História Save Me - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Peyton Meyer, Sabrina Carpenter
Personagens Peyton Meyer, Sabrina Carpenter
Tags Girl Meets World, Lucas Friar, Lucaya, Maya Hart, Peyton Meyer, Sabrina Carpenter
Visualizações 79
Palavras 543
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus bolinhos! ♡
Então aqui está o último capítulo dessa fanfic que eu amei escrever.
Me lembro quando tive ideia de escrevê-la, era de madrugada ouvindo músicas no aleatórios resolvi escrever. Agradeço muito todo o apoio de vocês e toda a paciência, sei que demorei muito para finalizar. Apesar dos apesares eu consegui!
Essa se vai e outra se inicia como "Dirty Storie" que minha última atualização foi em março e agora tenho certeza que vou atualizar lá, tenho várias ideias para os capítulos!
Boa leitura! ❤

Capítulo 24 - Be happy.


3 meses depois…

Fechei a mala e me preparei para sair. Lucas segurou na minha mão guiando-me até a porta com um sorriso no rosto. Antes de sair dei uma última olhada no apartamento.

— Não se preocupe. Tudo vai estar aqui quando nós voltarmos.

— É… Tem razão. – suspirei.

Eu estava a caminho do aeroporto com Lucas, após tudo aquilo senti que Nova York ficou pequena para mim, sei que aqui sempre será minha casa. Mas chega um tempo que nós temos que mudar e respirar algo novo, é por isso que eu estou indo para Califórnia.

Fazer a incrível faculdade de Artes Plásticas Visuais. Lucas vem comigo por um tempo. Ele vai visitar alguns parentes.

No saguão encontrei Riley, radiante como sempre ela sorria para mim como um convite para lhe abraçar.

— Me ligue todas as noites, me conte todas as novidades e por favor não se meta em nada perigoso. – falou perto do meu ouvido.

— Ok Riley. – separei o abraço e ela me deu um beijo na testa.

— Chamei o táxi para vocês.

Apontou para o carro amarelo do outro lado da rua.

Balancei a cabeça e peguei minha mala atravessando a rua com Lucas e assim entrei no carro tendo uma surpresa.

— Não acredito! – sorri me inclinando para frente.

Era ele. O mesmo taxista que me levou para casa no dia em que Riley voltou.

O abracei e quando voltei a me sentar no banco vi Lucas com uma cara de desentendido.

— Lucas esse homem me ajudou há alguns meses, é… Eu nunca paguei por aquela corrida. – o homem gargalhou.

— Não tem problema querida. Tenho certeza que você vai pagar por essa. – olhou para Lucas. — Está cuidando bem dessa menina meu jovem?

— Hã, quer dizer… Estou sim.

O taxista voltou a atenção para mim. Sussurrei “Ele está se saindo bem”.

— Aeroporto? – disse ligando o carro.

— Sim. – eu e Lucas falamos.

[…]

Suspirei ao sentar na poltrona do avião, tirei um dos meus casacos e olhei pela janela.

Nova York estava começando a se afastar.

— Você acha que a Riley vai ficar bem? – chamei atenção de Lucas que estava ao meu lado.

— Claro, ela tem uma pessoa para ficar de olho. – sabia que ele estava falando da namorada de Riley mas eu completei.

— Duas. Josh se recuperou e está em uma clínica.

Quando ouviu isso ele segurou minha mão.

Josh sempre vai fazer parte da minha vida, querendo eu ou não. Porém eu não vou deixar que isso me influencie de maneira alguma.

— Ele não é mais um problema, você sabe disso.

— Lucas, por que você não o deixou morrer naquele dia? – eu nunca havia perguntado isso.

— Ele é um humano, eu também sou. Se eu não tivesse feito aquilo estaria me igualando a ele. Josh fez muitas merdas na vida, mas acho que não merecia morrer daquele jeito.

Abaixei minha cabeça.

— É tem razão. – olhei pela janela novamente, agora via as nuvens. — Sabe obrigada por vir comigo.

— Sem problemas. – sorriu.

O encarei e depositei um beijo em seus lábios.

Pois é, não posso mais pensar em coisas que me fizeram mal. Eu sei que consigo ser feliz daqui frente.

Sim, tenho certeza! 


Notas Finais


Eu amo muito vocês, nunca se esqueçam disso!


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