toda a certeza devolvendo a expressão de forma equivalente. — Faz quanto tempo que não fazemos?

— Bastante... ah! — gemo alto quando ele une seu membro ao meu novamente, masturbando-os juntos. — Mas eu aguento...

— Não tem lubrificante aqui, bebê... Hm... — ele geme conforme aumenta o ritmo da própria mão.

— Minha boca, Jeongguk...

— Quer me chupar, Jimin-ssi? — pergunta rindo de canto com a melhor expressão pervertida do mundo.

— Quero...

Sem demoras, o mais novo sai de cima de mim, se sentando na cama ao meu lado. Levanto-me um tanto zonzo pelos movimentos que Jeon estava fazendo, e logo depois me ajoelho no chão de frente para ele. Acaricio a pele fina de seu membro, antes de segurá-lo com firmeza para dar atenção primeiramente às suas bolas. Passo a língua em ambas, masturbando-o levemente com a mão, em seguida sugo uma delas para dentro da boca, fazendo o mesmo com a outra segundos depois. Levo minha língua até a base da ereção de Jeon, escorregando-a por toda a extensão e esbanjando saliva. O maior agarra meus cabelos, fazendo-me engolir seu pênis de uma vez só, e sou capaz de senti-lo latejar no fundo de minha garganta. Por mais que eu engasgue, não paro: chupo com força atingindo minha garganta, subindo a cabeça em seguida e lambendo a glande avermelhada do mais novo enquanto ele choraminga de prazer.

— Ah, ah! Jim... Jimin! Oh m... — Jeon geme alto, agarrando meus cabelos com tanta força que sinto alguns fios serem arrancados. Enquanto chupo sua glande, masturbo a base de seu pênis e com a mão livre começo a bombear meu próprio membro carente que já se encontra dolorido. — Oh meu Deus, eu amo foder a sua boca... Jimin-ah!

Olho para cima, e o vislumbre é único: as bochechas coradas do maknae e os poucos fios de cabelo molhados de suor sobre a testa. A respiração descompassada do mais novo o faz erguer e baixar o peito musculoso, o que me deixa ligeiramente desnorteado. Apesar de tentar controlar, ele deixa breves gemidos escaparem, mordendo e maltratando o próprio lábio inferior todas as vezes que percebe não ser capaz de se conter. 

E eu sou um tolo apaixonado que consegue ver beleza e graciosidade até nisso. É como ver um anjo, mas sem a inocência.

Inocente é a última palavra que eu poderia usar para definir Jeon Jungkook.

Continuo os movimentos, até sentir o moreno puxar minha cabeça para longe de si.

— Já está bom, bebê... Uh? — ele arfa, mostrando a língua como uma forma de me mandar imitar. Obedeço, colocando a ponta da língua pra fora, tendo-a atingida algumas vezes pela glande do mais novo, que a bate contra ela. Esse maldito pervertido adorava fazer isso. — Se continuar assim, vou gozar antes mesmo de entrar em você...

— Certo, Jungkook — dou risada, me levantando do chão e me deitando na cama.

Jeon, sem aviso, me vira abruptamente na cama, deixando um tapa forte em uma das bandas de minha bunda e me fazendo gemer pela ardência. Sinto a cama balançar quando ele sobe nela, me puxando pelos quadris e me fazendo sentir seu membro úmido encostando-se em mim.

— Empina mais, bebê, assim — Jeon puxa meu corpo para que eu erga mais o quadril em sua direção, me deixando totalmente exposto e desesperado para ser tocado logo. — Abaixa a cabeça.

— Anda logo, amor... — gemo manhoso, rebolando, apenas para receber um tapa forte em minha coxa, o qual retribuo com um gritinho quase mudo. — Ah...

— Que garoto esperto... — ele posiciona seu membro em minha entrada e o esfrega ali com certa pressão, me arrancando gemidos acompanhados de palavras sem sentido. — Você sabe que eu gosto quando você pede...

— J-Jungkook, por favor...

— Não estou ouvindo, bebê... — o maknae dá risada, agarrando minha bunda com as mãos usando uma força imensa para me deixar ainda mais aberto.

— Me fode, Jungkook... — imploro, afundando os dedos nos travesseiros até não conseguir mais. Estava em pane por querer Jeon Jungkook ali, me tocando, me sentindo. Aquele garoto tinha o poder de me colocar em estado de colapso tamanha era a loucura que ele me causava.

Vagarosamente, Jungkook me penetra, com força e calma. Gemo alto, tentando me acostumar com a sensação de preenchimento que há muito não sentia. Meu baixo ventre se contrai. Jeon é bastante avantajado, o que dificulta um pouco a dor passar por causa do tempo que ficamos sem transar, mas o prazer que sinto é bem maior. Não necessariamente por estar na cama com alguém, mas sim por ser ele a pessoa que está ali comigo.

Jeon Jungkook conseguiu se tornar tanto dono do meu corpo quanto da minha alma  — e eu não me quero de volta.

Demora um pouco para que eu me acostume, mas logo Jungkook começa a se movimentar, e o quarto do hotel é dominado por nossos gemidos e pelo som de nossos corpos se chocando, ambos em plena harmonia, o que tornava toda a situação triplamente mais viciosa. Olho brevemente para trás, e sinto uma fisgada em meu membro ao ver Jungkook tão concentrado no que está fazendo, com as veias do braço saltadas enquanto seguram meu quadril.

Ao perceber que eu o olhava, Jungkook deposita um novo tapa em minha coxa, me fazendo agarrar os travesseiros imediatamente. Em uma estocada mais forte, ele atinge a minha próstata, me fazendo dar um grito mais esganiçado do que eu gostaria.

— Eu disse pra abaixar a cabeça — diz autoritário, e obedeço. É impossível não obedecer. Jungkook se parece muito com o maior dos pecados possíveis de se cometer, do tipo que consome até o último resquício de razão do seu corpo. 

O pecado mais doce, a falta de razão mais correta.

— S-Sim...  — respondi baixo, rendido. Chegava a ser irônico como no dia a dia Jungkook era um fofo comigo e eu o irritava a todo momento, mas na cama ele tinha a mim como um completo idiota submisso.

Depois de algumas estocadas acertando meu ponto sensível, Jungkook agarra meu membro tremendamente dolorido e rijo, fazendo movimentos rápidos com os dedos compridos enquanto estoca dentro de mim. Sinto meus músculos relaxarem, avisando que meu orgasmo está próximo.

— Jung... Kookie... Eu vou... Ah!

— Goze, bebê — ele geme sussurrado enquanto aumenta a velocidade em meu membro.

Sinto os jatos fortes atravessarem a extensão de meu membro, soltando todo o ar de meus pulmões. Meu líquido quente acerta minha barriga, enquanto lambuza a mão de Jeon e os lençóis. Como se não bastasse, Jungkook esmurra minha próstata mais algumas vezes, fazendo de meus músculos completos inúteis para que eu finalmente deixe meu tronco cair sobre a cama, apoiando o rosto no travesseiro.

Jungkook diminui a precisão dos movimentos quando, sem avisar, segura minha cintura com força e acelera as estocadas. Grito, ainda sensível pelo orgasmo recente, e ouço o mais novo gemer alto várias vezes. Em poucos segundos, sinto meu interior ser atingido por seu líquido.

— Ah... Jimin! — ele geme, sentindo o prazer percorrer seu corpo.

Jungkook sai de dentro de mim, e seu gozo escorre por minhas coxas. Caímos na cama, derrotados. O mais novo distribui carinhos em minha cintura, e sorri antes de selar meus lábios com ternura. Fecho os olhos para aproveitar seu toque. O cheiro de sexo e selvageria invade nossas narinas, e tudo que consigo fazer é respirar fundo em apreciação. Olho para o mais novo, com os cabelos molhados de suor caindo sob sua testa e os olhos brilhando, e eu poderia jurar que aquela era a oitava maravilha do mundo. Puxo-o para meu peito para dar-lhe carinho.

— Eu te amo, Jungkook.

— Eu te amo, Jimin. Muito.

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Notas Finais


Mds o que foi que eu escrevi


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