História Saudades de você - TaeTen - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Taeyong, Ten
Tags Gay, Lee Taeyong, Lemon, Lgbt, Nct, Nct U, Neo Culture Technology, Neo Culture Technology U, Taeyong, Taeyong!¡top, Ten, Ten!bottom, Yaoi
Visualizações 40
Palavras 702
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Shoujo (Romântico), Slash, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - The Lady and the Tramp; Primeira parte


A dama e o vagabundo.

Leechaiyapornkul, mais conhecido por Ten, seu apelido, é um garoto de apenas 17 anos, estudante do último ano do colégio, tem um sonho. Ser um grande advogado, mas existia algo que as vezes lhe fazia perder a concentração nos estudos.

Taeyong.

Tinha dias que não conseguia pregar seus olhos nos livros, somente sua mente em Taeyong. Gostava do mais velho, principalmente quando está o fodendo. Às vezes a desconcentração fazia Ten fogir e procurar pelo Lee, e sempre encontrava o mais velho fumando e com várias mulheres, lhe machucava o coração, mas sabia que sempre iria sofrer isso com qualquer bandido, principalmente com “O Dono da porra toda”.

Taeyong poderia foder com qualquer mulher, mas nenhuma delas sentava como Ten sentava em seu pau, não importava se fosse anal, não importava se tivesse corpão — pernas grossas, bunda grande, seios grandes, cintura fina —, não importava o quanto gemia fino e manhosa, podia ser a Barbie que fosse, Taeyong somente de queria seu tailandês.

Mas infelizmente Ten teve que ir embora para mais distante, após os pais do tailandês descobrir que o Chittaphon era gay e tinha relações sexuais com o traficante mais perigoso dali.

Depois de saber disso, o mais velho não perdia tempo com mulheres, seu caralho parecia que nunca mais iria subir sem o seu babyboy.

Certa vez, Taeyong passava na frente de um colégio, e viu Chittaphon, então passou a observa-lo todos os dias no mesmo horário, de segunda a sexta, até chegar nele.

Ten havia saído tarde da sala, por não ter copiado a atividade a tempo, por não conseguir se concetrar pensando no cara que te comia quase todos os dias antes de se mudar.

Durante essa semana, na saída estava sentindo que alguém lhe observava, mas ignorou, poderia ser coisa da sua cabeça, afinal só havia ele naquela rua.

De repente agarrou lhe por trás, fazendo o encosta na parede.

— Que saudade de você, bebê. — disse rouco próximo ao ouvido do menor —

— Quem é?… — pensou por alguns segundos — Taeyong?

— Então você ainda lembra de mim? — sorriu abraçando fortemente o garoto —

— Como eu poderia te esquecer? — sorriu fofo e se virou para o mais velho, logo o abraçando — E esse cabelo verde? — deu um selinho no maior —

— Uma surpresinha, amor — acariciou o rosto do tailandês —

Aquela última palavra proferida pelo coreano, aqueceu o coração de Ten.

— Surpresinha, é? — sorriu safado — Tenho que testar se colocaram o seu mega hair direito!

— Que porra de mega hair! Aqui é tudo original! 

— Está alterado, senhor Lee Taeyong? — brincou — vai tacar fogo no parquinho agora.

— Eu não, oxê, samareado. — roubou um selinho do menor — deixa os kid brincar, ‘mermão.

— Eu sou kid.

— Só se for bengala. — riu — ou sei lá, Kid rabo.

Kid rabo? Eu não nasci para ouvir isso sobre mim! — balançou a cabeça em sinal de negatividade —

— Bateu na perna do tailandês e inicou um beijo —

O gosto da maconha ficou na boca de Taeyong ficou um gosto doce para Leechaiyapornkul, aquele beijo matou uma parte da saudade de ambos, suas línguas em contato era a melhor coisa naquela hora, as mãos de Ten sobre os ombros do maior que estava com as mãos em sua bunda, apertando com força, mas infelizmente tiveram que parar por conta da falta de ar.

As pessoas que passam por ali, a maioria olhava com nojo, outras fingiam não ver e outros acham bonito, mas ora, dois gays se beijando no meio da rua era bonito? Muitas pessoas tem medo de se assumir LGBT por causa das pessoas homofóbicas ao seu redor, mas ‘taque o foda-se para todos — menos para os pais, não é, ‘more? vai com calma.—, e pegue quem quiser, beije, transe, não perca sua vida se escondendo no armário, saía de dentro do armário bem lindo/a.

— Vai fazer alguma coisa de tarde?

— Não. Não tem ninguém lá em casa, meus pais somente chegam tarde por trabalharem na capital. Vamos para lá, uh? — beijou o pescoço do de cabelos verdes —

— Só ‘vamo.



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