História Scarlet Heart - Capítulo 2


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Categorias Originais
Visualizações 21
Palavras 1.321
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Ficção, Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


PS.: Já havia notificado no capítulo anterior, mas todas as imagens postadas se referem ao personagem centro do capítulo. Prestem atenção nelas e boa aventura! me contem o que acharam nos comentários.

Capítulo 2 - Janis, the Spector


Fanfic / Fanfiction Scarlet Heart - Capítulo 2 - Janis, the Spector

Já era manhã, e eu só conseguia pensar ‘de onde era aquela janela’, não era de lugar nenhum que eu conhecia e mesmo assim, eu sentia como se fosse de um lugar que eu considerava meu lar. Um dia se passou, aquele sonho não saia dos meus pensamentos, mas eu tinha que deixar para lá por enquanto eu tinha que arrumar as minhas coisas para a nova trajetória. Tudo estava pronto.

— Você tem certeza de que tem tudo que precisa? — Disse meu pai com um ar pensativo.

— Hum, bom, eu peguei a maioria das minhas roupas, tênis, produtos de higiene, meus documentos pessoais, casacos, livros favoritos (e meu diário, mas nunca falaria isso em voz alta) e minha capa de chuva. Acho que vai ser o suficiente pelo menos nos primeis seis meses — Respondi conferindo uma lista que havia feito.

— Querida, você esqueceu seu notebook! — Minha mãe veio correndo em minha direção.

— Poxa, esqueci o mais importante — Abracei meu notebook como se fosse um bichinho de pelúcia.

A Universidade era a 8 horas de casa, dormi a maioria do caminho, quando acordei estávamos entrando em uma estrada de terra, era um corredor de arvores, tudo muito verde, florido, de repente meu coração disparou, era o mesmo caminho do meu sonho, eu me levantei em choque e comecei observar o caminho, meu coração começou a acelerar, minha garganta começou a secar, eu olhava de um lado pro outro tentando entender como isso poderia ser possível, como eu poderia ter sonhado com um lugar que eu nunca havia visitado?

— Está tudo certo aí atrás? — Meu pai perguntou me olhando pelo retrovisor central do carro.

— Sim. — Eu respondi enquanto passava a mão na minha nuca; percebi que estava suando frio.

Minhas mãos estavam muito frias, eu não conseguia parar de balançar as pernas de ansiedade e nervoso, algum tempo se passou e eu já conseguia avistar a Universidade. Era um prédio lindo, tinha um pátio central com arvores floridas, já dava para ver a porta de entrada, era de uma madeira escura. Consegui distinguir 3 andares de janelas estilo catedral brancas, acima da porta de entrada, no exterior do prédio se conseguia ver um relógio redondo imenso. Nele marcava 14:00hrs.

— Puxa, já é tão tarde? — Indaguei.

Eu vi várias pessoas com uniformes diferentes, algumas pessoas estavam com um uniforme totalmente preto, de mangas longas, outras já estavam com um uniforme verde e mais adiante consegui ver uma turma com um uniforme vermelho. Claro, que também tinha muitas pessoas com roupas comuns, imagino que sejam novatos como eu. Eu comecei a ficar animada e esquecer um pouco a tensão. Minha reunião estava marcada as 15:50, consegui olhar alguns lugares da Universidade com meus pais, eles ficaram deslumbrados.

— Acho que julguei mal achando que essa Universidade não era séria — Disse minha mãe boquiaberta.

— É, parece que você realmente está em boas mãos, você quer que estejamos presentes nessa reunião ou consegue se virar sozinha? — Meu pai parecia bem mais despreocupado agora.

— Eu prefiro que você me deixe cuidar disso sozinha, afinal de contas, a partir de agora, eu sou ‘quase’ uma adulta. — Respondi.

Eu me despedi dos meus pais, e eles foram embora me deixando com malas de roupas e objetos nas mãos em um corredor realmente extenso. Faltava 10 minutos para a reunião, eu me sentei no banco que ficava de frente a sala da misteriosa Sra. Janis Spector, eu mal havia me sentava e me pediram para entrar. Quando eu entrei na sala eu fiquei paralisada olhando para a pessoa que estava à minha espera, era a pessoa mais bonita que eu já tinha visto em toda a minha existência. Ela estava usando um vestido branco longo, seu cabelo era azul e ela tinha flores que formavam uma tiara em sua cabeça, seu vestido tinha uma costura cruzada até a altura da cintura, ela era espetacular, em volta de seu quadril consegui identificar uma espécie de cinto estilo cordas trançadas. Ela estava de pé com uma pasta nas mãos olhando alguns documentos encostada na mesa que ficava ao centro da imensa sala com janelas laterais que tonavam o ambiente o mais claro possível, a sala tinha cheiro de jasmim.

— Algum problema senhorita Torres? – Ela olhou me perguntou enquanto continuava olhando os documentos em suas mãos.

— hã... n.. não – nunca gaguejei tanto em toda minha vida.

— Emma Torres, correto? – Ela deu a volta na mesa e se sentou com a maior elegância já vista.

— Sim, sou eu. – Respondi e me dirigi a poltrona que tinha de frente a mesa dela.

 

Passei os próximos quarenta minutos ouvindo ela me explicar como funcionava a Universidade, horários, aulas, dormitório.

— (...) e não se esqueça de usar seu equipamento de segurança ao trabalhar com animais na floresta – ela disse como se fosse a coisa mais normal do mundo.

— Equipamentos de segurança? Animais na floresta? – Eu respondi sem perceber o quanto eu parecia confusa.

— Eu não sei se a senhora entende que tipo de Universidade está ingressando, mas visto que algum superior te concedeu uma vaga especial, tenho certeza que alguém te quer aqui dentro, e logo, logo você estará por dentro de tudo, você prefere que eu te leve para um tour na Universidade ou ir direto para o dormitório organizar suas coisas? – Ela conversava comigo enquanto terminava de preencher alguns papéis.

— Eu gostaria de fazer o tour... – Quase não saiu voz da minha garganta.

 

Após 15 minutos de absoluto silêncio, ela se levantou esplêndida e pediu que eu a seguisse, passamos pelas minhas coisas no corredor, fomos direto para as salas de aulas, as salas eram coisa de outro mundo, ao centro se podia ver uma mesa, que parecia mais um balcão, as cadeiras eram distribuídas de forma oval na sala, e a segunda fileira de cadeiras era mais alta que a primeira, seguindo essa ordem até completar 8 filas de cadeiras. Elas eram divididas por cores e colunas, a minha esquerda tinha apenas cadeiras verdes, ao centro cadeiras pretas, a direita cadeiras vermelhas. Seguindo com a caminhada chegamos a cantina, ela ficava após 10 salas de aulas, bem ao centro do prédio, a cantina era composta por mesas de madeiras escuras e longas, consegui contas 20 acentos por mesa, era muito bem iluminada, assim como a sala da Sra. Spector, ao lado da cantina, tinha uma biblioteca, ou melhor dizendo, a maior biblioteca que eu já tinha visto na minha vida, tinha escadarias e escadarias de livros e todos os assuntos possíveis, era muito acolhedora e confortável, com certeza eu iria gostar de passar tardes ali, mais a frente era o dormitório, era separado por sexos, o fim do corredor te dava opção de ir para o lado esquerdo ou direito, o lado esquerdo feminino e o direito masculino. Ela deixou bem claro que era terminantemente proibido um acessar o dormitório do outro. Quando entrei no meu quarto minhas coisas já estavam ao lado de um beliche, todos os móveis no quarto eram de uma madeira escura, além do beliche, tinha duas escrivaninhas, dois guarda-roupas, e uma gaiola.

— Bom, se acomode, suas aulas começam daqui 20 dias você terá tempo de escolher qual será sua especialidade, seu animal de estimação e providenciar seu uniforme, passe na minha sala amanhã de manhã para conversamos sobre esses detalhes. – Ela imediatamente fechou a porta e saiu.

— O que será que ela quer dizer com especialidade e animal de estimação? – Falei comigo mesma.

Eu estava completamente perdida sem entender como uma Universidade poderia ser tão diferente e misteriosa. Após organizar minhas coisas nos móveis que se encontravam vários, decidi olhar se o resultado do vestibular tinha saído, deitei na parte de baixo do beliche, encolhi minhas pernas e acessei o site.

“Erro ao acessar essa página”

— Mas o que diabos está acontecendo? Porque não acessa?

Uma voz saiu da cama de cima do beliche.

— Você não entendeu até agora que o lugar onde você se encontra não é um lugar comum?


Notas Finais


deixem nos comentários o que acharam desse capítulo, eu particularmente, achei muito envolvente! Até daqui uma semana pessoal!


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