História Say Goodbye to Your Innocence - Lauren G!P - Capítulo 19


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Aventura, Camren, Camreng!p, Drama, Gravidez, Laureng!p, Monte Carlo, Norminah, Romance, Sedução, Sexo, Vercy
Visualizações 382
Palavras 1.175
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Harem, LGBT, Lírica, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Último de hoje, amanhã posto mais capítulos, leiam as notas finais e leiam minhas fics no wattpad!! Boa leitura amorzinhos 😍😘😊

Capítulo 19 - Conversar


Fanfic / Fanfiction Say Goodbye to Your Innocence - Lauren G!P - Capítulo 19 - Conversar

 Mas agora, se aproximando-se do quarto onde seu filho estava, Lauren percebeu que não sentia mais raiva. Ao abrir a porta, sentiu apenas... Dio. Dio mio... Foi Camila quem ele viu primeiro, e então não conseguiu tirar os olhos dela. Camila estava sentada com os braços dobrados sobre a beira da cama, a cabeça descansando neles, como um anjo cansado de Botticelli. Os olhos estavam fechados, mas na luz acinzentada da manhã, os círculos de exaustão sob eles realçavam na pele alva. Ela parecia tão exausta e ansiosa que Lauren teve vontade de correr até a cama e envolvê-la em seus braços. E então olhou para o menininho sobre a cama.

Seu peito pareceu estar implodindo. Automaticamente,  seu moveu para a cama, de modo que pudesse ver a criança mais de perto. Era como olhar para si mesma. Como voltar no tempo e se ver como uma garotinha.

Até aquele momento, as emoções mais fortes que sentira... fora o desejo sexual... tinham sido raiva, frustração, humilhação. Estas eram as emoções que a haviam movido quando adolescente, a levando a fazer as coisas que fizera. Coisas ruins. Perigosas. Mas esta emoção... Era muito mais poderosa. Seus dedos queimavam com a necessidade de tocar a pele suave. Era um pouco mais clara que a sua, Lauren observou emocionada, mas não havia o menor engano sobre a herança italiana do menino. 

Quase de modo reverente, Lauren estendeu uma mão e tocou o rostinho de Alexander. A pele era a coisa mais milagrosamente macia que ela já tocara. Como a mãe, pensou com uma onda de desejo.

A criança se mexeu de leve, e Lauren recolheu a mão, não querendo acordá-lo. Do outro lado da cama, Camila acordou. Seus sentidos maternos haviam lhe enviado algum aviso, e seu olhar foi diretamente para o rosto de Alexander. Ela observou a expressão pacífica de seu filho dormindo, e por um momento, estava tão grogue de sono, e inundada de amor, que não notou a figura alta e imponente parada do outro lado da cama. E então Lauren falou:

— Ele é muito lindo.

Em choque, Camila se levantou instantaneamente, seu coração bombeando.

— Lauren... o que você está fazendo aqui?

Camila quase podia sentir a adrenalina bombeando seu sistema nervoso, enquanto a observava dar um passo para mais perto da cama. No ambiente estéril do hospital, a beleza de Lauren tinha um aspecto perigoso. Os cabelos escuros estavam desalinhados, mas tudo isso era insignificante comparado com a emoção feroz nos olhos dela.

— Eu vim conhecer meu filho.

Camila se sentiu tonta. Uma onda de pânico abalou todo seu corpo, enquanto seu cérebro privado de sono se esforçava para não deixar o medo dominá-la. Algum instinto quase animal de proteger seu filho a fez levantar a cabeça e encarar Lauren nos olhos.

— Você não tem direito de entrar aqui assim...

— Não me fale sobre direitos. — A voz de Lauren era baixa, mas pulsava com emoção contida. — Por que você não me contou, Camila?

— Eu ia contar.

Camila estava muito cansada, muito chocada pelos eventos dos últimos dias para pensar além da necessidade de se defender. Defender seu filho. A chegada de Lauren ameaçava abalar a frágil concha que continha suas emoções cruas, e Camila estava estarrecida pela força de seu desejo de se atirar nos braços dela e beijá-la com ardor.

Se encostou contra a parede, colocando o máximo de distância possível entre os dois, e cerrou os punhos.

— Quando? Ele tem três anos, pelo amor de Deus.

— Eu tentei...

Na cama, Alexander deu um pequeno suspiro e mudou de posição. Como geralmente fazia quando estava acordando, sua mãozinha foi para o tubo na curva do cotovelo, e tentou puxá-lo. 

O observando, Lauren se lembrou de fazer exatamente a mesma coisa depois de seu acidente. A pontada de agonia que percorreu seu próprio braço agora era pior do que a dor tinha sido na época. Porque era seu filho que estava sofrendo, e ele não podia fazer nada sobre isso.

Cerrando os dentes, desviou os olhos. Camila havia se aproximado da cama, afastando uma mecha de cabelos escuros da testa do filho. A luz metálica enfatizava a palidez do rosto sem maquiagem, e a expressão facial era angustiada, mas naquele momento, havia alguma coisa tão linda sobre ela que ele quase perdeu o fôlego.

Então ela olhou para cima e mudou a expressão, evidenciando cautela.

— Por favor, Lauren, eu...

— Mamãe...

O sussurro suave vindo da cama a fez parar no meio da sentença, mas o pânico nos olhos dela dizia tudo que Lauren precisava saber. Camila não o queria lá. A única coisa que queria era se proteger dela.

— Eu irei embora — disse Lauren, andando de costas para a porta. — Mas com a condição que você me encontre mais tarde para conversar.

Camila hesitou. Mas após um momento, falou relutantemente:

— Minha amiga Lizzie virá aqui esta manhã. Ela pode ficar com ele por um tempo.

Mas não muito tempo.

— Mamãe.

A voz de Alexander era mais forte agora, mais insistente. Ele estava tentando sentar.

— Uma hora.

Camila assentiu, mantendo os olhos baixos.

— Tudo bem, uma hora.

Na ala de enfermagem, a loira que deixara Lauren entrar, estava conversando com outra enfermeira. Elas pararam de falar quando Lauren passou.

— Você já está indo embora? — perguntou a loira.

Lauren conseguiu um sorriso amargo.

— Pelo contrário... Pretendo ficar por perto por um tempo. Talvez você possa me dizer o nome de um hotel por aqui?

Camila se olhou no espelho no banheiro dos pais. Pálida e com os cabelos oleosos, parecia ser ela quem deveria estar numa cama de hospital, não Alexander.

Após alguns dias de repouso, a recuperação de Alexander era milagrosa. Camila deveria estar radiante... Estava radiante, disse a si mesma... A energia recuperada de seu filho trazia diversas demandas, às quais, exausta como estava, ela não conseguia responder muito bem. Estava cada vez mais difícil distraí-lo de sua missão de tirar o tubo de antibióticos intravenoso e correr ao redor do novo ambiente.

Camila tinha ficado satisfeita com a chegada de Lizzie... trazendo um livro sobre carros de corrida... Porque ela poderia ter um pequeno descanso. Embora isso também significasse que era hora de enfrentar Lauren. Olhou mais uma vez para sua péssima aparência. Sabia que deveria trocar aquele vestido preto que usava desde que deixara o chalé... Agora que estava amassado e sujo... E precisava tentar disfarçar suas olheiras, mas para quê? Elas iriam se encontrar para falar sobre Alexander, se lembrou. Ela não precisava de maquiagem nem de roupas atraentes para isso. O que elas tinham compartilhado em Courchevel estava acabado. Ao sair do banheiro, Camila teve ciência do murmurinho acontecendo na ala de enfermagem. Pelo menos cinco enfermeiras estavam reunidas lá, e o cheiro de antisséptico do hospital estava encoberto pelo aroma de perfumes.

E no meio delas, inclinado casualmente contra a mesa alta da frente, estava Lauren. Ela estava com uma expressão no rosto forte e continuava tão perigosa quanto sempre. Ela tremeu, embora não soubesse se era de medo ou desejo. Ao avistá-la, Lauren veio na sua direção.

— Pronta?

 


Notas Finais




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