História Save Me - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Kim Taehyung (V)
Tags Bts, Jungkook, Taehyung, Taekook, Vkook
Visualizações 16
Palavras 850
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - First Time


* Jungkook On *

– Você 'tá maluco? – Eu disse antes ainda dele abrir a porta – Antes tu tava me ignorando e agora me chama de "princesa"?! Eu hein. E princesa não, Jungkook. – Ele revirou os olhos e abriu a porta, revelando um apartamento enorme.

Era divino. A sala de estar era enorme, e uma das paredes era só janela, então dava uma vista perfeita da cidade, que estava linda, principalmente com o contraste das luzes dos prédios com o escuro da noite.

Pude ver mais corredores e uma escada, o que indicava ter segundo andar.

"Mas que filho da puta rico!", pensei.

– Ô Taehyung, de onde tu tirou tanto dinheiro para ter um carro daqueles e um apartamento desses? – Perguntei quando a curiosidade subiu.

– Não te interessa. – Continuei curioso

"Há dois minutos ele estava me chamando de princesa, e dois minutos antes ele estava sendo frio comigo. Qual o problema dele, hein?", pensei novamente.

Como não tinha nada pra fazer, e a tocha de redstone já tinha sumido ali dentro daquele apartamento maior do que o pau dele (desculpa, não teve como não reparar, ele estava de  calça de couro e tinha um puta volume ali no meio), me sentei no sofá que era de frente para a janela e fiquei admirando a vista da cidade.

Depois de pouco tempo, uns três minutos, ele voltou para a sala com dois copos que continham vodka até a metade.

– Um: eu sou menor de idade e não vou beber isso. Dois: se você quer me embebedar para transar comigo, nem pense. – Eu disse me chegando mais para o lado do sofá, para me afastar dele dele, que tinha deixado os copos na mesa e se sentado.

– Um: deixa que eu bebo os dois então. Dois: eu não preciso te embebedar para você transar comigo, sou gostoso naturalmente. Três: para de falar por tópicos, isso irrita. – Ele bebeu o conteúdo que tinha em ambos os copos, mas não fez nenhuma cara e nem pareceu alterado.

– Dois: não acho. – Mentira, eu acho ele uma delícia, mas não vou admitir nem que me paguem uma viagem pela Europa inteira. – Três: Eu falo do jeito que eu quiser. –

Depois de dizer isso, mandei a língua para ele, e ele de volta para mim. É, somos muito matutos.

Após nossas infantilidades feitas, começamos a rir do que tínhamos acabado de fazer, e eu tenho que admitir, o sorriso quadrado dele era um dos mais lindos que eu havia visto na vida, se não o mais lindo. A gargalhada dele também era muito gostosa de se ouvir.


Quando paramos de rir, lembrei que eu estava aqui por algum motivo, só não sabia qual.

– Por que me trouxe aqui, afinal? – A feição dele voltou a ser séria. Preferia ele rindo.

– Porque eu quis. – Ele disse passando o dedo indicador da borda do copo.

– Porra! O que eu vou fazer aqui, então? Nada? Eu odeio ficar sem fazer nada! Não vou ficar olhando para a vista o resto da minha vida! – Eu disse/gritei me levantando do sofá por conta da raiva. Imagina ficar aqui pelo resto da minha vida? Pera, eu fui sequestrado? Não, não fui. E se eu fui, eu sou inteligente, é só escapar.

– Calma, princesa. Senta aí de novo. – Ele pediu umidecendo os lábios lentamente. Puta merda, isso foi sexy. Muito sexy. Me sentei, ele se aproximou de mim e sussurrou no meu ouvido num tom bem rouco e sedutor. – Você sabia que você fica muito gostoso quando está bravo? – Essa frase fez eu me arrepiar. Merda. Por que tão sexy?

"Não, Jungkook, se controla! Ele estava tentando matar o seu melhor amigo!", briguei comigo mesmo.

– Ah, legal. – Fingi indiferença e pude perceber que ele ficou incrédulo. Mimado. Nunca deve ter sido rejeitado na vida. Bom, tem uma primeira vez para tudo, né?

– Vou pegar mais alguma coisa para beber. Você quer o que? Água, leite, refrigerante, veneno? – Ele fingiu não ter sido afetado pela minha indiferença.

– Veneno, mas só se você também beber. – Vai que ele aceitava, nunca se sabe.

– Ha ha ha, muito engraçado. O único que vai morrer aqui hoje vai ser você, e se você preferir, pode não ser do jeito ruim: pode ser de prazer. Você que escolhe. – Ele disse e saiu. Puta merda. Será que ele iria realmente me matar do jeito ruim? Não, ele não teria coragem. Se bem que do jeito falou parecia realmente verdade. E também tinha o fato de que ele estava quase matando Jimin mais cedo. Eu estava incurralado: ou eu morria ou eu transaria com Taehyung. Eu falo a segunda opção como se fosse algo ruim. É claro que eu quero transar com Taehyung, mas meu orgulho não me deixa admitir, e ele provavelmente me largaria depois. Não quero ter minha primeira vez com um cara que vá me largar, mas seria o único jeito. E talvez nem seria ruim, já que ele parece ter experiência.

Aish, eu sou muito fresco! Vai ser só uma transa, não precisa ser nada demais! Vai ser só mais uma entre tantas outras, e provavelmente a pior, já que vai ser a primeira.

É, eu vou transar com um fósforo.



Notas Finais


Tsc, tsc, Jungkook é muito trouxa.

Ah, só pra avisar a vocês que eu postei um one shot lemon, "The Loser Wins", vão no meu perfil e vocês vão encontrar.

Até a próxima ^^


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