História Save Me - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Kim Taehyung (V)
Tags Bts, Jungkook, Taehyung, Taekook, Vkook
Visualizações 26
Palavras 975
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Genesis


"You can't raise hell with a saint,

Raise hell"

Nem o rock pesado que eu escutava no momento, no volume máximo era capaz de abafar os gemidos do piranho do meu Bon-Sok com sua nova peguete, que devia ser uns 20 anos mais nova do que ele. Mas que merda.

Prazer, meu nome é Jungkook (se pronuncia Junggu), tenho 17 anos, estou no último ano da escola, a pessoa do sexo masculino com a qual divido 50% do meu DNA é um bêbado sem esperanças e minha vida não é muito diferente. Se duvidar é até pior.

Primeiro porque a mulher que me pariu abandonou seu marido e sua cria quando eu ainda tinha meses e até agora não sabemos o por que. Bon-Sok diz que é minha culpa, e repete isso pelo menos umas 10 vezes quando está bêbado (o que acontece pelo menos 2 vezes ao dia).

Jeon Bon-Sok é o que vocês chamariam de pai. Não chamo porque não o considero como pai, e nem ele me considera como filho, principalmente depois que me assumi homossexual. Na verdade, quase ninguém me considerou como humano após isso, apenas meus amigos de verdade: Jin, Hoseok e Jimin. Eu e Jimin temos algo a mais… Não é namoro, pois não temos sentimentos maiores que amizade um pelo outro. Eu diria uma amizade colorida.

Agora que lembrei de Jimin, vou para a casa dele para ver se eu consigo esquecer o fato de que Bon-Sok vão me descartar quando eu atingir a maior idade, já que ele não precisará mais me sustentar, e todo o dinheiro que ele não gastar mais comigo ele gastará com prostitutas, mais bebidas e quem sabe drogas.

Peguei meu celular, minha carteira e a chave da casa de Jimin, já que ele havia me dado quando ficamos próximos e fui para a casa do meu hyung.

Quando cheguei, nem bati na porta, mas ao entrar senti um clima pesado e um silêncio estranho.

– Jimin? – Perguntei preocupado. Sem resposta, apenas o mesmo silêncio: estranho e perturbador.

Fui até seu quarto, o lugar mais provável de ele estar, já que ele passa 99,9% do tempo dele ali. Ao abrir a porta, tive a imagem de um cara de cabelos vermelho-gritante levantando Jimin contra a parede através da gola de sua camisa e o olhando com raiva.

– Você 'tá maluco? Larga ele! – Eu disse numa tentativa falha de fazer com que o ruivo o soltasse.

– Me dê um bom motivo. – A voz rouca dele me deu arrepios.

– Ele talvez não seja um anjo, nas ele não merece isso. Por favor, eu te faço qualquer coisa. – Eu não poderia deixar aquele ruivo falso machucar uma das únicas pessoas que me apoiaram e apoiam.

– Qualquer coisa? – A tocha de redstone perguntou.

– Qualquer coisa. – Respondi confiante.

– Não faça essa idiotice, Gukie. – Mochi finalmente falou, mas logo após ganhou um soco na cara, e consequentemente um corte superficial no lábio.

– Então vá lá para baixo e me espere na garagem. Se você não estiver lá, seu amiguinho estará morto. – O fósforo ordenou e senti calafrios percorrerem meu corpo, tanto pelo tom que ele falou quando pelo medo que eu tinha de ele realmente fazer algo ruim.

Mas como as chances de ele fazer algo ruim seriam menores se eu fosse até a garagem, eu fui.

*   *   *

Eu já esperava a tocha há 20 minutos e nada dele. Pensei até em ir embora, mas não queria Jimin morto.

Depois de mais 20 minutos, o filho da puta apareceu e sem nem dizer nada, veio me puxando pelo braço até um carro da Bugatti de cor vinho, e que só pela aparência, já deduzi que custou todos meus órgãos e um pouco mais. Ele me colocou/jogou lá dentro e foi para o banco do motorista, logo saindo em disparada para fora da garagem.

– Tenho várias coisas para dizer. – Eu disse me ajeitando no banco de trás e colocando o cinto.

– Não ligo. – O ruivo continuou concentrado na rua.

– Um: quem você acha que é para me tratar desse jeito? Dois: como você entrou nessa garagem? Três: Para onde está me levando? Quatro: vai se foder. –

– Um: alguém superior à você. Quatro: só se for com você. – O fósforo não tirou os olhos do caminho.

– Um: sinto lhe dizer que fósforos não são superiores a pessoas. Quatro: Deus me livre. – Ele poderia até ser bonito, mas eu não perderia minha virgindade com ele. 

  "Ah, mas e sua amizade colorida com Jimin?" 

Não passou de boquetes.

Tá, mas a quem eu estou a enganar? Eu nem pude ver a cara dele direito e já o achei bem bonito e talvez isso realmente me fizesse esquecer as merdas da vida, nem que seja por pelo menos uma hora.

Não, Jungkook! O que você está falando? Tira isso da sua mente!

O resto do caminho seguiu em silêncio, e quando ele finalmente estava desacelerando, pude perceber que nos encontrávamos em um bairro luxuoso de Busan.

A tocha de redstone adentrou um condomínio de também extremo luxo e nem estacionou, só jogou a chave para um cara, saiu do carro e me tirou do veículo também.

Novamente me puxando pelo braço, ele me levou até o elevador e apertou no botão do 20º andar, o último. Pera, aquele filho da puta morava na cobertura?

– Você poderia me dizer ao menos seu nome? – Perguntei me encostando no espelho do elevador.

– Taehyung. – Respondeu seco, e em nenhum momento olhando para mim.

– Não quer saber o meu? –

– Não. – Aquele desgraçado sabia ser frio, puta merda.

– Sou o Jungkook. – Eu disse e ele revirou os olhos. Babaca.

Ao o elevador chegar, a tocha de redstone tentou pegar meu braço, mas desviei.

– Eu sei andar sozinho, obrigado. – Fui grosso também e ele me olhou sério, logo saindo de braços cruzados, e eu o segui.

Quando percebi, estávamos na frente de uma porta com o número "2010".

Escutei ele dizendo um "Bem-vindo ao inferno, ou paraíso. Como você preferir, princesa."




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