História Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim - Capítulo 11


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Angst, Bts, Drama, Jikook, Jimin, Jungkook, Namjin, Romance, Taekook
Visualizações 86
Palavras 1.862
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Self Inserction, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite amores.
Tá aí o último capítulo dessa fic linda ❤
Espero que gostem ❤

Capítulo 11 - Você me salvou


Fanfic / Fanfiction Se Eu Não Te Amasse Tanto Assim - Capítulo 11 - Você me salvou

Os dias se passavam, eu estava sempre vigiando Jimin na sua recuperação, monitorava o seu coração o tempo todo e o mesmo funcionava perfeitamente bem. Queria tanto falar com ele mas ainda estava dormindo nos últimos três dias, percebi também o incômodo do doutor Thompson em relação a mim.

Todas as vezes que me aproximava do quarto de Jimin, ele me encarava estranho, não era mais o mesmo homem que estava satisfeito com o meu trabalho no hospital. Claro que já era de se esperar, eu estava apaixonado pelo sobrinho dele e ele desconfiou no dia da cirurgia pelo mole que dei.

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Estava em meu consultório preparando minha ronda matinal das 10 horas quando o doutor entrou em minha sala com cara de poucos amigos, puxou a cadeira se sentando em minha frente.

- Eu não vou pedir explicações pelo que ouvi no dia da cirurgia do meu sobrinho, doutor Jeon. Meu sobrinho é maior de idade, porém, é o meu dever protege-lo.

- Protege-lo? De mim doutor Thompson?

- Do mundo Jeon. Ele não tem condições emocionais para estar num... num relacionamento... com um... – Ele bufou, sentia muita raiva mas já havia entendido onde ele queria chegar com aquela conversa.

- Com um homem, doutor? O senhor é contra seu sobrinho se relacionar com outro homem?

Ele suspirou fundo, cruzou os dedos em cima da minha mesa e falou quase sussurrando:

- Minha irmã não criou o filho para ser... ser gay, doutor. Se é que me entende. Imagina a decepção dela saber que Jimin anda se esfregando pelos cantos com um homem?

Aquilo realmente doeu, Jimin não se esfregava em mim como ele quis dizer, nos amávamos e isso não ia mudar.

- Olha doutor Thompson, com todo o respeito, o senhor não parece mesmo conhecer o seu sobrinho. Ele jamais faria isso nem comigo nem com ninguém. Ele é um garoto de caráter, respeito, com um coração do tamanho do mundo e não é o músculo que acabamos de colocar nele tá. Jimin é de um caráter idôneo sem igual. Deveria parar um pouco a corrida pelo sucesso e observar mais o seu sobrinho que é um menino maravilhoso.

- Então, minhas suspeitas tem sentido?

- Se o senhor quer saber que seu sobrinho e eu estamos juntos? Sim, estamos. Somos felizes, o faço feliz como ele a mim.

Vi seus olhos queimarem de raiva, mas eu não ia abaixar a guarda. Eu não ia me afastar do meu amor por conta da opinião de alguém que não entendia o amor que sentíamos um pelo outro.

- Você é um ótimo médico doutor mas, se não se afastar do meu sobrinho, irei lhe demitir do hospital e Jimin irá voltar para a casa dos pais dele no interior.

Engoli a saliva com dificuldade, meu coração apertou ao ouvir aquilo, eu não podia me afastar dele, eu o amava demais para me afastar.

- Já perguntou a opinião do seu sobrinho?

- Não se preocupe mais com o meu sobrinho doutor. Mas deixo aqui o meu aviso. – Ele se levantou caminhando até a porta e antes de sair, concluiu a ameaça. – Espero que realmente entenda que Jimin é do meu sangue e farei de tudo para resguarda-lo de qualquer coisa que possa sujar sua imagem.

Ele saiu da minha sala me deixando pensativo. Eu não tinha cogitado a possibilidade de deixar Jimin mas tinha medo do doutor fazer algo que pudesse prejudica-lo e o pior era que ele ainda estava dormindo, não podia conversar.

Suspirei fundo e pesado terminando de arrumar meu material para a minha ronda e decidi trabalhar para ocupar minha mente conturbada.

A tarde, o doutor saiu para uma entrevista para um jornal, aproveitei para ir até o quarto de Jimin, fechei a porta e me sentei ao seu lado acariciando sua mão quente e sorri.

- Boa tarde meu amor, tô com saudade de você. – Sussurrei em seus ouvidos e ele se mexeu na cama, finalmente estava acordando. Sorriu ao me ver mas não falou nada, ele ainda tinha um tubo na traqueia para o ajudar na respiração. Apenas segurou minha mão e continuou olhando pra mim. – Vou ver como você está, vamos ver se já posso tirar o tubo.

O examinei, seus batimentos cardíacos estavam ótimos, ele me olhava o tempo todo com um sorriso, segurou minha mão me puxando para que eu me curvasse até ele para que pudesse acariciar meu rosto. – Vou te preparar para tirar o tubo tá bom amor. Já volto.

Lhe dei um selar na testa e sai do quarto indo até a sala dos médicos chamar os colegas para tirarmos o tubo dele.

Tudo correu tranquilamente com a retirada do objeto, ele acabou vomitando um pouco mas era normal, lhe dei remédio pela veia e logo ele estava melhor.

Estava agora pensando em como falaria para ele sobre o que seu tio falou comigo e tentava encontrar as palavras certas para não preocupa-lo.

>>>>>>

Alguns dias se passaram então resolvi deixar Jimin a parte de tudo o que seu tio vinha fazendo para nos separar. Era o dia da sua consulta de rotina comigo, o doutor Thompson estava nos vigiando o tempo todo, resolveu participar da consulta também, deixando Jimin intrigado.

- Tio, não precisava me a acompanhar na consulta com o doutor Jeon.

- Claro que precisava Jimin. Quero saber como você está se recuperando.

Olhei para o doutor que me retribuiu com o mesmo olhar sério.

- Deite-se na maca, Park. Vou te examinar.

Me levantei pegando meu estetoscópio, senti o olhar do médico em mim o tempo todo mas tentei não me importar com aquilo. Abri a camisa do Park e sorri para ele tendo seu olhar para mim, ouvi seu coração que pulsava normalmente, sua pressão estava boa também. Jimin num momento de distração do doutor que estava no celular, balbuciou baixinho.

- Eu te amo Jeon...

Sorrio em resposta e correspondi à sua declaração.

- Eu também te amo, Park.

Fechei sua camisa acariciando delicadamente seu peito e o doutor Thompson se aproximou fazendo com que eu me afastasse.

- Tenho que comparecer a uma cirurgia de emergência no Saint Louis agora. Vou deixar dinheiro para o táxi para você voltar para casa Jimin.

- Não precisa tio. O Jeon vai sair daqui a pouco, posso ir com ele.

- Não! Com ele não! - Ele gritou assustando Jimin que ficou sem entender.

- Porque com ele não? Ele é meu médico!

Segurei a mão de Jimin e tomei a palavra. – Diga a ele doutor, seus motivos para que ele não possa ir comigo? Diga?

- Doutor Jeon, não é hora para isso. Tenho uma cirurgia de emergência agora.

- Então vamos fazer o seguinte doutor, levarei Jimin para minha casa e quando o senhor terminar sua cirurgia, vá até lá para buscá-lo, assim podemos conversar os três.

Ele se aproximou de mim com ar de autoridade e falou com arrogância:

- Não toque no meu sobrinho Jeon, sabe que eu posso destruir sua carreira e nem trabalho como gari você vai conseguir.

Jimin se colocou em minha frente encarando o tio na mesma altura e falou:

- O senhor quer dizer o que com isso, tio? O que o Jungkook fez para que o senhor o trate dessa forma?

- Não se meta Jimin. Você é só uma criança.

- Não sou criança tio. Vou fazer o que Jungkook propôs. Vou para a casa dele e quando o senhor sair do hospital, vai lá para conversarmos. Acho que temos muito o que falar.

Jimin então me afastou caminhando para trás ainda na minha frente, o doutor pegou seu celular e sem muita alternativa saiu da sala indo para a sua cirurgia. Jimin me abraçou forte acariciando meus cabelos e falou:

- Eu sei o que meu tio pensa de nós dois. Ontem ele veio com um papo sobre eu dar netos a minha mãe, que eu deveria honrar o nome da família, que eu fui criado como um homem.

- Não se importe com o que ele pensa amor, ele não vai nos separar. Ele falou mesmo comigo, até me ameaçou.

- Ele fez o que?

- Não se preocupe, ele não vai nos afastar mesmo que me demita do hospital. Eu vendo cachorro-quente na esquina pra cuidar de você mas a gente não vai se separar.

Ele sorriu me dando um beijo, sentia tanta saudade dele, da sua delicadeza comigo e nada ia mesmo nos separar.

Depois de um tempo, fomos para minha casa, no caminho, expliquei o que o doutor Thompson havia me dito e Jimin ficou mais puto ainda com o tio.

Ele apareceu em minha casa, já passava da meia noite, cirurgia foi bem complexa por isso a demora.

Ao entrar em minha casa, ele logo jogou seu olhar de reprovação ao ver Jimin esparramado num colchonete no chão da sala, estávamos assistindo um filme e ele acabou dormindo.

- Sente-se doutor. Vou acordar o Jimin.

- Não precisa, meu assunto será breve.

O acompanhei até o sofá e Jimin acabou acordando, olhou para o tio que o observava com ternura e se sentou puxando uma almofada para o meio das pernas.

- Tio eu...

- Jimin, você está feliz? - Perguntou enquanto eu me sentava no sofá ao lado do mais novo.

- Claro que estou tio. Ter um novo coração em meu peito foi uma das melhores coisas que aconteceu comigo.

- Não estou falando do transplante, estou falando da sua... da sua vida com... Ele... – E apontou pra mim com a cabeça. Jimin olhou para mim sorrindo, segurou minha mão e a beijou, fazendo o tio suspirar.

- Conhecer Jungkook foi a melhor coisa que poderia ter acontecido comigo tio. Por ele, eu cresci, amadureci. Me tornei um homem. Eu o amo, tio.

O doutor olhou em minha direção, esfregava as mãos uma na outra mostrando nervosismo e falou:

- Você ama meu sobrinho, Jeon?

- Amo mais que tudo no mundo, doutor. Juro por tudo que o farei feliz, que cuidarei dele, que jamais o magoarei.

- Acho então que, nossa conversa se encerra aqui. – Ele se levantou caminhando até a porta, olhou para Jimin que não entendia nada e sorriu. – Te vejo em casa amanhã?

- Tio... o senhor... O senhor não vai nos proibir de ficarmos juntos?

Ele negou com a cabeça e Jimin o abraçou forte choramingando. – Só quero que seja feliz, independentemente da sua forma de amar.

Ele então olhou pra mim ainda abraçado com Jimin e falou:

- Estou confiando o coração dele em suas mãos, mais uma vez.

Sorri e me aproximei apertando sua mão.

- Vou continuar cuidando do coração dele com a mesma dedicação doutor. Não se preocupe.

Ele sorriu soltando Jimin, lhe deu um selar na testa e foi embora, fechei a porta abraçando o meu amor e sussurrei em seus ouvidos.

- Nada nesse mundo vai me separar de você, Park

- Obrigado meu amor, por salvar a minha vida.

- Não salvei sua vida Jimin, você quem salvou o meu coração.

Nos beijamos e a partir daquele dia, nossa vida foi uma só.


Notas Finais


Desculpem os erros que passaram e espero contar com vocês nas minhas próximas fanfics ❤❤❤❤❤

Bjos e até a próxima ❤❤❤


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