História Sangue Pirata - Capítulo 7


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Categorias Johnny Depp, Mitologia Africana, Mitologia Asteca, Mitologia Celta, Mitologia Chinesa, Mitologia Nórdica, Mitologia Romana, Mitologia Romena, Piratas do Caribe
Personagens Capitão Jack Sparrow, Capitão Teague, Davy Jones, Elizabeth Swann, Hector Barbossa, Johnny Depp, Joshamee Gibbs, Personagens Originais, Tia Dalma, William "Will" Turner
Tags A Corte Da Irmandade, Aventura, Capitã, Capitão, Jack Sparrow, Mar, Maris, Navio, Pirataria, Piratas, Piratas Do Caribe, Sentença, Sentence, Viagens, Vindicta, Vingança
Visualizações 39
Palavras 1.607
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


.Estou tentando trazer capítulos mais grandinhos, com, no mínimo, 1.000 palavras.😊
.Boa leitura, marujos! ⚔ Bjs da Juh! 🏴☠

Capítulo 7 - Sem Resposta


O mar está bravo. A capitã assumiu o mastro assim que viu Hall Culbert cair em sua frente, morto. Vinham flechas e bolas de fogo, de todos os lados, e faziam buracos enormes no casco e no convés de Sentence.

Pobre Sentence. Estava sucumbindo.

— Capitã! O que faremos?! — alguém grita.

Sem resposta.

O timão se esforça para sair das mãos da capitã. Mas ela não desisti e nem iria, tão facilmente.

Então, de modo repentino, uma bola de fogo acerta o leme. O impacto fora de tamanha grandeza que fez a mulher bater as costas na amurada da pôpa.

— Capitã! O mastro principal está caindo!

Com grande esforço, Maris consegue abrir os olhos a tempo de ver a enorme haste perecer com tiro fumegante que também prejudicara o timão.

Tudo está se perdendo e a capitã vê isso passar diante dos seus olhos acinzentados.

Era o fim.

— Vamos todos morrer! — grita um pirata.

De súbito, Hall se levanta com as vestes ainda ensanguentadas e agarra bruscamente os ombros de Maris Morgan.

— Capitã! Capitã! — o homem grita com um semblante enrustido e assustador, o que a deixa de olhos arregalados — Capitã! Capitã! Capitã!...CAPITÃ!

 

— Capitã?

Maris acordou sentada em sua grande cama. Rapidamente sua visão foi para a pequena parte de vidro ártico, que se encontrava na porta. Seu coração desacelerou ao ver, além da silhueta do rosto de Hall, a provável calmaria que estava lá fora.

— Está tudo bem? — Culbert insiste.

— Estou bem. O que quer? — questionou, passando a manga da camisola sobre a testa, podendo então perceber que estava encharcada de suor.

— Vim perguntar se já podemos colocar Sparrow no leme.

— Sim, faça isso, por favor.

Ainda um pouco atordoada, Maris levantou-se e se sentou na cadeira em frente a sua mesa. Tirou de uma gaveta da mesma, um pequeno papel dobrado e fragilizado com o tempo. O desdobrou e ficou olhando para o desenho que ele guardava. Uma lembrança do passado.

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— Acordem, senhores! — Hall falou em alto tom.

Joshamee se amontoou ainda mais nos lençóis enquanto Jack apenas sentou-se, vagarosamente.

— Só mais uns cinco minutos. — assim o pirata deixou suas costas caírem de novo. Não se importando com o impacto, ele fechou os olhos.

— Acordem, seus molengas. Precisamos tomar o rumo da Bahia Naufrágio e você é o único que conhece, Sparrow. — sem movimentação — Eu também posso jogar um grande balde de água em vocês e não terão com o que dormir na próxima noite.

— Já estou pronto. — Gibbs falou enquanto se levantava desajeitadamente. Sparrow de igual modo.

— Não tive uma noite muito boa. Sua capitã gosta de ficar cantarolando Loo-li lai-lay a noite inteira, você sabia? — o capitão se aproximou de Culbert para dizer isto, ainda erguendo o dedo indicador próximo ao nariz do pirata de Sentence.

— Primeiro, eu tenho a liberdade de cortar esse dedo. — dito isto, Sparrow rapidamente abaixou sua mão — E segundo, se a ouviu cantar, é uma grande sorte. Ela quase nunca faz e quando faz, geralmente todos estão dormindo.

Então Hall abriu a cela e começou andar pelo porão do navio, em direção à saída para o convés. Jack rapidamente o seguiu e o amigo veio logo atrás.

— Ela teria vergonha, é isso?

— Achei que o Capitão Jack Sparrow fosse mais inteligente. — retruca Hall.

— Eu só estou testando você. — esse argumento fez Culbert rir — Então?

— É uma canção de ninar. As letras deixam isso bem claro, senhor Sparrow.

— Eu não ouvi nada. — Gibbs comenta rindo.

— Notório. Um dos motivos da minha dificuldade para dormir eram os roncos demasiados que um certo pirata próximo fazia. — assim Joshamee ficou em silêncio — Mas não troquemos de assunto. Quem cantava essa canção de ninar para ela?

— Mesmo se eu soubesse, não diria a você e ao seu amigo. Além de respeitar minha capitã, o que já é uma resposta suficiente , também não confio em vocês.

— Mas você nos adorava tanto. — Jack rebate com ironia, fingindo desapontamento.

Mais uma vez Hall riu com o comentário daquele homem. Logo eles estavam no convés e novamente os piratas de Sentence encaravam cada movimento de Sparrow e Gibbs.

Próximo à escada que dava acesso ao castelo da pôpa, Rufus descascava uma fruta com uma adaga. Ao ver de novo o homem que quase espancara na noite passada, sua feição ficou de tamanha seriedade que causaria calafrios em qualquer pessoa que ele lhe direcionasse o olhar. E naquele momento, Sparrow o recebia.

— Eu sei que começamos com o pé esquerdo. — Jack ousou parar a frente de Wilson — Mas talvez possamos liquidar nossas desavenças com um aperto de mão entre bons marujos?

Os momentos em que os olhos fumegantes encaravam Sparrow, pareceram uma eternidade quando enfim, para a surpresa do capitão, Rufus abriu um largo sorriso. Ouve murmúrios à sua volta, mas Jack não os deu atenção. Fez um igual sorriso amarelo para Wilson até que o mesmo suspirou e soltou uma enorme bola de cuspe na mão do pirata à frente.

As risadas incendiaram o navio enquanto Sparrow limpava a grande saliva nas próprias calças. Chegando ao leme, Hall o esperava com um sorriso debochado no rosto.

— Vocês costumam fazer muito disso aqui, não é mesmo? — Jack perguntou enquanto tomava o timão com uma mão e pegava a sua bússola, com a outra.

— Um costume antigo, mas muito eficiente. — Gibbs respondeu com um sorriso torto e Culbert acenou a cabeça em concordância.

— A famosa bússola de Sparrow. — Jack viu o aproximar de um homem cheio em pança e de altura mediana — É mesmo verdade que ela aponta para o que você mais deseja?

— Quem é você e onde ouviu isso? — o capitão questionou com receio, pela real história de sua velha companheira estar sendo contada por um pirata que ele nunca vira antes.

— Fergus Bonneville. — o homem respondeu com um sorriso largo, amarelo e com algumas notáveis brechas entre os dentes — E ouvi boatos à respeito.

Com aquela última fala, Sparrow olhou de relance para Gibbs, sabendo que o mesmo também sorria.

—Sempre os boatos. —Jack falou ao amigo.

—Sempre os boatos. —o amigo repetiu.

Logo Hall começou a ordenar que os piratas preparassem o navio para navegar e assim que estava tudo arranjado, depois de tornar a visão para sua bússola, tendo enfim uma direção, Sparrow girou o leme até que o navio estivesse na rota para a Bahia Naufrágio.

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Maris pensou em sair de sua cabine, durante o dia. Mas sua mente estava indisposta para isso. Era como se o pesadelo a tivesse socado no estômago e depois ela precisasse de tempo para se recuperar dos golpes e enfim poder encarar sua tripulação, com o olhar de confiança, bravura, tirania e perversidade de sempre. “Uma vez capitã, sempre capitã” era a sua frase predileta.

Porém, apenas o olhar necessitava de descanso. Se alguém se revoltasse com a capitã em um desses momentos, ainda assim acabaria morto. Hall e Griffit eram os únicos a quem Morgan confiava para vê-la, em tais períodos.

Quando o Sol começou a se pôr no horizonte, Griffit bateu na porta dos aposentos de Maris e logo foi lhe dada a permissão de entrar. Ele a encontrou ainda sentada em sua cadeira, analisando um grande mapa. Provavelmente procurando novas aventuras assim que eles deixassem a Bahia Naufrágio.

— Como Sparrow está indo, Wood? — a mulher perguntou sem tirar sua atenção do mapa.

— Segundo ele, estamos no caminho certo, capitã. Chegaremos em tempo.

— Ótimo. E como vai a tripulação? Ainda relutante a respeito dos visitantes? — desta vez ela olhara para o jovem, com um pequeno sorriso no canto esquerdo dos lábios.

— Alguns sim. Rufus ainda é o que mais se incomoda, mas está colaborando bem.

O sorriso dela se fez minimamente mais notório com aquela resposta. Ela logo acenou de forma positiva à Wood, indicando que ele já poderia se retirar. Contudo, o jovem permaneceu.

— Capitã?

— Diga.

— Sparrow chegou a perguntar quando irá vê-la. — aquela questão foi dita com algumas falhas na voz do moço, pelo nervosismo do mesmo.

Assim Maris olhou para um ponto fixo no mapa, pensando por alguns instantes antes de dirigir a palavra ao seu comandado, de novo. E por este motivo, as mãos de Griffit começaram a suar excessivamente.

Então a capitã recostou suas costas no encosto de sua cadeira e fixou seu olhar nos olhos escuros do pirata à sua frente.

— Com o que eu sei de Jack Sparrow,... — ela olhou para a porta e aumentou seu tom de voz — é provável que ele esteja tentando escutar esta conversa, neste exato momento. — recém terminada tal frase, puderam-se ouvir passos rápidos de saltos de madeira do outro lado, se afastando. Assim não demorou para que ela direcionasse sua visão e suas palavras novamente à apenas Wood — E não me mande mais mensagens dele, senhor Grifft. Mas lembre aos homens que, assim que eu sair, vou conferir o navio. Quero ele em perfeito estado, sem qualquer fuligem. E peça a Lodovic um balde de água, um esfregão e um pano. Depois os traga para mim. Fui clara?

— Sim, capitã.

Com isso, o jovem se retirou e Morgan pode voltar sua atenção ao mapa, enquanto os dois piratas não retornassem. Um com os utensílios que ela pedira e o outro, com pensamentos enxeridos. Sparrow.


Notas Finais


*O que seria esse desenho?🤔... Admito que, escrevendo e já postando cada capítulo, nem eu sei exatamente. Mas já tenho algo em mente. Só falta encaixar certinho.🤐
*Se der tudo certo, no próximo capítulo sai mais uma capinha.😉


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