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História Save Me (Min Yoongi - BTS) - Capítulo 13


Escrita por: e via-ssi


Notas do Autor


Aloha amorecos!

depois de quase dez dias da última postagem eu trouxe a atualização nova! (tava na hora neah autora) SIM SIM!

gente eu to amando todas as teorias de vocês e me sinto tão feliz ao ver a interação de vocês com SM, estamos rumo aos 200 favs yeaah! Nem acredito que já estamos crescendo assim, obrigada a todo mundo que está acompanhando essa jornada linda e espero vê-los em outras novas mais futuramente :)

estamos no terceiro (para algumas pessoas quarto) dia de quarentena nacional, e mesmo que todos já saibam vamos relembrar que a paralisação nas escolas, universidades, apresentações e estádios NÃO SÃO FÉRIAS! É um distanciamento social para evitar aglomerações, então vamos ter responsabilidade social e fazer a nossa parte hm? Fiquem em casa, aproveitem a plataforma ao máximo, leiam suas estórias favoritas (incluam save me nelas haha!) e cuidem da sua saúde em primeiro lugar, amo muito vocês amorecos <3

• tradução do capítulo: Comoção de desespero.

Capítulo 13 - Commotion of Despair


Fanfic / Fanfiction Save Me (Min Yoongi - BTS) - Capítulo 13 - Commotion of Despair

Perco o equilíbrio e meu corpo vai em direção ao chão. Fecho os olhos por impulso à espera do impacto, porém quando ele acontece, não o sinto com a intensidade que esperava. Franzo o cenho e abro os olhos, sentindo minha respiração falhar ao observar os olhos escuros tão próximos dos meus. Eu havia caído por cima de Yoongi, e seu corpo havia amortecido minha queda. Sua respiração sopra quente contra meus lábios, e um arrepio intenso circula meu ventre. Por alguns segundos permaneço estática, sem reação, e ele também. Até que então percebo os olhares curiosos sobre nós, e me levanto com rapidez, ajeitando minhas vestes. Jeon nos encarava com as sobrancelhas franzidas e Seokjin parecia segurar o riso diante da situação. Noto que os dois não estavam tão distantes da porta, e tiro minhas conclusões.

— Estavam me espionando?! — Indago, estreitando os olhos na direção dos Ceifadores. Yoongi se levanta com uma carranca no rosto, e passa as mãos pelas roupas, limpando-as.

— Não. — Os três respondem em uníssono. Cruzo os braços na altura dos seios, e entorto os lábios em uma expressão séria.

— Estávamos espionando o outro cara. — Jungkook admite, sugestivo. — Não confio nele. — Minha reação é quase imediata.

— Você nem sequer conhece ele!

— Qualquer homem que pense na possibilidade de comer a comida de outro homem na minha perspectiva é considerado SIM, uma pessoa ruim. — Proferiu passando a mão pelo estômago, mesmo à longa distância consigo ouvir o barulho que ele faz implorando por comida.

— Já eu não aprecio nenhum pouco a idéia de ficar me escondendo aqui como um fugitivo. — Yoongi emenda, fazendo-me revirar os olhos. Seokjin suspira, aproximando-se com o semblante intrigado. Afinal, o que eles tinham tanto contra Hoseok sem sequer conhecê-lo? Ele não seria uma ameaça a mim. Seria?

— Apenas estamos sendo atentos, Chloe. E você tem que ser também, o quão bem conhece aquele rapaz que entrou? — Ele me questiona e eu apenas bufo em resposta. Melhor do que conheço vocês, pensei.

— Há bastante tempo. — Dou de ombros. — Hoseok é assistente cirúrgico do meu pai, jamais me machucaria ou algo do tipo.

— Você sempre faz jantares para os assistentes cirúrgicos do seu pai, gatinha? — Percebo a ironia no tom de voz do moreno e ergo as sobrancelhas franzidas.

Ele está com ciúmes?

— Não vem com essa playboy, você tá se doendo por que ela tá cozinhando pra ele e não pra você. — Yoongi intervém com a voz áspera, desviando os olhos escuros do moreno para mim. — Mas cá entre nós, esse comportamento é bem irregular.

— Irregular?! — Vocifero zangada, porém quando vejo que havia aumentado demais o tom, me repreendo. — Sabe o que é irregular pra mim? ter que esconder três Ceifadores! — Sussurro imperiosa, e aponto o dedo para ele.

— Isso pode ser resolvido. — Ele responde entreolhando-se com os outros dois. — Nós saímos e nos juntamos pra jantar com vocês o que acha, Isca? — Rio em escárnio.

— Nem pensar.

— Por que não? É uma ótima idéia! — Jungkook dita batendo os pés, impaciente.

— Hoseok estava lá comigo quando eu perdi a minha visão, no pior momento da minha vida. Então se me permitem… — Me afasto dos três e empurro a porta com as costas. — Eu vou cozinhar pro homem que salvou a minha vida, pois eu devo isso à ele. — No momento em que faço menção de sair do quarto, Seokjin me intercepta.

— Espera, como você perdeu a visão?

Sua pergunta me acerta em cheio, desnorteando-me. Engulo em seco antes de voltar a fitá-lo novamente. Reviver as memórias daquele momento é como permanecer em um pesadelo sem fim pela eternidade. Lembrar da escuridão sombria e temerosa em que vivi por anos, me assusta, quebra as muralhas de proteção que construí durante o caminho da recuperação, e me faz ter medo de novo. Medo do passado, e das lembranças dolorosas que tenho que carregar no peito à contragosto pelo resto da vida.

— Tudo o que eu me lembro é de ter visto uma luz forte na janela de uma casa, e desde então não consegui mais ver nada. — A postura de Seokjin muda de repente, e o olhar que ele me lança é apreensivo.

— Uma luz forte? — Consigo ver a raiva em seus olhos, e ele os dirige à Yoongi. O cinzento capta a mensagem e os dois parecem conversar entre olhares. O azedo solta uma lamúria irritada, e soca o punho fechado com força em minha escrivaninha, fazendo-me arregalar os olhos.

O que deu nele?!

— Você não se lembra mais de nada? — Ele me pergunta, com a voz baixa, entredentes. Estranho sua reação repentina, e umedeço os lábios segurando um suspiro contido. Nego, e ele desvia o olhar de mim, sua expressão é inexpressiva, indecifrável. Parece perdido em seus próprios pensamentos, estes dos quais eu queria saber quais eram. Por que ele havia reagido assim? Yoongi parece esconder algo. E eu vou descobrir o que é.

— Obrigado por nos contar. — Seokjin põe sua mão em meu ombro, consolando-me. Desvio a atenção do cinzento para ele e forço um sorriso para dizer que está tudo bem. — Eu prometo que toda informação que conseguirmos será pra descobrir o que realmente aconteceu, ok? — Anuo.

Ele se inclina para mais perto e me acolhe em seus braços em um abraço lateral. Suspiro, sentindo meu coração apertar no peito. Eu sinceramente preferiria deixar aquilo no passado e seguir em frente, mesmo que a curiosidade me instige a buscar respostas.

— Estou com um pressentimento… — Ergo o rosto para fitá-lo. Seokjin agora tem a total atenção de todos ali presentes e seu tom de voz me faz engolir em seco, isso não é um bom sinal. — Algo me diz que tudo isso já é muito além do que um simples espírito maligno em busca de vingança. — Ele se afasta, e minhas pálpebras tremulam. — O que você disse Chloe, só me fez ter mais certeza ainda disso. — Tudo isso já é ruim o suficiente, não tem como ficar pior… ou tem? — Temo que estejamos numa situação mais complicada do que esperávamos.

— O quão complicada? — Pergunto, apreensiva. Afinal, o que pode ser pior do que estar na lista negra de um espírito maligno?

— Essa luz forte que você viu já foi relatada em inúmeros casos de mundanos que foram feridos por demônios. — Ela fala diretamente, sem rodeios. Ok, isso é bem pior. Triplamente pior. — Se você viu essa luz, significa que talvez um demônio possa ter te visto também.

— UM DEMÔNIO?! — Vocifero, assustada. Seokjin rapidamente acaba com a distância entre nós e leva sua mão até meus lábios calando-me. Tento murmurar um pedido de desculpas ao perceber a situação em que nos encontrava, mas ele não move um músculo.

— Shh… Não esqueça de que você tem um convidado em casa, e é mais importante do que nunca que não coloque a nossa existência em jogo fazendo com que outro mundano nos veja.

— Mmmpf! — Sua fala me ofende. Depois de tanto sacrifício da minha parte para escondê-los e manter tudo em segredo ele acha mesmo que eu arriscaria colocar tudo a perder?

— Eu vou tirar a minha mão, mas por favor mantenha a voz baixa, ok? — Murmuro em concordância, e assim ele faz. — Prontinho. 

Ajusto minha postura. Não posso dar chilique outra vez, foi realmente um ato impulsivo, se Hoseok tiver ouvido isso, não consigo nem pensar nas justificativas sem nexo que terei de inventar para criar uma situação coerente envolvendo um demônio. Qual é, nenhuma situação que envolve um demônio é coerente.

— Temos que ser cautelosos, acho melhor você não sair por conta própria. Por mais perigosos que espíritos malignos sejam confie em mim, demônios são dez vezes pior. — Meneio com a cabeça, e desvio o olhar dele, acuada.

Meu estômago se revira. A ansiedade me atinge em uma mistura de sentimentos, temor, preocupação, medo. A cada momento que passa sinto que uma ameaça maior aparece em meu caminho. Sei o que tenho que enfrentar, mas ao mesmo tempo não sei. Esse frio na barriga que me corrói por dentro, o ímpeto de desistir de tudo isso mas não ter uma brecha sequer para me esconder, apenas me empurram cada vez mais para um precipício sem fim de insegurança.

E tudo o que eu mais quero é me sentir segura de novo.

— Não se preocupe Chloe, mesmo que demônios possam ser os piores seres sobrenaturais, nós somos bem piores. — Seokjin me lança uma piscadela, tentando apaziguar a avalanche de emoções que flui de mim, transparente. — Vamos cuidar de você, da mesma forma como estamos fazendo desde o início.

Sorri minimamente, agradecida. Me sobressalto ao sentir um puxão em meu braço, mas quando vejo os olhos escuros de Jungkook suspiro aliviada. O moreno se inclina para mais perto de mim com o espaço entre as sobrancelhas franzido, e uma expressão séria. Suas mãos tocam meu rosto erguendo meu queixo, e seus olhos se fixam nos meus.

— Eu vou derrubar qualquer um que sequer olhe pra você com más intenções… — Dita com a voz firme, sem desviar os olhos dos meus. — Seja ele um demônio ou não.

— É essa sua atitude convencida que te mete em tantos problemas, Jeon. — Ouço a voz de Yoongi e o olho de soslaio. Ele nos encara com os braços cruzados e o maxilar trincado, ultimamente esta é única feição dele que conheço. — Sabemos que ela ficaria bem mais segura estando comigo. Pelo menos eu uso o cérebro para alguma coisa.

— O que? — Pestanejo, desacreditada.

Eu ouvi mesmo o que acho que ouvi?

— Que sorte a dela que não precisa escolher não é? — Seokjin profere, atraindo minha atenção para si. — Ela tem à nós três para protegê-la.

— Olha gatinha, se você quiser ir até lá pra cancelar esse seu encontro romântico ninguém vai te julgar… Quer dizer, eu não vou! — Jeon me gira para encará-lo, e eu franzo o cenho diante de sua fala.

— Mas não é um encontro, eu só vou cozinhar pra ele. — Yoongi ri, em deboche.

— Uma mulher, mesmo sendo uma volúvel como você, cozinhando para um homem que na perspectiva dele pensa estar apenas à sós, soa como um encontro pra mim. — O lanço um olhar duro diante de suas palavras dirigidas a mim, e cerro os punhos. Volúvel?! Quem esse idiota pensa que é pra dizer isso?

— Não é um encontro! — Digo, entredentes.

— E ele sabe disso por acaso?

Um torrente de raiva me faz expulsar o ar pelas narinas, como um touro bravo. Esses dois me irritam de uma forma descomunal, que é quase impossível manter o controle. Na cozinha, ouço a voz de Hoseok ressoar pelo corredor até meus ouvidos.

— Chloe? Tudo bem aí?

— Vai lá. Seu namoradinho tá te chamando. — Jeon zomba de mim, para me provocar. Puxo a gola da camisa escura do moreno e aproximo meu rosto do mais alto com uma expressão ameaçadora.

— Ele não é meu namorado. — Resmoneio, soltando-o de forma brusca. Jungkook ergue as sobrancelhas e sorri com o canto dos lábios. — E vocês três façam silêncio, não quero ouvir um barulho sequer daqui, entenderam?! — Me direciono aos outros dois com a voz autoritária, Seokjin meneia com a cabeça em um aceno positivo e Yoongi apenas resmunga algo inaudível antes de de fixar os olhos em algum ponto insignificante.

— Mas se ficarmos quietos demais ele vai pensar que o seu gato morreu, não? — Ele ignora minha ordem, e solta um miado alto que me faz arregalar os olhos e puxar suas orelhas em repreensão.

— Idiota! — Ralho com ele.

— Ai! Ai! Parei! Parei!

— Acho bom mesmo. — Bufo, soltando-o e me volto para a porta. Antes de deixar o cômodo levo dois dedos até os olhos e os aponto na direção dos ceifadores, ressabiada. Estou de olho neles, e espero pelo menos uma vez eles obedeçam minhas ordens.

— Até que enfim! Estava prestes a enviar uma equipe de busca! — Hoseok sorri assim que me vê atravessar a sala de estar e caminhar em sua direção. Arrasto uma das banquetas de madeira do tom coral que preenchia quase toda a decoração da cozinha e me inclino sobre o balcão, para encará-lo.

— Levou mais tempo do que eu esperava, desculpe. — Sorrio fechado, e ele meneia a cabeça em um gesto compreensivo.

— Tudo bem, eu já alinhei os ingredientes essenciais no balcão para facilitar o processo espero que não se importe. — Anuo, e o moreno me lança uma piscadela.

Observo com atenção Hoseok se voltar aos mantimentos, erguendo as mangas da blusa esverdeada, concentrado. Os músculos à mostra prendem minha atenção, e quase perco o equilíbrio da banqueta quando tento cruzar as pernas, levemente incomodada. Estava acontecendo. Depois de tantos anos fantasiando esse momento, ele finalmente estava acontecendo.

— Tudo bem? — Pestanejo, atordoada ao ser tirada de meus devaneios. Hoseok me fitava com as sobrancelhas franzidas enquanto segurava uma espátula. — Você parece mais vermelha do que o normal, não está doente está? — Antes que eu o responda, sua mão toca minha testa e meu pescoço em seguida. Ele franze o cenho. — Não parece estar febril. — Rio soprado, afastando-a.

— Eu estou bem não é nada.

— Tem certeza?

— Absoluta. — Garanto.

— E o seu gato? Tudo bem com ele? — Hoseok me interpela, e eu solto o ar pelo nariz segurando-me para não rir e acabar denunciando a mentira por trás daquela situação toda. Dou de ombros.

— Ah, ele tá ótimo! — Mesmo que ele não perceba, a ironia em minha voz é explícita. — Derrubou algumas coisas só, comportamento normal de adaptação você sabe. — Ele sorri, assentindo. Mesmo que no fundo eu odeie estar mentindo pra ele, sinto que essa situação vai muito além do meu querer. Afinal, é a minha segurança que está em risco. — Mas eai? Vamos cozinhar?! — Pergunto animada, descendo da banqueta e me posicionando ao seu lado.

— Pensei que nunca ia perguntar! — Jung ri jocoso, e me alcança uma frigideira do suporte de panelas ao lado do armário. — Eu não sei você, mas eu tô morrendo de fome! Se você não quisesse fazer o almoço eu tinha a sugestão de sairmos pra algum restaurante. — O observo separar algumas vasilhas de vidro no balcão de mármore escuro. Não sei o que ele planeja fazer mas sei que é algo bom. — Tenho que me certificar que a senhorita está comendo direito. Nutrição é uma parte essencial da recuperação, sabia? — Ele ergue uma vasilha em minha direção, e eu sorrio.

Sinto uma fagulha de felicidade ao vê-lo tão preocupado comigo. Hoseok parece não querer esconder seus sentimentos em relação à mim desde o acidente, ao contrário de mim que escondi os meus durante quase toda a minha vida. Talvez Jung pense em arriscar sua vida profissional para tentar algo comigo. Mesmo que seja antecipado demais da minha parte especular algo assim, quero acreditar que ele realmente gosta de mim como diz. Não quero continuar me culpando pelo resto da vida por ceder e me apaixonar por alguém que é impossível para mim.

— Que tal fazermos Jjajjangmyun?

— O que é isso? — Franzo o cenho.

— Um prato típico do meu país natal, é um macarrão com carne de porco ao molho, acompanhada de legumes. — Ergo uma sobrancelha, interessada. Parece bom. — E eu vi que você tem todos os ingredientes… o que é estranho. Por que você compraria macarrão pra Yakisoba? — Ah merda.

— Não sei só… comprei! — Rio nervosa.

— Ah… Ok, então. — Ele ri, e eu curvo os lábios. Quando Hoseok se volta mais uma vez para os ingredientes meu maxilar trava ao olhar de esguelha para o corredor silencioso. Maldita hora em que eu deixei aquele convencido sozinho com o carrinho na sessão de massas.

E o que diabos é Yakisoba?

— Hora de pôr a mão na massa! — Ergo a frigideira em sua direção, e ele a toma em mãos levando-a até o cooktop elétrico. — O que quer que eu faça? — Hoseok ergue o olhar para os legumes separados em uma das vasilhas, e eu rapidamente a vasculho com os olhos. Batata, abobrinha e cebola.

— Descasque e corte uma xícara de cada em cubos, que eu vou fritar a carne. — Aquiesço, e faço o que ele diz.

Após descascá-las, alcanço a faca ao lado da tábua de cortes, e tento cortá-las da forma que ele pediu, porém, é mais difícil do que eu esperava. Solto um muxoxo, levemente irritada. A atenção de Hoseok se volta para mim, e ele ri da minha situação afastando-se do fogão embutido.

— Se não se importa, eu posso te mostrar uma forma fácil de cortar. — Ele se aproxima e cola o peitoral em minhas costas. Suas mãos tateiam meu dorso e deslizam por meus braços até que estejam sobre as minhas, a respiração quente de Hoseok em minha nuca cria uma tensão em meus músculos e minha superfície se torna febril. — Se segurar a faca assim, e sutilmente inclinar para a vertical vai ser mais fácil… — Ele dita baixo, guiando-me. — Vê a facilidade em que a lâmina atravessa ela? — Pergunta em um sussurro, roçando os lábios ao pé do meu ouvido. Minhas pálpebras pesam e os olhos se reviram nas órbitas. Ouço seu fungar longo em meus cabelos, e minhas mãos tremem.

Não sinto a faca em minhas mãos.

Entreabro os lábios e solto um gemido arrastado no momento em que ele passa a deixar selares na região sensível do meu pescoço. A racionalidade me esvaece. Sinto o objeto cortante fugir de meus dedos, e franzo o cenho ao entreabrir os olhos e observar a lâmina afiada à centímetros de meu pescoço. Respiro pela boca, mas o ato falha.

Hobi? — Estremeço. — O-oque… tá fazendo?! — Em resposta, ouço apenas o silêncio. E então ele age, e eu me desespero.


Notas Finais


e vamos de ligar pra policia :)


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