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História São Paulo vs 26 - Capítulo 6


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Capítulo 6 - Capítulo 5


Parecia um dia calmo para muitos... Mas para outros... Seroa um dia pongo e pesado, São Paulo se via posicionando suas defesas e ataques, enquanto ouvia o barulhos dos passos caminhando em direção a si, pesados fortes e pesados, São Paulo se preparava para a guerra contra seus próprios colegas de trabalhos... Ou deve dizer... Ex colegas de trabalho, havia sido acordado com o barulho de seu celular, e algumas noticias dos seus ex colegas indo em direção a si, para atacar em vingança a Mato Grosso do Sul.

- Eu não vou. - Rio de Janeiro disse prontamente, minutos antes de todos saírem do local para a batalha.

- Como assim, você não vai? - Paraná fala quase rosnando para Rio de Janeiro, que permaneceu de braços cruzados.

- Não vou, e ponto final, não tô em clima de guerra, além disso tenho trabalho a fazer. - Rio de Janeiro fala, meio raro de sua parte se importar com o trabalho, mas mesmo assim saiu andando deixando o paranaense sozinho ali.

- Es...Espera eu também não vou... - Minas Gerais fala, correndo para alcançar o carioca e logo deixando o futuro campo de batalha.

E logo depois de uma hora tortuosa, estava os 22 estados e São Paulo frente a frente, cada um com suas defesas e ataques mirados um para o outro, Paraná sorrindo sadicamente da o comando, e logo ambos os lados começam a trocar tiros, São Paulo conseguia desviar e se esconder como um veterano de guerra, assim como muitos ali, enquanto outros ainda estavam meio despreparados, mas se escondiam e tentavam não levar nenhum tiro, Paraná tinha um sorriso bem sádico em seu rosto enquanto tentava acertar São Paulo, e ao mesmo tempo desviava dos tiros do Paulista.

- Por que você não quis ir? - Minas Gerais pergunta para Rio de Janeiro se sentando ao lado do mesmo.

- Ia ficar fácil de mais vencer comigo lá hehehe... - Rio de Janeiro fala meio rindo, e Minas Gerais apenas balança a cabeça negativamente.

- Rio... Justo agora, você faz piadas... - Minas Gerais fala, e o carioca apenas a olha meio com deboche.

- Ué... Eu não to lá, e nem vou estar, vou só fingir que apoio e é isso aí... Não quero atirar no Sp... - Rio de Janeiro fala, e Minas Gerais apenas concorda com a cabeça.

- Entendo... Também não quero... Bichin... Ainda to surpresa que a Espírito Santo foi... - Minas Gerais fala e logo sem seguida soltando um longo suspiro.

Algo estava errado... Muito errado, estava tudo muito quieto, São Paulo não estava atirando, e nem aparentava se mover, Paraná mandou o comando de cessar fogo e todos o obedeceram rapidamente... Parando de atirar... E ficando atentos... Paraná sentiu algo estranho... Deu o comando para todos procurarem pelo Paulista, tentando perceber movimentos estranhos... Ou barulhos... O vento soprava pelos cabelos dos estados ali... Com o vento viram um vulto preto passando com muita pressa, e logo armas foram apontadas em direção que o vulto foi visto, foi então... Que começou... Explosões... Por todo lado, o tanto que o vulto se movia mais explosões causava, fazendo muitos estados ali começarem a tussir e a ficarem feridos... Muito feridos... Todos se agaxaram tentando suportar aquilo, até que silêncio novamente... E de novo São Paulo não estava em nenhum lugar... Até que Paraná mesmo com o braço torcido mandou todos procurarem pelo Paulista... Mato Grosso acabou indo sozinho com a arma em mãos... Até que acabou frente a frente com São Paulo que o olhava com fúria, mas quando reconheceu... Seu olhar de fúria desapareceu, Mato Grosso apontou a arma para São Paulo com medo pela sua própria vida, mas então viu que não estava carregada.

- Mato Grosso... Eu não quero te machucar... - São Paulo admite, fazendo Mato Grosso arregalar os olhos, ainda olhando com medo para o paulista.

- Eu vou te poupar, mas você vai ter que voltar e dizer a eles que não me achou... Entendeu? - São Paulo fala com uma voz de comando, quase uma ameaça, Mato Grosso apenas acena com a cabeça e se retira do local, e São Paulo volta a se esconder e a se mover como um vulto por aí... Sentiu pena do seu agora... Oponente... E se culpava por isso... Não deveria sentir isso...

Então todos repararam o que São Paulo realmente queria com as bombas... Ele se livrou dos mais fracos... Dos menos preparados,  Roraima estava sem sinais de vida juntamente com Amapá e Tocantins, Piauí estava desacordada quase morta, e Acre também no mesmo estado, assim que a poeira abaixou e todos viram o estados desses estados, começaram a chorar... Lágrimas se misturando com sangue, eram os mais fracos em questões financeiras e logo em armamento militar... Mato Grosso ao ver a cena... Logo começou a chorar, segurando o corpo de Acre em suas mãos.

São Paulo via de longe a cena, segurava suas lágrimas... Seu plano tinha dado certo... Atacar os mais fracos primeiro... Para diminuir o número, as bombas deram certo... E conseguiu matar os mais fracos... Paraná achou São Paulo com o olhar e logo expressou um olhar de fúria.

- ESSA VAI SER A ÚLTIMA VEZ, QUE VOCÊ MATARA ALGUNS DE NÓS SÃO PAULO, A ÚLTIMA VEZ, SEU FILHO DA PUTA. - Paraná gritou para São Paulo, Maranhão logo tentou colocar uma mão do ombro do paranaense.

Era um dia triste... São Paulo assim que chegou em casa, desabou em lágrimas, não queria ter os matado, mas tinha que fazer aquilo... Pegou um cigarro e fumou para se acalmar, se concentrar em melhorar seu armamento, comprar mais bombas, e começar sua própria empresa... Uma empresa independente, como Cisplatina fez anos atrás.

- No que deu? - Minas Gerais perguntou preocupada olhando para os rostos tristes dos estados que voltavam.

- Ele matou... Matou... - Mato Grosso fala entrando na sala, ainda meio perturbado com aquilo tudo, e a mineira logo foi a seu encontro.

- Matou quem? - Minas Gerais pergunta horrorizada, e Mato Grosso logo olha para a mesma, e assim aponta para as macas dos mortos vindo, fazendo Minas Gerais ficar sem reação... O horror era visível em seus olhos, não conseguia acreditar no que estava vendo, no que são Paulo tinha feito... Rio de Janeiro observava de longe... Com um ódio crescendo dentro de si, uma fúria que não iria conseguir conter por muito tempo.

Começaram a passar mais tempo comprando, e melhorando o arsenal, dessa vez haviam comprado bombas também, para conseguir pegar São Paulo assim que ele começasse a fugir como um vulto.

- Deixem o arsenal de bombas por minha conta... Eu vou fazer esse merdinha pagar... - Mato Grosso do Sul fala, usando uma muleta para se locomover, estava se recuperando rápido desde que levou um tiro em sua barriga...

Continuavam não contando nada para Distrito Federal... Pois aquilo tinha virado pessoal... Eles iriam com toda a força atrás do paulista, dessa vez tinham bombas, e sua defesa tinha melhorado, e ajudaram os mais fracos em sua defesa e armamento também, para que dessa vez São Paulo não atacasse pelos mais fracos...



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