História Sangue Doce: o Amor nunca morre - Capítulo 2


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Categorias Hora de Aventura
Personagens Fionna, Marceline, Marshall Lee, Principe Chiclete
Visualizações 27
Palavras 633
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Magia, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Um sinal


Fanfic / Fanfiction Sangue Doce: o Amor nunca morre - Capítulo 2 - Um sinal

Ele estava la, com aqueles olhos Vermelhos olhando pra mim e o corpo completamente molhado

-quem é filho?

-an...

-posso entrar ou não?

-mas oque você faz aqui?

-tive uns problemas e...porra será que eu posso sair da chuva?

-ah...pode sim foi mal-abro a passagem e ele da um passo-


-filho quem está ai?-meus pais chegam e se assustam com Marshall-

-mãe, pai, esse é o Marshall Lee, o meu colega de escola

-você está bem?-ela pergunta-

-sim-ele responde-

-parece meio pálido-disse meu pai-

ele não responde, mas continua impassível

-Marshall veio fazer um trabalho de escola mãe

-a chuva me pegou no caminho-ele disse, ainda sério-

-an...ok por quê não dorme aqui? Acho que a chuva vai demorar para passar, tome um banho enquanto eu ligo pros seus pais e...

Enquanto minha mãe falava, meu coração disparava só com a possibilidade do Marshall Lee dormir aqui

-não será preciso, eu não tenho pais

todos ficam sérios e se entreolham

-hm...Simon meu filho, leva o seu amigo la pra cima e ajuda ele com tudo

-o-ok-digo, nervoso-

peguei uma calça moletom que não uso e dei para Marshall, arrumei com carinho uma cama no chão, e ele, tirou a camisa e me deu para lavar, que corpo SENHOR, ele entrou, e eu puis a bluza na lavadora, quando saiu ficou de pé, enquanto manipulava uma paleta com os dedos

-não vai dormir?

-não

-desculpa pela minha mãe, mas ela não sabia dos seus pais, aliás eu não sabia também

-ninguém sabia

-bom...boa noite Marshall

ele não responde

[...]

abro meus olhos lentamente, minha cabeça dói um pouco mas isso é normal pra mim pela manhã, fui até o banheiro lavar o rosto, assim que joguei a agua e sequei com a toalha de rosto toda cena de ontem veio à tona, lembrei que Marshall veio pra cá em plena chuva e que eu pude ver aquele corpo divino, aliás, não sei como fui esquecer aquele abdomen...

Fui até meu quarto e a cama dele do jeitinho que arrumei, em cima do travesseiro algo me chamou atenção, uma rosa, mas não uma rosa comum, uma roza cinza, nem sei se esse tipo de coisa existe mas enfim, no caule verde da peculiar rosa cinza, um papel amarrado

"obrigado"

Marshall ja deve ter ido embora, oque é estranho, ja que sua bluza vermelha xadrez ainda está lavando, talvez ele busque mais tarde

peguei o celular e dei uma boa olhada nas muitíssimas mensagens que Fionna me mandou, todas perguntando sobre o Marshall

peguei minha rosa e puis em um vazinho da minha mãe, e fiquei olhando, aquela flor possívelmente única no mundo, dada pelo meu crush

indo para a escola, me encontro com Fionna no meio do caminho, e ela simplesmente não para de falar, minha cabeça ja estava cheia

-ai Fionna que saco, ele só teve uns problemas e foi pra la, nada demais

-nada demais? Foi TUDO demais

-para de exagero, não foi nada, ele até foi embora e nem disse tchau nem nada

-mentira, ele te deu aquela flor

-ai pra quê que eu fui falar com você?

Entramos, nada de Marshall até agora, olho em volta e ele não chegou, então a aula começou, e não consigo parar de pensar nele

[...]

hora de ir pra casa, e ele não apareceu, e Fionna estava um saco, não parava de falar em Marshall Lee e eu, affff

-Filho-minha mãe poin a cabeça pra fora na porta-

-fala

-seu pai saiu e vai voltar tarde, quer dar uma saidinha?

-para onde?

-shopping

-arrasou mãe, vamos sim

[...]

compramos umas coisinhas e comemos no Mac Donalds, ja quase voltando para o carro, meu coração para quando vejo Marshall vindo na nossa direção

-oi Simon, como vai-ele parece um pouco menos sinistro

-o-oi Marshall

...

Notas Finais


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