História Save Me - Jikook (Em correção) - Capítulo 14


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Beyond The Scene, Jikook, Jimin Ativo, Jungkook Passivo, Kookmin, Lemon, Romance, Smut, Taeseok, Vhope, Yaoi
Visualizações 3.785
Palavras 2.708
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Como sempre, estou aqui postando de madrugadan pra vcs 😂😂😂😂
Eu simplesmente fiquei doida escrevendo esse capítulo❤❤ Quem esperou eu postar e ainda n foi dormir, prometo q vlw a pena.

Capítulo 14 - Vai Ter Que Implorar Melhor Que Isso


Narrador P.O.V

Jimin ainda estava chocado e sem palavras, uma mistura de ódio com confusão lhe atingiu como uma machadada no peito. Seus olhos queimavam de fúria, ao mesmo tempo que estava aliviado por Jungkook estar bem, no entanto aquele pirralho havia ido embora com outro homem bem na sua frente. Quem diabos era aquele loiro? Quando Jimin voltou à si mesmo, correu para a porta de saída apressadamente, olhou para todos os lados, porém não viu ninguém.

- PORRA! - Gritou furiosamente, projetando sua voz com todo o ar que tinha em seus pulmões.

A raiva era tão difícil de conter, que Park se sentiu na obrigação de dar um soco no poste mais próximo que conseguiu encontrar. Ele sabia que tinha se machucado, apesar de não ter sentido dor alguma naquele momento, sua mente estava focada em outra coisa. Fazia um longo tempo que não se sentia assim, totalmente sem norte. O que ele deveria fazer? Sair pela cidade procurando por Jungkook de novo?

- Merda. - Praguejou com voz vacilante, olhava ao seu redor como uma criança perdida no supermercado.

Aquilo era frustrante e muito assustador, Jimin não tinha a menor ideia do que o rapaz estava pensando, não sabia quem era aquele homem loiro com quem ele estava, não sabia para onde iriam, nem o que fariam, não sabia se Jungkook ficaria bem ou se ele voltaria.

- Pirralho ingrato do cacete. - Falou pra si mesmo, sentindo que iria passar mal.

Seu coração pulsava desesperadamente, suor escorria pela superfície de sua pele, suas mãos estavam frias e dormentes, era como um pesadelo, contudo, dessa vez não tinha ninguém ali para ajudá-lo.


Jungkook's P.O.V

Estávamos eu e Taehyung dentro do carro dele, estacionados em uma rua qualquer, bem longe de Park Jimin. Eu sabia que ele me encarava e também que ele queria muito me fazer várias perguntas, mas eu precisava chorar mais um pouquinho até me recompor, ele respeitou isso. Assim que me acalmei, respirei e tomei coragem para levantar a cabeça, olhei de volta para Tae.

- Me desculpe por isso. - Falei, referindo-me à confusão no qual eu havia o metido.

- Está tudo bem. - Ele sorriu para me reconfortar, o que funcionou. - Você quer ir para o meu apartamento? Eu poderia te oferecer uma xícara de chá e então conversamos com mais calma.

- Ah… Não me entenda errado, mas acho que não é uma boa ideia. - Fui sincero, depois do rolo com o Jimin, seria meio tosco da minha parte ir para o apartamento de outro suposto estranho.

- Pelo menos vai me explicar o que aconteceu lá? - Taehyung perguntou com um pouco de receio.

- Jimin ficou irritado comigo. - Suspirei, lembrando daquele olhar mortal que o mesmo tinha me lançado, foi assustador demais.

- Ele fez aquele escândalo todo porque estava irritado? Mas que diva. - Taehyung bufou e eu assenti com a cabeça. - O que há entre vocês dois afinal?

- É uma história meio estranha. - Respondi, olhando no fundo dos olhos curiosos do loiro.

- Adoro histórias estranhas. - Tae apoiou sua cabeça na própria mão como se estivesse esperando eu começar a falar.

Hesitei por alguns instantes, entretanto o olhar de Taehyung me convenceu. Lhe contei tudo que havia acontecido comigo naqueles últimos dias malucos, acabei omitindo certos detalhes constrangedores demais para serem revelados, como as coisas pervertidas que Jimin fazia, porém narrei todo o resto sem deixar nada passar. A cada palavra que saia da minha boca, Taehyung parecia paulatinamente cair em descrença. De fato, a minha situação era completamente incomum e muito, muito confusa.

- Você disse que a história era estranha, mas isso parece digno de uma fanfic. - O de cabelos loiros disse enquanto encarava o nada a sua frente.

- Eu...Eu não sei o que é uma fanfic. - Cocei a cabeça, tentando ligar os pontos em relação ao que ele tinha dito.

- Faz sentido… eu acho. - Tae ainda encarava o ar. - Hoje, quando nos encontramos, você sequer me reconheceu... e você usa roupas caras, mas não tem dinheiro ou sequer um celular, também não sabe o que é uma fanfic. Ah! E você cantou uma música de ninar como se fosse um hit internacional.

- Eu não sei cantar outras músicas. - Resmunguei baixinho para mim mesmo, minhas bochechas estavam queimando de vergonha.

- Aish. Você era mesmo um sem teto? - Ele se aproximou de mim um pouco mais, apertando minhas bochechas e fitando meu rosto como se tentasse achar algum indício de que eu realmente fora um sem teto. - Mas você é tão bonito.

- Obrigado? - Agradeci um tanto quanto sem graça, então Taehyung se afastou novamente, deixando que eu voltasse a respirar com tranquilidade.

De repente estávamos eu e ele em silêncio, ninguém se mexia e ninguém ousava falar, parecia mais uma competição pra ver quem piscaria primeiro. Acabei por desviar meu olhar para o lado, já não aguentando mais aquele clima tenso.

- Tem certeza que não quer ir para o meu apartamento? - Tae perguntou uma última vez.

- Tenho. - Respondi com um sorriso suave, recusando a gentileza de Taehyung.

- Não está pretendendo dormir na rua essa noite, está? - Ele arregalou os olhos e arqueou as sobrancelhas, fazendo-me rir de sua reação.

- Não, eu vou voltar para casa. Jimin deve estar preocupado e sozinho. - Eu disse, ao mesmo tempo me preparei para sair do carro e fui impedido por Tae, que segurou meu pulso.

- Não gosto muito dessa ideia, eu não confio naquele cara. - Ele disse de testa franzida.

- Jimin pode parecer um idiota, mas ele é uma pessoa boa. - Falei, rindo da mais pura verdade. - Acontece que ele tem sérios problemas em lidar com os próprios sentimentos, isso não o faz merecer ficar sozinho, além do mais, eu devo muito a ele.

- Você é um garoto muito interessante, Kookie. - Taehyung sorriu, expondo seus dentes branquinhos e bem enfileirados. - Me promete que vai ficar bem?

- Prometo. - Eu disse, pronto para me despedir e sair do carro, mas Tae trancou as portas. - Hã?

- Não vou deixar você sair andando sozinho no escuro por aí. Eu te levo pra casa. - O loiro riu e pôs o cinto de segurança.

- O problema é que eu não sei bem o caminho para lá. - Olhei ao redor e percebi que tinha me perdido de novo.

- O quê? Haja neurônios nessa cabeça! - Taehyung reclamou, dando-me um peteleco na testa.

Depois de um longo tempo indo para lá e para cá, finalmente conseguimos achar o prédio correto, à esse ponto o relógio marcava mais de meia noite. Agradeci Taehyung pela carona e ele pediu-me para que o ligasse na manhã seguinte, logo assenti com um sorriso no rosto.

Saí do carro, andando apressadamente para dentro do prédio, tracei o caminho até o elevador e esperei agoniadamente pelo andar certo. No último piso, o corredor aparentava mais longo do que de costume, portanto corri até chegar à porta. Feito um desesperado, procurei as chaves em meu bolso da calça, não sabia se aquele bolso havia ficado mais profundo de repente, pois foi essa a impressão que tive, e quando finalmente encontrei a chave, foi uma eternidade para encaixá-la apropriadamente na fechadura.

Qual era meu problema? Estava nervoso por motivo nenhum.

Desengonçadamente abri a porta e adentrei o lugar com um embaraçoso tropeção.

- Jimin? - Chamei seu nome com um sorriso torto no rosto assim que o vi debruçado sobre o balcão da cozinha, fazendo-o imediatamente voltar sua atenção para mim.

- Porra, Jungkook! - Gritou como se estivesse com raiva, mas seu olhar era de alívio.

Ele andou em minha direção com pressa e primeiro pensei que queria me bater, porém relaxei quando seus braços me envolveram e me trouxeram para mais perto. Jimin me abraçou com tanta força que parecia estar querendo fundir nossos corpos e transformá-los em um só, descansou sua cabeça em meu ombro e deixei que o fizesse sem ousar reclamar. Não demorei muito para notar que ele estava chorando, suas lágrimas mornas escorriam pelo meu pescoço e seus soluços faziam seus músculos tensionar.

- Desculpa. - Sussurrei no ouvido de Jimin, arrependendo-me de não ter levado em conta sua preocupação antes.

Não houve resposta por um tempo, ficamos apenas abraçados, dividindo a temperatura de nossos corpos. Fiquei pensando nas coisas que poderiam ter passado pela cabeça de Jimin quando ele não me encontrou em casa e depois quando fui embora com Taehyung. Ele tinha provavelmente ficado assustado, com medo de que eu tivesse fugido, com medo de que eu jamais voltasse para ele e com medo de voltar a ficar solitário.

- Quem era aquele cara com você? - Meus pensamentos foram interrompidos pela voz ríspida de Jimin, que ainda não havia se movido ou relaxado um pouco.

- Eu conheci ele hoje, somos amigos agora. - Falei com um orgulho desnecessário, eu ainda estava muito feliz por ter feito uma nova amizade.

- Onde foram? O que fizeram? Não lembro de ter dito que você podia ter amigos. - Jimin falava com calma, porém a raiva em sua voz era clara.  

Engoli em seco.

- Pare de ser exagerado, o Taehyung é muito legal. - Respondi inocentemente.

Eu não tinha a menor noção do que minhas palavras causariam em Jimin no momento em que permiti que saíssem de minha boca, porque caso o contrário, eu nunca as teria dito.

Jimin desvencilhou-se do abraço de repente, deixando-me confuso e sem reação, marchou até a porta, trancou-a e quando se virou novamente, seu rosto estava rígido como uma pedra. Oh, céus. Ele voltou a andar em minha direção.

- O-o que vai fazer? - Recuei assustado, fomos indo para trás e para trás, quando Jimin estava perto o suficiente para tocar seu nariz no meu, deu-me um susto ao me empurrar com força.

Achei que iria tombar com tudo no chão, entretanto caí no macio do sofá, e já estava para me levantar no instante em que Jimin me impediu ao bloquear-me pondo seu próprio corpo sobre o meu.

- Então Taehyung é legal? - Falou perigosamente perto da minha boca, sua respiração quente me causava arrepios ao se chocar contra meus lábios. - Tenho certeza que não foi ele que te deu as roupas que você está usando. Já que você é tão ingrato, eu vou pegar elas de volta para mim.

Não, não, não, não! Jimin estava prestes a começar com aquelas provocações de novo! Eu não podia deixar ele fazer aquilo comigo, deixar ele mexer com a minha mente, o meu corpo e meu coração.

- Ji… - Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ele me calou com um beijo feroz e inesperado.

O calor percorreu meu corpo como se tivessem acendido uma fogueira dentro de mim. A boca de Jimin sugava a minha de um jeito que seria doloroso se não fosse tão prazeroso. Senti minha calça começar a ficar apertada demais no instante em que aquele homem invadiu minha boca com sua língua, a dominando como se seu nome estivesse escrito nela.

Não houve batalha, Jimin não me deu a mínima chance de lutar, então quebrou o beijo e pensei que aquele talvez fosse o momento certo para o xingar, o afastar ou protestar contra o que estava fazendo, contudo seus toques incessantes me deixaram tonto demais para falar. Eu não respirava bem, Jimin passava suas mãos por baixo da minha camisa, apertando cada canto do meu corpo, brincando e o provocando até decidir retirar minha camisa de vez.

- Está sentindo isso? - Jimin sorriu de canto com malícia, forçando levemente seu joelho contra o meio de minhas pernas, onde meu membro recém acordado suplicava por atenção. Deixei um gemido alto escapar, sentindo vergonha por estar perdendo o controle sobre mim mesmo tão descaradamente. - Isso é o que eu posso causar em você.

Jimin, que antes estava a apenas um centímetro do meu rosto, agora percorria sua boca pelo meu peito enquanto suas mãos trabalhavam em abrir o zíper da minha calça, alcançando minhas partes mais sensíveis e deixando-as ridiculamente protegidas somente pela minha boxer.

- Não. - Protestei como a tentativa mais falha e besta de retomar o controle da situação, coisa que eu na verdade não queria.

Jimin não parou, continuou a me violar com sua língua, indo cada vez mais baixo, chegando ao meu abdômen. Massageava sem dó meu membro ainda escondido pela única peça de roupa, arrancando de mim gemidos que cantavam notas mais altas do que eu jamais tinha imaginado poder alcançar. Quando pensei que eu não podia perder mais da minha sanidade do que já havia perdido, Jimin abocanhou meu membro por cima da boxer, fazendo-me sentir o toque indireto de sua língua sobre o lugar sensível. Foi nesse instante então que gemi ainda mais alto, arqueando minhas costas em uma curva perfeita, deixando meus olhos revirar e meu queixo apontar para o teto.

Levei meus dedos até minha boca e a preenchi com dois deles, eu não só precisava como sentia uma necessidade irracional de morder alguma coisa naquele exato momento. Jimin passou a dar leves chupões na região do meu membro e juro que a esse ponto eu estava prestes a começar a babar.

- Ji-min. - Eu disse de forma arrastada, quase como um bebê balbuciando.

- Eu sou o único que pode fazer você se sentir assim. - Falou ao finalmente libertar minha ereção de dentro da boxer. - Só eu posso te dar prazer.

Jimin quase fez meu coração parar de vez quando passou sua língua quente e molhada por toda a extensão do meu membro. Era inacreditável o como aquilo era bom, todos aqueles beijos, até mesmo o como me torturava ao chupar apenas a glande enquanto a provocava com os movimentos de sua língua.

- Jiminie.

Aquele homem era tão intenso, assim como o prazer que eu sentia.

- Se gemer meu nome mais uma vez, não pense que vai sair daqui sem ser fodido. - Sua voz soava mais sexy e maliciosa do que nunca.

Aquelas palavras só serviram para me aproximar ainda mais da loucura. Jimin me torturava com seus movimentos lentos, porém fortes, eu já estava todo melado de saliva e pré-gozo.

- Eu q-quero gozar. Por favor? - Pedi entre meus incontroláveis arfares.

- Então vai ter que implorar melhor que isso. - Ele disse, olhando para mim de baixo e fazendo-me morder os lábios de ansiedade quando parou de dar atenção ao meu membro.

- Por favor. - Pisei no meu orgulho, tudo pelo luxo de atingir ao ápice de todo aquele prazer, o que agora parecia ser a coisa mais importante do mundo.

- Ainda não é o suficiente. - Jimin sorriu, cruel do jeito que ele era. - Tente desta forma: Eu sou todo seu, me deixe gozar, eu imploro Jimin.

Respirei fundo, negando no fundo da minha alma que eu algum dia eu diria algo de tão baixo nível.

- Me deixe gozar, eu imploro Jimin. - Mesmo assim eu disse.

- Acho que faltou uma coisinha. - Ele provocou e eu soube que eu seria obrigado a dizer.

- Eu sou todo seu. Agora pelo amor de tudo que é mais sagrado, me faça gozar! Por favor! - Assim que eu disse a coisa mais embaraçosa de todas as coisas super embaraçosas que eu já havia dito, Jimin sorriu satisfeito e fez questão de engolir meu membro inteiro com sua boca incrivelmente quente.

Gemi alto. Não tinha mais um neurônio em meu cérebro que funcionasse de forma correta, tudo que eu pude fazer foi me concentrar naquela sensação deliciosa que me provocava tamanhamente. Sem perceber, meus quadris já se moviam acompanhando o ritmo de Jimin e minhas mãos se enterraram em seus cabelos sedosos.

- Por favor, não para. - Pedi, lembrando da forma sacana que Jimin havia sido cruel da última vez, parando antes que eu pudesse chegar ao ápice.

Para minha minha felicidade e prazer, Jimin não parou, pelo contrário, tornou os movimentos com a boca e com língua ainda mais intensos. Logo meus gemidos passaram a ser constantes, não pude suportar mais nenhum segundo sequer e me desmanchei naquela boca perfeita.

Olhei para baixo, para Jimin, e lá estava ele, engolindo cada gota do meu prazer. Relaxei meu corpo, que ainda sentia a euforia do orgasmo correndo por todo canto, e desviei meu olhar para o teto.

Eu estava esgotado.


Notas Finais


Gente, o primeiro passo foi dado❤❤❤ Daqui pra frente as coisa só vão esquentar mais e mais, então podem ter grandes expectativas para os próximos capítulos.😍
Digam aí td q vcs gostaram ou não gostaram😄😄 td para melhorar a qualidade de leitura pra vcs, negada-san😘😘
Bjocas e pirokas 😈


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