História Sangue Aristocrático - Vozes - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Tags James, Luta, Mary, Mistério, Narradores, Órgãos, Palavrão, Suícidio, Tortura, Violencia
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Palavras 743
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Poesias, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Sente-se e leia minha história, pois me sentirei muito grato.
Agora entrei nas férias, terei mais tempo para mandar mais capítulos e histórias.

Capítulo 4 - O Pó Das Vítimas


 Primeiro dia de outono.  

 O céu começa a ser tomado pelo sol com um tempo fresco prestes a se se aquecer como um fogão se preparando para assar um bolo de chocolate para as visitas. 

 Cidade calma, poucos cidadãos saiam de suas casas, a maioria fazendeiros que tiravam o leite de suas vacas e começavam o dia de trabalho já com uma enxada em uma mão e uma sacola de fermento em outra. 

 Nany saia do lado de cima do beliche. Bochechava enquanto trocava de roupa na frente da irmã que estava dormindo com um anjo. 

 Tirado o pijama, foi trocando por outras vestimentas e coloca calmamente seu pé em um salto alto. Era um costume entre as criadas da época. Se preparava para começar o dia 

 Castelo silencioso. Apenas uma garota andando a esmo instintivamente procurando por trabalho. 

 Bebia um pouco de água, fechava seus olhos. 

- Por que acordada tão cedo? Vá dormir. - Mary tomava um gole de café enquanto andava em direção ao porão. 

 - Mas... A briga não resultou em nada? 

 Mary achara engraçado e rira um pouco. 

 - Não. - Tirando o fato que escondeu dois cadáveres e agora precisa de mentir? Tudo pode ser uma bola de neve. - Eles já foram embora, é possível que não voltem por muito tempo, talvez nunca. 

  A inocência  Nany a fez pensar que sua dona estivesse sofrendo, pois então sentia uma leve ponta de empatia em seu coração, queria interferir em todos os problemas do mundo e resolve-los, não era assim que a realidade funcionava. 

- Sinto muito, não queria que tudo isso acontecesse. 

- Não foi nada. - Só vou te levar para morte assim como os levei (Narrador 02 - Não!)- Agora vá dormir. 

 - Ok. 

 Mary esperou a garota ir para seu quarto, olhou para os dois lados para se certificar de que estava sozinha e andou direto para o seu amado porão. 

 As escadas eram de madeira velha, assim como todo o cômodo. A cada passo em que a fazia descer a escada formava um barulho que a incomodava. 

 - Vou restaurar essa desgraça, não dá para andar por aqui. Alguém pode se machucar e atrapalhar meus serviços. 

 Para uma pessoa qualquer, seria simplesmente um lugar para guardar coisas velhas e em desuso, para Mary, um local onde havia uma pequena porta que a levava para um túnel subterrâneo. 

 Ele era comprido e úmido, só se podia ver pouca coisa com o pouco de velas acesas no local. Parecia um esgoto abandonado. 

 Andado alguns metros, um portão de ferro pintado da cor vermelha fora aberto e dava acesso a muitas outras salas que possuíam placas indicando o que havia dentro delas. 

 Logo na sala ''Os Estudos Dos Corpos'', os dois cadáveres amarrados em uma cama tinham seus órgãos internos sendo analisados pela rainha. 

 As paredes eram grossas, não dava para ouvir sequer um ruído do que estaria supostamente acontecendo debaixo do castelo. Tudo era engenhosamente bem feito e sem deixar pistas. 

 Uma outra parafernalha toca uma outra música francesa no local, Mary dança com um sorriso enorme. Seus trajes estavam cheios de sangue, suas mãos já haviam pego algumas vísceras dos dois corpos, alguns órgãos espalhados no chão. 

 Depois de longas horas de estudo, um adeus foi dito para os dois e começara a cremá-los, já era o fim da possibilidade da descendência da família. Uma revolução pode começar, por exemplo, já que ninguém está disposto a comandar o reino. Quem poderia saber de alguma coisa do futuro ? 

 Uma garota brincava com sua imaginação em volta do castelo. Com os braços esticados, pensava que era um pássaro que voava por todo o mundo. 

 A doce alegria de uma criança em suas brincadeiras com seus amigos! Tão doce quanto o açúcar em uma xícara de café tomada em uma manhã de inverno! 

 Em suas mãos sentiu um pouco de pó, nada demais. Até que um punhado de uma certa areia caiu em sua cabeça. Olhou para cima, e a menina de 15 anos pela primeira vez na sua vida via alguém tão importante com um membro da família real sujo de sangue e ao mesmo tempo sorridente jogando areia do castelo. Seria mesmo uma simples areia? Acho que você já deve saber da resposta, não? 

 A garota foi embora, Mary apenas voltou para suas atividades diárias. Tenho total certeza de que a garota fora falar para sua amiga, algo está prestes a vir nesta história. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, críticas construtivas sempre serão bem-vindas. Comentem o que acharam! Os vejo na próxima.


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