História Sasuke e Sakura - A História Nunca Contada (SasuSaku) - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Kakashi Hatake, Naruto Uzumaki, Personagens Originais, Sai, Sakura Haruno
Tags Casamento, Naruto E Hinata, Sakura, Sasuke, Sasusaku, Uchiha
Visualizações 341
Palavras 1.719
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Hentai, Luta, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Por favor, não me matem! Eu sei que deveria ter postado capítulo novo ontem, mas minha internet estava um lixo, então não deu. Me desculpem, meus pequenos cupcakes, eu vou recompensa-los com mais um capítulo ainda hoje!
Divirtam-se 😚

Capítulo 14 - Sobrevivência




*SAKURA

Eu não hesitei.
Como já estávamos perto de casa carregar o corpo de Sasuke não foi tão difícil assim. Bom, foi difícil por causa dos olhares, mas eu tentei não me importar. Sasuke não pesava quase nada.
Balanço a cabeça ainda correndo.
Minha adrenalina está alta e minha extrema força física não deixa que algo tão leve como o corpo de uma pessoa dificulte minha corrida.
Meu hálito forma uma nuvem gelada no ar, e eu percebi com uma pontadinha no peito que estava demorando demais.
Corro mais depressa e depois de trinta segundos sufocantes, chego em casa.
Pelo calor da emoção, deixo Sasuke cair com um baque surdo perto da lareira, ele solta um pequeno gemido, mas ainda parece estar ocilando entre a realidade e inconsciência.
Rapidamente acendo a lareira e faço a coisa que sonhei em fazer minha vida inteira.
Tiro a roupa de Sasuke.
A roupa dele estava molhada porque o idiota se recusa a usar uma capa. Com um grunhido, consigo tirar sua camisa, sua espada, uma kunai escondida( não me pergunte onde), e seu cinto.
Paro para recuperar fôlego e conseguir vir a hora difícil.
Começo a tirar sua calça.
Tento ao máximo não tocar em nada, mas é impossível porque a roupa está tão encharcada que gruda no corpo todo. Finalmente consigo e respiro fundo com a visão diante de mim.
Uau.
Sasuke está somente de cueca box preta, que é a única peça de roupa  que está seca, e sinceramente, Sasuke parece que foi esculpido a mão.
Por um momento fico atônita, mas logo me recupero, essa beleza toda não vai servir de nada se ele virar um picolé.
Puxo ele mais para perto da fogueira e  corro para o andar de cima, pegando travesseiros, edredons, toalhas e agasalhos. Venho correndo e  tropeço no último degrau.
Xingando, começo a enxugar a pele molhada de Sasuke e percebo o quanto está gelada. Olho para seu belo rosto e vejo que seus lábios estão ficando com a coloração azulada.
Cubro Sasuke com o máximo de edredons possível e coloco um termômetro em sua boca. Depois de cinco minutos vejo que a temperatura dele não mudou. Começo a me desesperar, e por um momento me imagino no funeral de Sasuke.
A ideia me deixa determinada.
Não vou deixar esse miserável morrer, não antes de me pedir desculpas.
Com uma determinação que eu não sabia que tinha, começo a tirar a roupa até ficar de calcinha e sutiã.
O normal seria ficar nu, mas ele não está tão a beira da morte assim, bem, um pouquinho. Mas eu não ia ficar nua.
Tiro os edredons do caminho e subo encima de Sasuke. O choque inicial foi o frio. Era como se eu estivesse deitada em cima de um bloco de gelo. Mas depois começo a sentir melhor os detalhes.
Como os músculos da sua barriga são definidos, e que sua musculatura é mais tensa que o normal, até mesmo dormindo. E de como seus cabelos são cheirosos, de como a linha da mandíbula é definida... Todos esses detalhes passaram a mil por mim e eu começo a relaxar.
Puxo os edredons e cubro nós dois.
Uma mexa do seu lindo cabelo está em seu rosto, e eu impulsivamente levanto minha mão para tirar de lá, mas no último segundo minha mão para.
Sasuke não gostaria de ser tocado  assim. Não por mim.
Lembro a mim mesma que minha missão é salvar sua vida. E é isso que vou fazer.
Fecho os olhos e concentro meu chakra para que ele flua ao redor de mim em forma de calor.
Depois de um tempo, pego novamente o termômetro da boca de Sasuke e vejo que sua temperatura aumentou. Dou um pequeno sorriso, e pouso minha cabeça no peito de Sasuke.
Nem percebo quando caio no sono.

* * *


Estou tão quentinha.
Um edredom está a minha volta e minha cama está tão confortável... Na verdade, ela está com um formato estranho, parece ser feita de pele...
Abro os olhos e olho a situação ao redor.
Ontem estava cuidando da hipotermia de Sasuke e então...acabei dormindo em cima dele!
Sasuke me olha nexpressivo, mas se não me engano consigo ver um vislumbre de diversão em seus olhos. E tenho certeza que ele está rindo de mim, e não comigo.
Me levanto com uma rapidez surpreendente até mesmo para mim e olho para a janela. Já é de manhã. E eu dormi uma noite toda sem nem mesmo ter um pesadelo.
Estranho. Muito estranho.
Olho para Sasuke e vejo que ele está olhando para o meu corpo com uma expressão pensativa, até mesmo curiosa e tarde de mais percebo que estou só de calcinha e sutiã.

-Ah!

Corando furiosamente, pego um edredom e me cubro e saio correndo escada acima direto para o meu quarto.
Quando estava prestes a entrar no meu quarto, ouço uma pequena risada vindo do andar de baixo.

* * *


Tento reunir coragem para sair do meu quarto, descer as escadas e encontrar Sasuke. A primeira vez que durmo com um cara. A primeira vez que durmo com um cara e não faço sexo. Com um gemido, coloco a cabeça entre as mãos, apoiando os cotovelos nas pernas. Não sei se estou feliz ou triste. Se rio ou se choro.
Tento me ver pelos olhos de Sasuke.
A garota idiota que indiretamente o envenenou e depois teve que cuidar dele, morando na casa dele, uma garota que não merecia estar onde os Uchihas tinham pisado. E ainda por cima, era tarada e queria se aproveitar do garoto enquanto dormia.
Com um resmungo, olho para a porta do meu quarto tomando coragem para descer.
Respirando fundo, me levanto e abro a porta do meu quarto. Desço o lançe de escadas saltando o último degrau, que sempre me faz tropeçar.
Dou uma olhada na sala e vejo que tudo foi arrumado. Os edredons foram dobrados e empilhados por cores, os travesseiros estavam encima dos edredons e as toalhas estavam no cesto de roupa suja, também dobradas.
O cheiro de panquecas recém assadas faz meu estômago roncar, então presumo que Sasuke está na cozinha.
Com um suspiro entro na cozinha.
Sasuke está no fogão virando uma panqueca. Percebo que acabou de tomar banho porque gotas de água pingam do seu cabelo, e seu moletom está ficando úmido.
Acho que hoje ele vai ficar em casa.
Está com moletom, calça de moletom e lindamente descalço.
Que pés gostosos.
Não sei porque, mas acho pés tão sexy, e Sasuke tem os pés mais sexy que eu já vi na vida. Será que ele passa algum produto especial, ou simplesmente os deixa respirar de vez em quando? O dedinho mindinho é um pouco torto, mas isso torna o pé mais bonito, porque se não ia ficar muito perfeito e...

- Porque está olhando desse jeito para o meu pé? - Sasuke pergunta, me fazendo despertar do meu desvaneio.

Olho inocentemente para Sasuke.

- O que? - pergunto, cínica.

- Meu pé. Você estava olhando de um jeito quase...Deixa pra lá.

Ele coloca a panela na pia e se senta.
A mesa está repleta de alimentos. Morangos, kiwis, framboesas e uvas então amontoadas em uma travessa de vidro. Tem melado e  manteiga  perto das frutas, além de café e chá. As panquecas estão com um cheiro tão maravilhoso, que meu estômago responde com um ronco enorme.
Sasuke olha para mim e desvia o olhar provavelmente compadecido pela minha vergonha. Ele puxa uma cadeira e senta.

- Não vai se sentar? - ele pergunta, seco.

Não era minha intenção tomar café da manhã com Sasuke, mas sento pela falta de forças.
Então comemos em silêncio. O tempo todo tento não olhar nos olhos de Sasuke, afinal ele me viu de calcinha e sutiã. Mas enquanto como, sinto seus olhos em mim.
Não aguentando mais o silêncio, digo:

- Isso está muito bom.

- Claro que está bom, fui eu que fiz.

Sasuke da um sorrisinho de canto e meu coração acelera. Ele joga um morango na boca e mastiga olhando para mim. Engolindo em seco, volto minha atenção para a panqueca.

- E ainda é humilde. Que graça.

Sasuke tenta esconder a diversão, mas falha miserávelmente, ela simplesmente está lá, brilhando em seus olhos.

- Não é eu que tiro as roupas das pessoas enquanto elas estão desacordadas e indefesas.

Me engasgo com um pedaço de kiwi e tomo um gole de água antes de responder. Sasuke parece estar se divertindo bastante.

- Primeiro; eu salvei sua vida. - falo ainda esfregando a garganta. - Segundo; se eu não tivesse tirado sua roupa, você provavelmente teria morrido de hipotermia. E terceiro, na verdade, você teria morrido se eu simplesmente tivesse deixado você desmaiado no meio da neve. Então, acho que o que você está querendo me dizer é: Obrigado Sakura, por salvar a minha vida.

Em nenhum momento Sasuke desviou seus olhos dos meus, e isso me incomodou um pouco. É um concurso de quem encara mais? Porque essa eu ganho. Shannaroooo!
Sasuke come mais um morango, chupando o sulco da fruta dos dedos. E ele faz isso olhando para mim.
Arregalo os olhos e desvio o olhar.
Quando tenho certeza que ele não está mais olhando para mim, eu consigo olhar para ele.
Como já acabei de comer, me levanto e coloco meu prato na pia, já pegando a esponja e sabão.

- Pode deixar que a louça é minha.

Depois de mais alguns minutos, Sasuke se levanta, coloca o prato na pia, roçando seu braço no meu. Ele fica atrás de mim por mais alguns segundos e sua respiração me trás arrepios deliciosos em lugares incovenientes. Então ele fala, seu hálito quente contra meu pescoço.

- Obrigado, Sakura.

Meu maior desejo era me jogar em seus braços naquele momento, naquela pia cheia de louças. Imagino ele me beijando em todos os lugares e minhas pernas começam a fraquejar. Sinto arrepios involuntários abaixo do ventre e um frio na barriga que não tem nada a ver com o inverno.
Seguro a extremidade da pia para me firmar e aceno positivamente com a cabeça, afirmando que entendi. Não confio na minha própria voz agora.
Ele sai detrás de mim e passa pela porta da cozinha me deixando sozinha com minhas sensações. Fecho os olhos e escorrego pelo chão tentando entender o que foi esse mix de sensações que eu experimentei de uma vez só.


Notas Finais


Então gente, vou postar capitulo novo na versão do Sasuke Jajá. Beijos.


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