História Sand Devils - Vegeta. - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Tags Ação, Armas, Drama, Drogas, Gangue, Revelaçoes, Vingança, Violencia
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Palavras 2.356
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Mistério, Policial, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


(03/03)

Capítulo 3 - Vegeta


Fanfic / Fanfiction Sand Devils - Vegeta. - Capítulo 3 - Vegeta

Narradora.

Na frente da área dos Red Thunders, um grupo de vinte pessoas se aproximava cada um com suas motos. Era uma noite cheia de estrelas nos arredores de Bakersfield. Os olhos cercados de vingança e puro ódio e suas mãos nem tremiam. Não tinha espaço para o medo, apenas para aquele sentimento ruim. Todos ali tinham algo para vingar, sejam seus pais, irmãos ou filhos, estavam todos podres, vítimas de uma maldade maligna por pura rivalidade. Malditos sejam mil vezes.

Jack estava ali. Suas mãos seguram sua metralhadora com tanta força que podia ver seus dedos brancos. Seus pensamentos estavam longe e parecia que era um robô. Um meio sorriso maldoso se formou em seus lábios. É maninho... A sua hora chegou.

Helga estava ali. Tinha um pano sobre sua boca e só se via os olhos verdes junto com as sobrancelhas marrom-escuras. Helga não sentia apenas raiva, havia um ódio dentro de seu coração bondoso. Haviam tirado dela algo que nunca seria reposto e por isso iria tirar isso deles na mesma forma.

John estava ali. O moreno perdeu sua casa, sua esposa, sua filhinha, seu amigo. Ele tem todos os motivos do mundo para chorar. Estava completamente ciente do que fará a seguir, mas havia algo que ele aprendeu com a vida dura, que era cuidar de seus próprios demônios. E era exatamente isso que ele estava fazendo.

Mike estava ali. Ele era o tipo de cara que você respeitaria por causa da sua postura. Estava ali para vingar todos àqueles que morreram, não por um motivo especial como seus companheiros, mas sim em mente daquelas mulheres e homens que trabalharam a vida inteira para sobreviver e ainda assim foram mortos por simplesmente estar com sua família. Com seu cabelo quase grisalho e dentes metálicos, estava pronto para o que der e vier.

Jack levantou seu braço, fitando o relógio de prata que marcava as 12hs59min. Com os olhos vidrados na joia, ele levantou o seu outro braço com os dedos colados. Os seus parceiros carregaram as armas e apontaram. Assim que o relógio marcou a primeira hora da manhã, Jack lançou seu braço para frente, dando o sinal que os outros precisavam.

Reunião.

“Eu tenho um plano. Dividi todos nós em equipes. A primeira parte é exterminar os guardas, para isso precisaremos de cinco de nós. Helga, Arnold, Theo, Marina e Timothy, vocês são a linha de frente. Eu, Anna, Kaya e Oliver vamos aplicar a bomba no trailer do líder. O grupo do restante invade as casas e mata os filhos da puta que estiverem lá” Jack explicou, andando na frente de todos.

“E como saberemos qual é o trailer do chefe?” Perguntou Oliver.

“Fácil. Andei procurando informações e achei a joia que precisamos: O mapa” Falou apontando para a parede. O Trailer estava circulado em um marcador vermelho.

Presente.

Os cinco primeiros colocados se posicionaram na frente de todos, matando a maioria dos guardas viam em direção do grupo. O lugar rapidamente se torna uma carnificina e toda a população estava concentrada em apenas correr e tentar escapar de uma morte surpresa. Cada vez aparecia mais e os grupos matavam cada vez mais. Contrariando muitos, Helga era uma ótima atiradora. Não se deixe levar pelo sorriso doce. Sorrateiramente, o outro grupo de quatro seguia atrás dos trailers, comandados por Jack e livres de qualquer tiro.

Reunião.

“Tá, mas onde vamos arranjar uma bomba?” Perguntou John.

“Gente, essa é Jackie. Minha irmã, ela não está na gangue, então não se assustem” Falou Jack, apontando para a garota que estava sentada no bar atrás de todos. Ela parou tudo que estava fazendo e sorriu, voltando a mexer na bomba, igualzinha ao irmão. “Ela sabe montar essas coisas” Falou dando de ombros.

“A sua família é cheia de mecânico, né?” Perguntou Mike.

“Nada. Somos apenas inteligentes mesmo” respondeu.

Presente.

 A bomba estava numa mochila nas costas de Kaya e eles seguiam o caminho estreito. Chegaram de surpresa atrás do trailer, onde tinha uma janela aperta. Com cuidado, a bomba foi retirada e ligada, jogaram a mesma para dentro e saíram correndo, prontos para a parte dois. A bomba explodiu como planejando, 10 segundos depois. E foi o suficiente para eles seguirem até onde queriam. Os quatro se juntaram com o resto dos grupos na praça principal e seguiram todos juntos ao objetivo.

Reunião.

“A parte dois é quando todos se encontram aqui. Agora vamos para a parte legal do plano. Como vocês sabem, não vamos sair apenas com sangue nas mãos. Há um cofre de dinheiro na área norte deles, não tão difícil de achar. Jackie está fazendo duas bombas, uma explode o líder e a outra explode o cofre. Precisaremos de todos para pegarmos tudo e sairemos de lá o mais rápido o possível” Explicou apontando para pontos específicos no mapa. Todos pareciam satisfeitos com a ‘surpresa’.

“E quanto tem nesse cofre?” Perguntou um.

“Aproximadamente uns 150.000 mil dólares, dividido por 20 pessoas, 7.500 dólares para cada um. Faremos a distribuição aqui, quando sairemos de lá” Falou sorrindo.

Presente.

O Grupo começou a migrar da praça a até o cofre, há essa hora não havia muitas pessoas vivas na gangue dos Thunders, havia vários corpos estirados no chão e muito sangue. Eram 1h37min da manhã, escutavam-se alguns barulhos, mas nada que os parassem. Aquela noite o céu estava tão estrelado. As estrelas são as almas de todos que morreram, pensou Helga. A chegada furtiva ao cofre tão sonhado finalmente havia chegado. Ele estava dentro de um container. Jackie tomou a frente e os outros foram esconde-se do baque. Ela abriu as correntes do container com certa facilidade da ajuda de um alicate e pôs a bomba na porta do cofre e ativou, correndo bem rápido logo em seguida. Demorou apenas alguns segundos e bomba explodiu, provocando a saída de algumas notas. Todos os membros sacaram sacolas de lixo e juntaram o dinheiro bem rápido, tinham até duas e meia da manhã para sair, pois era a hora em que os postes de luz voltavam a acender e ninguém queria ser ‘reconhecido’ ali. Toda aquela busca por dinheiro durou o suficiente para as duas horas baterem. Eles saíram na pressa até as motocicletas, cada um com pelo menos mil em cada sacola. Mas eles não iriam para o esconderijo, pelo menos não agora.

Reunião de Emergência (Logo após Anna, Jack, Mike e John descobrirem a verdade sobre Laurence)

Sedentos de ódio, os quatro se dirigiram a um posto de gasolina, onde lá se encontrariam com Helga e os outros participantes. Era cinco e pouca quando eles chegaram por lá, fazia 123°C. O verão havia começado no momento no Vale Da Morte, que parecia aumentar o fogo que o quarteto sentia. O grupo restante estava apoiado sobre uma caminhonete vermelha, enquanto esperavam seus companheiros.

“Descobrimos uma coisa, que provavelmente vão pirar vocês” Falou Jack, descendo de sua moto com raiva.

“O que aconteceu?” Perguntou Jackie.

“Aconteceu que Laurence está do lado deles!” Rosnou John. Os queixos estavam caídos, literalmente.

“Como?” Perguntou Helga.

“Estávamos esperando Mike e John, quando eu vi um grupo de motoqueiros se aproximando da vigilância, acontece que era os guardas da nossa gangue. Reconhecemos Laurence de longe. Quando descemos, ele não estava mais lá, mas confrontamos um guarda, ele apenas confirmou que Laurence estava fazendo amizades externas” Falou Anna, cuspindo saliva no chão e continuou “Ele me disse que ‘Ele trouxe novidades’ e que não se metia com os ‘aliados do chefe’” Falou raivosa.

“Filho da puta” Murmurou Helga.

“E agora?” Perguntaram.

“Vamos reformar o plano. Quando nós saímos de lá, vão para o nosso Trailer Park, confrontaremos Laurence de cara-a-cara” Falou Jack.

Presente.

As motos iam a sua velocidade máxima. A adrenalina pulsava no sangue de Anna, que sorria maldosa a cada segundo. O caminho entre os dois Trailers Parks era de meia-hora e eles não estavam nem na metade. Eles brincavam com as motos, John e Mike empinavam-nas e cantavam qualquer musica que vinham na cabeça, verdadeiras crianças. Estavam ‘ricos’ e nada iria tirar a sua felicidade. Escutavam-se gritos e conversas animadas, um bando de marginais á 2 horas da manhã acordados como nunca. Eles tinham conseguido, eles merecem, não é? A chegada ao Trailer Park do Sand Devils foi parcialmente calma. A tensão tomava o coração de Anna. As motos faziam um extremo barulho na calada da madrugada, podendo até acordar membros. Eles não bateram na porta, chegaram arrombando tudo, sem se importar e acordaram Laurence, que se encontrava mais perdido do que nunca.

“Me diga Laurence, como você se sente matando gente do seu próprio sangue pra salvar essa sua bunda mole?” Perguntou Jack, cruzando seus braços.

“C-Como?” Perguntou se fazendo de desentendido, enquanto sentava-se em sua cama.

“Deixa de ser sínico, Laurence. Sabemos a verdade” Explodiu Marina.

“Pode botar pra fora, já sabemos que você está por trás disso tudo” Falou Anna, puxando a cadeira, ficando de frente ao mesmo.

“Eu não sei do que vocês estão falando” Falou Laurence nervoso.

“Então me permita fazer você entender” Falou a mesma, tirando seu calibre e destravando-o, apontando para a cabeça de Laurence “Sugiro que comece a falar” Falou séria.

“E-Eu... Porra” Murmurou confuso “Eu tinha que acabar com isso, ele estava ganhando a confiança de todos, eu precisava para-lo o mais rápido o possível” Falou finalmente, todos se olharam desentendidos.

“Quem? Parar quem?” Perguntou Jack, também sacando sua arma.

Edward Hill, obviamente. Quem mais iria ameaçar o meu mandato sem ser o ‘queridinho do povo’?” Perguntou em seu falso humor, rapidamente pode se escutar o pigarreio de Anna.

“Oi?” Perguntou como se não tivesse escutado.

“Edward Hill. Por isso mandei colocar a bomba no trailer dele, mas infelizmente ele não explodiu junto como eu queria, mas felizmente conseguiram mata-lo a tiros. Ele é difícil de matar, juro” Falou rindo de nervoso.

Nervoso, Jack olhou para Anna, ela matinha seu maxilar travado com força e seus olhos estavam vidrados na arma a sua frente. Em um ato súbito, ela não atirou, apenas levantou-se e o puxou pela gola até a saída, sem nenhuma sutileza. Pouco assustados, o resto do grupo a seguiu, com certo medo de apreendê-la ou para-la, Deus sabe o que ela faria com aquele homem. Ela o amarrou com uma corda na garupa de sua moto e bateu seu cotovelo com força na nuca de Laurence, fazendo o mesmo desmaiar e ficar estirado no chão. Montou em sua Davidson e logo saiu com a mesma a toda velocidade, fazendo o mesmo arrastar no chão como um saco de batatas, arranhando e sujando suas roupas com a areia e o concreto da pista. Ela saiu sem direção, nada se passava na cabeça da mesma, apenas ódio, puro ódio. Ele a tirou tudo que a mesma mais gostava no mundo, toda a sua felicidade. Mas ela não chorou e muito pelo contrario, ela gargalhava com o plano mais diabólico que ela havia bolado. Só precisava do momento certo.

[...]

Um líquido quente foi jogado contra a cara do homem estirando no chão. Com dificuldade, Laurence ia abrindo seus olhos e se assusta com a claridade do local. Era céu aberto e podiam escutar-se águias sobrevoando ao céu em círculos, como já tivessem descobrindo o que iria acontecer em seguida. Laurence tenta levantar-se, mas percebe que seus pulsos e pernas estão amarrados, com o susto ele levantou a cabeça e deu de cara com o Grupo. Cada um deles vestia uma manta preta sobre o nariz e apenas podia ver os olhos, coisa típica que faziam em enterros da gangue, para mostrar respeito ao defunto. Ele começou a se debater e gritar, mas eles não moviam um músculo.

“EI! ME TIREM DAQUI!” Gritava o mesmo.

“Sabe que horas são Laurence?” Perguntou Anna com um tom cômico “São dez para meio-dia e está fazendo 134°C agora, não demorará mais de 3 horas aqui. Pode gritar a vontade, aqui ninguém vai vir, pode ter certeza. Agora você sabe o que é mexer com um Hill” Falou para o desespero de Laurence.

Um sorriso satisfeito habitava seu rosto por trás do pano. A vingança havia sido completa e não restavam mais indícios do que havia na gangue dos Thunders. O que eles haviam feito foi revidado em dobro pelos Sand Devils. Mas havia problemas a serem resolvidos.

Trailer Park.

Dois toques na porta do senhor Jonah. Ele abriu depois de meio século – de acordo com Anna – e recebeu o abraço apertado de sempre.

“Onde você esteve sua doida?” Perguntou dando um soquinho no ombro da loira.

“Resolvendo uma treta. Mas enfim, vim saber se as gêmeas apareceram” Falou, colocando as mãos dentro de sua jaqueta.

“Sim! Ontem de noitinha. Disseram que tinham ido fazer uma entrega lá em Los Angeles, como Jammal. Enfim, você não vai dormir aqui mais?” Perguntou levemente irritado.

“Não, estou morando com uma senhora que quer ‘me adotar’” Falou sorrindo, lembrando que a senhora Parker pediu para ela ficar com a mesma no bar, morando com o resto do pessoal em seu porão.

“Hum, mas venha me visitar” Falou fazendo um biquinho.

“Bem, quando eu não estiver fodendo com o meu novo namorado eu passo aqui” Falou sorrindo de lado.

“Novo namorado?” Perguntou surpreso.

“É. O nome dele é Jack, depois eu trago ele aqui pra você aprovar. Enfim, eu tenho que ir agora” Falou o abraçando mais uma vez antes de ir.

[Bônus]

“Oi Anna” Falou Jack, quando a loira adentrou em seu quarto. Ela o pegou de surpresa, montando em seu colo.

“Oi Jack” Falou a centímetros de sua boca.

“Que bela surpresa” Falou abraçando a cintura da garota.

“Não seja um sínico, Jack. Eu sei reconhecer quando alguém está afim de mim e já que você não teve coragem de me chamar, eu vim” Falou dando de ombros.

“Já que você já sabe, vamos pular as declarações” Falou deitando-a na cama.

[Agradecimentos]

Para minha irmã, que me ajudou a desenvolver a história.

Para meu 3g, que me ajudou a postar este capítulo.

Para o meu melhor amigo, por ter me dado a ideia da vingança.

E a você, por ter acompanhado até o final.



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