História Say Hello Neighbour (Imagine Jeon Jungkook) - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook
Tags Drama (tragédia), Hentai, Imagine, Incesto, Jeon Jungkook, Jungguk, Jungkook, Mutilação, Neighbour, Romance, Tortura, Vizinho
Visualizações 134
Palavras 1.666
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Esse cap foi feito no bloco de notas, então:
- Se tiver erros; descartem
- Se os parágrafos estão errados; revelem

tá? :v

Obs: a fanfic está chegando ao fim ;---;;;
Eu amei escrever essa bagaça, e amei todos vocês que favoritaram e comentaram ;c
(osh, até parece que é o último cap )

Capítulo 9 - O que está acontecendo?


 

8

 

Eu acordei. Estava completamente exausta, como se eu estivesse de ressaca - mas isso não significa que eu já estive para saber qual a sensação. Olhei para todos
cantos, e percebi que não estava na minha casa. Era a casa do Jeon, mas ele não se encontrava em nenhum lugar. Típico dele, sumir sem motivo e aparecer do nada. Mas
por um lado, agradeci por isso. Eu não precisaria ver aquela sua cara logo ao acordar.
  Me levantei do sofá, atenta a qualquer barulho, o que era um pouco complicado por estar tendo um temporal, como antes de eu acabar dormindo no colo do Jungkook. 
Não pensei duas vezes e já fui me direcionando para a saída. Eu não ficaria lá por tanto tempo, pois não havia nada para fazer e não queria que acontecesse coisas
indesejadas. Afinal, ele que se dane se depois ficar bravo porque eu saí sem dizer "tchau". Já não basta agir estranho e me levar para a sua casa em meio a um 
temporal e sumir de repente.
  Minha mão já se encontrava na maçaneta da porta, quando ouvi aquela voz já bem conhecida por mim.
  - Ei! Não saia agora, está chovendo, e eu não quero que fique com gripe, pequena - disse totalmente calmo.
  Sei lá o porquê mas queria mesmo abraça-lo, porém, depois que me virei, perdi totalmente essa vontade. 
  Ele estava coberto de uma espécie de tinta vermelha, que eu já assemelhava o que era, mas eu desejava que meu cérebro estivesse brincando comigo. Ele falava de uma
forma calma, e sorria para mim como se nada estivesse acontecendo. Se não fosse pelo sangue nas suas vestes, eu diria que estava extremamente fofo. A pupila em seus 
olhos estavam completamente dilatadas, demonstrando que ele não estava em sã consciência e que também estava tomado de insanidade.
  O medo já me fazia tremer, apavorada, e meu sangue ficar gélido, como se eu realmente tivesse brincado em baixo da chuva no inverno. Eu calmamente tentei girar a 
maçaneta para que ele não percebesse, mas foi em vão. Estava trancada. Nessa hora, percebi que eu não tinha mais saída, e quando ele começou a se aproximar devagar,
e com aquele sorriso, eu tive mais certeza ainda que seria o meu fim. Por que eu quase confiei num maníaco? - Eu me perguntava, milhares de vezes.
  - (s/n)... - disse manhoso - eu quero você, amor.
  Se aproximou de mim e tentou me abraçar, mas falhou pois eu consegui sair do acolho dos seus braços no último segundo. 
  Corri sem olhar pra trás. Ainda estava zonza, e o motivo eu não sei. Acordar em algo confortável e sem ter bebido nada acóolico era algo para se preocupar. Talvez
o maior tenha feito isso de propósito, mas... como? Só sei que se pensasse coisas assim num momento como esse só iria piorar a situação. Eu já me encontrava 
praticamente sem fôlego, e o corredor estava maior do que eu imaginava. Então, adentrei numa sala, toda escura. Eu não enxergava nada, somente tropeçava em coisas no
chão, e quase acabei por escorregar naquele chão úmido.
  - Que diabos é aqui? - Sussurei pra mim mesma.
  Ouvi um estralo, e parei de me mover ao perceber que não fora eu. Fiquei parada, tranquei minha respiração e fechei os olhos. Ouvi um gemido, baixo, como quando 
alguém acaba de acordar. Algo encostou no meu pé. Parecia denso como o... sangue. Ouvi barulhos de corrente se arrastando pelo chão e que parecia vir para perto de 
mim. Eu continuava parada. Até que eu senti algo encostar de soslaio na minha perna. Eu não gritei, somente saí correndo para qualquer lugar que fosse.
  Meus olhos ainda estavam fechados, e mesmo com tudo aquilo que estava acontecendo, eu juro ter escutado minha mãe clamando por ajuda.
  Foi então que eu me choquei em algo. Era Jungkook. Eu me distanciei um pouco dele e olhei para os seus olhos. Sua roupa ainda estava suja, seu cabelo ainda estava 
bagunçado e seu sorriso ainda continuava estampado no rosto. Fiquei parada e fechei os olhos ao perceber que ele iria fazer um movimento. Ele apenas levou a sua mão à
minha bochecha e ali acariciou.
  - Você é teimosa, sabia? - Ele disse e me puxou mais para si. - É feio não cumprir os meus desejos, principalmente quando farão bem para você também... - beijou
minha testa e me levou para longe dali.
  - Não... - ouvi o que constatei ser na minha mente.
  Eu não fazia outro movimento sequer a não ser acompanhar Jungkook. Eu não conseguia pensar em nada. Tudo o que estava acontecendo era... bizarro. Nada fazia sentido.
Era como um quebra-cabeça onde a criança perdera as peças, mas mesmo assim tentava de alguma forma encaixar as que sobraram.
  O maior me fez sentar no sofá daquela sala. Eu sabia o que viria por vir, e se me perguntassem se eu queria mesmo isso, eu responderia, sem demorar nenhum segundo,
"sim, quero transar com Jungkook". Sem dúvida eu não estava bem.
  Eu tinha os olhos fixos num canto do cômodo, e pude ver que o Jeon se abaixou. Pegou um pedaço de pano preto no bolso da sua calça e tampou meus olhos.
  Eu não via mais nada, somente senti a sua respiração quente perto do meu rosto. Ele me beijou delicadamente e com a força do seu corpo me fez cair de costas no sofá.
Passou a distribuir beijos pelo meu rosto enquanto sua mão direita passeava pela minha barriga e a sua mão esquerda puxava meu corpo para que as nossas intimidades se
colassem cada vez mais. Eu sentia meu interior formigar com aquele contato. Eu não o demonstrava estar queimando por dentro, e cada vez mais essa sensação aumentava
pois cada vez mais sua intimidade "crescia". Era uma alternância de emoções que partiam desde o ódio até uma paixão ardente que queimava cada parte do meu corpo, dando
uma sensação maravilhosa que eu nunca pude esperimentar.
  Ele abaixou meu jeans até metade da coxa e colocou seus dedos por cima do pano. Eu me contorci buscando mais daquilo e percebi que ele riu.
  - Você está tão úmida, pequena... posso te chupar?
  - Sim... - eu logo respondi, tentando manter a minha voz mais "normal" possível.
  Então o maior retirou meu jeans o jogou em algum canto do lugar, logo fazendo o mesmo com a calcinha. Eu estava um pouco envergonhada, e por isso hesitei em abrir as
minhas pernas, mas com sua ajuda foi impossível fechá-las novamente. 
  Dirigiu sua língua para o meu clitóris, logo em conjunto colocou dois dedos de uma vez na minha entrada. No começo se movimentava devagar. Achava que eu não estava 
acostumada, mas logo começou com movimentos mais rápidos. Eu tentava não gemer e me contorcia naquele estofado duro. Minhas mãos apertavam o tecido do sofá, e quase
parecia que eu iria rasga-lo. Queria que ele fosse mais fundo com os seus dedos, e encostasse numa parte mais "sensível" em mim, e isso só seria possível se usasse
minhas mãos para guiá-lo, porém eu poderia acabar machucando-o por conta da força que eu tinha naquele momento. Então, como se eu tivesse gritado para que me desse
mais daquilo, me antingiu no meu ponto sensível, e foi impossível não gemer. Encostou mais algumas vezes naquele local até que eu perdesse totalmente minhas forças
num intenso orgasmo.
  Ele se levantou do sofá, e eu constatei que ele estava tirando suas vestes pelo som que se fez quando o seu jeans chocou o chão. Depois, voltou para mim e tirou 
minha blusa e meu sutiã. Tentei cobrir meus peitos, mas foi em vão. Ele segurou minhas mãos, as colocando na mesma posição de antes, e começou a distribuir beijos por
aquela região, dando chupões e espasmos pelo meu corpo. Ao se cansar, retirou o pano que cobria meus olhos. Foi difícil se acostumar com a claridade do local.
  Ele já havia se colocado no meio das minhas pernas e esperava de alguma forma que eu lhe desse permissão. Se apoximou do meu rosto, me deu um beijo e disse:
  - Eu te amo.
  Ele começou a me penetrar. No começo foi devagar para eu me acostumar, e logo se pôs a fazer aquilo mais rápido, atingindo meu ponto sensível que ele já sabia onde
se localizava.
  A enorme janela da sala não havia cortina. Qualquer um poderia ver aquela cena, mas numa vizinhança assim, na qual eu não tinha visto nenhuma alma penada sequer, a 
não ser a do Jungkook, era difícil e não me surpreenderia nada ver um pervertido se masturbando com aquilo. E Jungkook parecia nem se importar se isso acontecesse.
Estávamos cheios de luxúria.
  Eu gemi quando senti todo o meu interior formigar e aquela louca vontade de transar foi embora. O maior logo sentiu o mesmo.
  Ele me pegou no seu colo e me abraçou. Nós estávamos suados e o ambiente estava quente. O Jeon afagou minha cabeça e deixou seus lábios encostados na minha cabeça.
  Agora, sem dúvida, eu sei que eu gosto dele. Queria que toda essa história dele ser um completo psicopata fosse apenas algo mal contado, ou algo da minha imaginação,
mas desde que eu o vi, eu percebi que algo estava errado. Algo que eu precisava lembrar e que não se encaixava pairava na minha cabeça. Eu nunca queria te-lo 
conhecido, talvez assim eu não teria uma imensa vontade de o ter nos meus braços. Eu te odeio Jeon Jungkook.
  Eu ouvi um barulho vindo não muito longe dali. Jungkook logo se alertou. Me jogou no sofá e saiu dali apressado e irritado, sussurando "merda". Fiquei confusa, mas
não saí do meu lugar, porém logo que percebi que a coisa parecia ser séria, comecei a vestir minhas roupas que estavam jogadas pelo chão.
  Eu saí da sala e fui para o corredor. Foi quando me assustei. Havia um rastro de sangue no chão. Sem dúvida era sangue.
  Que merda está acontecendo?
  

 

 

 


Notas Finais


Vou ver um pc novo esse final de semana, daí vou tentar corrigir os negócios
E desculpa pelo hentai meio bosta, é o 2º que eu escrevo ;-;

Continuo?


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