História Say "no", please. - (Jeon Jungkook and Kim Taehyung) - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), JB, Jeon Jungkook (Jungkook), Jinyoung, Kim Taehyung (V), Oh Se-hun (Sehun), Personagens Originais, Yugyeom
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Palavras 2.474
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Fantasia, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que vocês gostem, tenham uma ótima leitura e que não chorem (igual a mim) hehe

Capítulo 5 - É claro que eu aceito!


Fanfic / Fanfiction Say "no", please. - (Jeon Jungkook and Kim Taehyung) - Capítulo 5 - É claro que eu aceito!

Nem tive chance de dormir. Meus pensamentos gostam de me pertubar, cada vez mais. Tento fazer o possível para afastá-los, nem que seja por cinco, meros, minutos. Impossível. Sem tirar o medo de Jeon voltar. Nunca imaginei que ficaria com medo do meu, próprio, amigo.

A vontade de ir para escola se baseava no simples motivo da minha curiosidade. Quero saber o que Tae tem para me dizer.

Me levantei mais cedo do que deveria - já que desisti de tentar dormir - e para minha surpresa Yugyeom estava sentado no sofá, olhando para TV, desligada.

- Não melhorou? - ele me olhou assustado.

- Ahn? Oh sim, melhorei. - balbuciou, afastando seu corpo para o lado, me dando espaço para sentar ao seu lado. - O que faz acordada?

- Só preocupações com as provas. Você sabe que tenho preguiça para me preparar para as provas e não estou confiante dessa vez. - menti e fiz questão de não olha-lo, ele iria indentificar que eu estava mentindo.

- Você sempre se saí bem nas matérias e nas provas, não vai ser dessa vez que vai falhar. - sorriu sem mostrar os dentes e fez um pequeno cafuné em meus cabelos.

- Yug, Sehun te contou sobre o casamento? - indaguei e virei meu corpo para ficar de frente para ele.

- Contou sim. Ele foi no meu trabalho ontem. - suspirou pesadamente.

- Você parece incomodado com algo. Sabe que pode me contar qualquer coisa, confie em mim. - falei com calma.

Eu conhecia meu irmão mais do que qualquer pessoa. Sabia que havia algo o incomodando e que não era apenas um mal-estar.

- Jessi... eu a amo e quando soube... - me olhou tristonho. - Meu mundo caíu.

Abracei meu irmão, apertando seu corpo contra o meu, consolando o mesmo.

- Não posso dizer que sei ao extremo o que você está sentindo, mas posso garantir que você vai encontrar alguém que te ame de verdade. O destino juntou Sehun e Jessi, e ele pode juntar alguém que combine muito mais com você, que esteja disposta a dividir a vida dela contigo. - passei a mão por suas madeixas. - Quem te garante que ela te deixaria feliz? Você é uma pessoa maravilhosa, e encontrará alguém muito melhor.


[ . . . ]


- O que você queria me dizer? - sussurrei para Taehyung.

- Esqueci. - riu forçado.

- Que droga, Tae. Agora vou ficar na curiosidade.

Cruzei os braços sobre a mesa e apoiei minha cabeça nos mesmos. 

- Vou tentar lembrar. - fez um carinho rápido em meus cabelos. 

Cada dia que passava eu tinha certeza que amava Tae e também percebia que Jeon estava cada vez pior e insensível. Também notei que não devo perder tempo guardando o que sinto por Kim. O tempo que passei sem dormir serviu para que os pensamentos - errados e certos - tomassem conta de mim e me fizessem questionar sobre o que eu realmente iria querer. 

Jeon não se mostra o mesmo de antes, e isso é só um dos motivos que me fazem desistir dele - cada dia mais. Não sou aquele tipo de garota que aguenta tudo por causa de um cara que não está nem aí para os seus sentimentos. Jungkook provou que não devo ama-lo e muito menos respeitá-lo, já que ele só me respeitou quando viu que eu estava chorando. 

Não que meu amor por ele tenha acabado por completo. Porque não é assim que funciona. O jeito é me afastar e pensar em mim, Yugyeom e Taehyung. Eu não vou usar Tae como uma forma de esquecer Jeon, porque isso seria muito erado, e meus sentimentos por Kim se tornam mais fortes a cada vez que lembro do modo lindo e fofo que o mesmo me trata. 

- Eu quero te dizer uma coisa. - virei-me para olhar em seus olhos. 

- Que tal eu te levar pra sair? Aí você me conta e aproveitamos para nos divertir. Faz tempo que não saímos juntos. - sugeriu. 

- Gostei da idéia. - fiz joinha. 

Tae sorriu satisfeito e eu me virei para prestar atenção na aula - ou tentar. 

Estava tão feliz que já estávamos na última aula e que meu dia preferido, da semana, havia chegado. Sexta! Sem contar que eu iria sair com Taehyung. 

- Posso te levar pra casa? - Kim perguntou e eu assenti, feliz da vida. 

Arrumei a mochila nas costas e saímos da sala de aula. Jungkook saíu antes de nós dois, junto com alguns colegas que faziam parte do time de basquete. Não liguei muito para ele e caminhei com Tae para fora da escola, seguindo o caminho para a cafeteria em que meu irmão trabalha. 

- Por que estamos vindo aqui? - perguntou curioso. 

- Vou ver se meu irmão veio trabalhar e perguntar se ele precisa de alguma coisa. Ele não está muito bem. - respondi, logo adentrando o estabelecimento. 

Yugyeom abriu um sorriso assim que nos viu. Ele é um dos atendentes e estava com seu uniforme de tons de cinza e preto, que por sinal, combinavam muito com a decoração retrô que a cafeteria possuía. 

- Pelo visto, meu discurso, mixuruca, funcionou. - brinquei quando ele se aproximou e me deu um abraço. 

- Funcionou sim. Por incrível que pareça. - fez um cumprimento de mão com Taehyung. - Você já contou aquilo pra ela? 

- Aquilo o quê? - olhei para Tae sem entender. 

- Eu esqueci, hyung. - falou forçado. 

- Ah sim... - meu irmão riu. 

- Então você sabe o que é? - perguntei. 

- Um cliente está me chamando. - apontou para uma pessoa que acabara de levantar a mão. - Você precisa de alguma coisa? 

- Eu só vim ver se você estava bem, e já confirmei. - ri fraco. - Também queria perguntar se posso sair com ele. 

- Claro que pode. - me deu um beijinho na testa. - Preciso ir. 

Nos despedimos dele e fomos para minha casa. Taehyung foi embora logo após tomar um copo d'água e marcarmos o horário que ele viria me buscar. 

Nunca fiquei com tanto medo de ficar sozinha em casa. Jeon me deixou com muito medo e sinto que isso não vai passar tão rápido. Eu queria que Tae ficasse, mas ele tinha coisas para resolver. 

Andei com pressa para o quarto e liguei a TV para que eu não ficasse com pensamentos sobre ontem.


- Estamos em frente a uma das escolas mais famosas da Coréia, onde uma garota acabara de se jogar do último andar. A menina de cabelos escuros e lisos que aparentava ter 16 anos era aluna dessa escola. 

A câmera que estava na repórter abriu o ângulo para que filmasse a fachada da escola. 

- Algumas amigas disseram que a garota estava estranha devido a um fato ocorrido recentemente. - ela segurava o microfone com força, mas falava totalmente calma. - Uma amiga da adolescente afirmou que a mesma havia sofrido assédio sexual, mas disse que não foi informada de quem seria o abusador. - passou os olhos em algum papel, mas logo voltou sua atenção para câmera. - Também foi afirmado que a vítima estava sofrendo ameaças do, possível, abusador. A mãe está em estado de choque e não quis nos dar entrevista. Os policiais dizem que pode ser impossível achar o criminoso, pois a principal testemunha está morta! 


Não preciso dizer nada para que alguém soubesse que eu estava assustada com aquilo. A lembrança de ontem se fez presente mais uma vez e mudei de canal rapidamente. 

Olhei para todos os cantos do meus quarto, para garantir que não havia ninguém ali, ou melhor, que Jungkook não estava alí. Pensar na possibilidade de ter sofrido igual a garota da escola me deixou amendrontada. 

Quem seria capaz de fazer isso? 


[ . . . ]


A campainha tocou e não pude deixar de ficar desconfiada. Tae disse que já estava perto, mas e se não for ele? E se for Jeon? Eu disse que iríamos conversar hoje, mas não conversamos na escola. E se ele veio para conversar? Eu não quero conversar com ele. 

- Quem é? - perguntei bem alto, pois estava afastada da porta. 

- Sou eu. - a voz de Taehyung me deixou calma. 

Corri para abrir a porta para o mesmo e não pude deixar de abraçá-lo. Fiquei mais tranquila quando meu abraço foi correspondido. O perfume de Kim invadiu minhas narinas e puxei o ar com mais força, para sentir o seu aroma. 

- Você estava esperando mais alguém? - indagou. 

- Não. Eu estava com medo. - respondi, ainda abraçada em seu corpo. 

- Por causa da reportagem, certo? - balancei a cabeça concordando. - Eu estou aqui com você. 

Apertou meu corpo contra o seu e ficamos assim por alguns minutos até decidirmos ir para o lugar escolhido por Tae. Eu estava ansiosa para saber onde era e para dizer o que sinto por Kim. 

Taehyung disse que o caminho não era longo e por isso fomos á pé. O mesmo puxava assuntos aleatórios e eu fazia questão de participar de todos, com muita animação, para não deixá-lo tristonho. 

- Chegamos. - parou em frente a entrada de um parque de diversões. 

- Eu amo vir aqui! - pulei de alegria. 

A primeira vez que saí com Taehyung foi para vir aqui e só tive boas lembranças. Brincamos tanto que quando chegamos em casa dormimos no chão. 

- Por isso eu te trouxe aqui. Sempre tivemos boas lembranças aqui. - sorriu. - Vêm. 

Meu amigo me puxou pela mão e caminhamos para comprar os bilhetes, mas Tae pegou duas pulseiras VIPs e eu não pude deixar de sorrir mais ainda. As pulseiras deixavam que você fosse em qualquer brinquedo e sem pegar fila. Claro que fiquei preocupada com o preço, mas Taehyung me disse que eu não deveria me preocupar e só curtir. 

Fomos primeiro nos brinquedos mais calmos para depois ir nos mais radicais. 

Quando estávamos indo para outro brinquedo passamos em frente a uma barraquinha com alguns bichos de pelúcia e eu sabia o quanto Taehyung ama esses bichinhos. 

- Posso pedir uma coisa? - ele assentiu. - Você pode ir comprar sorvete para mim? 

- Do que você vai querer? 

- Me surpreenda. - falei com um sorriso no rosto. 

- Por que você não vêm? - perguntou. 

- Por quê? - concordou. - Porque eu... preciso ir ao banheiro. - apontei para o sanitário que ficava ao lado oposto da barraca de sorvete. 

- Ah sim. Vá com cuidado. - ele sorriu e saiu. 

Esperei que ele estivesse em uma distância agradável e corri para barraca que tinha os bichinhos de pelúcia. Eu teria que acertar três alvos e isso me deixou preocupada. Nunca fui boa com mira, mas iria me esforçar para dar algo a Tae. 

Recebi as bolinhas ao entregar o dinheiro para uma das pessoas que comandavam a barraquinha e respirei fundo para me concentrar. Eu teria que ser rápida, pois Taehyung poderia voltar a qualquer hora. 

Mirei e joguei a primeira bolinha, acertando o primeiro alvo. Preferi não comemorar agora, já que sempre dá azar. Joguei mais duas bolinhas e tive a sorte de atingir os alvos. Você precisa acertar três alvos para ganhar um ursinho pequeno, mas se você acertar cinco poderá escolher um dos grandes. Confesso que estava ficando tensa, mas preciso de calma para pegar o prêmio maior. 

Um urso de pelúcia foi entregue a mim quando acertei mais dois alvos. Pulei de alegria e saí correndo para entregar para Kim. O mesmo estava sentado em um banco - perto do lugar que nos separamos. 

- Até que enfim. - me olhou. - O que é isso? 

- É pra você. - estiquei meus braços e vi seus olhos brilharem. 

Ele deixou os potinhos de sorvete no banco e se levantou, pegou o urso em seus braços e sorriu mais ainda. 

- Para pegar esses ursos não é preciso acertar os alvos? - afirmei. - Mas você não tem a mira... sabe? 

- Eu sei. Tenho a mira ruim, mas dessa vez consegui. - dei um soquinho no ar e Tae riu. 

- Então o sorvete foi um pretexto? 

- Sim. As vezes você é bem inteligente. - sentei no banco e peguei o sorvete. 

Kim fez o mesmo e ficamos nos olhando por um tempo. 

- O que você queria me dizer? - perguntamos em uníssono, o que nos fez rir. 

- Pode dizer primeiro. - falou. 

Respirei fundo para ver se a coragem aparece. Eu estava mais que disposta em dizer para Tae que eu o amo. Medo de perder a amizade dele eu sempre tive, mas achei que já estava na hora de tentar dizer para ele tudo o que sinto.

Coloquei o potinho de lado e olhei para Taehyung. Ele pareceu enteder que eu estava nervosa, pois sugeriu que falássemos juntos. 

- Três, dois, um. Eu te amo! - falamos juntos e eu nunca fiquei tão surpresa em toda minha vida. 

- Sério? - perguntou. 

- Sim. E você? É sério que me ama? - apontei para ele e depois para mim. 

- Sim. - segurou em uma das minha mãos. - Eu te amo a um bom tempo, mas sempre tive medo de não ser correspondido por você. 

- Eu sentia o mesmo, mas pensei em tentar e fiquei muito feliz que tenho esse sentimento retribuído. - falei com um sorriso enorme em meu rosto. 

- Também fico muito feliz, e... - tirou uma caixinha do bolso da sua jaqueta. - vou ficar mais ainda se você aceitar ser minha namorada. 

Ele abriu a caixinha e revelou duas pulseiras que possuíam apenas uma bolinha em cada uma. 

- Eu sei que não são alianças, mas achei que você iria gostar de saber do significado delas. - tirou uma delas e esticou em minha direção. - Você aceita? Olha, eu sei que fui muito rápido, mas não quero perder mais tempo. 

- Tae... É claro que eu aceito! - ele sorriu e colocou a pulseira no meu pulso direito. Peguei a outra e fiz o mesmo com ele. - Me diz o significado. 

- Se você perceber, essas bolinhas brilham e simbolizam a lua e o mar, como o amor que eles possuem. - apontou para nossas pulseiras. - As pessoas dizem que quando uma dessas bolinhas se apagarem, significa que algum de nós dois deixou de amar. Mas você pode ter certeza que eu nunca vou deixar de te amar. Nunquinha! 

Abracei o garoto a minha frente com força e senti algumas lágrimas rolarem por meu rosto. Lágrimas de felicidade por tudo isso estár acontecendo. 

Só espero que não seja um sonho. 

- Eu também. Nunca vou deixar de te amar! - falei com toda certeza que poderia ter. 



Notas Finais


Só pra deixar claro que eu chorei quando escrevi. Ainda mais pq eu tava escutando Euphoria.

Eu sei que vocês podem achar que está indo rápido demais, mas eu garanto que ainda tem muita coisa pra vir e quando eu postar, vcs vão perceber que isso não foi rápido demais.

Desculpa qualquer erro. Eu revisei, mas as vezes sou desatenta e não vejo o erro.


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