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História Save me - Capítulo 11


Escrita por:


Notas do Autor


Ei galerinha, eu não morri kkkk
Toda vez é isso!
Gente, eu tava sem pc... sorry.
Porém, por mais que eu demore saibam no core de vcs que esta história será terminada, SIM!
DEMORE O TEMPO QUE DEMORAR E CUSTE O QUE CUSTAR.
Espero que gostem!

Capítulo 11 - Cap. 11



Pov. Michelle 
Bem, alguns anos se passaram e eu e o Brian levávamos nosso namoro até bem. Haviamos tidos algumas crises, ele sempre muito indeciso do que queria, era às vezes um desgaste. Dizia me amar, mas quando sua banda engajou, ele tinha oportunidade de ficar muito tempo por aí sozinho e cheio de garotas em cima dele, eu odiava isto. E sim, Brian me traiu e foram diiversas vezes. Eu havia começado minha faculdade seis meses depois de estar junto ao Brian, namorando em casa. Foi péssimo. A fama dele começou a crescer, eu tinha ciúmes e não sabia lidar, ele sempre dava motivos e além. Então, minhas notas estavam pésimas, papai odiou isto, sempre reclamava comigo assim que tinha oportunidade. Minha vida tava um verdadeiro caos, decidi trancar a faculdade por um tempo até me organizar mentalmente. E até... que veio o nosso primeiro término. dEposi, de estarmos juntos oficialmente. claro. 
- Não está dando mais! - eu berrava furiosa pelo telefone, as lagrimas escorriam pelo meu rosto, eram quente como o ódio que estava a sentir. 
- Michelle, por favor... - ele tentava me acalmar. 
- Não tem calma, não tem nada de calma! - esbravejei. 
Eu estava em casa, mas Valary estava com eles, pois ela fazia participação em algumas músicas. 
- Michelle, pelo amor de Deus, você está histérica. - ele falou cínico.
- Não tem histeria porra nenhuma, Brian! Você tá aí, se divertindo pegando várias groupies na Europa e eu? A corna imbecil em casa. Seu filho da puta! - gritei e desliguei assim que terminei de falar.
Eu estava confusa e chateada, pois Valy estav com eles e em nenhum momento me avuisou sobre tais traições. Eu tive que ver uma foto na internet, dele agarrado numa vadia em uma boate totalmente bêbado, e eu? A palhaça que fica em casa fodida. Eu estava decidida, não iria continuar nisto.
A banda dos meninos havia começado a fazer sucesso em meados de 1999, mas agora em 2001, já tava tudo muito bem encaminhando, ou melhor, estava andando. A fama aumentou, as turnês saíram do país e assim, minha vida ficou totalemnte um inferno. Eles retornariam em duas semanas e eu só esperava esse tempo passar para cobnseguir tentar focar em mim e me livrar desse peso que estava sentindo, eu amo o Brian, mas por causa dele tenho me sentido um lixo. Já basta! 
(...)
Passei as últimas duas semanas pensativa, e para melhorar meu pai tinha descoberto que eu tinha trancado a faculdade, merda! Agora, sim. Ferrada! Tentei evitar meu pai o máximo que pude dentro de casa, quando ele chegava eu não estava e quando ele não estava, eu estava lá. Minha mãe estava aflita, pois papai não era de deixar isto passar. Não era mesmo. Um dia foi inevitável, eu cheguei e ele estava, tentei passar para o meu quarto, porém...
- Um minuto aí, mocinha. - papai me encarrou sério. Respirei fundo me virando para encará-lo. 
- Oi, pai. - disse sem graça.
- Sente-se. - ele ordenou. Joguei minha bolsa no sofá e assim fiz, fiquei esperando o show começar e ele em silêncio.
- Pode falar, pai. - disse convicta do esporo que iria levar.
- O que está acontecendo? - papai me perguntou calmamente, franzi o cenho sme entender. 
- Tranquei a faculdade. - disse de uma vez. Papai respirou fundo.
- Eu sei. - disse soltando um longo suspiro.
- Então... só isso. - falei sem esbolçar nenhuma reação.
- Filha, eu quero saber o que tá acontecendo. - meu pai se aproximou de mim, ele estava na minha frente em sua poltrona e eu no sofá.
- Não estou com cabeça agora, pai. - dei um longo suspiro triste. 
- Para falar sobre? - ele questionou preocupado. 
- Não, tô sem cabeça para continuar o curso agora. - não sei se mencionei, mas eu estava fazendo moda. 
- Sim, é sobre isto que preciso sabe, sobre o porquê de você estar sme cabeça. - ele me fitava sério. 
- Brian Elwin Haner Júnior, você venceu pai! - eu disse me levantando depressa, mas fui impedida de seguir, pois papai me segurou pelo braço e me olhou com uma cara nada boa. 
- Sente-se e me fale sobre o que tá acontecendo.
- Você venceu. - disse me sentando novamente e muito irrirtada.
- Porque venci? - ele cruzou os braços e se encostou em sua poltrona. 
- Você disse que o Brian ia me fazer sofrer e estava certo. Pronto, satisfeito? - disse com raiva, batendo as duas palmas das maõs uma na outra. 
- Não. - meu pai disse cauteloso e prosseguiu. - Porque eu estaria feliz ao ter ver sofrendo? - um embrulho se formou no mes estomago, eu estava péssima. 
- Não sei, pai. - disse secando umas lágrimas que teimaram em cair, por mais que eu as segurasse. 
- Filha, eu sei que você o ama, mas essa é a vida de um músico. Uma vida boêmia, cheia de mulheres. Eu sei que ele é um cara legal, para você, que vocês se divertiam bebendo juntos, com sua turma indo ao bar do Jonnny... Vocês são jovens, e não entendem muito bem sobre resposabilidade. Há muitas mulheres atrás de rapazes como ele, e ele... é jovem. - papai tentava me consolar, e eu assentia de cabeça baixa. 
- Tudo bem, pai. Vou ficar legal. - eu o olhei fungando tentando cessar as lágrimas.
- Você vai desistir do seu sonho pra sempre? - ele me olhou preocupado.
- Não. Não precisa se preocupar, eu vou continuar asism que der. - me levantei para sair. 
- Tudo bem... Filha? - me virei para vê-lo. 
- Oi?! 
- Papai te ama e apesar de tudo se preocupa com seu bem estar mais do que tudo. - voltei a chorar e engoli seco.
- Também te amo pai, obrigada. - falei com avoz embargada e subia as escadas.
Entrei no quarto e fechei a porta atrás de mim, fiquei encostada na porta deixando o choro tomar conta de mim, chorei tudo que podia, respirei fundo e decidi seguir. Fui tomar um banho de cabeça e tentar concentrar minha mente em algo. Peguei uma revista que falava de moda e comecei a folheá-la. nada parecia me distrair, até que comecei a ler uma matéria sobre como mesclar cores na vestimenta e me entreti... E então, fui surprendida por um 'furacão' entrando no meu quarto que quase derrubou a porta. 
- Tá maluca? - eu berrei assustada. E ela ria, sim, Jackie.
- Menina, tentei te encontrar o dia todo. - ela disse sem fôlego, pois deve ter subido as escadas correndo, como sempre. 
- Ué, estou em casa, porque não apareceu antes? - disse como se fosse óbvio. Ela parecia pensativa, quando me soltou um...
- Sei lá! - ela disse fazendo careta e nós duas rimos e em seguida ela veio logo se jogando do meu lado, na cama. 
- Folgada! - eu dei um tapa na sua coxa. 
- Ai, sua pilantra! - resmungou.
- O que é que tu quer ? - disse a encarrando.
- Só te ver, eu hein, que mau humor. - disse me mostrabndo a língua. 
- Hum. - falei me fingindo de brava. Voltando a encarrar minha revista, ela puxou a resvista da minha mão e eu ri. 
- Que cuzona! Eu venho aqui te ver e você me ignora! - ela me deu um tapa no braço. 
- Ai, sua desgraçada! - eu ria copiosamente, só ela pra me fazer esquecer um pouco da vida. 
- Deve tá de mau humor porque o Haner não tá aqui pra te pegar de jeito...  - meu semblante mudou, parecia ter se instaurado uma nuvem negra sobre aquele quarto e que haveria uma tremenda tempestade ali.
- Ih, que pegou, hein? - Jackie voltou a quebrar o silêncio.
- Não cite o nome desse verme aqui. - eu disse seca.
- O QUÊ?- ela gritou com os olhos arregalados.
- Isso mesmo que você ouviu. - estava fria como a neve.
- O que aconteceu, Mich? - ela me encarrou preocupada e perplexa. 
- Tá vendo minha cabeça? - apontei pra mesma.
-S-sim. - ela me olhava confusa.
- não passa na porta sem que eu me abaixe de tanto chifre. - Jackie deu uma gargalhada e depois parou quando eu a repreendi com o olhar. 
- Desculpa, mas olha a forma que você falou... - ela estava séria agora.
- Pois é, aquele desgraçado. - respirei fundo.
- O que você pretende fazer? 
- Terminar. 
- Michelle... - ela me olhou desconfiada.
- Hm. - falei desinteressada. 
- Vocês se gostam desde o colegial, poxa. Se pegam desde lá e agora que estão juntos há pouco mais de um ano, tu vai dar realmente esse passo?
- Vou. - disse convicta.
- Oh Mich. você sabe como é homem... 
- Não sei não, ele que se dane. Não sei lidar com toda essa exposição e com essa galhada que tô carregando, TÁ PESADO PORRA! - esbravejei.
- Eu entendo você, sei que você detesta que te exponham, mas sei lá... 
- Sei lá você, porque eu sei muito bem o que vou fazer, isso tava atrapalhando minha faculdade, eu tranquei por causa disso. Eu ficava chorando sem saber como agir e o Brian me dizia que tava com saudade por um telefonema e á noite comia qualquer uma que tivesse na  frente dele. VÁ PRA PUTA QUE O PARIU - disse odiosa. 
- Calma! - ela tentava me conter.
- Todo mundo sabe que ele tem uma namorada e agora todo mundo sabe que esta que aqui vos fala é corna. - disse por fim.
- Se acalma, meu bem, eu respeito sua opinião. Vamos falar de outra coisa.- me acalmei e depois de alguns segundos conseguir falar.
- Espero que pegue uma dst. 
- Michelle! - Jackie me repreendeu, mas eu continuei fria.
Passamos a noite falando da faculdade, dos caras do curso... Jackie também estava estudando. Ela propos dormir comigo lá e óbvio que eu quis. Foi uma noite legal. E sim, eu estava mudada, havia amadurecido, crescido. Tomei uma nova postura e estava disposta a não deixar o Brian ser o centro da minha vida, não mais. 
(...)
Chegou o dia de eles retornarem da turnê, e eu estava calma, porém convicta do que deveria ser feito. O Brian havia tentado falar comigo de todos os jeitos antes de voltar ou desde o dia em que desliguei o telefone em sua cara. Ele tentava me ligar, eu não atendia. Tentava ligar pra minha casa, eu me recusava a atender e até tentou falar comigo por ligação da valary, assim que percebia que era ele, eu desligava. Ou seja, ele já sabia que a batata dele estava queimada. Desci as escadas e fui em busca de algo para comer no dejejum, peguei uma maçã e a devorei. Me sentei no sofá relaxada de pijama, quando vejo alguém entrar pela porta, era Valary. Ela correu para me abraçar e eu retribui, estava com saudade, mas muito chateada por ela não ter me dito nada. 
- Eu te amo, mas eu tô puta com você. - eu disse ainda com a cabeça no seu ombro.
- Eu nem entrei em casa... - ela se soltou de mim e me olhou.
- Entrou sim, tá na sala já! - cruzei os braços e a fitei.
- Mich... - ela me olhou profundamente.
- Sim, sou eu... - disse ironica. 
- Eu não quis me meter. - ela falou e jogou sua mala de lado.
- Ah, preferiu que eu descobrisse sozinha por uma foto que vi? - sorri cínica.
- Michelle! Pelo amor de Deus! Claro que não. - ela me segurou pelos ombros. 
- Tô decepcionada com você. - senti que aquelas palavras foram como facadas nela, mas eu precisava dizer o que tava sentindo.
- Vou respeitar seus espaço. - Valy era muiiiito madura, eu amava isso nela e ela me conhecia o suficiente pra saber que isso ia passar, mas que eu precisava digerir com o tempo.
- Obrigada! 
- Vou subir. - ela pegou sua mala e seguiu pela escada.
Cruzei meus braços e me joguei no sofá, sabia que o pior ainda estava por vir. 
A tarde seguiu lenta e eu esperei, eu sabia que ele viria. Eu sabia. No início da noite, por volta de umas 19:30, ele apareceu na minha porta, até demorou dessa vez. Valary saiu do quarto nos deixando à sós. Eu comecei.
- Você já sabe! - eu disse frígida.
- O que eu já sei? - ele indagou confuso. 
- Não somos mais um casal, Brian. Se é que um dia fomos. - eu permanecia gelada.
- Como é que é? - ele franzio o cenho e cruzou os braços.
- Tá surdo? 
- Michelle, que merda é essa porque tu tas me tratabdo assim? 
- Pergunta pra suas putas, imbecil. 
- Michelle, pelo amor de Deus. Para com isso, isso é uma fase, vai passar, meu amor. - Brian se aproximou e eu dei sinal de que ele nem ousasse tocar em mim.
- Vai passar sim, porque não tem mais eu e você. Acabou. - dei a entender que a conversa estava no fim.
- Michelle, por favor, me escuta... - o interrompi.
- Você já falou até demais. 
- Michelle, eu não aceito isso. O nosso amor... - o interrompi novamente.
-  Que porra de nosso amor, Brian! Não tem amor, não tem eu e você, não tem amis nada. Se foda. - disse por último e ele abaixou a cabeça.
- Tudo bem. - seguiu a porta para sair, mas virou-se e me encarrou.
- Depois não se arrependa. - ele disse com fúria e tristeza na voz, eu parecdia não entender o que estava ouvindo, porque foi-me acionado o botão da possessão do ódio master e eu peguei meu celular e taquei na direção dele, que por sorte teve um bom reflexo e fechou a porta e o celular acabou batendo nela. Ele a reabriu, me olhou e teve a capacidade de dizer:
- Eu te amo, nenuma delas importa... - falou em um tom triste. 
- Foda-se, tomara que pegue uma dst! - ele finalmente foi embora e depois que a fúria se acalmou, pedi perdão aos céus por ter desejado aquilo duas vezes em voz alta. 
Valary entrou no quarto em seguida e eu sabia que ela tinha ouvido tudo. Antes que ela pudesse falar, eu tomei a frente.
- Não adianta falar nada, não tem mais jeito. - peguei meu travesseiro e me virei para o seu lado contrário.
- Tá... eu tô indo no bar do Johnny com os meninos... - ela parecia meio triste pela voz. 
- Tá bom, se divirta. 
- Fica bem. - ela falava segurando a porta e eu nem fiz questão de a olhar. 
- Eu estou. - suspirei pesadamente e ouvi seus passos se asfastarem.
Fiquei parada, pensativa tentando absorver o que tinha acontecido, pois, eu me sentia como se tivesse saído de mim e agora retornado.
Pov. Valary 
Estávamos indo ao bar do Johnny, mas eu estava aflita e o Matt havia percebido.
- O que aconteceu, amor? - ele me perguntou reflexivo. Respirei fundo, e parei para encará-lo. 
- A Michelle terminou com o Brian, pois ela descobriu mais algumas traições. 
- Porra! Que bad. - Matt tentava ao máximo se mostrar solicíto.
- Ela tambpem disse que está decepcionada comigo, pois eu não a contei, mas ela descobriu. - falei triste, entrando no bar e ele vindo logo atrás. Nos sentamos perto dos caras e eu havia percebido que Brian estava no balcão bebendo sozinho. 
- Ih, que pegou, o Brian não é o único com cara de enterro aqui... - Jimmy tentou nos alegrar aos nos ver.  Eu sorri sem humor.
- Aconteceu algo, galera? - Johnny perguntou.
- O Brian não falou? - eu falei confusa.
- Não deu uma palavra desde que chegou, nem sequer olhou pra gente, eu fui até lá, o Johnny e o Jimmy também, ele apenas nos olhava e bebia sua bebida e voltava a olhar para frente. - Zacky esclareceu. 
- É, aconteceu algo bem ruim... - eu suspirei passando a mão na minha testa. 
- O que pegou? - Jimmy falou preocupado e os meninos me olhavam com expectativa. Matt segurou minha mão em apoio.
- Quer que eu diga? - Matt tentou ser gentil.
- Não...  - eu sorri pra ele sem graça. - A Mich terminou com o Brian. - disse enfim.
- Nossa... - Zacky fez uma cara pésima.
- Puts... - Johnny ficou boquiaberto. Jimmy não falou nada, apenas se levantou, o acompanhamos com o olhar e ficamos confusos ao ver que ele ia para forae não para perto do Brian. Os comentários seguiram.
- Ah, mas eles se resolvem já já... - Johnny tentava ser positivo.
- Não sei, Johnny. - falei séria.
- Vamos torcer por isso. - Matt disse.
- Vamos sim. - Zacky falou ainda chocado. 
Eu estava triste por minha irmã, pela decepção comigo, pela dor que ela estava sentido de ser traída, pois eu já havia sentido isso com Matt. Mas, eu decidi superar e seguir com ele. Conversamos e entramos em concenso sobre, ela não. Ela tinha o direito de pensar diferente, de querer diferente, mas por mais que ela estivesse parecendo convicta eu sabia que tava doendo e que ela estava confusa. Eu conheço a Michelle como a palma da minha mão, estava triste por ela. 
Pov. Michelle
Eu estava deitada quando ouvi batidinha leves me minha porta. 
- Vá embora, seu infeliz! - por um momento achei que fosse Brian.
- Ah, não vou mesmo... - reconheci a voz e a risada.
- Jimmy! - eu me animei por um instante,  me virei para olhá-lo e a porta se abriu logo em seguida. Ele entrou carregando umas sacolas e eu franzi meu cenho confusa.
- Cerveja, salgadinho e doce... tudo que uma moça linda que passou por um término precisa. - eu ri para ele sincera.
- Obrigada! - eu disse docemente.
- Disponha. - ele se sentou em minha cama. Eu pensei por um instante antes de falar.
- Por que voce não está com seu amigo? - eu perguntei desconfiada. 
- Oras, você também é minha amiga. - ele falou certeiro.
- Eu sei. - eu disse sem graça.
Eu e Jimmy havíamos nos aproximado depois que comecei a namorar o Brian, e consequentemente, saímos muito juntos já que os dois eram tipos irmãos. Mas, eu não esperava essa sua reação. 
- Bom, vamos conversar? - ele tocou meu joelho que estava dobrado. 
- Vamos. - eu confiava no Jimmy, sabia que ele não diria ao Brian nada que fosse dito aqui. 
- Então... - ele abriu uma cerveja e me ofereceu uma também, a peguei e sentei de frente para ele.
- Eu terminei com ele. 
- Isso eu já sei. Mas... - ele me instigava a falar mais.
- As traições... exposições, não consigo suportar. - fui sincera.
- Mich, é uma fase ruim, vocês vão superar. - ele falaa calmamente.
- Eu não quero superar. - falei abaixando a  cabeça com os olhos cheios de lágrimas. Jimmy me abraçou e elas finalmente caíram. 
- Entendo você.
- Jim, porque você não tá lá com ele? - me afastei do seu abraço e o olhei com meus olhos possivelmente vermelhos.
- Por que eu achei que deveria vir pra você, eu sei que tá doendo Mich. - ele voltou a me abraçar e afagou os meus cabelos.
- Dói, sim! Mas eu vou seguir, já sofri tudo que tinha de sofrer pelo Brian. - ele permaneceu em silêncio.
- Um doce... pega um. - ele me ofereceu umas balas. 
- Onde cê comprou isso essa hora? - eu ri, secando as lágrimas.
- Numa coveniência, ué! - ele riu junto à mim.
- Obrigada. - eu falei olhando nos seus olhos. Ele sorriu com seu olhar como só ele fazia.
- Eu amo você e sabia que seria minha amiga desde aquele dia da oitava série... e eu também sabia sobre você e Brian. 
- Como? Ele te contou do cumprimento da aposta? 
- Não... eu sabia que vocês iriam se gostar. - ele me olhou rindo. Eu voltei a chorar.
- Às vezes... - não consegui, pois meu choro tomou conta de mim.
- Fala, bota pra fora. - Jim dava tapinhas em minhas costas leves.
- Eu amaldiçoo esse dia em que eu e Brian nos conhecemos... - tomei a compostura.
- Não faça isso. - ele ergueu meu rosto e me olhou. 
- Porque não devo fazer? - meus olhos se enchiam de lágrimas a cada vez mais.
- Nada é por acaso. - ele deu um sorriso doce para mim.
- Eu adorei conhecer você, mas eu detesto ter conhecido ele, às vezes. - tornei a chorar.
- Ele te ama, mesmo com todos os defeitos dele, ele te ama muito. Você foi a única que eu o vi se importar, de verdade. - ele segurou meus ombros me sacudindo de leve.
- Ele não se importa. - disse fria.
- Voce sabe que ele se importa, você está magoada, confusa e chateada. Vai passar. - Jimmy me abraçou e eu senti conforto, ele me segurava junto a ele, eu de costas para ele ao lado do seu corpo e ele com um braco envolto no meu pescoço. Eu chorei e não sei prque me senti confortável em fazer isso com ele. Doía. Por mais que eu não quisesse, doía. Mas ia passar, e naquele momento eu me prometi nunca mais voltar para os braços de Brian. 


Notas Finais


E aí, que será que pega mais adiante?
Comente o que vocês acham amores, já é um baitaaa incentivo!
Xero!


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