História Say no to love! (G-Dragon) - Capítulo 5


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Categorias Big Bang, G-Dragon
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, Personagens Originais, Seungri, T.O.P, Taeyang
Tags Bigbang, Gdragon
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Palavras 1.195
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Tour


Acordo, faço a mesma rotina de sempre.

Hoje será diferente, nada de estúdio.

Mas o que farei hoje?

Amanhã é o dia da festa, com certeza hoje as modelos “frescurentas” estarão em salões de beleza cuidando do cabelo e da pele, uma querendo ser mais perfeita que a outra. Essas festas sempre acontecem esses tipos de competições.

Bom, eu podia estar em um salão agora para poder competir também, mas não vou, farei algo, só não sei o que!

Já sei! Vou andar por aí, ver coisas, conceitos novos.

Vou para meu quarto, pego meu boné, bolsa e máscara e os coloco, vou para sala, pego meu celular em cima do sofá e em seguida saio.

 

Realmente ainda continua um pouco quente aqui, mas preciso me adaptar.

A cidade virou uma floresta de concreto, tantos prédios, tantos aromas diferentes de perfumes que se misturam a cada pequena aglomeração de pessoas se espremendo na média calçada, todos em seus telefones, apressados, atrasados para seus trabalhos tediosos, comendo seus lanches gordurosos...

Eu olho para isso tudo e apesar dos acontecimentos do passado ainda sinto falta de Bendigo, as vezes eu conseguia fugir da escola para ir no parque Rosalind pintar minhas paisagens em meu caderno escolar, Rosalind ficava no centro da cidade, era lindo e tinha várias árvores que eu chamava de amarelinhas, pois no outono tudo ficava vermelho, laranja, roxo, mas era a cor amarela que mais dominava a paisagem.  

Sinto meu celular vibrar em minha mão, o ligo e olho com um pouco de dificuldade por conta da luz do sol que refletia no visor, mas logo na barra de notificação vi que era uma mensagem de Jiyong. Caminho até uma pequena sombra que a placa de um restaurante fazia e respondo a mensagem de Jiyong.

 

- Bom dia, como está?

- Bom dia, estou bem e você?

- Estou ótimo e como vontade de dar mais um passeio. Vamos? ��

- Kkkk Já estou passeando...

- Nossa! Aonde está? Posso te acompanhar?

- Bom, estou caminhando, então nada de carro! E não sei especificamente onde estou...

- É só ler a placa da rua.

- Ah, sim. Chame um táxi, já te mando o nome da rua, a placa está na outra esquina.

- Ok.

 

Meia hora depois.

 

Decidi ficar no restaurante da placa que fazia sombra, passei o endereço certinho e nessa hora ele deve estar quase chegando, pois ele estava em um hotel um pouco perto daqui.

Alguns minutos depois vejo pela vitrine um táxi parar na frente do restaurante e descer um homem de boné, máscara, bermuda preta, blusa simples branca e um tênis horroroso, é claro que era Jiyong.

Ele entra no restaurante e fica olhando para os lados me caçando, pensei em acenar, mas ele estava muito feio com aquele tênis, pego o cardápio e o coloco em pé em cima da mesa na tentativa de me esconder, talvez se não me ver ele vai embora.

 

- Olha que mal-educada! Por que está se escondendo? – Estava de pé de braços cruzados em minha frente.

- Ah! Oi, Jiyong. – Forcei meu melhor sorriso- É porque não queria ser reconhecida pelas pessoas, sabe como é?

- Sei... – Logo puxou a cadeira e se sentou.

- Você já comeu algo?

- Só bebi um suco. – Tirou sua máscara. – Vamos almoçar aqui mesmo? – Pegou o cardápio.

- Ah, vamos, já estamos aqui mesmo, não é? – Sorri.

- É. Você está diferente hoje. – Me olhou.

- Como assim?

- Não sei, parece estar com o espírito mais leve...

- Decidi fazer algo diferente hoje, sempre a mesma rotina cansa.

- Pensei que estaria em um salão se preparando para amanhã, fiquei até receoso de te chamar para sair.

- Não suporto essas coisas, eu ia quando tinha a Nanae para me acompanhar, a gente vivia aprontando, uma vez eu troquei o creme facial que iria ser aplicado em uma modelo por um creme para os pés.

- Sério? – Pareceu surpreso. – E o que aconteceu?

- Nada. – Suspirei. - Os cremes de hoje em dia não fazem tanto efeito quanto os de antigamente. – Disse desapontada.

- Bem feito. – Sorriu fazendo uma expressão de “Se fodeu” para mim. – Achou que ela iria ficar com cara de calcanhar?

- Gargalhei. – Seria uma boa! Será que tem como?

- Claro que não. – Disse enquanto dava risada também. – Vamos fazer os pedidos?

- Vamos.

 

Comemos, eu paguei a conta, colocamos nossas máscaras e bonés e logo saímos do restaurante para caminhar.

 

- Você é cantor, não é?

- Sim, tenho um grupo, BIGBANG, já ouviu?

-Oh, não, mas ainda quero escutá-los.

- Espera, trouxe meus fones, vou colocar uma música para você ouvir. – Colocou a mão no bolso e logo puxou o fone o plugando no celular. – Toma, coloca. -Me estendeu o fone. – Espera só um minuto que vou achar a música, pronto. – Me entregou o celular.

- Coloquei os fones. – O toque é bom.

A música terminou e pausei a música seguinte e entreguei o celular para ele.

- Qual o nome dessa música?

- Always.

- Qual é o nome dos outros integrantes?

- T.O.P, Taeyang, Daesung e Seungri.

- Espera! Seungri? o DJ? E o outro se chama “Tôp”?

- Não, se chama Choi SeungHyun, e sim Seungri o DJ. – Me olhou.

- Ah, sim. Esse DJ é um mala.

- Sorriu. – Por que?

- Ele ficava com umas cantadas nada haver pra cima de mim, a Nanae como é besta acabou ficando com ele.

- Até imagino, o fogo do Maknae contrasta bem com o dela. Mas não fique com raiva dele, ele é um cara legal.

- Tudo bem. Nanae vai morrer quando descobrir que além de DJ ele é um cantor famoso.

- Isso soou interesseiro.

- Ela gosta disso, sempre fica reclamando que nenhum famoso quer ficar com ela, inclusive você.

- Eu? Por que eu?

- Porque você ficou galanteando ela.

- Eu não fiquei galanteando ela.

- Ah, não, foi eu que ficava jogando piscadinhas pra ela.

-Tá, mas isso foi com outro interesse.

- Qual?

- Conseguir seu número.

- Tarado, maníaco! – Parei e me virei para ele.

- Ei! Isso é proibido? – Parou e se virou pra mim.

- Não sei. – Cocei a cabeça. – Talvez.

- Afinal, onde estamos?

- Não sei, deixa eu ver se pega sinal de celular aqui.

- Você fala como se aqui fosse um deserto. – Sorriu.

- Ah, vai saber.

- Qualquer coisa chamamos um táxi.

- Eis a questão, aqui passa táxi?

- Quer saber, vamos voltar para trás, pelo mesmo caminho até alguma avenida para pegar um táxi.

- Ok.

- Mas espera, vamos tirar uma foto?

- É sério isso? – Cruzei os braços.

- Sim, vem.

 

 

À noite.

 

Cheguei em casa as oito horas, andamos bastante no caminho de volta até achar um táxi.

Decido ficar sem jantar mesmo, essa caminha com certeza me deixou maravilhosa, maravilhosamente cansada para fazer comida.

Tomo um banho e fico assistindo TV em meu quarto mesmo.

Ás 9:00 ainda entediada acabo pegando meu fone e celular e decido pesquisar sobre o grupo do Jiyong.

Baixo algumas músicas e fico escutando até pegar no sono.



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