História Sangue Escarlate - Capítulo 2


Escrita por: e jeonsz

Postado
Categorias Naruto
Personagens Naruto Uzumaki, Personagens Originais, Sasuke Uchiha
Tags Lemon, Narusasu, Short Fic
Visualizações 131
Palavras 1.415
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Genteee eu tô muito :O com o retorno dessa fanfic, meu Deus eu tô muito in love com todos vocês♥

Queria agradecer a todos vocês por terem reservado um tempinho para favoritar e comentar. Poxa eu tô muito feliz *-*!

Gente! Essa fanfic ocorre no século XIX*, ok? Havia um pequeno erro no capítulo anterior, mas estou corrigindo, ouviram? Kskskssk boa leitura!

(Nem atrasei na att :D, graças ao bom Seokjin U.U)

Capítulo 2 - Capítulo I


   



  Século XIX 

Inglaterra 



 Naruto desceu de seu grande cavalo negro e amarrou suas rédeas em uma árvore um tanto distante do imenso mirante logo a frente, no minuto preciso em que o sol nasceu nas altas montanhas. 

 Fez um breve carinho na crina lisa do animal ungulado e aproximou-se sorrateiramente até a encosta - sendo ela uma grande ladeira íngreme e extremamente perigosa. Subiu no meio-fio para assistir ao espetáculo do círculo de doze raios, com esmalte de ouro. Diante dos raios dourados, ele se sentiu revigorar, algo um tanto quanto estranho para a sua espécie. Vampiros normalmente não tomam gosto pela luz, não que o mínimo os fariam desintegrar, - aquilo não passava de uma ideologia superficial, mas ainda sim, os raios solares os faziam mal e eram capazes de feri-los, mesmo que momentaneamente, já que as células mutantes curariam-os em questão de segundos. Mas Naruto não era como os demais. 

 Em vez de lhe causar dor e sofrimento, a luz parecia aumentar a potência de sua aura pulsante, fazendo-o desempenhar proezas incríveis, das quais a materialização era a mais fascinante.  


 Seus olhos vagavam pelo grande oriente, deslumbrando-se com a representação cinematográfica, retratada em uma paleta sofisticada de cores quentes, onde o laranja misturava-se ao amarelo, transformando aquela bagunça de tons quentes em uma harmonia calma, que lentamente recai sobre as grandes pedras escuras. Iniciando finalmente aquela aquarela, para que logo o céu fosse aformoseado pelo branco das nuvens e o azul intenso. 


 – Mae me disse que você estava aqui, mas eu só acreditaria realmente caso o visse. – Naruto sorriu, não era necessário virar-se para reconhecer o timbre inconfundível de seu melhor amigo. 


 – Neji, você deveria ser mais sutil. Se o seu propósito era me assustar, saiba que senti sua aura de longe. Você não é muito bom em passar despercebido. – Pontuou o loiro, sorrindo de lado embora o outro não pudesse ver. 


 O mais velho franziu o cenho e fez uma careta desgostosa, cruzando os braços frente ao tronco glorioso. 


 – Não venha você falar de sutileza quando exerceu extrema trivialidade em relação ao seu interesse no príncipe de Silla. – Ele acusou e o loiro suspirou. 


 – Não dá para ser exatamente sutil quando se há uma presença tão magnificamente apreciável ao seu lado. – Rebateu. O olhar ainda fixo no horizonte. 


 – Saiba que foi extremamente irresponsável em ser tão transparente. Seu pai está uma fera com você. – O loiro olhou-o de canto e comprimiu os lábios.


 – Meu pai não devia estar tão preocupado. Não é como se eu fosse atacar o príncipe somente pelo cheiro delicioso e irresistível que ele possui. – Comentou irônico. Realmente, havia de manter um autocontrole imenso para não acabar cedendo às suas necessidades carnais e, ultimamente, aquela vinha sendo uma tarefa extremamente complicada de fazer-se. – Vocês me subestimam, deveriam ter mais confiança em mim. Eu sei o que faço. – Disse virando-se para o outro. 


 – Sim, eu sei disso. Mas e o seu pai? Ele sabe que deve confiar plenamente em você também? – Retrucou. 


 – Não se preocupe, eu irei falar com ele sobre isso. – Assegurou convicto, dissipando um pouco da preocupação eminente do companheiro. 


 




 

        ❇








 Sasuke estava caindo de sono. 


 A aula de antropologia cultural era uma das poucas ministradas fora do complexo da universidade, uma pequena edificação rústica de pedras escuras fazia o trabalho de portar cerca de trinta e cinco alunos. O campus tinha cerca de doze construções como aquela - todas agrupadas em uma duas linhas verticais onde o centro era um tipo específico de ginásio para esportes. 


 Desde que fora fundada, em agosto de 1895 por Fugaku Uchiha, - um dos primeiros reis de Silla -, a Universidade tornara-se um oásis em sabedoria. Aos estudantes, o campus oferecia um retiro bucólico, com ensino de qualidade e professores brilhantes. Sasuke apreciava seus estudos, contudo, ultimamente a junção de seus estudos com os deveres reais de príncipe, vinha tornando seu período de sono cada vez mais escasso, ocasionando em um cansaço quase crônico. 


 Seus pais notaram isso e tentaram, de certa forma, amenizar a situação, dispensando-o parcialmente de seus deveres reais, entretanto, tinham em mente que não era possível permanecer tanto tempo inativo. Logo, os deveres se acumulariam, gerando uma pressão ainda maior nas costas do primogênito. 


 Era quase meio-dia e os pensamentos do príncipe estavam enclausurados somente em um fato; o “encontro” que teria com o Duque ao entardecer. Claro, a ideia lhe agradava em demasiado. Era ótimo saber que o teria junto de si e unicamente para si naquela tarde, mas ao mesmo tempo, também era apavorante a ideia de estar à sós com ele. A postura intimidante do outro deixava-o desconcertado. Era algo extraordinário. Digo, o fato de que havia o visto tão poucas vezes e interagido consigo na mesma proporção, mas ainda sim, seu coração martelava furioso em seu peito em todas as vezes em que estava rente a sua figura. 


 – Sasuke? Sasuke você está bem? – O moreno reconheceu Sakura chamando-o mansamente. 

 

 Olhou para ela no mesmo instante, sendo perceptível o brilho de preocupação estampado nas íris esmeraldinas. 


 – Hã? Perdoe-me, Sakura. Eu estou um pouco aéreo hoje. Mas o que dizia? – Perguntou suspirando e ostentando um pequeno sorriso tranquilizador para a outra. 


 – Você está bem? – Ela inquiriu. – A aula não está lá muito interessante. 


 O moreno de repente sentiu a garganta seca. Diria a ela sobre o encontro com o Duque? Ela era sua melhor amiga, deveria ter certo conhecimento sobre isso. 


 – E-eu, Sakura… Eu vou sair com o Duque. – Soltou meio gaguejando, meio nervoso. 


 A rosada olhou-o inexpressiva por alguns segundos até seus lábios repuxam um sorriso grandioso e iluminado. 


 – Eu não acredito! Quer dizer que você irá sair com o Duque bonitão? Uau! Estou surpresa! – Ela declarou em alto e bom som, chamando atenção de alguns estudantes que estavam ali. 


 – Senhorita Haruno, pode nos dizer o motivo de tanta animação? Creio que se é algo tão extraordinário deverá também ser compartilhado para toda a turma, não? – Sasuke gelou e a rosada revirou os olhos. 


 Kakashi estava de costas para a lousa e seu semblante carregava sua típica cara de tédio.  


 – Perdão, professor. – Ela pediu, e o moreno comprimiu os lábios de leve, notando o tom sarcástico e indiferente da amiga. 


 – A perdôo, senhorita Haruno. Mas não me faça parar minha aula para chamar a sua atenção novamente. 


 – Claro, professor. Tem a minha palavra. – Ela sorriu falsamente vendo o mais velho retornar ao ponto onde estava anteriormente. – Imbecil… 


 – Sakura! – O moreno bradou baixinho, dando um tapa fraco no braço da amiga. – E se o professor tivesse escutado? Você estaria em maus lençóis. – Disse como se fosse óbvio. 


 A garota sorriu desdenhosamente, colocando uma das mechas negras do outro atrás da orelha mediana. 


 – Ele não é nem louco de dizer algo. – Disse convicta. – Não se ele não quiser perder o emprego dele. Que eu saiba, molestar alunas é algo realmente muito sério! Imagine só se a diretora descobrir, ah! Seria uma pena.


 Sasuke arregalou os olhos. 


 – O que está insinuando? 


 – Nada demais, Suke, não se preocupe. – assegurou sorrindo docemente. 


 – Não me preocupar? Pelo amor de Deus. Eu sei muito bem do seu romance com o professor, Sakura. – Acusou o moreno. 


 A rosada o encarou sugestiva, mordendo o lábio inferior enquanto desviava o olhar para o professor. 


 – Não tente mudar de assunto, mocinho! Estávamos falando do Duque até o momento em que o professor nos interrompeu. – Sasuke engoliu a seco. – Pode ir falando tudo. 


 Sasuke contou a amiga sobre tudo. Desde as alegações de Amber, até as palavras sugestivas do Duque. A rosada continha-se para não dar mini-surtos escandalosos. 


 – Não creio! Quer dizer que ele gosta de você? – Perguntou incrédula. 


 – Eu não diria gostar, Sakura. O máximo que eu alegaria seria uma pequena atração mútua. – Corou. 


 – Você é cego? Nasceu desprovido de inteligência ou fez curso com especialização em idiotice? Céus é nítido o interesse do loirinho em você! Amber está certíssima!


 – Ah! É claro que não, vocês são duas loucas. – Pontuou, e bom, não era de todo uma mentira. 


 – Isso, Sasuke! Engane a si mesmo. Mas quando ele próprio disser isso em alto e bom tom, não diga que nós não o avisamos! 


 Sasuke não queria alimentar falsas esperanças em relação a o que o outro sentia por si, também não queria acreditar que ele não sentia nada. Medo e insegurança estavam deixando-o louco. Medo de perdê-lo sem ao menos tê-lo o tido, e inseguro de não ser o suficiente, de não suprir as expectativas que ele estava depositando em si. 




Sasuke não queria se machucar. 



Notas Finais


Morro de amores com essa fanfic, é isso :")


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