História Santa Anna - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Gay, Hentai, Lesbicas, Romance, Sexo
Visualizações 180
Palavras 3.292
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Harem, Hentai, Romance e Novela, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


A escrita não será assim em todos os capítulos e me desculpe se houverem erros de português e afins, espero que aproveitem. Esta fanfic terá muito hentai, então quem não gostar, por favor não precisa ler.

Capítulo 1 - Cap. 0 - A minha inimiga, ou não...?


Fanfic / Fanfiction Santa Anna - Capítulo 1 - Cap. 0 - A minha inimiga, ou não...?

Andando pelo corredor da pequena escola de João Dominique estava uma moça aparentemente normal, chamada Maju. Porém, aquela rapariga em especial, conhecido como Caju, era ninguém mais ninguém menos que a considera a mais incrível de lá antigamente. Antigamente por que, uma pessoa destruiu sua reputação, sendo essa, sua inimiga jurada: Anna. Riquinha e metida a nerd, sua estadia na sala 2009 foi simplesmente cercada de elogios e trabalhos exemplares de dar inveja em qualquer um. Era inteligente, linda e admiravelmente madura para sua idade, sendo esta apenas 16. Já Maju, por outro lado, era algo perto de a "delinquente rebelde", tendo este título por seu enorme número de faltas e pelas suspensões por tranzar com diversos funcionários. Sim, você não leu errado. A menina sentia uma certa atração por seus colegas e funcionários da escola, e não foi expulsa apenas por ter feito algumas "travessuras" com o próprio diretor, oque lhe deu certa imunidade. Maju tem 18 anos, sendo morena dos cabelos negros e olhos cor-de-mel. Apesar da idade, é baixinha, tendo apenas um metro e setenta. Certos alunos comentam entre si e duvidam se Maju tem filhos, por já ter feito muitas "coisas" por aí, mas a moça é simplesmente estéril, e aproveita muito disso.

 Certo dia desses, a morena acordou, preguiçosa, e se despreguiçou como um gatinho dorminhoco. Seu despertador tocava "Animals" e lhe perturbava a cabeça com uma dor irritante. Alguns pensamentos vagos passavam, como se naquele dia haveria prova, ou como se esqueceu de dar tchau para Luiza, sua amiga de infância que coincidentemente estudava em sua sala. 

Não queria, mas, mesmo que devagar, Maju levantou da deliciosa e quentinha cama, que já havia visto de tudo graças a dona. Quem mais sofria com os barulhos e gemidos da pequena era seu irmão mais velho, Ash, dono de diversas fantasias por parte de sua irmãzinha. Ash era filho de um outro casamento de sua mãe, que levou a um adolescente de olhos verdes e cabelos coloridos, as vezes vermelho, as vezes roxo, as vezes branco. Ao invés de puxar a mãe em relação á altura, puxou seu pai, que era relativamente alto. 

 Ainda lenta, Maju caminhou até seus sapatos, que estavam jogados perto da escrivaninha onde deixava seus materiais escolares. Lembrou-se de algo e tratou de virar-se para sua cama novamente, e lá estava. Um se seus primos, que estava dormindo em sua casa por alguns dias, estava coberto por seu edredom rosa. A garota bufou e voltou para a cama para acorda-lo. 

 - Nyan, acorda, preguiçoso - murmurou, e riu em seguida, pensando na ironia do que havia dito. Depois de algumas tentativas de chamar o primo, resolveu testar uma idéia. 

 O loiro, que estava de barriga pra cima, sentiu um peso em cima de si, na região da cintura. Abriu os olhos confuso e estranhamente excitado. Nyan surpreendeu-se ao ver sua priminha ali, sentada sensualmente em seu colo, vestida apenas com sua lingerie roxa, o qual o menino particularmente amava. Deu uma boa olhada em seu corpo, parando em sua boca entre-aberta, e notou que a morena respirava descompensadamente, oque lhe motivou a fazer algo impensado. Jogou o seu peso de cima de Maju, trocando suas posições. Agora por cima, Nyan roçava seu membro duro na prima, que lhe olhava com desejo. Colou seus lábios em um beijo necessitado e urgente. As mãos do colorido passeavam pelo corpo quente da menor, que gemia entre o beijo quando ele apertava alguma parte específica, como seus peitos. Continuou a acariciar ela até parar em sua intimidade. Rasgou-lhe a calcinha de sua cor predileta e rapidamente tratou de enfiar seus dedos em Maju, fazendo um movimento de vai e vem, que enlouqueceu a menina abaixo de si. Separaram-se pela falta de ar e logo após respirarem voltaram a se beijar, iniciando um beijo de língua. A mão de Nyan, já molhada e quente, saiu de dentro da prima e foi até a boca da mesma, a fazendo sentir seu próprio gosto viciante. Maju que ainda respirava pesadamente, disse ao maior: 

 - Eu preciso ir para a escola, Nyan - sorriu de lado.

 - Vamos lá, não é como se você quisesse mesmo ir para lá, priminha - mordeu o lábio, ansioso. 

 - Me deixe ir, sou uma pessoa estudiosa - disse orgulhosa e riu.

 - Porque você não fica em casa estudando anatomia comigo, então? - olhou para os peitos de Maju, faminto.

 - Meu irmão não gosta que eu falte tantas aulas assim, desculpe - disse por fim, pensando em como ele se preocupava com a irmã. 

 - Você fala como se ele nunca tivesse faltado na vida - disse com desdém. Seu irmão e Nyan se odiavam por motivo desconhecido pela garota. - Aliás, vai me deixar assim? - apontou para sua ereção dura como pedra coberta por sua calça de moletom. Maju ri e levando para se arrumar, deixando a conversa por aí, ouvindo o primo bufar em seguida. 

 Alguns minutos após isso, já na mesa da cozinha tomando seu café da manhã, a morena olhava seu irmão cabeça oca com um pedaço de pão na boca, vidrado no celular. Seu pensamento lhe permitiu imaginar diversas coisas de Ash, que foram interrompidas pelo som do micro-ondas que apitou avisando sobre seu leite que havia ficado pronto, oque chamou a atenção do colorido. 

 - Ah, Maju, bom dia! - disse alegre, incomodando a morena.

 - É sério? Você não tinha me visto aqui? - perguntou fingindo tristeza. 

 - Claro que vi, não tem como não ver... - disse, sendo a última parte um pouco mais baixo, mas alto o suficiente para Maju ouvir. Fingindo que não ouviu, continuou: 

 - E então, como vai a Carol, sua namorada? - perguntou, olhando curiosa pra o celular do irmão.

 - Ah.. acho que vai bem sim, porque a pergunta?

 - Não posso me importar mais com meu irmão e seus namoros?

 - Pode - riu - está com ciúmes? - olhou-a sorrindo de lado. "Nunca me canso desse sorriso" pensou Maju.

 - Deixe de ser convencido e vamos para a escola logo! - fez cara de brava, arrancando outra risada de Ash, que havia levantado para pegar a chave de seu carro. Os irmão viviam sozinhos desde que seus pais, à dois anos antes, haviam viajado para as Ilhas de Fogo, onde adoeceram gravemente e sem cuidados especiais, logo faleceram. Com 19 anos, Ash comprou seu próprio carro para ajudar sua irmã e a si próprio a de locomover sem gastar muito. 

 Longe dali, outra pessoa se preparava para ir para a escola. Esta havia sido acordada por uma de suas diversas empregadas, o que era completamente normal naquela casa. A garota de cabelos ruivos e olhos pretos estava levantada, já arrumando tudo para sair. Cabelos em um coque preso por presilhas douradas que ninguém duvidaria que fossem de ouro; brincos de pérolas; seu cordão que sua mãe havia lhe dado de aniversário, sendo este um coração que ao abrir, revelava uma antiga foto de família que aprisionava todos os sentimentos de Anna; e enfim, seu uniforme, perfeitamente passado e arrumado delicadamente. Na porta, três batidas foram ouvidas. 

 - Senhorita, seu café já está servido, por favor desça, seus pais lhe esperam. - a voz da mesma empregada que lhe acordara foi ouvida. Obediente, Anna andou até a porta, mas não sem antes virar para a janela. O clima estava quente, o que lhe fez lembrar de sua infância nas Ilhas de Fogo, o país mais ao Sul do mundo. Uma chuva de lembranças boas lhe atingiram, o que fez a garota se encostar na porta, apertando o peito de forma dolorosa. Sentia falta daquela época onde era cuidada apenas por sua tia e não tinha nenhuma destas responsabilidade de família.   Recompondo-se, voltou a caminhar, saindo quarto. Desceu as longas escadas para o primeiro andar e lá estava a mesa de centro, cintilante e farta. Já sentando, Anna ouviu seu pai chamar seu nome:

 - Anna, você já tem 17 anos, está quase na hora de atingir sua maioridade, e como deve saber, sua mãe e eu daremos uma festa em comemoração. - olhou a filha, sério.

 - Sim papai, eu sei disso - começou a comer, sem nem olhar para seu pai. Não em sinal de desrespeito, mas Anna sabia que além de estar acima de si, Theodore, era líder da família De Langer, então qualquer ação impensada levaria a um castigo. 

 - Porém, nós iremos escolher seu noivo nesta festa. - disse por fim, levando um copo de vinho até seus lábios, bebericando um pouco. 

 - Oque!? - gritou sem pensar, se arrependendo ao ver os olhares assustados em sua direção. Sentou-se novamente e continuou - mas papai...

 - Por favor não retruque, Anna - começou sua mãe, Elisabeth - nós já permitimos que você escolhesse sua escola, aceite este pedido nosso - seu olhar era de pena e pedia por compreensão. 

 Sua mãe sempre foi assim, mole. Era bondosa e ensinava tudo o que sabia para Anna, que admirava-a mais que tudo nesse mundo. Seu pai por outro lado, era mais rígido e estava sempre exigindo demais da menina, por ser filha única. Anna suspirou e disse, continuando a comer: 

- Tudo bem, de quiseres fazer assim não serei contra. A conversa estranhamente terminou por ali e logo, todos haviam acabado de comer e Anna entrou em uma limusine branca, indo para a escola. 



 - Quebra de tempo - ESCOLA 

 


Maju apesar da fama que tem, é quieta. Mesmo quando passava pelos corredores ela se perdia em pensamentos, mas não era mau educada. Todos lhe comprimentavam, e a morena de volta, sempre recebendo sorrisos e comentários sobre sua beleza, ou corpo. Apesar disso, a garota parecia incomodar-se com toda a atenção voltada a ela. Talvez por valorizar mais outras coisas, como amizades verdadeiras. E neste momento, um flash lhe passou pela cabeça. Era sua melhor amiga, Luiza, que brincava com as folhas que caíram de uma árvore avermelhada, no outono. A cacheada chamava Maju com a mão, com um sorriso brilhante no rosto. Essa memória fez a morena sorrir, mas continuou andando. Seria aula de Física, o que Maju odiava particularmente. Era de fato uma matéria difícil. 

Quando mais a pequena estava afundada em pensamentos, trombou em algo, ou alguém, que lhe fez ir direto para o chão duro e gelado. Massageou aquela região que doía e olhou para cima, aparentemente irritada. Seus olhos arregaralaram-se de surpresa e confusão quando viram a representante de sua turma, a mais inteligente da escola: Anna. Em toda sua glória, com seus cabelos ruivos que voavam pelo vento que entrava pela janela do corredor vazio. Anna nunca chegava atrasada, o que ela estava fazendo ali? Porém, Maju sentiu algo estranho olhando para a menina em sua frente. Sentiu algo como um palpitar, o que era completamente desconhecido pela morena. 

A riquinha olhou para baixo, onde a rebelde estava, e disse:

 - Eu gostaria que você olhasse para frente, ao invés de para baixo, Majudi Santea. - disse seu nome inteiro, com uma voz fria e superior.

 - Olha aqui, reprentante, eu olho para onde eu quiser, se eu quiser olhar para sua bunda, eu vou olhar! - disse, dando ênfase em "bunda". Parece que a palavra irritou Anna, o que a fez continuar: 

 - Eu também gostaria que não usasse esse palavreado impróprio perto de mim, mas como está acostumada, prefiro que nem fale comigo, ou chegue perto de mim. - riu ironicamente, ainda com sua expressão dura.  

- E o que você vai fazer quanto a isso? - disse Maju em um tom malicioso, andando em direção a maior, incurralando-a. Maju era baixa e Anna, alta. Mas a ruiva era bem mais fraca que a maior, por ser mais "delicada", então não conseguiria empurra-la mesmo que quisesse. Sua única opção seria esperar alguém passar mas ela sabia que se tratando de Majudi ninguém se intrometeria. 

 - Eu vou contar para o diretor, se não me soltar imediatamente, sua louca! - disse nervosa. Seu corpo estava quente de forma anormal e seu olhar alternava entre os peitos e os olhos de Maju. Ao perceber isso, a morena fez questão juntar ainda mais seus corpos, fazendo com que Anna ficasse mais nervosa. - Me largue! - disse, tentando forçar a voz que parecia não querer sair. Porém, algo inusitado aconteceu. 

Em um piscar de olhos, a pequena havia colado seus lábios nos da ruiva, que lutou um pouco, mas depois de um tempo, se entregou, fechando o olho e aproveitando o sentimento novo. Maju reconheceu que a menina que beijava era inexperiente e raciocinou por um momento. Quer dizer que ela era...? 

 A morena parou o beijo instantaneamente, depois desse pensamento, e, apressadamente, empurrou Anna para uma sala escura que havia ali perto, que julgou ser a sala do zelador.

 - Majudi, o que... - Não deixou-a terminar. Jogou-a na parede, indefesa, e apertou seus peitos, que surpreenderam a baixinha, que achava que eram extremamente pequenos. Ouviu um gemido rouco de Anna, o que fez sua intimidade pegar fogo. Seu gemido era tão fofo! Maju queria ouvir mais e mais dele, era como se estivesse provando o mais doce dos doces. Mas ela queria mais que isso. 

Passeou sua mão pelo corpo macio de Anna e ao chegar em sua intimidade, lhe enfiou dois dedos.

 - Você é tão apertada... - disse a morena, extasiada. Ao olhar para o olhar da maior, teve certeza: nunca vira ninguém parecido com ela. Naqueles olhos existia inocência, mas ao mesmo tempo, atrevimento e safadeza. Ela queria Anna em sua cama, e faria de tudo para tê-la, pode ter certeza.

 - C-Cale-seee... - disse a ruiva entre gemidos. Nunca tinha sentido isso na vida: uma chama queimava em sua intimidade e ela não sabia como acabar com isso.

 - Você quer que eu apague seu fogo, minha ruivinha? - Maju sorriu de lado ao perceber o que se passava com Anna. Por ser virgem, nunca deve ter experimentado o sabor do sexo. A morena queria mostrar e ensinar-lhe tudo o que ela sabia sobre esse mundo, mas não para testar em outras pessoas, e sim para testar em sua própria professora.

 - O-o que... você quer que eu faça? - respondeu, corando de raiva e vergonha por estar em tal posição, mas não havia o que fazer, afinal, ela estava gostando das carícias novas que recebia de Maju.

 - Apenas me deixe te conduzir - disse em tom malicioso, aumentando o sorriso. Logo após, distribuiu beijos pelo corpo da maior, sem em nenhum momento tirar os dedos de dentro de sua intimidade. Os beijos começaram da boca, onde mordeu e brincou sensualmente com a língua de Anna, escutando-a gemer seu nome. E como era bom ouvir seu nome sair daquela boca deliciosa e doce! 

 Maju desceu seus beijos até os peitos da ruiva, onde abocanhou com vontade, mordendo e chupando seus mamilos rosados e empinados. A morena tirou seus dedos molhados de dentro da intimidade da outra e chupou-os, sentindo todo seu sabor viciante. Já estava ficando louca e não aguentaria ficar longe daquela garota por muito tempo.

 - Vire de costas para mim, doce amora - mandou. Sua voz estava rouca, o que lhe dava um tom sexy e vulgar, muito incentivante, na opinião de Anna. Assim como foi pedido, a maior virou, completamente reta, o que desagradou a menor. - empine sua buceta para mim, Anna - sussurrou seu nome em seu ouvido e observou o corpo de sua parceira arrepiar-se embaixo de si. Mais uma vez, como foi mandado, a ruiva fez. Desta vez, Maju se agaixou de frente para aquela deliciosa buceta rosada. - Eu vou te deixar louca, de um jeito que você nunca experimentou e nunca vai experimentar com mais ninguém! Ouviu? - olhou-a autoritária.

 - S-s... - tentou dizer, mas antes de terminar, a língua de Maju já havia entrado em sua intimidade de forma apressada, lhe fazendo soltar um gemido um pouco alto. A língua da morena rodeava-lhe toda, explorando cada canto dentro de si, fazendo movimentos circulares que chegavam a deixar Anna tonta de prazer. Mais alguns movimentos e finalmente, ela gritou:

 - Pelo amor de Deus, por favor acabe com isso logo! - disse desesperada, gemendo como uma cachorra no cio. Maju sabia que ela, mesmo virgem, era gulosa e precisaria de algo mais para satisfaze-la futuramente. E então, aumentando o ritmo e introduzindo um dedo para lhe ajudar, a maior chegou em seu limite, gozando na boca da morena. Saboreou seu gosto mais um vez e levantou, dando um tapa estalado na bunda de Anna, que a fez soltar um grito de surpresa.

 - Vamos ver se você é sadomasoquista? - sorriu maldosa, dando mais um tapa, seguido por outro, e outro, e assim por diante. Sua pergunta já foi respondida com os gemidos e chamados por seu nome por parte da maior, que confirmavam que ela estava adorando. - Você gosta não, safada? Eu queria tanto fuder essa sua boquinha com minha língua, mas deixarei isso para uma outra hora - riu, se afastando.

 - Do que está falando? - olhou Maju confusa, ainda atordoada e ofegante.

 - Bom, já gastamos uma hora aqui, amor - disse, olhando para o relógio na parede. 

 Anna olhou para si mesma e surpreendeu-se. 

 - Quando foi que você tirou minha roupa!? - gritou irritada. 

 - Não se faça de santa agora, amor, você estava adorando tanto quanto eu! - Maju chegou perto novamente e lhe deu um selinho melado, provavelmente de gozo. Lambeu os lábios e foi em direção a porta, não sem antes virar para Anna.

 - Agora eu preciso ir, estamos atrasadas para a aula de Geografia - riu e saiu pela porta, com um ar vitorioso. 

 Ela havia conseguido! Tinha realmente ficado com sua inimiga! Que agora estava mais para parceira. Era como um sonho que se realizava para a morena e não poderia estar melhor. E assim, satisfeita, foi em direção a sala de aula. 

 Porém, ainda na sala do zelador, Anna pensava sobre o que tinha acontecido. Ela realmente tinha se entregado tanto assim para uma rebelde irresponsável como Majudi? E ainda chegando perto da data de escolher seu noivo! Isso de fato era uma vergonha tanto para ela, como para sua família, mas mesmo assim, a ruiva corou intensamente ao pensar novamente nas mãos ágeis da morena passeando por si, como se a quisesse só para ela, e isso deixava Anna confusa e com um gostinho de... "quero mais". 



 *Quebra de tempo* 18:00 SAINDO DA ESCOLA 



 - Maju, o que acha de sairmos hoje a noite? Meus pais saíram em uma viagem e eu realmente gostaria de sair um pouco de casa, já que meu namorado está mais preocupado em sentar na frente da tela do computador! - Luiza comentou, fazendo uma cara de desgosto ao falar de seu namorado, o que fez Maju rir. 

 - Eu adoraria, onde vamos? - perguntou.  

- Que tal em uma boate? Faz tempo que não vamos em uma, não? Pode chamar alguns meninos para ir conosco, se não estiverem ocupados no computador, também - reclamou. 

 - Vamos lá, Luiza, nem todos os meninos ficam vidrados vinte e quatro horas por dia - olhou para a amiga, brincalhona. - Mas já tenho uma idéia quem vou chamar... 



Fim do Cap 0. Prévia do Cap. 1 - Um acordo: Maju conseguiu conquistar sua inimiga, mas não completamente. E agora, uma boate aparece e isso seria a chance perfeita para a morena incentivar Anna. Bom... isso se não tivessem batizado o copo de Luiza, obrigando a Maju levá-la para casa, onde seu primo estava. O que vai acontecer, tendo a casa inteira apenas para os três?  


Notas Finais


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