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História Sandro. Pelo destino e pela vida. - Capítulo 32


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Capítulo 32 - Reencontro.


Dois dias já acabou e o fim de semana foi um pouco bom ou ruim, mas isso já deu e pronto. É meio dia. Já arrumei a casa desde hoje, me preparei de ir no colégio, terminei de comer o almoço e deixei um pouco só para ele. E eu vi mais uma mensagem pelo aplicativo de Evandro que ele já se arrumou e ele vai na frente para ir no colégio para me esperar e botou uns cinco coraçõezinhos como forma de amar. E já mandei a mensagem a ele que eu já estou indo e botei montes de coraçõezinhos. Eu estou gostando dele faz isso para mim e ele gosta de eu faço.

  E ainda eu olhei esse demente do meu tio, que ele saiu para ir nessa farra chata, jogatina sem graça, trazer garotas mais velhas em casa e ainda se envolver em algumas más companhias há dois dias e eu fiquei sozinho plantado em casa. Eu estou ficando doido por causa dele. Agora ele está aqui com essa tal mina na faixa de quarenta anos indo para o banheiro e ainda me acessando. E só acenei e me ignorei ela, tomara que ela sai logo de casa. E ele foi também indo para lá, mas ele ainda me viu  quando eu acenei e ignorei ela. Ele está me olhando com essa cara.

- Ainda não toma jeito de tratar com a convidada minha? - Falou.

- Faço assim do meu jeito. E vai até quando o senhor para largar os dois vícios ao mesmo tempo. O jogo ao lado do seu amigo que eu não gosto e essa aí que ficou aqui por ontem? Isso tá me deixando entediado. - Falei.

- Eu continuo assim o meu jeito do que eu quiser. Sendo que você não vai fazer se tratar com os meus convidados. Se não gostar, pode ir pegar as suas coisas e pode ir para rua por toda tarde. - Falou.

- Tá. Eu vou e volto no fim do meu trabalho. E outra. Tem comida pronta na geladeira se precisar. Só arroz com frango. - Falei.

- Só isso? Não tem nada para além disso? - Perguntou.

- Se não gostar, tem dinheiro em cima para alguma coisa para comer. Estou indo e tchau. - Falei.

  Sair de casa por enquanto. Eu parei na ponta da escada entediado e ainda não gosto que o meu tio falando dessa forma, tá pensando que ele é o dono do mundo. Não mesmo. Desci e sair do portão para ir na parada, logo disso vo o Dennis está saindo de casa depois de mim. Eu acenei para ele, me viu e também me acenou e logo cheguei perto dele para uma conversinha.

- E aí, como foi o encontro no sábado com a Victoria? - Perguntei.

- Foi uma mil maravilhas. Nós vimos o filme de suspense e nós apertamos as mãos. Bah, foi um pavor e tanto. E ainda demos um selinhos bem na escada e ninguém viram. - Falou.

- Ah, bom. Vamos. - Falei.

- Sim. - Falou.

  Nós dois fomos indo para a parada ir na nossa escola. Ainda eu tenho o meu vizinho como amigo. Mas ouvimos o portão estava batendo, era o Raphael saindo de casa e ainda continuou brigando com o pai mais uma vez. E o Raphael apontou um dedo obsceno para ele, ficou irritado e foi ir para tentar batê-lo, mas o Raphael correu para não ser agredido, mas o Dennis o impediu.

- Pare por favor. Eu não quero que você faça uma besteira na rua. - Falou ao agarrar ele.

- Não viu que esse infeliz fez comigo? - Gritou.

- Não interessa que ele fez contigo. Pare agora. - Falou.

  Ele já parou de irritar e se acalmou. Dennis soltou ele. Eu ainda vi da discussão por parte dos dois. E ainda deu um aviso a ele.

- Vai ser o último aviso a ti. Se você bater o meu irmão e falar mal de nós, vou dar parte na polícia para te prender. Ficou claro? - Falou.

- Tá. E se seu irmão fizer outra besteira lá fora, ele vai ir no outro lugar para morar e você vai junto com ele. Esse é o aviso para ele e de você também. E acabou. - Falou.

 Ele foi indo e eu olhei e vi que ele falou para o próprio filho sobre. Eu fui atrás dele para dar uma conversa. Eu vi ele na faixa quase deprimido e com a mão no rosto.

- Dennis, escute. Ele está errado. Ele não vai expulsar vocês. - Falei.

- Deixa. Ele é grosseiro para nós. Após da nossa mãe largou ele e nós. Foi para o interior catarinense com o outro. Mas vou fazer de tudo para nós dois morar em outro bairro e outra cidade. - Falou.

- Sei. Eu também vou morar em algum lugar. Eu espero. - Falei.

- Tá. Vamos indo para escola e esquecer tudo o que passou. - Falou. 

- Sim. - Falei.

    Minutos depois chegamos na escola e nós fomos em cada sala. Cheguei na minha carteira ao lado da janela. Mas a minha carteira está rabiscada, palavra de modo obscena e um bilhete escrito. “ Tu já pegou um cara mais velho na sua casa. Veadinho e perdedor”. Eu sei que foi o Enzo que escreveu e rabiscou antes de eu chegar. Chegaram os colegas da minha sala e nem o sinal do meu love. Aí eu tive que pegar o papel e amassei. E também trocar a carteira antes que ele veja isso, mas logo sem o professor de filosofia que ia chegar, enquanto o vice-diretor chegou com as folhas da provas e deram ao aviso para os alunos da minha sala.

- Muito bem alunos. Vão sentar nas carteiras e tem uma notícia péssima para nos contar. - Falou para os alunos. - Mas antes disso. Sandro, por que não está na sua carteira? - Perguntou para mim.

- Estou trocando a minha carteira, senhor. - Respondi.

 O vice-diretor foi indo na minha direção e ele viu que eu estava trocando a carteira. Uma delas foi rabiscado.

- Trocando a carteira? - Perguntou.

- Sim senhor. - Respondi. - Mas não fui eu que escrevi por que eu acabei de chegar e os outros também chegaram. - Falei.

- Eu sei que não foi você e os outros. Deixe essa carteira rabiscada e maldosa no fundo e pega outra e vai se sentar. - Falou.

 Ele foi de volta para frente e sentou na mesa do professor. Acabei de trocar a carteira. O vice-diretor falou para os nossos colegas da minha sala sobre a péssima notícia para ele falar.

- Bem alunos. O professor de filosofia Ênio não pode comparecer para aula por que o carro dele. O BMW que ele tinha comprado há cinco meses acabou de ser levado pelos criminosos após de levar a filha para a universidade desde quinta-feira. Mas ele está bem e volta daqui há uma semana. Então eu vou substituir no lugar dele a partir de uma semana. E vou entregar a prova de vocês. Certo? - Falou.

  Fiquei chocado dessa notícia ruim com nosso professor. Tomara que o nosso professor esteja bem. Sobre aquele carro que eu estou lembrando, eu vi o carro que é do professor estacionado na minha casa no sábado. Eu sei que o Thyego roubou aquele carro e o clonou. Esse cretino. Tomara que ele seja preso logo. Ainda eu vi o meu amadinho chegou na hora. Sei que ele chegou atrasado por isso. Ele falou com o vice-diretor.

- Com licença diretor. Cheguei atrasado. - Falou.

- Sei que tava atrasado para prova. Eu te perdoo o seu atraso. tome a sua prova e sente por favor. - Falou.

  Ele me deu um bilhetinho em cima da minha carteira e acabou de sentar atrás de mim. Abri o bilhete e escreveu que desculpou no sábado por causa dos assuntos pessoais. Prometo que nunca vou fazer isso. Com o coração e o nome dele. Fiz o sinal de positivo para ele. Ele já me entregou a minha prova e avisou que tem até meia hora para fazer, terminar e entregar. E dizia também que nem pense em colar, se colar sai da sala. Boa prova.

  Depois de meia hora de prova, acabei de terminar a prova, todos já terminaram a prova e incluindo o do meu amado. Os dois períodos se passaram, nós estamos na biblioteca lendo alguns livros que adorariam ler. E ainda nós conversamos sobre a semana poucas entre nós.

- E por que foi para casa da sua mãe no sábado e você nunca me falou antes? Isso me deixou desanimado. -Falei.

- Eu sei. Foi ela que me mandou eu ir lá. Eu não queria ir lá por causa daquele inútil no esposo dela. De dia ela sai e ele também e eu fiquei em casa sem fazer nada. Eu fiquei com ele e me manda coisas e eu nego para fazer coisas para ele e começamos a brigar. Eu sair de casa á noite e fui no centro por um tempo. E voltei de casa às onze e quarenta da noite e minha mãe ficou brava comigo e brigamos novamente durante cinco minutos e fiquei no quarto e tranquei a porta. Isso foi em dois dias. - Falou.

- E ainda nunca se entendem? E eu nada que me preocupa contigo e dos seus pais. Eu posso te ajudar um dia. - Falei.

- Eu sei. - Falou cabisbaixo. 

- Ainda você tem o meu numero do meu telefone. Pode me ligar no fim de semana durante o dia e a noite. Certo? - Falei.

- Tudo bem. Eu te ligo nos fim de semana. Fora os feriados que iremos os nossos encontros por muito tempo. Certo? - Falou.

- Isso também. Mas está tudo bem. E não vai acontecer que nem na última vez que me deixou sozinho em frente na sua casa. Ficou claro? - Falei.

- Na boa. - Falou.

O sinal tocou durante o fim do recreio.

- Ih. O sinal tocou e temos a educação física. Hoje vou jogar bola com os garotos. - Falei.

- Que tal no primeiro pavilhão por uma rápida? - Perguntou.

- No primeiro pavilhão? Lá tem a turma do jardim. Não podemos. - Falei.

- Eles voltam na sala após o recreio e ninguém vejam. Vamos.

- Tá. Seria arriscado para nós. Tem que ser rápido. - Falei.

- Eu sei meu anjo. - Falou.

  Nós saímos da biblioteca para ir no primeiro pavilhão porque lá tem a turma do jardim. Se algumas crianças verem isso vai dar um problema para nós, incluindo um dos adultos verem isso. Chegamos e paramos na frente do portão do pavilhão um próximo do portão dos brinquedos à direita. Bom, nós começamos a selinhos.

- Pronto? - Falou.

- Sim. Mas é rápido.- Falei.

  Nós beijamos. Seria rápido antes que alguém vejam. Nós paramos, mas eu beijei ele de novo e abraçamos. Beijamos mais ainda, mas alguém viu nós estamos fazendo.

- Com licença. - Falou.



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