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História Say you love me - Capítulo 3


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Capítulo 3 - Make me your


Jeno chegava perto, sua respiração estava desnivelada, seus olhos estavam fixos nos lábios de Renjun, hipnotizado. O ômega se mantinha parado, esperava com receio a chegada dos lábios finos do alfa. Aquela era sua primeira vez, não sabia direito o que deveria fazer e por isso seu coração batia forte contra seu peito. E se ele não gostasse? Se já estivesse com ômegas melhores? 


Aquelas perguntas faziam Renjun ficar cada vez mais nervoso e as reações aflitas não passariam despercebidas pelo alfa, que com um ato de carrinho passou as mãos no rosto do ômega. Ele se tremeu todo pelo toque e seus olhos, que já estavam fechados já um tempo, se abriram perdidos quando não sentiu nada. 


O alfa o admirava com um sorriso pequeno no rosto, seus olhos quase fechados como se fossem duas luazinhas no período Terra-Lua-Sol. Confuso Renjun o encarou de volta, sentiu o carinho que o polegar dele fazia em sua face e o ouviu dizer bem baixinho:


—Não vou fazer nada que você não queria, só quero te fazer sentir bem.


As palavras tiveram um ação imediata, o ômega pode sentir seu corpo mais mole e algo atiçar seu corpo. A sensação era de como se estivesse no cio, mas sabia que não estava pois ainda faltava 3 semanas. Com aquilo concluiu que era a marca pedindo para ser finalmente completada, percebeu que ela ardia em seu pescoço como se tivesse sido recém marcado. 


Um sensação nova lhe invadiu quando o alfa, de forma inusitada, o colocou sobre seu colo. Olhando de perto podia ver todos os detalhes de seu ômega não conseguia esconder a excitação, deixava Renjun mais vermelho, se aquilo fosse possível. Estava feliz por deixá-lo duro, no entanto, era difícil lidar com isso o cheiro dele estava espalhado por todo o cômodo e aquilo gerava um efeito instantâneo. De sua entrada escorria de forma abundante sua lubrificação, era constrangedor porque Jeno parecia sentir e sorria por conta disso.


O rosto do alfa desceu minimamente, diminuindo ainda mais o espaço entre os dois. Parecia brincar com a reação de Renjun, que tremia a cada nova ação. Ele encarou os olhos do ômega e os via perdido, sentia que precisava de um aval por isso perguntou:


—Você tem certeza que quer fazer isso?


Renjun mordeu o lábio inferior, sabia que o alfa desejava uma resposta só que não sentia-se bem em dar. Pelas sensações que envolvia o seu corpo, toda aquela excitação e calor o deixavam instável por isso temia não conseguir controlar o tom e nem a altura de sua voz. 


Novamente Jeno abaixou a cabeça passando a ponta do nariz no pescoço do ômega e seguindo assim até sua orelha, baixinho ele questionou:


—Não vai me responder? 


Os olhos de Renjun se arregalaram e seu corpo tremeu inteiro. Não deveria sentir-se assim já que o alfa mal havia lhe tocado, entretanto estava tão sensível que havia perdido seu autocontrole. O alfa levantou o rosto para encarar a face vermelho do ômega, a boca dele estava entreaberta e parecia querer falar algo.  Abaixando o rosto envergonhado quando os olhos de Jeno se encontraram com o seu, o olhar de desejo havia intimidado o ômega que nunca pensou que alguém um dia lhe olharia daquela forma, com tanto desejo. 


Renjun sentiu o lubrificante escorre e se contorceu com aquela sensação, não aguentava mais ser apenas observado. A vergonha não deixava seus olhos focaram em um ponto único, então incerto os olhos do ômega navegavam por todos os lugares até tomar coragem de olhar para o alfa e dizer bem baixinho:


—Faça me seu, por … favor.


Os olhos de Jeno cresceram com a feição feita pelo ômega, nunca havia visto uma feição tão bonita quanto aquela. 


A partir dali o alfa já não poderia garantir gentileza.


Sem conseguir se controlar, Jeno cola os lábios com o do ômega. O beijo era afoito e as mãos de alfa desciam pelo corpo de Renjun, que sentia o trilhar dos dedos do outro formigar em sua pele. Quando se separaram por conta da falta de ar, se encaram durante meros instantes antes da mão que antes navegava pelo corpo do menor chegar na barra da roupa do ômega. 


Jeno puxou o tecido para cima com pressa, desejava vê-lo e tocá-lo com urgência. O ômega gemeu assustando quando a mão tocou a pele de sua coxa, o som da voz macia soava bem ao ouvidos do alfa que assim que o tecido já não impedia o  de vê-lo empurrou o contra a cama, deitando o e se levantando para admirá-lo. 


As mãos do ômega foram rápida em esconder o rosto corado e a expressão perdida, mas aquilo não agradou nem um pouco Jeno que fez questão de pegar os braços que atrapalhavam sua visão e afastá-los, segurando por um tempo. Renjun não aguentava ser encarado daquela forma, sentia tão indefeso. 


—Não me olhe assim… —Implorou para o alfa, que pareceu não ouvir.


Os olhos vagavam pelo corpo magro e com poucos músculos, imaculado dos pés a cabeça, a única coisa que destoava da pele clara e um pouco avermelhada era sua marca, na parte de trás do pescoço, que ainda parecia está aberta. Soltando os braços dos ômega, Jeno tirou a primeira camiseta e riu ao sentir os olhos do ômega lhe espiando entre os dedos que haviam voltado a face.


—Tire as mãos da cara e veja melhor. —Jeno disse pegando na mão do ômega, atrasando para perto da sua barriga enquanto se debruçava sobre ele. —Me toque, me olhe o quanto quiser porque agora eu também sou seu. 


Sua mão tremer mas a não afastou, passava a pelo abdômen do alfa e sentir músculo por músculo. Jeno olhava intensamente, os rosto estava muito próximos Renjun queria que ele o beijasse novamente. 


Era fácil saber o que o ômega desejava pelas expressões que fazia, sabendo disso o alfa se aproximou mais e rapidamente Renjun fechou os olhos e um pequeno biquinho se formou em seu lábios. Jeno riu baixo e abaixou mais a cabeça indo na direção do pescoço do menor, que ao sentir os lábios naquela região se espremeu inteiro, no entanto, era tarde, o alfa já estava encaixado naquela região beijando a e dando leves mordida.


Levantando as mãos para tentar afastar o rosto de Jeno, mas não conseguiram e antes que pudesse reclamar uma nova surpresa. 


As mãos de Jeno apertada forte sua bunda, não pareciam satisfeitas em apenas sentir a maciez da pele do ômega. Aquela região estava um pouco melada por conta do lubrificante natural que Renjun expedia em abundância, o que  provavelmente aumentava o cheiro gostoso do ômega e deixava o alfa cada vez mais enlouquecido. 


Jeno sentia-se orgulhoso por ter conseguido manter seus sentidos, controlado seu sentido primitivos e mantido seu lobo sobre seu domínio. Queria poder aproveitar cada segundo daquele momento, que era muito importante para ele e para ômega para ser estragado por um ato incontrolável e primitivo. 


Os dedos separaram as bandas da bunda de Renjun, que comerá a ficar apreensivo. A respiração alterava fez com que Jeno levantasse o rosto para distrair de outra maneira o ômega, para que ele não ficasse tão nervoso beijo-lhe o rosto e trilho até a boca. 


—Vai ficar tudo bem, então relaxe. —Ele disse quando separance minimamente, mas logo em seguida já voltando a beijá-lo.


Vendo a tensão dos músculos do menos haviam  diminuir, Jeno colocou um dedo e esperou para ver a reação do ômega. Renjun gemeu contra os lábios deles, concluindo que aquilo era algo positivo o alfa adicionou mais um. 


Para Renjun aquilo não estava sendo o suficiente, na verdade, estava sendo uma tortura. A lentidão era uma tortura. 


—Não faça assim comigo. —Renjun choramingou com um feição de cortar o coração. —Apenas faça o que tem que fazer… 


Jeno levantou o tronco e olhou Renjun se contorcer com os movimentos que fazia com os dedos.


—O que devo fazer? —O alfa perguntou.


Arfando e prendendo os gemidos, Renjun olhou feio para ele. Não queria jogar aquele jogo, desejava apenas que tudo e fosse rápido.


—Me faça completo… faça com que eu me sinta bem. 


As palavras foram o suficiente para Jeno se afastar e tirar as calças que tanto lhe incomodava, olhando para o ômega que tinha o olhar tímido em sua direção. Pegando a intimidade de Renjun o alfa começou a masturbá-lo enquanto se ajeitava, não queria que o menor sentisse qualquer tipo de dor  por isso o manteria distraído. Por mais lubrificado que estivesse Renjun nunca havia feito sexo, por isso Jeno tinha todo aquele cuidado. 


E quando o ômega menos esperava, Jeno o adentrou. Ainda o mantendo estimulado o alfa mexeu-se devagar, mas como a sensação era nova Renjun gemeu um pouco mais alto. Parecia estar gostando por isso Jeno continuou, no entanto, aumentou a velocidade. 


Os gemidos de Renjun ecoava pelo quarto, as sensações estavam enlouquecendo seus sentidos e a cada toque a mais que recebia de Jeno já era o suficiente para fazer um nova sensação aparecer. Os lábios do alfa cochicham palavras bonitas, mas o ômega não conseguia apreciá-las, pois estava exposto há muita informação que tirava seu foco. Algo dentro de si crescia e já não aguentava tudo aquilo, um gemido agudo e intenso ecoou e o ômega chegou em seu ápice. O alfa não durou mais, já que o interior de Renjun apertava sua ereção de um jeito que não conseguia resistir. 


Estavam finalmente completos… 




Notas Finais


Oi, oi!!

Gente do céu, estou chocada com o meu talento de enrolar até o último segundo. Kkkkkkkkk

Então não sou boa com lemons...

~xoxo~


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