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História Sandro. Pelo destino e pela vida. - Capítulo 28


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Capítulo 28 - O convite.


Sete horas da manhã, eu e meu amado Evandro nos acordaram e fomos indo no banheiro para nos preparar o banho juntos, mas ele está procurando o sabonete para nos lavar. E procurou por todo canto. 

- Onde está o sabonete? - Perguntou.

- Esqueci de comprar um ontem antes de eu sair. Vou pegar o shampoo no armário de limpeza ao lado das toalhas. Pode pegar a esponja de banho dentro da saboneteira. - Falei.

- Claro. E aproveita pegue as minhas roupas na minha mochila. Está ao lado da sua cama. - Falou.

- Sim. - Falei.

  Eu já peguei o shampoo e as duas toalhas, depois eu fui pegar as roupas do Evandro dentro da mochila. Mas o nosso banho juntos acabou de ser interrompido pela porta se batendo. Era o meu tio que tinha voltado.

- Sandro. Abre a porta aí. - Gritou.

- Peraí, a chave está no banheiro. Dá pra esperar. - Falei.

 Eu peguei as coisas de Evandro muito rápido e fui direto para o banheiro. Fechei a porta e dei a mochila para o Evandro e ele ficou assustado por causa disso.

- O que está… - Falou.

- Fala baixo. O meu tio acabou de chegar. Ele vai descobrir que eu trouxe você aqui, ele me mata. Vista a mesma roupa e sai dessa porta dos fundo. - Falei baixo.

- Ele está aqui? Você não disse que ele ia ficar fora por dois dias? - Perguntou baixo.

- Eu sei. Mas ele voltou hoje. Vista rápido e vou abrir a porta dos fundos. Vai logo. - Falei baixo.

- Só tem segundo andar. - Falou baixo.

- Sim. E vai até o térreo. Você tem que pular. Vai logo. - Falei baixo.

- Tá bom. Pegue o meu celular que está em cima da estante que está carregando e depois volta. - Falou baixo.

- Tá. - Falei baixo.

  Ele se vestiu a mesma roupa e eu abrir a porta de ferro que tem a máquina de lavar do lado de fora. Ele foi nos fundos e eu voltei a pegar o smartphone dele que está carregando com o meu carregador que dei a ele emprestado para carregar. O meu tio bateu a porta de novo e eu ouvi ele falando grosseiro.

- E aí. Abre ou não abre. Se não abrir, eu vou arrombar essa porta. - Gritou.

- Calma aí. A chave não vai fugir. Se acalma. - Falei.

 Voltei ao banheiro e fui nos fundos para entregar o smartphone para o Evandro. Ele pulou e me acenou a mão e me despediu e eu também despedi ele. Eu fechei a porta dos fundo, guardei a toalha do armário e enrolei a outra no meu corpo que eu andei nu e esqueci de enrolar. Peguei a chave em cima da mesa e abrir a porta antes que ele vai arrombar. Abrir e ele entrou, ficou furioso que eu fiz bobagem.

- Demorou, hein. Qual o motivo dessa demora? - Perguntou.

- Estava procurando a chave. Interrompeu o meu banho, sabia? - Falei.

- Por quê? O banho não vai fugir. E tem mais. Tem alguém aqui enquanto eu estou fora? - Falou.

- Não senhor. - Respondi.

- Você sabe que não quero mentiras. Se você não tem alguém aqui nessa casa, tudo bem. E não demore quando eu volto para casa. Ouviu bem? - Falou.

- Sim. - Falei.

  Foi por um triz. Quase fomos descobertos por causa desse traste. Depois de terminar o meu banho, vesti a minha roupa, coloquei a minha sandália e vou indo tomar café. Ontem, o Evandro me convidou para almoçar na casa dele, mas eu aceitei o convite dele. E eu penso que eu falar com meu tio que eu posso ir lá, mas eu sei que ele não vai me deixar eu ir.  Mas eu vi ele com a mesma roupa, foi na porta e vai sair de novo. Ele me avisou antes de sair.

- Eu vou ir sair para jogar com os caras. Se você quer sair para algum lugar ou ir no trabalho. Mas eu deixo você ir. E não vai demorar que nem nas últimas vezes. Entendeu? - Falou.

- Sim. - Falei.

 Que bom para mim. Ele sai e eu vou indo para a casa do meu amor. E ainda vou ficar livre dele por todas as horas. Troquei a roupa, pedi uma corrida pelo aplicativo para parar na avenida mais próximo e eu sair de casa. Mas eu ouvi mais uma vez a discussão de Raphael com o pai dele. Esses dois brigam diversas vezes e nunca se entendem. 

- Você não trabalha em nossa casa, você é igual a sua mãe aquela pranha. Você é pior filho que já tive. - Gritou.

- Pare de falar mal da minha mãe, o senhor é mais pior do que seu irmão aquele fumador de erva. - Gritou.

- Não fale assim com seu tio. Mais um eu te arrebento. - Gritou.

- Vai pro Lúcifer que te carregue. Se continuar assim vou indo dar queixa pra polícia. - Gritou.

- Ótimo. Vai lá e eu não ligo. - Gritou.

 O Raphael sai de casa, Aí eu tranquei a porta, desci as escadas. Fui atrás dele. Eu não vou dizer para ele sobre isso, eu sei que o Raphael ficou deprimido desde que os pais de Dennis e Raphael se separaram. Mas eu nunca se importavam da minha vida pessoal e dos outros. Cheguei na parada bem perto, Só o Raphael que ficou um pouco a frente. Mas ainda eu vi uma garota ao lado dele, é a amiga de Raphael. Ysadora. Ela tem a mesma idade do que a Victoria. Nos últimos dias ela tinha ,brigado com a mãe. Eu estava certo, eles nunca se entendem.

 Acabei de parar o carro de corrida pelo aplicativo, eu entrei no carro e fui indo para lá. Depois de vinte e cinco minutos, chegamos ao destino, paguei o motorista pela corrida e sair do carro. Eu cheguei em frente do portão da casa do meu amado, apertei a campainha mais de duas vezes. Ele ainda está demorando para atender a porta, eu fiquei plantado em cinco minutos. Será que ele não pode vir ou ele fois sair fora.  Mais um minuto a porta da casa abriu e não é ele, era o Ivan o pai do Evandro, ele abriu o portão com a chave e entrei em casa. 

- Oi Sandro. Eu não te vi por muito tempo.  Desculpe pela demora que eu estou procurando a chave do portão. - Falou.

- Tudo bem. Onde está o seu filho? Ele me convidou para almoçar na sua casa ontem. - Falei.

- Desculpa Sandro. Mas houve um imprevisto hoje de manhã. Ele não vai almoçar aqui. - Falou.

- O que houve com ele? - Perguntei.

- A mãe dele veio e quer que ele vai ir na casa dela no Balneário Pinhal hoje e volta na terça. Mas ele insistiu que ele ficasse mais um pouco, ela não deixou. Ele não pensou em duas vezes e ele foi com ela. Antes de ele sair me pediu para dar um recado para você. Desculpe mas você pode almoçar com ele aqui na próxima semana. - Falou.

- Que pena. Ele nunca me falou antes. Pensando melhor, eu vou indo comer fora em qualquer lugar. Obrigado pelo aviso. Até mais. - Falei.

   É uma pena para mim. Evandro vai indo para casa para a mãe dele no Balneário Pinhal, ele não me falou isso antes. Nem vou esperar ele por me contar quando ele voltar. Então eu estou prestes indo de volta para casa, enquanto o Ivan me mandou esperar e falou uma coisa para mim.

- Sandro, espera. - Falou.

- Qual? - Perguntei.

- Quer almoçar aqui? Sem o meu filho fico sem graça e meio deprimente. Eu te convido almoçar aqui no lugar do meu filho. Tem diversos calzones que comprei ontem. Quer? - Falou.

- Mas é claro que sim. - Falei.

  Pela primeira vez sem o meu amado. O pai dele me convidou para comer aqui no lugar dele. Ele me sentar no sofá enquanto ele foi pegar o lanche. Ele chegou e me deu dois calzone e um copo de refri de limão. Depois de meia hora eu decidi ir para casa e despedir com o Ivan. Ele era legal quanto o filho dele.

- Eu vou indo para casa e muito obrigado. O calzone é bom. E nem vai deixar para ele quando ele voltar? - Falei.

- Não tem problema, eu compro outro na próxima. Pode ir voltar aqui quando quiser e até que o meu filho volte. Tá bom? - Falou.

- Sim. E outra. Não diga nada para ele. Tá bom? - Falei.

- Sim. Até mais. - Falou.

  Depois disso eu vou esperar o meu amado voltar e eu falo com ele sobre isso. Mais de trinta minutos depois eu acabei de voltar para casa, mas eu vi o carro do camarro parado na frente, não sei de quem é esse carro, mas vou deixar isso de pra lá. Acabei de chegar em casa e vi os pratos e copos, em cima da mesa. E além disso tem vinte e oito pastéis e seis latas de energéticos também deixados. Eu não sei se o meu tio comprou isso para ele com suposto convidado. Eu tento pegar um pastel e ele saiu do quarto e me mandou não pegar.

- Ei, não pegue isso agora. - Falou.

- Por quê? - Perguntei.

- Você não comeu fora? - Perguntou.

- Comi lá, mas eu vou comer de novo. - Falei.

- Seja lá o que for, tudo bem. Já pegue o prato e o copo e deixe na mesa. Vai no banheiro para lavar as mãos e espera que o meu convidado que está saindo do banheiro. Ouviu? - Falou.

- Sim. - Falei.

  E quem é o convidado que o meu tio o convidou. Não sei quem é. Peguei o copo e o prato e deixei em cima da mesa e fui indo na frente da porta do banheiro para esperar, mas a porta do banheiro se abriu e vi o conhecido. Ou melhor o conhecido que poderia infernizar a minha vida. Você sabe.



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