História Say my name - Capítulo 8


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Categorias Barbara Palvin, Diego Ribas da Cunha, Paolo Guerrero
Personagens Barbara Palvin, Diego Ribas da Cunha, Paolo Guerrero, Personagens Originais
Tags Futebol!, Romance
Visualizações 65
Palavras 968
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Esporte, Fantasia, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Haha boa leitura amores ❣️

Capítulo 8 - Quer falar sobre isso?


Fanfic / Fanfiction Say my name - Capítulo 8 - Quer falar sobre isso?

          P.O.V: Barbara

Eu estava sem chão. Estava incrédula, Diego tinha sido tão infantil, tinha jogado sujo demais. Ninguém nem ao menos imaginava que eu e ele nos conhecíamos, quem dirá que nós dois já namoramos. Todos nos olharam boquiabertos, o que só aumentou o meu constrangimento. Paolo me chamou um tanto "baixo" mas eu não queria ouvir ninguém, não queria conversar com ninguém, se eu pudesse sumir, eu sumia. Sai dali o mais rápido que eu pude, por mais que eu esteja usando salto alto, usei toda a velocidade que eu tinha naquele momento e tentei procurar a saída da casa. Ouvi pessoas me seguindo e me chamando, vi olhares curiosos sobre mim ao me verem naquele estado de nervo, mas eu não ligava. Entrei no banheiro e fiquei na última cabine. Abaixei a tampa do vaso e me sentei com os pés lá em cima, para que ninguém veja que eu estava ali, mas era meio impossível, já que eu sabia que tinha sido seguida.

P.O.V: Diego

Todos ficaram sem reação com o que eu tinha acabado de dizer, na verdade, até eu tinha ficado sem reação. Não sabia nem o porquê de eu ter feito aquilo, talvez a raiva e o alto teor de álcool subindo ao meu sub-consciente tenha feito essa besteira por mim. Poucas pessoas sabiam do meu relacionamento com Barbara, mas essas pessoas, além de nós dois, não estavam presente naquela sala. O silêncio constrangedor foi cessado com a voz de Vizeu.

Vizeu: isso é sério? - perguntou, ainda sem acreditar e eu assenti positivamente com a cabeça, dando a resposta que ele já sabia, só não queria acreditar.

Lucas: mas não tem problema nenhum em ser ex namorada ou namorado de uma pessoa, ao menos que um dos dois ou os dois tenham sido muito filhos da puta! - disse, e eu abaixei a cabeça. Sim, eu tinha sido muito filho da puta com a Barbara, e reconheço isso. Isso me mata e me corrói por inteiro todos os dias. - pelo visto, foi você que vacilou com ela, né?! - Lucas mais afirmou do que perguntou - pra ela ter ficado tão transtornada daquela maneira. - ele só terminou de fazer o estrago, sim, ela tinha ficado transtornada, talvez não esperasse que eu fizesse isso.

Revér: você deveria ter contado, mas não dessa maneira. Bom, não sei da história de vocês e não sei o que aconteceu, mas pelo visto, não foi algo bom, pelo menos, não pra ela. Ela saiu daqui completamente fora de si. Você deve um pedido de desculpas pra ela. - Revér, como sempre, sensato e tentando apaziguar as coisas. Sim, eu devia um pedido de desculpas pra ela, mas nesse momento, tenho quase absoluta certeza de que ela não quer me ver nem pintado de ouro.

P.O.V: Barbara

Ouvi a voz de Paolo ecoando pelo banheiro, batendo nas portas de cada cabine pra ver se me encontrava.

Paolo: Barbara! - me chamou - Barbara - insistiu, até que ele tentou abrir a porta da cabine em que eu estava e viu que estava fechada. - Loira, anda, eu sei que você está aí! - um minuto de silêncio se fez presente naquele lugar, eu não queria ver ninguém, não queria falar com ninguém, estava me sentindo mal, envergonhada... Até que ouço Guerrero saindo do banheiro. Agradeci mentalmente por isso até que uns minutos depois ouço um barulho vindo da porta da minha cabine. A porta tinha como abrir por fora, e acho que era exatamente isso que ele estava fazendo, me fazendo pragueja-lô mentalmente.

Paolo: anda, vamos logo, loira! - ele disse abrindo a porta e me vendo com as mãos no rosto, não queria que ele me visse chorando, então me virei para trás, dando um soluço de tanto que eu estava chorando.

- Droga! - era pra eu ter falado isso somente pra mim, mas parece que foi alto demais e Guerrero ouviu. Eu me odiava naquele momento, me odiava por estar chorando por uma atitude bosta de um cara que é mais bosta ainda. Eu odeio Diego Ribas do fundo do meu coração.

Paolo: vem, eu vou cuidar de você, prometo que não vou te encher de perguntas. - ele cuidadosamente me puxou pelo braço, me fazendo bater contra o seu peitoral, já que ele é um pouco maior que eu.

- desculpa! - eu disse baixinho, quando vi que minhas lágrimas haviam começado a molhar sua camisa - eu não queria que você me visse assim, na verdade, eu não queria estar assim! - ri fraca - me tira daqui, por favor!

Paolo: por favor, não me peça desculpas! - ele sorriu - o único que deve desculpas a alguém aqui, é o Diego, que deve a você!

- não fala desse ser perto de mim! - eu disse limpando as lágrimas, me separando do seu abraço.

Paolo me levou para o hotel e eu pedi para ele subir comigo.

- fica comigo até eu dormir? - pedi, choramingando.

Paolo: mas é claro! - sorri. Fui até o banheiro e tirei a roupa e a maquiagem que eu estava usando, lavando bem o rosto para tentar esquecer essa noite horrível, escovei os dentes e coloquei um pijama de regata branca e short azul, normalmente eu uso apenas calcinha e sutiã pra dormir, ou durmo com uma camiseta grande, que é mais confortável, mas hoje eu tenho companhia, que é muito boa, por sinal. Tomei um remédio para dor de cabeça, sequei o rosto e em seguida, Sai do banheiro e me joguei na cama, vendo que Paolo já estava deitado na mesma, mexendo no celular. Ele bloqueou a tela do celular, se virando pra me olhar.

Paolo: quer conversar sobre isso? - perguntou me olhando fixamente nos olhos, me fazendo respirar pesado.


Notas Finais


Kkkkkkkkkkkkkkkk abaixa q eh tirooo.
Para ou continua?


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