História Savannah - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Mundo Apocalíptico
Visualizações 3
Palavras 867
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Mistério, Survival, Suspense
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Curto, leiam tendo em mente como um enredo pequeno sobre a primeira década de ameaça, no próximo capitulo, caso o que eu escrevi tenha atraído na questão de curiosidade, ou ter gostado mesmo, haha. :)
Aproveitem o capítulo, galera, foi com carinho.

Capítulo 1 - Os primeiros anos de repressão.


    [2027 - Africa - Moçambique - 19:34]
  Alguns fortes ficavam em lugares altos, mas em algumas áreas da Africa não era muito fácil encontrar regiões assim. Então, costumavam compensar com paredes volumosas e de maior estatura, usando sucata, placas de aluminio e metal usados e pneus de trator. Lá, se encontravam 8 sobreviventes, todos armados com pistolas e rifles. A comida parecia estável, os suplementos criados no ano de 2020 garantiam mesmo uma segurança alimentar excepcional nos países. Tratavam-se de comprimidos repositores. As pessoas perderam a noção do que é comer uma boa pizza ou uma boa peça de picanha. A língua não é mais útil pra nada além de pedir por ajuda.
    A noite, costumavam usar macacos treinados para visualizar áreas ameaçadas ou parem localizar bandos dos animais. Não podiam detê-los em maioria, apenas evitar. Faziam isso com corpos mortos, tanto dos animais infectados quanto partes humanas. Mas também tinha outro, o enxofre. Destoava os sentidos de alguns dos animais daquela fauna, então algumas armadilhas dessas ficavam ao redor da barreira. As crianças reclamavam do cheiro, mas na adolescência já se acostumavam com o cheiro.
      Um macaco havia chegado, sinaliza no sino que ficava na área da sentinela. Ele sempre balançava quando percebia algo.
''Vá dar uma olhada'' Um dos sobreviventes pediu ao outro, que não exitou e subiu os degraus da escada ao encontro do macaquinho, cariciando atrás de sua cabeça com o polegar, enquanto o macaco olhava fixamente para um ponto.
''Bom garoto, é minha vez agora de agir''
O homem pegou um binóculo que naquela cabine havia e olhou para a região mateada que o macaco sinalizava, procurando ao redor.
Não demorou muito até perceber aquela legião de rinocerontes. Cerca de cinco.
''Esses chifres... O Marfim deles está maior que o normal. Devem ser mais velhos. Vamos ter problemas.''
E então gritou lá de cima:
''Rinocerontes! Cinco deles! Se afastem dos muros!
Parecia que já estavam treinados pra isso. As crianças se reuniram para a cabana no centro do forte, escondidas por um abraço coletivo de suas mães.
 ''Preparem as bombas SO!''
Eram chamadas as cápsulas de sucata com certa pressão as amarras da corda que continha enxofre e outra substância que ao reagir, liberava gás que ficava homogêneo ao do enxofre, propagando-o bem mais, mas isso só acontecia se a capsula se chocasse.
''Na direita!''
Jogaram três bombas por cima dos muros, pesteando a fumaça amarelada que cobria o corpo dos rinocerontes, que rugiam no meio do caminho, devidamente estressados, colidindo sim os chifres no muro de metal, mas de forma desajeitada, o que reduziu a potência do impacto quase que pela metade.
''Nesse aqui!''
Puxava uma alavanca próxima do muro, na qual um arpão foi excitado pra fora, acertando a narina de um dos rinocerontes e deixando ele preso ali, tentando se soltar de forma desesperada, chegando até a tremer aquela parede do portão.
''Andem! Segurem os outros 4!''
O que estava na sentinela realizava disparos com os projéteis finos de carbono, em uma composição mais resistente que o diamante que havia sido descoberta. Era a única forma de perfurar aquelas camadas de pele ainda mais rijas por conta das bactérias.
Neutralizava o rinoceronte que estava preso com um tiro próximo do ouvido, e cegava um segundo que estava afetado pelo enxofre.
Ficavam na batalha constante, tentando imobilizá-los e no fim executar, mas havia uma parte do muro que estava quase se rompendo.
''Andem! Só falta um!''
''Um? Não, já acabou''
''O quê? É claro que não! São 5''
''...Mas aqui só tem 4!''
Eram surpreendidos com um estrondo vindo do portão leste, ou melhor dizendo, o danificado.
O rinoceronte havia aberto um rombo com duas pancadas subsequentes e, na terceira, avançou e conseguiu invadir o forte, continuando a correr com o marfim direcionado à casa no meio do forte, e então atravessou ela facilmente por ser de madeira, levando consigo a mãe e uma as crianças, jogadas no chão.
O rinoceronte inquieto quando viu a criança estirada no chão mais próxima, ergueu sua cabeça que devia pesar mais de 100kg e abaixou bruscamente por cima a criança, cobrindo a sombra dela nela e em seguida atingindo um golpe pesado que, ao invés da criança, esmagou metade da cabeça da mãe e quebrou um dos ossos das costas, esguichando uma parte de sangue no rosto dela.
A mãe havia conseguido puxar a criança pelos pés e usado isso como um impulso para se jogar na frente, mas lhe rendeu um sacrifício.
Ela gritava e chorava descontroladamente, e o rinoceronte com essa reação começou a debater a cabeça para os lados, como se estivesse bastante incomodado, e quando preparava-se para pisotear o braço da criança, foi recebido por martelada no cerebelo por uma espécie de machado improvisado de sucata, fazendo-o cair deitado pro lado sem conseguir se mover, até receber o golpe de misericórdia pelo sentinela, atravessando um dos olhos.
O silêncio reinaria, se não fosse pelo choro da criança, sendo acolhida, enquanto os outros sobreviventes olhavam para ela fixamente, sentindo a dor ser compartilhada, mas não demoraram muito para olhar para o muro. 
''Isso não vai poder ficar assim até amanhã''
''Vamos mesmo ter que precisar de ajuda exterior...''

- Continua.


Notas Finais


E aí, gostaram? Espero que sim, farei meu melhor daqui pra frente! Lembrem-se, não passa do começo. Apenas o começo. Vão descobrir quem são os personagens principais no próximo capitulo, se eu me motivar!! ;P

Abraços, Mars.


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