História Say it Louder - Capítulo 14


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance
Visualizações 7
Palavras 621
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


#Anony

Capítulo 14 - O Nascimento.


Fanfic / Fanfiction Say it Louder - Capítulo 14 - O Nascimento.

- Kevin...

- Exatamente, meu amor.

- Por que fez isso? Você é um psicopata.

- Não. Ao contrário. Você me largou, coração. E não deveria fazer isso. 


Ele retirou a máscara, e veio ao meu encontro, colocando suas mãos em minhas bochechas e falou:


- Ninguém te ama como eu. Ninguém. E se não ficar comigo, serei obrigado a fazer coisas das quais não me orgulho.

- Se me ama porque fez isso?

- Porque era preciso. Você iria me deixar. E eu sei...o que você fez com William, minha querida.

- Você estava me espionando?

- Sim. E agora você está sobre meus cuidados. E nada irá te acontecer se ser uma boa garota, ok?

-...Por favor, me deixa ir.

- Não.


Ele se inclinou e me deu um beijo suave. Então me soltou e logo em seguida me segurou em seus braços:


- Não te machucarei. Só preciso que me obedeça.

- S-sim...


Ele me pôs no seu colo e me levou a um quarto que tinha correntes, algemas, vendas. Ele era um masoquista.

Me colocando na cama, ele passou sua mão em meus cabelos e sussurrou "para sempre minha." Com isso, ele se sentou ao meu lado:


- Ajoelhe.

- Não.

- AJOELHE!


Obedecendo, me ajoelhei a sua frente e com lágrimas nos olhos, o encarei.

Ele me pegou pelo queixo e com um sorriso de lado disse:


- Comece seu trabalho.


Tirando sua calça moletom e sua cueca, segurei seu membro e incerta comecei a lamber de cima a baixo.

Ele segurou minha cabeça:


- Não. Chupe.


Colocando na minha boca, fiz movimentos de cima a baixo, cada vez mais aumentando a velocidade.

Em poucos minutos, ele jogou a cabeça para trás e gozou na minha boca. Pegando um pano, limpei minha boca.


- Bom trabalho.


Me sentando no chão, ele veio até mim e mordiscou minha boca.


- Agora, de quatro.

- Por que?

- Só me obedeça.


Ficando de quatro, ele pousou suas mãos em minha bunda e começou a apalpar.

Soltando gemidos, me inclinei ainda mais:


- Tenho certeza que não haverá problemas com o bebê, não é?

- Por favor, me deixe ir...


Me ignorando, retirou minha calcinha, puxou meus cabelos e começou a me foder. No chão. De quatro. Como um cachorro.

Dando estocadas mais profundas, e mais rápidas, logo chegamos ao ápice.


- Boa garota. Agora eu quero que vá descansar. E se lembre...


Se trocando, ele terminou a frase:


- Se tentar escapar, não vai ser nada bom para você.


 E todos os dias foram assim. Sem celular. Sem ninguém para pedir ajudar.

Sendo praticamente obrigada a fazer sexo todos os dias com ele. Eu só queria ir embora.

Já havia se passado 4 meses, e era o último mês de gestação. Eu tinha medo disso ter causado problemas para meu bebê.

Kevin disse que quando o bebê nascesse, o parto seria caseiro. Eu tinha saudades de William...e tenho certeza que ele não desistiu de me procurar. Eu não me formei na escola e Kevin também não ia para lá.

Eu estava bebendo algo quando senti algo descendo entre minhas pernas:


- KEVIN! ACHO...ACHO QUE A BOLSA ESTOUROU!


Correndo pela as escadas, ele olhou para mim e rapidamente me pegou no colo, me trazendo ao banheiro.

Ele me pôs na banheira e chamou alguém pelo telefone.

Após 10 minutos, um Doutor chegou:


- Olá, Katie. Kevin, essa é a garota que você mantém?

- Sim, pai.

- Muito bem. Não deixou ninguém a vê-la, né?

- Não.


Eu não estava entendendo...o pai dele sabia?

Com gritos altos, eu sofria pra parir o bebê. Eu não sabia se era menina ou menino.


- Eu quero que faça força e respire fundo.


Obedecendo seus comandos, assim o fiz. Respirando fundo e fazendo força.

Logo saiu a cabeça, depois seu pequeno corpo. O Doutor pegou o bebê e o limpou com um pano.

Enrolou em uma manta e me entregou. Era uma linda menina.


- Oi, meu amor.


Sorrindo, acariciei seu rosto cuidadosamente. Ela começou a chorar. Graças a Deus, estava viva.



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