História Santa Mônica - Capítulo 24


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Visualizações 87
Palavras 3.299
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei mais voltei, com um capítulo e tanto, galera tem muita coisa pra acontecer!!!
Leiam as notas finais, vou estar explicando algumas coisas.
Boa leitura.

Capítulo 24 - First time


Fanfic / Fanfiction Santa Mônica - Capítulo 24 - First time

6h00am - Santa Mônica, Los Angeles.

 

Acordei com o corpo pesado e com aquele despertador tocando e fazendo minha cabeça latejar tomei um bom banho e coloquei a primeira roupa que vi pela frente, a minha intenção era não encontrar Justin agora de manhã, não trombar com ele, então tomei banho e peguei todas as minhas coisas em menos de 20 minutos sai correndo e peguei o primeiro táxi que vi, assim que entrei meu corpo pesou, me contive em não chorar novamente, havia milhares de mensagens do Justin no meu celular, Christopher mandou algumas perguntando se eu estava bem, mas não quis responder ninguém, não estava em condições, muito menos de falar com Justin agora ou até mesmo olhar na cara de Christopher e mentir.

 

— Bom dia. — Cheguei afobada na cafetería.

 

— Ella?

 

— Cheguei um pouco adiantada. — Deixei minhas coisas no armário e peguei o avental correndo para ajudar o máximo possível.

 

— Tudo bem. — Ela riu.

 

 

2 dias se passaram…

 

 

— O que está acontecendo Ella? Você não me responde há dois dias, não atende minhas ligações. — Christopher falou andando atrás de mim enquanto estava entrando em casa na volta do trabalho.

 

— Chris, eu estou muito cansada. — Tentei entrar dentro de casa e ele me barrou.

 

— Ella. — Ficou parado na minha frente e eu não pude olhar em seus olhos. — Fale comigo.

 

— Chris. — Olhei pra cima ficando cara a cara com ele e com muita dor no coração eu fiquei mas eu tinha que dizer e esclarecer, eu não podia continuar a mentir. — Christopher eu quero terminar. — Por um instante o mundo dele parou, eu suspirei fundo mas as lágrimas já estavam escorrendo, eu fiquei muito triste com isso, ele me fazia bem, eu adorava estar com ele, mas eu fiz uma coisa errada e não podia prosseguir.

 

— Que? — Ele tentou entender.

 

— Chris, eu sinto muito. — Disse abaixando a cabeça.

 

— Você está brincando, não está? Diz que está Ella. — Olhei pra ele em pânico. — Posso ao menos saber o porquê? — Fiquei sem responder, fiquei ali parada o olhando por muito tempo. — Ella, não faça isso. — Ele pediu e pude ver o mesmo olhar em que vi naquele maldito sonho. — Por que Ella?

 

— Você merece alguém que sinta a mesma coisa por você, alguém boa o suficiente, que sinta na mesma intensidade.

 

— Então mentiu quando disse que me amava. — Afirmou.

 

— Chris…

 

— Eu preferiria que você não dissesse nada. — Disse soltando uma risada fraca.

 

— Chris me desculpe. — Tentei dizer alguma coisa, na verdade eu nem sabia o que dizer.

 

— Não acredito que vai fazer isso com a gente. — Fiquei quieta. — Assim sem mais nem menos, uma hora estávamos bem e do nada você resolve isso, queria acreditar que você não me amar fosse o motivo. — Tentou tirar a verdade de mim e eu queria realmente ser uma boa pessoa com ele e contar, mas eu não consegui fazer isso. Ele me olhou por um longo tempo e se virou, entrou no seu carro e sumiu da minha vista, nesse mesmo momento eu desabei novamente, não acredito no que que tina acabado de fazer, ele é tão maravilhoso e sinceramente eu não o mereço, não sou merecedora de todo aquele amor e gentileza que transbordava dele.

 

1, 2, 3 dias, 1 semana, 2 semanas se passaram, semanas trabalhando, todas as noites em que deitei minha cabeça no travesseiro essa semana só havia vontade de chorar, pensei muito no que fiz com Chris, o jeito em que ele me olhou naquela noite, foi perceptível seu arrependimento, sua tristeza. E pra piorar a pessoa em que podia me ajudar eu passei as últimas semanas sem falar com ela, com meu melhor amigo, eu mal sabia o que estava acontecendo com ele, ele foi algumas vezes em casa atrás de mim, umas duas vezes, mas não estava em casa e dei graças à Deus por isso. Ignorei literalmente todas suas mensagens e ligações nos primeiros dias, pois só foram mandadas nos primeiros dias, acho que ele tenha desistido logo depois, nao se alguém contou pra ele do meu término mas receio que não, já que apenas Daniel estava sabendo.

Depois de todos esses dias, pensando muito, minha cabeça estava quase pegando fogo, mas cheguei a conclusão em que culpei ele, culpei ele por uma coisa que pedi, quase implorei pra ele fazer e agora ele quem estava pagando por tudo o que eu fiz, porque fiz aquilo com Justin, eu o amo tanto, tirando tudo que está acontecendo, ele foi quem sempre esteve comigo nos melhores e piores momentos, eu abusei do poder que eu tive sobre ele. E ninguém tinha noção do quanto eu pensava em Christopher, eu não queria vê-lo mal, era tudo que eu menos queria, porém, não adiantava eu ficar com ele nao sentir tudo que ele sentia.

Assim que cheguei do trabalho, eu não estava muito destinada a ir falar com Justin, minha mãe estava lá na sala sentada, tomando um café e assistindo.

 

— Oi mãe. — Disse e ela se virou sorrindo.

 

— Oi filha, já chegou?

 

— Sai um pouco mais cedo. — Sorri e sentei ao seu lado.

 

— Está tudo bem?

 

— Está, por quê?

 

— Nada.

 

— Desembucha. — Ela fez uma cara triste e já soube que viria bomba.

 

— Filha... — Ela suspirou. — Ele te ajudou tanto. — Revirei os olhos já sabendo do que ela falava. — Filha olha pra mim. — Sim ela me obrigou olhar dentro dos olhos dela. — Você até desistiu de Nova York, por causa dele filha. — Ela disse muito triste, a vontade de chorar se acumulou dentro de mim, meu coração até acelerou de nervoso. — Nas duas vezes que ele veio até aqui, eu quem atendi, ele conversou um pouco comigo, ele parece perdido sabe. — Olhei para a porta e voltei o olhar nela por um tempo. — Eu nunca tinha visto Justin chorar Ella, nunca imaginei que veria, filha, converse com ele, vocês não podem viver assim.

 

— Mãe, como vou olhar pra ele? E se eu olhar pra ele e... — Não consegui terminar a frase mas ela fez isso por mim como uma pergunta.

 

— E apenas aceitar que gosta dele? — Ela disse e fiquei em transe olhando pra ela. — Filha. — Sorriu e pegou nas minhas mãos. — Eu sei o quão Christopher é bom pra você, sei quão grande é o carinho que você sente por ele, eu sei de tudo isso. — Sorriu mais ainda querendo me passar conforto, sem saber do meu término. — Mas se você sente mesmo isso pelo Justin, você tem que aceitar para si mesma, não pode viver mentindo para Christopher, nem para o Justin e muito menos pra si mesma. — As lágrimas acumuladas já escorriam sobre minhas bochechas. — Ele precisa de você. — Ela me abraçou. — Vá atrás do que te faz feliz Ella. — Beijou minha bochecha. Sem ela falar duas vezes, limpei minhas lágrimas e sai pela porta a batendo, corri para a casa dele e percebi que seu carro não estava ali, nenhuma luz da sua casa estava acesa além da varanda, a porta também estava trancada, Justin Bieber, onde você está, para de me dar trabalho, pensei.

Fiquei sentada naquela varanda por horas, o frio já havia chegado e mesmo assim fiquei ali o esperando, a ponto de desistir e entrar pra dentro de casa, vi uma luz forte virar a esquina e continuei sentada sem quase nenhuma esperança mas quando seu carro estacionou naquele gramado, meu coração acelerou de uma maneira, eu não sabia o que estava fazendo, como eu ia resolver tudo, mas eu estou aqui determinada. Fiz uma expressão tão engraçada quando vi uma garota descer de seu carro, não era nenhuma que eu conhecia, ele ficou no mesmo lugar ao lado da porta, estático assim que me viu, não teve absolutamente nenhuma reação, já a garota.

 

— Quem é essa? — Ela perguntou mascando aquele chiclete que nem uma vaca. — Justin? — A cada palavra ou até mesma a pausa do seu coração estava me irritando, quase pulei no seu pescoço, mas consegui me segurar.  

 

— Não te interessa. — Falei rindo, não desviei o olhar do Justin, ele ainda estava sem reação. — Some daqui. — Olhei pra ela por um momento que fez uma cara de nojo. — Ouviu o que eu disse? — Me levantei e dei alguns passos.

 

— Quem você pensa que é?  — Ela teve a coragem de perguntar.

 

— Garota, eu te dou alguns segundos pra sumir da minha vista antes que eu arrebente essa sua cara de biscate. — Falei chegando bem perto dela.

 

— Justin? — Ela tentou chamar a atenção dele, mas ele estava muito perdido e sem raciocínio o suficiente pra qualquer expressão ou pra falar qualquer coisa. — É cada uma que me aparece. — Ela saiu andando pela rua e esperava nunca mais ver essa cara horrível que ela tem. Voltei o meu olhar para Justin e é incontável o tempo que ficamos cara a cara, eu não sabia se o abraçava, se o beijava ou chorava.

 

— O que você está fazendo?  — Ele perguntou engolindo seco, parado no mesmo lugar e na mesma posição.

 

— Podemos conversar? — Cheguei um pouco mais perto dele, olhei diretamente na sua boca, essa boca corretamente desenha e bem rosada que só ele tinha, seus olhos castanhos que brilhavam.

 

— Agora você quer conversar? — Ele respondeu com uma pergunta.

 

— Por favor. — Pedi e não me contive em beijá-lo, passei meus braços pelo seu pescoço e o beijei, ele demorou um pouco para ceder, na verdade cedeu por alguns segundos depois parou me dando um mínimo empurrão para que eu ficasse longe.

 

— Você é louca garota, precisa de remédio. — Ele disse fechando o carro.

 

— Justin, só me escuta.

 

— Escutar Ella? Você não fala comigo há duas semanas, você pediu pra eu fazer aquilo, eu fiz e você passa semanas sem olhar na minha cara.

 

— Justin...

 

— Não vem com Justin não, agora você vem aqui, espanta minha foda e me beija? O que você está achando que eu sou? Um brinquedo? Marionete?  Enquanto você estava bem feliz com seu namorado nessas semanas, fez eu me sentir culpado a toa. — Ele disse cada vez mais alto vindo pra cima de mim, fui dando alguns passos para trás com medo e acabei caindo na varanda ficando sentada. — Acha que sou tão horrível assim pra encostar um dedo em você?

 

— Justin eu te amo. —Dei um grito, um grito tão alto capaz de todo mundo ouvir, da vizinhança inteira, mas se eu não gritasse ele iria continuar falando. — Eu te amo. — Voltei a chorar em desespero, aquilo estava na minha garganta. — E não é apenas como melhor amigo Justin. — Olhei pra ele e ele ficou ali em pé me olhando, um pouco assustado eu diria, com os braços cruzados, ele deve estar desacreditado.

 

— E o que te faz pensar isso? — Perguntou.

 

— Eu te amo Justin, eu me apaixonei por você e sei disso desde a nossa chegada do Canadá, a partir do momento em que estava na cama com um cara maravilhoso e não parava de te ver. — Continuei sentada ali, abaixei minha cabeça e limpei meu rosto. — Eu pedi sim pra você fazer aquilo, eu precisa ter certeza, mesmo com aquilo só foi cair a ficha ficando longe de você, eu não posso viver mentindo. — Suspirei para continuar falando e ouvi ele sentar ao meu lado. — Me perdoe por fazer isso, ficar essas duas semanas desaparecida, desculpe, eu precisa de um tempo para raciocinar tudo isso.

 

— E passou essas duas semanas dormindo com Christopher enquanto pensava no que queria, pelo amor de Deus Ella…

 

— Eu nao o vi essa semana Justin.

 

— Você acha que eu sou idiota? — Disse baixo.

 

 

— Eu e Christopher terminamos. — Falei no mesmo tom e no mesmo minuto ele ficou em silêncio, nós ficamos, dava apenas para escutar os meus soluços e o vento passando forte.

 

— Que?

 

— Vai me fazer repetir? — Perguntei falando um pouco alto. — Foi a coisa mais difícil que fiz.
 

— Meu Deus Ella. — Ele disse.

 

— E tudo que acabei de dizer Justin, é verdade, tudo, não sei se é tarde demais, mas é o que eu sinto. — Olhei pra ele novamente e tinha um semblante assustado, ficou paralisado me olhando, acho que estava raciocinando tudo aquilo que falei, talvez não estivesse acreditando em tudo, ou até mesmo seja tarde demais pra mim

 

— Vem comigo. — Ele se levantou e me ajudou a levantar abrindo a porta da casa dele, foi um choque de temperatura, estava muito frio lá fora, eu estava até me tremendo, Justin correu e pegou uma coberta. — Você está tremendo. — Enrolou em mim e se sentou ao meu lado me abraçando pra me dar calor humano. — Eu estou aqui. — Ele disse fraco, com aquela voz rouca. Eu não consegui parar de chorar um minuto se quer, meus olhos e minha cabeça estava até doendo, há todo segundo aquele olhar de Chris vinha na minha cabeça e meu coração se apertava, eu não sabia o que estava fazendo, não sabia no que tudo isso iria dar, mas eu já estava aqui não adianta eu dar pra trás. — Ella você estava falando sério? Não está brincando comigo? — Ele perguntou, olhei pra ele e chorei mais ainda não era possível que que ele estava desacreditando.

 

— Eu queria que fosse brincadeira. —Abaixei minha cabeça afogando ela nos meus joelhos e já podíamos escutar a chuva desabar lá fora, foi questão de minutos, nós sairmos de lá para ela cair. — E é claro que você já sabia Justin. — Olhei pra ele indignada com o jeito que ele falava como se não soubesse. — Não se finja de besta, eu sei que você sabia.

 

— Eu não tinha certeza. — Ele disse entortando a boca.

 

— Agora tem.

 

— Você está bem? — Ele perguntou acho que em relação ao Christopher.

 

— Não sei, era pra eu saber. — Passei as mãos no meu rosto limpando todo vestígio de lágrima.

 

— Vai ficar. — Ele disse me puxando para um abraço e coloquei minha cabeça no seu peito, Justin é muito quente, ele parece estar em chamas de tanto calor que seu corpo tem.

 

— Eu espero. — Disse passando a mão em seu braço.

 

— Olhe pra mim. — Ele puxou meu rosto para que pudesse olhar dentro dos meu olhos, ficou por um bom tempo e eu não sei o que ele está fazendo, sei que estava ansiando por essa boca, eu só queria que ele me beijasse e não parasse, que nunca mais me soltasse. Justin sorriu bem fraco e parecia ter raciocinado agora tudo o que disse. Ele acariciou meu rosto com cuidado, olhou cada detalhe do meu rosto, literalmente cada detalhe até parar na minha boca, escorregou sua mão até minha nuca e selou nossos lábios, bem lentamente me beijou, foi a sensação mais incrível que eu senti, que meu corpo sentiu, parecia que eu tomará um choque nesse momento, meu corpo inteiro se arrepiou, meu sangue ficou mais quente. Minuciosamente ele me colocou em seu colo sem parar o beijo, apertou minha cintura e grudou nossos corpos, minhas mãos foram parar no seu pescoço. Com a medida que passava o tempo o beijo foi se intensificando, Justin com cuidado e parece que um pouco de medo tirou minha camisa e parei o beijo para ajudá-lo, sua reação foi a melhor, ele olhou para os meu seios e sorriu de orelha a orelha.

 

— Eu realmente tenho você só pra mim? — Sorri em resposta e ele voltou a me beijar na mesma velocidade, o ajudei com sua camisa e sentia suas mãos desenharem minhas costas. Parei o beijo e me levantei, ele ficou me olhando sem graça e assustado, dei risada dele e peguei na sua mão o puxando para se levantar quando ele fez isso voltei a beijar ele indo em direção a escada foi quando Justin me pegou no colo fazendo minhas pernas ficarem enlaçadas em sua cintura.

Ao chegar no seu quarto me deitou lentamente naquela cama pude sentir o lençol gelado por toda a minhas costas, ainda com minha perna enlaçada nele, Justin apertou a mesma com uma mão enquanto a outra se encontrava na minha nuca. Justin desabotoou minha calça sem nenhum pingo de delicadeza, se ele tivesse estragado eu ia matar ele. O ajudei a tirar minha calça e a dele junto, parecíamos com sede daquilo, foi uma coisa tão precisa, não sabíamos como desgrudar nossos lábios, com um pouco de receio Justin colocou as mãos nas minhas costas, o ajudei me envergando um pouco e vi seu medo pelo fato dele ter tentado uma vez e voltado a mão onde estava, ele abriu o sutiã e o jogou para trás, deixando meus seios nus totalmente para fora. Passei minhas mãos por todo seu peitoral e sua barriga indo até suas costas e cravando minhas poucas unhas por ali, Justin tirou sua cueca enquanto parou o beijo e sorriu maliciosamente, ele realmente tinha pelo o que se gabar mesmo.

Beijou meu pescoço inteiro até descer aos meus seios, enquanto apertava um, distribuía beijos e chupões no outro, desceu aqueles beijos pela minha barriga até chegar na minha virilha e minha vagina ainda coberta pela calcinha, há todo momento eu podia sentir sua risada abafada, eu parecia um troféu pra ele, um prêmio. Justin segurou a calcinha com uma mão insinuando que ia tirá-la e demorou um pouco pra isso, ele foi tirando na maior lentidão do mundo enquanto beijava aquela região, quando ele tirou, passou por toda minha perna, a jogou na mesma direção do sutiã e voltou onde estava fazendo agora seu serviço completo, fechei os olhos e "curti" aquele momento, apertei o travesseiro na minha cabeça, Justin passou sua língua por toda a região da minha intimidade, do meu clitóris até minha vagina, enquanto fazia movimentos circulares no meu clitóris, brincava com sua língua por ali, o que me fez revirar os olhos em prazer, meu corpo estava em choque de emoções e sensações, não sabia se me contorcia na cama ou ficava estática. Ele deslizou seus dedos para baixo e brincou um pouco até penetrar bem pouco, fez um dar um pulo pra cima e sem demora penetrou seus dois dedos dentro de mim, lentamente várias vezes, senti um espasmo no meu corpo inteiro, fazendo meu corpo relaxar naquela cama, porém,  meu coração ainda estava muito acelerado após sentir um líquido preencher os dois dedos dele. Justin beijou minha virilha e fez a mesma coisa de antes só que agora de baixo pra cima, me beijou novamente e dava pra sentir seu membro encostar minha vagina, ele passou várias vezes ele por ela e aquela sensação já estava voltando, meu corpo ficou agitado novamente, cravei minhas mãos na sua nuca e costas, ele desceu sua boca até meu pescoço beijando o mesmo e penetrou seu pênis com vigorosidade dentro de mim, suspirou forte e puxei seu rosto para poder beija- lo mais, Justin estava compensando todos esses meses em que convivemos dia e noite sem fazer absolutamente nada. Era maravilhoso tê-lo para mim, ter todo esse calor, sentir toda essa mistura de sensações no meu corpo inteiro, eu não sabia se o beijava ou suspirava, tentava respirar, estava difícil. Ele penetrou várias vezes lentamente e dei um gemido bem alto assim que ele aumentou a velocidade e pude sentir todo seu membro dentro de mim, ele se glorificou, não tirou aquele sorriso do rosto até ambos chegarem no ápice, ele tirou seu pênis de dentro de mim assim que soube que iria gozar, senti o mesmo na minha vagina o dele escorrendo até ela e o meu sujando toda a cama, meu corpo novamente parou de receber qualquer coisa, minha respiração ficou mais ofegante que nunca, só podíamos escutar as duas respirações naquele quarto, a chuva forte caindo lá fora, da janela dele deu pra ver as gotas escorrendo lentamente. Olhei um momento pro lado e Justin estava me olhando, acho que seu medo era que eu me arrependesse, como eu poderia, foi o melhor sexo da minha vida, com quem eu realmente sinto alguma coisa.

 


Notas Finais


Gente o término com o Cris eu não quis colocar muito, é pra ser apenas um flash, não quer dizer que foi do nada assim que terminou e se tem alguém que gostava dele, me perdoa.
Devo continuar? Estão gostando?


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