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História Sangue e Música: Depois do pôr-do-sol - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Olá, tudo bem?! 🙃

Bom, essa será minha primeira estória escrita desde meu "pequeno" intervalo no ano passado — e o único desde 2015 —, então, de antemão já lhes peço desculpas se estiver muito ruim, mas eu realmente precisava escrever — ou ficaria louca com as idéias pipocando na minha cabeça por tantos dias. Também peço desculpas caso a estória não pareça fazer sentido algum, mas ela não vai seguir os padrões do conto descrito no game, tudo o que lerão daqui para frente é ABSURDO.
Caso sintam-se desconfortáveis com o avançar do drama, parem de ler — ou continuem por sua conta e risco.

Estão avisados, mas só por precaução, peço gentilmente que leiam as tags e os avisos da fanfic antes de qualquer coisa.

Tenham uma boa leitura!

Capítulo 1 - Além da fronteira


Fanfic / Fanfiction Sangue e Música: Depois do pôr-do-sol - Capítulo 1 - Além da fronteira




 A Terra do Amanhecer sempre havia sido um lugar único, onde tanto a paz quanto a prosperidade reinavam, mas como nem tudo são flores, em algum momento alguém apareceria para agitar as coisas e esse indivíduo tinha um nome um tanto quanto odiado por todos e só de fazer uma menção, qualquer um se sentiria incomodado facilmente. Este ilustre "alguém", era Thamuz, o atual general das forças demoníacas.


 — Abriram os portões do inferno. — a voz masculina ressoou várias vezes dentro da armadura de ouro branco do seu portador.


 Infelizmente, as tropas pareciam ter aumentado significativamente desde a última guerra que ocorrera há muitos milênios.


 — GUARDAS! INIMIGOS SE APROXIMANDO DO PORTÃO NORTE!


 Eles estavam jogando e obrigando os civis a participarem da brincadeira, que certamente, não traria diversão para o seu lado, somente ao deles.


 — TEM UM GRUPO CHEGANDO PELO LESTE! — um dos sentinelas avisou.


 Todos eles ficaram presos no submundo por muito tempo, mas recentemente, alguém ou alguma coisa havia os libertado e ninguém conseguia descobrir como ou porquê. A resposta para essa pergunta foi encontrada quando notaram a presença da antiga rainha Vexana no meio de uma leva de monstros.


 — CHAMEM O GENERAL! — o soldado que corria sobre o muro estava entrando em pânico.


 Vexana os libertou com o único objetivo de escravizá-los e conseguir sua "vingança" — que nunca teve um motivo para existir, ela era louca —, mas antes, ela precisava convencer Thamuz de que ajudá-la a destruir tudo e todos seria muito proveitoso para ambos ou não conseguiria pôr seu plano em prática. Foi bem fácil, ela apenas teve de dizer que iria matar todos que estivessem em seu caminho e por coincidência, esse era o sonho dele também — quando se tratava de dizimar cidades, ele sempre quis ser o primeiro da fila.

 Trato feito! Ele lhe ofereceria seu exército e todos obedeceriam às suas ordens, afinal, ela tinha um plano para ser executado, certo?


 — GENERAL! — o mensageiro entrou na sala. — HÁ TROPAS CERCANDO O MONASTÉRIO! — alertava ofegante.


 Mas ainda haviam guerreiros qualificados para encarar situações desesperadoras como esta, e assim como o exército do mau, o número de caçadores também havia aumentado muito nos últimos anos. Todos os outros reinos também estavam se unindo desde que os rumores de guerra começaram a circular por entre eles, fazendo com que, praticamente, o mundo inteiro estivesse contra uma única nação.

 Toda a ajuda era bem-vinda, pois, não adiantava nada manter o orgulho no peito e querer encarar um desafio daquele nível com um "que assim seja", pois a derrota era eminente. Foram necessários muitos pedidos de desculpas, reconstrução de alianças e a criação de novos laços amigáveis para que todos os reinos se tornassem apenas um, comandado pela rainha Aurora, que fora a única dada como apta para governar enquanto aquele período não fosse encerrado, já que todos acreditavam fielmente que sua imagem simbolizava a vitória.


 — Thamuz está? — perguntou, sentado confortavelmente em seu assento.

 — Não fui informado se ele foi visto, senhor... apenas sei que há soldados e monstros lá fora! — respondeu-lhe prontamente.


 Depois de vários anos de paz, sem nem mesmo haver um motivo para tanto tempo gasto com treinos, cansaço e muito suor, finalmente era chegada a hora de provar quem ele realmente lutou para ser um dia e porque treinou tantos outros para seguirem o mesmo caminho.


 — General, Alucard! — a mulher loira e de presença forte, entrou na sala acompanhada de um pequeno grupo de soldados. — Avistei Thamuz e Vexana em um acampamento no sul, mas felizmente estão bem depois da fronteira. — informou.


 Ele finalmente poderia retirar sua espada com muito orgulho e um enorme sorriso no rosto.


 — Obrigado, Sylvanna. — foi tudo o que disse antes de deslizar as garras metálicas de sua luva pela extensão do braço da cadeira, apoiar-se nela e se levantar. — Eles não vão precisar se dar ao trabalho de vir até aqui. — tirou sua espada do suporte que havia na parede, parando para apareciá-la antes de tomá-la para si.





Notas Finais


Olá, novamente!

Peço mil desculpas pelos erros ortográficos e espero que isto não tenha afetado a leitura! Muito obrigada por ler até aqui!

Até logo! ❤


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