História Sara, a babá perfeita - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Mamamoo
Personagens Hwasa, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V, Wheein
Tags Babá, Fic Do Utt Gostosão!!, Kim Namjoon, Rap Monster, Wheesa, Yoonseok
Visualizações 100
Palavras 3.545
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ia sair ontem esse cap, mas não deu, eu estava morta!

QUERO SIM DEDICAR ESSE CAPÍTULO A KARI! Palmas pq ela completou ano ontem <33 Uma veia já, gente!
Te amo, nega!

Bem, sem nada mais a falar, bem, boa leitura <2

Capítulo 4 - Capítulo III - Pipocas


Fanfic / Fanfiction Sara, a babá perfeita - Capítulo 4 - Capítulo III - Pipocas

Sara já havia visto o escritório antes, mas agora, que Namjoon estava servindo duas xícaras de café bem fumegante, ela pôde observar sobre a mesa, havia uma grande quantidade de papéis, até sentiu certa pena de quem fosse assiná-los ou separá-los. Agradeceu quando Namjoon indicou que bebesse e pegou a xícara provando do líquido, era bem notório que aquele café era de máquina. Pensou em mente que faria bem melhores que aquele, sem querer se gabar, obvio.

O homem pegou duas pastas e entregou um a ela, tinham apenas duas folhas e vinham com uma caneta. Era seu contrato. Percebeu ali mesmo que não trabalharia com qualquer advogado, era um advogado muito linha dura, só de ver aquele contrato quis repensar sua estadia ali, poxa, ela iria apenas cuidar dos seus filhos…

— Apesar de você ter horário fixo, eu preciso que venha até aqui quando eu pedir, costumo ter algumas reuniões urgentes e algumas durante finais de semana, não posso simplesmente deixar meus filhos sozinhos, entende? Será que seria possível? — Sara encarou o senhor Kim a sua frente, ela lia o contrato e ouvia tudo que o homem falava. Trabalhar aos sábados? E possivelmente nos domingos? Sara fez uma visível cara de desagrado, afinal, ela tinha faculdade também, além de, bem ou mal, uma vida!

— São muito frequentes? É que eu faço faculdade e o fim de semana é para atualizar minhas atividades e trabalhos. Além que eu… bem, tenho uma vida social, sabe? — Não queria ser grossa com seu chefe, mas não queria ser escrava.

— Entendo, mas acalme-se, são poucas vezes que tenho reuniões, e geralmente são almoços, logo eu retorno para casa e te libero, lógico que pagarei cada hora extra. — A palavra pagamento agradava Sara.

Depois de pensar um pouco e pensar que seria até bom almoçar com seus filhos e ainda ganhar para isso, assentiu. Recebeu um belo sorriso com direito a covinhas do seu chefe, se prendeu nela durante alguns segundos, mas logo desviou o olhar para sua xícara de café, ela já meava o recipiente.

Um som de mensagem ecoou naquele silêncio confortável, não podia ser o de Sara, pois ela tinha o desligado, então Namjoon conferiu seu aparelho e viu ser uma mensagem do Yoongi, nela relatava a perda de um cliente e até um futuro processo, foi inevitável para Namjoon não gritar irado com aquilo, mas o homem não pensou nas consequências.

— Mas que merda! — A voz grossa e autoritária de Namjoon era assustadora, era rouca e grossa, trazia calafrios, era impossível não se assustar! Por isso, Sara tremeu na base e derrubou o café em sua perna, sua pele queimando lhe fazia franzir o cenho em muito dor.

— Meu Deus! — Exclamou assutada e sentindo a perna arder como o inferno. Quando Namjoon notou o que tinha causado tratou de pôr se de pé, andou até a garota que se abanava e levantava a barra da saia que estava molhada. A pele da sua coxa já dava inícios de vermelho, só de ver Sara sabia que aquilo lhe causaria um despelamento e estava frustrada só de imaginar como seria horrível.

— Desculpa, eu assustei você, eu sempre esqueço que devo me controlar e acabo fazendo essas merdas, eu vou pegar papel e água ‘pra você. — Encarou a perna vermelha da mulher e sentiu remorso, ele devia equilibrar sua voz, sabia da potência que tinha nela, mas não era de usar tons enraivecidos assim.

— Rápido, por favor! — Então, ali mesmo, Namjoon pegou papel toalha e uma garrafa de água, abriu a mesma e despejou sobre o pape, foi tocando aos poucos na perna da negra, mas ela mesmo fez esse serviço.

Namjoon avaliava o tanto que havia queimado, a pele estava vermelha e sobressaltada na parte atingida, para Sara já doía além da conta, queria apenas algo que abaixasse a temperatura e lhe garantisse que aquilo não faria despelar a área depois. Mas não tinha nada que lhe garantisse isso.

— Perdão, eu realmente… — Assoprou culpado.

— Tudo bem. — Claro que não estava tudo bem, Sara queria mesmo era NÃO ouvir ele pedir desculpas e sim ver lhe buscar alguma coisa contra assaduras.

— Não, não ‘tá tudo bem, olha o que eu provoquei. — Falou triste. Namjoon não gostava de machucar ninguém daquela forma.

— Mas o que está acontecendo aqui? — Uma voz bem conhecida por Namjoon perguntou – gritando – ao vê-lo com a mão sobre a perna de uma mulher desconhecida para si.

Jaeun, sua… como podia rotular aquela mulher? Peguete? Amante? Divertimento em momentos de tédio? É, não tinha nada como denominar aquela mulher, então que chamasse-a pelo seu nome. Mas agora, não havia motivos para ligar ‘pra ela, sua nova funcionaria estava com a perna toda ardida e vermelha por culpa da sua voz um tanto assustadora.

— Espere aqui. — Mandou para a negra, mas para onde ela iria, afinal? Andar não era lá uma opção.

Namjoon se encaminhou até a porta, ato que fez Jaeun pensar que seria abraçada ou beijada, mas, na verdade, o maior apenas ignorou sua presença e parou no umbral da porta, procurou na sala e não viu Taehyung, devia estar na cozinha, já que Ayume estava sentada no sofá olhando para a cozinha. Encarou a filha e ela lhe olhou por um momento, logo desviando a atenção para a TV. já que Taehyung não estava ali, chamaria sua pequena para ajudar então.

— Ayume, mande seu irmão ir até seu quarto e pegar sua pomada para assaduras. — O rosto atento da menina não deixou de captar nenhuma palavra do pai. — Vá logo! — Logo se via Ayume descendo do sofá e suas perninhas pequenas irem em direção a cozinha. Não demorou muito para Taehyung aparecer na sala andando normalmente e com o cenho desconfiado, afinal, para o que seu pai queria a pomada da sua irmã? — Vai rápido, Taehyung, é para Sara, ela se queimou com café.

— Nossa. — Foi tudo o que disse antes de andar mais rápido e ir para o próprio quarto. Taehyung tinha uma pomada para queimaduras, o que é bem mais funcional nesse tipo de ocasião do que uma pomada para assaduras.

Ali, dentro do escritório, Sara molhava mais papel para aliviar o queimor, já diminuía mais, porém sentia sua pele bem ardida ainda. Por conta da dor, nem notou que a mulher que aparecera a pouco estava a sua frente e lhe encarando como uma verdadeira assassina. Só percebeu quando a mesma tossiu chamando sua atenção, e só assim encarou-a.

— Quem é você? — Era impossível não notar o ar desconfiado e a expressão superior que a coreana a sua frente fazia, seus cabelos castanhos na altura do ombro estavam todos jogados para o lado e, por um momento, quis saber o motivo dela lhe encarar como uma fuzileira.

— Sara Róger, a nova babá. — Responde de cenho franzido, a dor que sentia estava sendo mantida só para si e por isso fazia caretas. — Por quê? — Agora que parou ‘pra pensar, Sara queria entender toda aquela pose da mulher.

— Por nada, a propósito, me chamo Im Jaeun, sou namorada do Namjoon. — Na porta, aguardando Taehyung, estava Namjoon, sua preocupação no momento era como ficaria a perna da sua nova funcionaria, com certeza, bolhas apareceriam naquela região, estava mesmo sentindo-se culpado, porém, ao ouvir a voz da mulher de cabelos lisos dizer alto e em bom som que eram namorados tratou de se virar e encará-la.

Eles não eram namorados.

— O que, Jaeun? — A mulher encarou Namjoon impassível, ela apenas desejava que ele não falasse nada, não contrariasse, pois, na cabeça dela, estavam namorando a muito tempo. — Não somos namorados, você sabe disso.

Sara sabia que era errado rir desse tipo de situação, mas foi inevitável não se engasgar com a risada tentando prendê-la, aquela era uma cena de dorama*, idêntica!

— Sabe que somos, Namjoon-ah! A mãe quer muito isso, porque você não? — As bochechas infladas, os braços cruzados e seus passos rápidos até Namjoon, fizeram Sara arregalar os olhos, nunca pensou que assistiria a um dorama assim de perto e real.

— Você não se toca, Jaeun? — A voz de Namjoon não era agressiva e sim perplexa, afinal, ele já havia dito tantas vezes à pálida que não queria-a que agora estava apenas abismado com a insistência tão persistente dela.

— Não! Você que precisa se tocar, sua mãe quer nosso namoro, nosso noivado, ela sempre quis. Depois que aquela vadia foi embora você se tornou um idiota, eu sou seu acerto, quem vai ter por na linha, não percebe que temos que ficar juntos? — Jaeun estava agarrada ao braço de Namjoon e sentia seu peito arder quando escutava-o falar tais coisas.

— Você e minha mãe são as mulheres mais chatas que conheci na minha vida. Eu pouco me importo para o que minha mãe quer, a pouco tempo ela nem ligava para quem eu estava namorando, não é agora que eu vou deixar ela se meter. — Apesar de ser uma pessoa bem centrada, matura e ética, Sara estava amando aquele bate-boca. Pena que durou só até Taehyung entrar no local e ir até si lhe entregando a pomada.

— Não deixe ele passar, meu pai é a destruição em pessoa. — Avisou. Apesar do que aconteceu antes, Taehyung não queria ver a mulher negra com a perna toda cheia de bolhas e marcada.

— Obrigada. — Sorriu para ele. Sujou os dedos com a pomada branca e passou no joelho e em parte da coxa, sua sorte maior foi o vestido ter diminuído o impacto direto do café com a pele, aquilo gelou a área e Sara podia jurar que tinha sentido tanto prazer quanto num orgasmo, estava sentindo aquela pomada ir diminuindo a dor e o calor, aquilo era bom, verdadeiramente bom.

— Como se queimou? — Percebeu a presença de Taehyung só ao ouvir sua voz, estava presa ao prazer de não sentir a dor infernal em sua perna. Encarou o garoto, mas ele olhava com uma expressão nada boa para Namjoon que saia/fugia de Jaeun. Tinha nojo na expressão dele.

— Eu estava bebendo café e me assustei quando seu pai gritou ao telefone. — Respondeu baixo.

— Bem a cara dele. — Ficou em silêncio olhando para a porta, porém, uma questão martelava na mente do Kim mais novo, ele precisava da resposta dela. — Então, o que você vai em colocar como castigo? — Podia até não parecer, mas Taehyung tinha medo daquele castigo.

— Bem… eu já disso, não nos conhecemos, preciso saber melhor como lidar com você. Esqueça esse castigo, por enquanto, mas caso seu pai questione algo, diga que ainda não decidi e estou esperando a ocasião certa para tal.

— Espera, pediu para me dar um castigo no lugar do meu pai e agora não vai me dar um castigo? — Estava sem acreditar naquilo achou até que fosse alguma brincadeira.

— Exatamente, não agora, depois, quando conhecer melhor você. — Assentiu calma e apreciando a dor is sumindo, mesmo que lentamente.

— ‘Tá tentando ganhar minha confiança? — Era bem obvio!

— Hum. — Deu de ombros, pois era exatamente aquilo. — Olha… — Parou de falar quando sentiu um cheiro estranho no ar. — Tem alguma coisa no fogo? — O odor de comida queimando era intenso e por um momento Taehyung quase caiu ali mesmo.

— A pipoca! — Exclamou saindo do escritório a passos largos e rápidos. Sara bufou rindo dele e simplesmente se levantou, sua perna ainda ardia e latejava, mas ela não ficaria fazendo careta ali, esperaria para quando chegasse em casa e ai sim choraria pela pele que descascaria daquele local.

Conseguiu ver Taehyung passar por uma porta branca e então seguiu para lá. Viu o menino desastrado retirando a pipoca queimada e amarelada do fogo, a expressão de fracasso do menino quase fez Sara rir, mas se conteve e se aproximou do fogão elétrico.

— Quando isso acontece coloque água na panela, evita que dificulte o professo de lavar depois. — Taehyung estava se sentindo mal, era a segunda vez que isso acontecia, é que, para ele, pipoca era uma espécie de comida bipolar; é gostosa e fácil de fazer, mas tem efeitos colaterais como te queimar ou se queimar. — Vou fazer para você. — Disse calma depois de pôr água na panela com pipoca queimada. — Me dê uma panela de pressão e uma tampa comum para ela. — Suas mãos foram até uma toalha vermelha sobre a mesa de ilha da cozinha para enxugar as mãos.

— Panela de pressão? — A pergunta tinha um toque de estranheza, afinal, haviam panelas boas para fazer pipoca.

— Sim. — Encarou o garoto esperando ele agir. Sobre a mesa de ilha estava o milho de pipoca e o óleo, havia um pá e manteiga. Taehyung devia saber fazer, mas também devia se distrair fácil.

— Estrangeiros! — Exclamou baixo indo buscar a panela. Logo o que pedira estava ao seu alcance e Sara já preparava pipoca como sempre preparou.

O cheiro de pipoca fazia o lugar ser mais agradável, o som dos estouros era uma coisa comum e engraçada, ainda mais quando uma Ayume apressada entra na cozinha e faz de suas mãos duas arminhas, ela simula que está atirando tanto em sua babá quanto em seu irmão, sua expressão é de compenetrada no que faz e seu corpo mexe-se como se estivesse sem equilíbrio. Foi impossível Sara e Taehyung não sorrirem vendo aquilo.

Como se fosse combinado, ambos os mais velhos presentes fingiram sentir tiros em si, faziam caretas de dor e iam descendo para o chão de acordo com os “tiros” recebidos. Aquela cena era engraçada e Taehyung até se questionou se aquela mulher era normal, pois, para a idade dela, fazer aquilo era idiotice.

Sara parou ao notar que os estouros iam acabando e, para não interromper a maravilhosa interpretação de Tae – cuja era convencer sua irmã de que estava morrendo enquanto via-a rir da cena – procurou ali o lugar das bacias, queria uma para pôr a pipoca e temperá-la.

— Onde é? — Questionou a si mesma, porém quando virou-se para trás e olhou sobre a mesa de ilha, notou uma bacia verde em formato de copo com a foto da Mulan, teve certeza que era da Ayume e servia justamente para pipoca.

Taehyung puxou a irmã e lhe abraçou apertado, era a vontade que tinha sempre que via-a. Sua pele macia era boa de abraçar e tocar, um cheiro bom de morango e um riso contagiante. Nem notou quando Sara terminou de preparar a pipoca e agora só observava-os. Sorriu para o sorriso comilão da irmã que notou as espumas gostosas; foi como chamou as pipocas de primeira vez.

— Obrigada. — Sim, Taehyung tinha educação… só que as vezes não usava.

Sara sorriu para ele. Assistiu Taehyung sair da cozinha com Ayume num braço e levando a pipoca com o outro, desfez o sorriso e começou também a se mover, mas, ao pisar em algo, parou. Havia derrubado algumas pipocas no chão, ia limpar e então ir embora, sua missão ali estava completa.

Se ajoelhou e começou a apanhar. Quando ia se colocar de pé, ouve a porta da cozinha ser aberta rápida e a voz da mulher de antes diz:

— Parar? Para com o quê? Parar de te dizer a verdade? Ah, neném, você deve parar de ir contra o que quer, já fazem quase sete meses que… — Namjoon entra e Jaeun segue-o.

— Jaeun! — Interrompeu. — Para! Eu não vou ficar com você, eu não vou ser o seu oppa*, eu não vou casar com você! E eu tô nem ai para minha mãe e o que ela fala sobre eu ter que casar de novo. Eu não ‘tô desesperado para encontrar uma e esposa e, por favor, pare de correr atrás de mim! — Implorou mentalmente para que aquela mulher se tocasse e fosse embora.

Jaeun era uma pessoa ótima, quando calada e longe!

— Então você só me usou?! — Gritou, fazendo até Sara que estava esperando saírem dali, se assustar um pouco. Namjoon tapou os ouvidos durante o grito e sentiu vontade de gritar de volta, mas, por ser um homem educado e cavalheiro na maioria do tempo, ele não fez.

— Como assim eu te usei, criatura!? — Perguntou irritado com aquilo.

— Vo-você me deflorou e agora quer-quer que eu me afaste! — Tinha um tom rosa nas bochechas dela, sua voz era baixa e acanhada, mas, agindo daquele jeito, fez apenas Namjoon revirar os olhos em desgosto; como sua mãe queria que ele casasse-se com um protótipo de dorama?

— Eu te deflorei? O quê? — Uma grande interrogação ganhou forma no rosto de Namjoon.

— Você foi meu primeiro! Eu era uma virgem imaculada! — A expressão do Kim não tinha forma, era apenas uma grande decepção. Se perguntava o que sua mãe havia visto naquela mulher.

— Jaeun, você não era virgem, intocada, imaculada e qualquer outro sinônimo para isso, nem aqui, nem do outro lado do mundo! — Deixou claro, a voz dele já estava se tornando alterada. A persistência de Jaeun era irritante. — Quando transamos, você já tinha passado pelas mãos de alguém, não que isso seja errado, mas não é motivo e nem verdade que me faça casar com você. — Namjoon estava se estressando e ficando com dor de cabeça. Esse era o efeito Jaeun.

— Não ouse rebaixar minha preciosidade assim! — Dava-se para ver um brilho bonito nos olhos de Jaeun, ou seja, um choro falso.

— Preciosidade? — O Kim queria morrer depois de tal palavra e Sara gargalhar.— Preciosidade é a paciência que eu ‘tô gastando com você, Jaeun! — Levou cada mão para cada lado da cabeça, fazendo o sinal okay. — Não faz isso comigo, me deixa em paz, pelo amor à vida! — Pediu agoniado.

Sara, que estava escondida atrás da mesa de ilha, recostou as costas no armário ali e começou a aprestar atenção na conversa dos dois alheios a sua presença. Ela não mentiria para si mesma, estava amando aquele “barraco”, até esquecera um pouco da dor em sua perna.

Jaeun era então apenas uma ‘peguete do Namjoon e, pelo que foi ouvido, ele não queria mais nada com ela.

— Mas, Nam, eu estou falando a verdade, não me trate assim depois do que vivemos. — Se aproximou alisando os braços do maior.

Respirou fundo para não gritar com ela, mas apenas lhe afastou. Namjoon tem uma personalidade encantadora, mas naquele dia ele não estava bem, precisava se livrar daquela mulher, fechar o contrato com a babá e então resolver os problemas da empresa.

— Jaeun, a gente transou, nada mais! Nós transamos a duas semanas! E outra, para com essa história de virgem, porque — Parou e olhou para o teto procurando coragem ‘pra explicar algo como aquilo a ela. — Eu não sei se você sabe, mas quando a mulher é virgem ela tem algo chamado hímen! E sabe, meu doce, você não tinha isso. — Jaeun franziu o cenho querendo estrangular Namjoon por saber daquilo, pois não, ela não era virgem, a muito tempo ela não era mais.

— Como tem certeza disso? — Mas ela tinha que tentar até não ter mais possibilidades para ele acreditar.

Namjoon não queria dizer aquilo, mas se sua paz de espírito dependia daquilo, que seja!

— Eu te penetrei! E dá ‘pra sentir através da penetração! — Sim, já estava sem paciência. — Quando te penetrei e você gritou escandalosamente eu notei que não era por ser virgem e sim por ser escandalosa mesmo! — Sua raiva era tanta que já sentia o olho piscando através de espasmos.

Sara, ao ouvir aquilo, não conseguiu aguentar a vontade de rir, cuja já segurava a um tempo, e lufou em risada tapando a boca logo em seguida. Foi um grave erro, pois os dois que discutiam ali, pararam para tentar escutar alguma coisa a mais. E quando Namjoon notou que nenhum som saia de trás da mesa de ilha, começou a dar passos até a mesma para ver se havia alguém, se assustou ao ver Sara sentada no chão segurando alguma coisa na mão. Uma ruga bem visível e interrogativa surgiu na sua face e aquilo só serviu para Jaeun correr até lá. Seu rosto vermelho foi a única reação ao ver Sara ali.

— O que você ‘tá fazendo aí? — A voz foi de Namjoon, ela carregava estranheza e também indignação com um toque grande de perplexidade.

Pois era bem obvio que Sara escutou tudo que falou com Jaeun naquela cozinha.

— Eu ‘tava apanhando as pipocas. — O olhar dos dois em pé foram diretos as mãos de Sara depois que ela abriu e mostrou as espumas gostosas.

A porta da cozinha é aberta bruscamente revelando um garoto raivoso.

— Pai! Yoongi não para de ligar. Atende aquele anão logo antes que ele pife seu celular de tantas ligações e mensagens! — Taehyung entrou de uma vez segurando o celular do pai na mão, porém, ao notar que não recebera atenção e que tanto Jaeun quanto seu pai olhavam confusos para o mesmo lugar, decidiu se aproximar e reforçar o pedido. — Pai, atende! — Parou ao lado de Jaeun olhando para onde eles olhavam, viu Sara ali sentada no chão com cara de criança que apronta. — O que você ‘tá fazendo aí? — Perguntou também confuso.

— Eu ‘tava apanhando as pipocas. — Respondeu com um medinho crescente.

— E por que não avisou que estava aí? — Dessa vez foi Jaun que questionou. A mulher estava envergonhada. E com razão, oras!

— Porque eu ‘tava apanhando as pipocas? — Encarou as expressões no local, iam de confusas a indignadas.

Bem, Sara desejava profundamente que aquilo não dificultasse sua estadia na casa, afinal; ela só estava apanhando as pipocas!


Notas Finais


Dorama - Mano, vcs sabem neh? São tipo novelas asiáticas,
Oppa - Irmão/Amigo/Namorado mais velho, usado de meninas para meninos

Psé... ELA SÓ ESTAVA APANHANDO AS PIPOCAS GENTE!
Imaginem ela falando com um neném! Ksksksks
Foi isso, eu falei q ia ter comédia -ou tentativas kkkk-

GOSTARAM? Espero que sim, me demonstrem o amor por essa fic sendo amorzinho e comentando <33
FAVORITA TBM
BJÃO, até o próximo <33


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