História Sangue ruim (Bad Blood) - Capítulo 20


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Categorias EXO, F(x), Neo Culture Technology (NCT), SHINee
Personagens Amber Liu, Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Krystal Jung, Lay, Lu Han, Luna Parker, Personagens Originais, Sehun, Suho, Sulli Choi, Taemin Lee, Taeyong, Tao, Victoria Song, Xiumin
Tags Ação, Chanyeol, Drama, Exo, Romance, Self Insert
Visualizações 44
Palavras 1.858
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishounen, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lírica, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


desculpe a demora!

Capítulo 20 - Love me


Fanfic / Fanfiction Sangue ruim (Bad Blood) - Capítulo 20 - Love me


Em seus sonhos, eu te controlo com meus feitiços mágicos
Bati na porta de madeira grossa com as costas da minha mão, sem deixar de sentir um certo nervosismo e, até mesmo, um arrepio pela minha espinha pelo clima que o corredor escuro dava. Levantei meu queixo, pensativa - Essa não é quem você é, S/N. Uma pessoa não deveria te deixar tão sensível e vulnerável apenas ao pensar nela, mesmo que essa pessoa valesse por um exercíto de mil homens - ele ainda era apenas um homem. Malditos pensamentos, malditos sentimentos. Ninguém, principalmente ele, merecia meu tempo e muito menos minhas hesitações sobre decisões que eram totalmente para mim decidir. Se o inferno realmente fosse como os humanos falassem, era lá que ele pertencia. Lá era seu lugar, onde pertencia e combinava tão perfeitamente que provavelmente iria reiná-lo com tanta facilidade e sem nenhuma dificuldade. A porta se abriu bruscamente me assustando enquanto desgrudava da mesma, dando alguns passos hesitantes para trás. O demônio que era o motivo de meu estresse se revelava. Estresse, pensei, uma palavra nova de origem humana que havia aprendido recentemente com um dos meninos, não que isso fosse importante agora. Tinha seu cabelo anormalmente ruivo levemente molhado e uma toalha sobre seus ombros, ainda usava a mesma expressão extremamente irritada.
- O que você quer? - disse rapidamente, sem paciência.
- Kyungsoo fez isso para você, disse que iria acalmar sua - pausei, franzindo ainda confusa - pele irritada. - Respirou fundo, tomando o pequeno pote de minhas mãos, ainda sem fazer contato visual.
- Já pode ir. - concluiu com uma tentativa de fechar a porta mais uma vez, porém entrei no meio, fazendo-o parar e finalmente olhar para mim.
- Yixing disse que você vai precisar de ajuda com isso, era pra ele te ajudar mas ele disse que tinha algo mais importante para fazer..
- Mais importante que eu? - arqueou uma sobrancelha.
- Não foi o que eu quis dizer, Park.
- Tanto faz de qualquer forma, eu já estou acostumado. - disse, assentindo para si mesmo.
- Todos os meninos estão ocupados com algo agora e sinceramente, eu não quero ouvir alguém dando bronca em mim por não ter feito o que foi pedido só porque você resolveu ser cabeça dura egoísta.
- Certo. - sorriu levemente, entretido. - Seja bem-vinda, madame. - Entrei sem rodeios, sentando em sua cama e abrindo o pote, sem paciência para qualquer jogo que tinha em sua mente. O ruivo continuou em pé, tirando sua blusa com apenas uma mão enquanto tentava engolir seus choros de dor. Engoli seco, evitando notar como sua pele estava vermelha, como as veias no seu pescoço e braços estavam elevadas, como seu lábios pareciam irritados e seu olhar pesado. Subiu na cama, engatinhando até a cabeceira ainda sem quebrar seu contato visual comigo, ele parecia uma bagunça. Uma bagunça que bem lá no fundo eu sabia que tinha vontade de arrumar. Ele não se parecia nada com a pessoa na qual eu conheci quando era mais nova, talvez eu também tivesse mudado tão drásticamente quanto ele tivesse, mas sua aura, ela tambem havia mudado. Só de olhá-lo, podia sentir suas vibrações afiadas e perigosas, seu olhar e jeito agressivo e brusco, arrogante. Prestes a explodir a qualquer momento. Não que ele merecesse minha atenção, ele não merecia. Meu propósito em sua vida era punir-lo, fazer-lo sentir toda a dor que havia causado em mim, sem nenhuma misericórdia. Meus olhos seguindo-o automaticamente, sentindo minha respiração ficar obviamente mais pesada, observei o mesmo deitando com as costas para cima puxando um dos travesseiros para abraçar e deitar sua cabeça. Desci meu olhar para seu torso nu, ficando surpresa quase que instantâneamente.
- Droga, Park. O que ele fez com você? - questionei, deslizando meus dedos sobre as marcas de cintas.
- Se você veio até aqui para me dar esse olhar de pena, é melhor voltar de onde veio. - levantou seu tom de voz levemente, voltando a sua personalidade seca.
- Eu não tenho pena de você. - dei um tapa no lado de sua cintura, bem em cima de uma das marcas, talvez bem mais forte do que planejado. Meus pequenos segundos de arrependimento passaram assim que o ouvi soltar um gemido de prazer enquanto rolava seus olhos para trás levemente. Evitando ainda mais constrangimento, peguei um pouco do creme em meus dedos, distribuindo em suas costas e continuei a falar - Você cometeu um erro e agora tem que aguentar as consequências.
- Eu sei e eu não me arrependo de nada que eu fiz hoje.
- Você não se arrepende de ter apanhado por causa de mim? - deslizei meus dedos sobre as marcas profundas e escuras.
- Você não se arrepende de ter tentado me matar? - respondeu com outra pergunta, provocativo.
- Não foi algo planejado. Acredite, se algum dia eu te quiser morto, eu vou ter certeza de que não seja na frente dos outros. - Olhou para mim, pensativo. Fingi não notar, continuando a focar em suas costas, massageando do modo mais delicado que minhas mãos nervosas conseguissem.
- Você não me quer morto então?
- Lógico que não.- suspirei, me irritando. Já havia dito a mesma coisa para ele mil vezes, era tão difícil quanto explicar algo complicado para uma criança pequena.
- Mas sou eu, S/N...Eu..
- E você acha que eu não sei disso? Olhar pra sua cara me lembra todo santo dia das decisões que eu fiz e que me doi só de lembrar - disse em um tom sem vida, não entendendo qual era o objetivo de seus questionamentos tão repentinos. Eu o odiava, mas isso não queria dizer que iria gastar cada precioso segundo do meu dia desejando sua morte. Continuava me olhando, me fazendo olha-lo de volta por alguns segundos na esperança de me desgrudar de seu olhar intenso.
- Você realmente é angelical. - disse, sem ar em um tom sonhador. 
- Todos nós somos anjos aqui, Park. De uma forma ou de outra. - respondi enquanto traçava suas cicatrizes profundas e escuras, onde antigamente haviam suas asas. Lembro-me de como eram longas e perfeitamente brancas, puras - não conseguia imaginar de como deveria ter doído para arrancar-las quando caiu sem franzir fortemente, eram como arrancar toda sua dignidade, todo seu ser. Não podia imaginar tanta a dor, tanta aflição. Era um lembrete de todas as coisas que viveu e deixou para trás, todas as escolhas que fez acima de tudo o que nós conheciamos como liberdade para encontrar,bem, a verdadeira liberdade. Era um lembrete para a pessoa que não costumava mais ser, porém a pessoa que precisava ser. Não que isso justificasse sua agressão, não era justificável.
- Não foi isso o que eu quis dizer. - riu, o que eu chamaria de inocentemente mas era óbvio que ambos de nós estavámos bem longe disso - Quer dizer que você é surreal, como se você realmente não estivesse aí do meu lado e eu não pudesse te tocar.
- Terminei. - disse sem graça e levemente confusa, dando leves tapinhas em seu ombro e colocando o pote na pequena mesa que tinha ao lado de sua cama. Sentou-se na cama apoiando seu braço sobre a mesma, seu olhos continuavam treinados em mim. A tensão entre nós cobria o quarto todo, me fazendo me arrepiar embora sejam apenas olhares nada discretos, era tão forte que eu tinha quase certeza de que se eu esticasse minha mão, eu poderia toca-la. Senti meus olhos ficarem escuros me fazendo piscar de frustração e medo, se meu beijo tivesse funcionado no ruivo como se fosse um humano, poderia meu olhar também funcionar? Iria ele cair por mim, de novo?
- Droga. -  exclamei, mas já era tarde demais - eu conhecia essa expressão como a palma da minha mão.  Levantei, na intenção de correr e criar distância entre nós dois antes que algo acontesse mas já era tarde demais. O ruivo me puxou pelo meu pulso, me fazendo cair sobre a cama, rapidamente subindo em cima de mim e envolvendo meu maxilar sobre seus dedos, seus olhos hipnotizados. - Park, é melhor você me soltar senão eu- cortou minha frase, se pronunciando.
- Senão o que? Você vai me odiar? - soltou uma risada doce, sua expressão brilhando e animada e devo citar, era estranhamente desconfortável vê-lo sorrir, ainda mais vê-lo feliz. - Isso é tudo que eu sempre quis desde que eu te encontrei de novo, S/N. Você demonstrar que sente algo por mim, mesmo que esse sentimento se chame repulsa. - Era algo óbvio que eu não iria cair sem uma luta, mas meus planos de cutucar seu corte costurado feito pela minha asa para que me largasse foram brutamente parados pelas suas palavras. Qual era seu problema? Colocou seu nariz sobre meu pescoço nu pela segunda vez no dia, seu cabelo umido grudando contra sua testa e minha pele, suas mãos que tremiam sem nenhum motivo aparente descendo dos meus ombros até minha cintura. - Me toque. - implorou - Por favor. - meus dedos frios indo até sua nuca hesitantemente na esperança de me livrar do demônio. Sentindo meus olhos ficarem pretos mais uma vez, levantei minha voz.
- Levante-se, esse não é você, Park. 
- Sou eu sim, - continuou, minhas palavras ainda não o quebrando de meu feitiço acidental - não vê que eu te adoro? Que eu te admiro? Você é tudo o que eu mais quero e tudo o que eu sempre vou querer não importa o que aconteça, você vai sempre ser meu paraíso, S/N. - contorci com sua escolha de palavras, empurrando seus ombros e agradecendo mentalmente por realmente estar conseguindo afastá-lo de mim. Quando eu achava que tinha conseguido sair, ele continuou a falar, respirando fundo e olhando no fundo de meus olhos como se estivesse a procura de minha alma - Eu te am- parou bruscamente, piscando como se suas pálpebras estivessem extremamente pesadas, sua mente finalmente acordando. Sentou-se sem dizer, apoiando seus cotovelos sobre suas pernas e cobrindo seu rosto com as mãos, seu maxilar agora trancado deixando aparente como estava prestes a explodir. - Saia. - ordenou em um tom firme embora no fundo parecesse que estava na beira de lágrimas. Encarei suas costas nua e vermelha, ainda tentando entender o que tinha acontecido. Estava sobre minhas mãos mas ainda confessava os desejos de seu coração? Então meu poderes ou seja lá o que sejam, não eram apenas para serem usados para manipular humanos para fazer o que eu quisesse. Talvez, tivesse outras formas de usá-lo. Eu realmente tinha que pegar um tempo para conhecer esse meu lado melhor. - Você já fez o que precisava, agora saia. - levantou seu tom de voz, esfregando seu rosto com as mãos frustradamente. Pulei da cama, sentindo o chão frio contra meus pés nus, arrumando a alça que tinha caído de meu ombro enquanto saia pela porta, meus passos pesados e o vento gelado do corredor arrepiando minhas coxas. Park realmente era tão complicado quanto parecia.
Você está sendo redesenhado com minhas decisões
 


Notas Finais


bem, esse capítulo foi um pouco difícil para mim escrever por alguns motivos em especiais e mesmo assim não sei se diria que gostei dele :/ de qualquer jeito, espero que vcs gostem e desculpe quaisquer erros!


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