História Scars - Capítulo 8


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - .Capítulo 08;


Fanfic / Fanfiction Scars - Capítulo 8 - .Capítulo 08;

❝Capítulo 08❞

Becky havia esperado por aquele horário a tarde toda. Ela passou todo o expediente esperando o tal bonitão adentrar pela porta principal do Lane’s Café e dando desculpas para Juddy sobre ela poder ficar no caixa, pois não estava se sentindo bem.

Ela sabia que só dependia dela para ajudar a amiga a encontrar a sua outra metade, até porque Juddy estava sempre lhe dando a desculpa de que tinha coisas mais importantes para se preocupar do que com aquilo, mas Becky era uma romântica incurável e não podia aceitar menos do que aquilo, apesar do seu bolo de relacionamentos falidos.

E ela não desistiria da ideia até ver Juddy vivendo uma vida que não envolvesse apenas preocupações com trabalho e estudo, afinal, todos mereciam algum pedaço de produções hollywoodianas em suas vidas.

Becky tanto insistiu com suas dores que acabou por convencer Juddy a ficar encarregada do posto de barista, preparando cafés, buscando bolinhos e os mais diversos doces que serviam na cozinha. Becky tinha o plano certo em mente. Só precisava que o homem cruzasse a porta e se sentasse à mesa de sempre.

Mas o maldito estava consideravelmente atrasado.

Harry fechou o guarda-chuva e o balançou bem. Passou a mão pelo cabelo o livrando de alguns respingos de água, os ajeitando e adentrou ao café. Era quase como uma rotina.

Ele deixou sua bolsa, demarcando a mesma mesa de todos os dias e se dirigiu ao caixa. Sua testa se irrogou ao perceber uma pessoa diferente por detrás do balcão de atendimento.

– Olá, meu nome é Becky, – Ela lhe disse. Finalmente, ali estava ele. – em que posso lhe ajudar?

– Gostaria de um café preto e sem açúcar, por favor. – Harry pediu e voltou para a mesa. Ele retirou seu notebook de dentro da bolsa e o ligou, abrindo o documento de seu livro, e em seguida leu novamente o ultimo parágrafo, tentando pensar em algo a mais para complementá-lo, mas tudo que seu cérebro era capaz de pensar é onde estaria a garota loira dos pequenos olhos azuis.

Becky vibrou internamente pelo homem ter chegado ao café na hora exata do croissant, logo, Juddy passaria a próxima hora ocupada com O’neal na cozinha.

 Becky preencheu a xícara com o líquido amargo e fumegante. Deu uma última olhadela para trás, tendo certeza que não havia ninguém além dela atrás do balcão. Ela depositou o pires e logo após a xícara sob a mesa.

O bonitão lhe agradeceu com um sorriso e ela ficou ali, estática. Maldito seja Deus, o homem era incrivelmente lindo. Pensou consigo mesma.

– Você poderia me passar o número do seu telefone? – Ela questionou. Becky segurou à bandeja com certa força pela cara engraçada que o homem a sua frente fez, realmente a pergunta parecia mais adequada em sua cabeça.

– O quê? – Harry franziu ambas as sobrancelhas. Não entendendo muito da situação.

– É, enfim, você conhece a minha amiga Juddy não é?! Ela costuma ficar ali atrás do caixa lendo um livro esquisito... Uma loira sabe...? – Becky se enrola na própria explicação.

– Sim, – Harry ri da confusão da moça a sua frente. – Eu sei quem é a Juddy.

– Você não acha que seria legal se você me passasse o seu número pra eu passar pra ela?! – Becky dispara, mais rápido do que o próprio cérebro pudera assimilar a concordância das sentenças ditas. – Você sabe... Você é bonito, ela também e uma coisa leva a outra, enfim...

– Ok, – Harry ri enquanto busca em sua pasta um de seus cartões. Era um tanto engraçada a situação e ele podia jurar que seu de telefone jamais iria chegar a Juddy, mas orava internamente para que de algum modo chegasse.

– Bom garoto! – Becky comemora consigo mesma. – Obrigada, aproveite o seu café, é por conta da casa!

Becky deixou o tal Harry, conforme leu o nome no cartão, voltar a sua escrita e ela mesma volta para o seu posto. E semelhante ao que ela suspeitou, Juddy não voltara para frente da loja até a hora de fecharem.

Juddy percebeu o olhar esquisito e a empolgação repentina de Becky para com a limpeza. Ela terminou de passar o pano por todo o chão do estabelecimento e voltou para o balcão, onde Becky fechava o caixa do dia. – Então, qual o motivo de sua empolgação? – Juddy apoiou o corpo no cabo do esfregão e a encarou.

Becky a encarou de uma maneira engraçada e retirou do próprio bolso um cartão meio amassado. – Olha o que eu consegui! – Ela vibrou do outro lado do balcão. – O número do bonitão da mesa lá de trás.

Um turbilhão de palavras vieram à mente de Juddy, sobretudo, as chulas. Sua boca se abrira um par de vezes, mas nenhuma palavra era preferida. Ela não tinha reação para o que Becky acabara de lhe dizer.

A vontade que tinha era de rir e ao mesmo tempo de se esconder. Sentia vergonha. O que Harry deveria de estar pensando naquele momento? Céus, ela não queria nem pensar sobre.

– Você ficou doida de vez? – Ela a encarou, ainda tentando acreditar no que Becky estavam lhe mostrando.

– Ah, qual é Judds?! Ele faz total o seu tipo, não se faça de difícil! – Becky balançou os ombros.

– Aquele homem? – Juddy disse incrédula. – Harry? Pelo amor de Deus, ele é tão irritante e inconstante... E...

 – Bonitão?! – Becky completou.

Juddy agarrou o cartão e o enfiou no bolso de trás da calça jeans de sempre, não quer aquela fosse sua primeira opção, porque sabia que ela não a deixaria em paz se ela pelo menos fingisse que iria tentar. Não tinha sequer o que dizer para Becky. Apenas rolou os olhos em direção à funcionária e saiu para a cozinha. Guardou os materiais de limpeza no armário destinado para estes e voltou com sua bolsa já em mãos.

Ela Fechou a loja e se despediu de Becky. O que Juddy mais queria para o fim daquela noite era o que ela não poderia ter, pois tinha de chegar a casa e fazer uma checagem no documento de seu trabalho final da faculdade.

 Tinha quase a certeza de que não dormiria naquela noite, já que o Sr. Mills, seu orientador, havia pedido que ela lhe entregasse a monografia para correção na manhã seguinte.

Juddy caminhou por uns quinze minutos até chegar à porta de seu prédio. Empurrou o portão e entrou. Só mais alguns lances escada acima e estaria no conforto de seu apartamento.

Depois de um bom banho e de comer, Juddy finalmente se sentou com as pernas cruzadas no sofá, esperando que seu notebook cooperasse e abrisse logo o documento. Faltava apenas a conclusão para ser escrita. Mas a verdade é que as vinte e cinco páginas até ali tinham sido escritas e tudo que podia ser discorrido quanto ao tema já havia sido feito, mas nenhuma solução parecia nadar entre os milhares de pensamentos na mente de Juddy.

Ela puxou o celular que carregava no braço do sofá, abriu algumas redes sociais e respondeu uma mensagem de seu pai. Juddy fechara o aplicativo de mensagens e encarou o telefone por uns segundos antes de levantar e ir atrás da calça que usava mais cedo.

Agarrou o cartão amassado e voltou para sala, onde deixara o celular. Digitou os números de um modo hesitante. Salvou o contato e abriu o aplicativo novamente. Buscou por seu nome e ali estava.

Ela até chegou a abrir a conversa, mas bloqueou o celular no mesmo instante. Deveria estar ficando louca. Sentia-se como se estivesse no ensino médio ou algo do tipo. Era tudo tão infantil.

Mas afinal, qual era o crime com mandar uma mensagem para um estranho? Juddy respirou fundo e digitou um simples “Oi.” e o enviou.

5 minutos.

10 minutos.

20 minutos.

Só Deus sabia quantas vezes ela parou de escrever sua possível solução para a monografia, só para desbloquear o celular e checar se havia alguma mensagem de Harry. E para certa tristeza, não havia.

Harry estacionou o carro na primeira vaga que viu e desceu do mesmo. Seu corpo tremeu contra si, sentindo o vento gélido de Brixton o chicotear. Se não fosse pelo enorme casaco grosso, podia jurar que congelaria ali mesmo.

Ele atravessou a rua e cruzou a soleira de seu restaurante favorito. Respirou fundo quando o ar quente vindo do aquecedor no interior do restaurante o alcançou as bochechas, as deixando levemente rosadas.

Harry escolheu uma mesa e se sentou, esperando pelo atendimento. Não demorou muito para que Roberto, o garçom, viesse o atender.

– Senhor Dawson! – Roberto o cumprimentou. – O de sempre?

– Olá Roberto, – Harry sorri, folheando o cardápio de maneira aleatória. – mas dessa vez quero adicional de molho picante, por favor!

– É pra já, senhor! – Roberto anota atentamente o pedido de Harry. – Alguma bebida?

– Por enquanto não, obrigado! – Harry responde-lhe, devolvendo o cardápio.

Roberto o deixa sozinho outra vez, levando o seu pedido para a cozinha. Harry não costumava cozinhar em casa, para ser sincero, nem mesmo sabia se era capaz de preparar algo que não fosse café.

Por isso, as quartas ele sempre jantava no Nando’s. Se fosse critico gastronômico, faria uma crônica enorme para que as pessoas soubessem onde encontrar o melhor frango frito da cidade.

 Harry apoiou ambos os cotovelos sob a mesa, apoiou o rosto em uma das mãos e observou Brixton pela enorme vitrine do restaurante. Adorava a mistura étnica por todas as esquinas do bairro ao sul da enorme Londres. Talvez Lou devesse levar Céline para conhecer o bairro. Harry anotou mentalmente, lembrando-se que ainda havia um último capítulo para escrever antes de deixar o exemplar com os colegas da editora.

Seus olhos se desprenderam preguiçosamente da vitrine, o rosto se angulou um pouco mais para a direita. Ambas as sobrancelhas se ergueram, fazendo Harry perceber a cadeira ser arrastada e o corpo magricela ocupar o lugar.

– Não sabia que ainda vinha ao nosso restaurante favorito. – Sarah pontuou, recebendo toda a atenção de Harry.

Ele pigarreia, cruzando os braços frente ao peito e a encara. – Agora você sabe! – Harry diz, sendo o mais direto possível.

Roberto trás uma garrafa de cerveja preta para a mesa e posiciona os dois copos. – Obrigada, Rob. – Sarah agradece.

Harry não espera que ela o sirva com a cerveja, pra ser sincero ele não esperava mais do que meias palavras vindas dela. Apesar de estar curioso para saber o que infernos ela queria. Ele continua estudando sua feição, sentindo-se perdido no mesmo velho erro de antes.

Perdido dentro de seus sórdidos e velhos pensamentos mais do que fascinados pelo rosto a sua frente, seu rubor causado pela temperatura, os olhos profundos e que ainda, mesmo depois de tanto tempo não deixavam pistas para serem decifrados, nem uma linha sequer. 

Harry não consegue formular um único pensamento e acredita nem querer entender o que Sarah está fazendo no restaurante onde se esbarraram pela primeira vez. Onde ela o fez acreditar que poderia viver o mistério que era tentar desvendá-la. Ele não acreditaria na época que era um grande e estúpido erro. Logo aqueles olhos, aquelas mãos quentes e as palavras doces que tinham vontade própria, mas estes não podiam ser dominados e isso fora o bastante para ambos. 

Porque ele nunca seria capaz de lhe dar o suficiente e ela nunca se cansaria de pedir por mais.

– Você, – Ela suspira e Harry a encara. – como você tem passado? 

– Bem, eu diria... – Ele responde sendo vago, pensando no que deveria vir depois desse diálogo quase obrigatório. 

– Quero dizer, o que tem feito e essas coisas, sabe? – Ela sorri de lado, tentando parecer o mais passional possível. 

– Quem quer saber tudo isso, Sarah? – Ele pede um tanto irritado, na verdade impaciente por realmente não saber a resposta de todas aquelas perguntas.

É tão injusto, ter de explicar algo que nem ele mesmo sabia. 

– Eu realmente gostaria de saber como você tem indo durante esse tempo... Faz tempo desde que nos sentamos na mesma mesa sem um advogado no meio. – Ela responde, recostando seu corpo na cadeira, talvez até relaxada demais. 

– Se você realmente quisesse saber teria me deixado ficar, pra se certificar de que eu realmente fiquei muito bem durante todo esse tempo! – Harry exclama, tentando por fim neste começo torto. 

– Você deveria se por em meu lugar qualquer dia desses, você entenderia o porquê eu tive de tomar essa decisão. – Ela explica como se fosse uma coisa simples de se aceitar. 

– Eu não preciso entender mais nada, já entendi há muito tempo que em sua vida não tinha espaço suficiente para mim. – Resmunga. 

– Eu sei que isso é pouco, na verdade, é quase nada – Ela ri amarga. – Mas é tudo o que eu posso oferecer! 

– E eu não sei se devo aceitar o teu pouco, já que vivo muito bem com o teu nada!– Harry rebate, mirando seus olhos escandinavos.

– Me desculpe, eu queria que as coisas fossem de outra maneira, mas é assim que eu enxergo as coisas. – Sarah tenta argumentar. 

– Se você quisesse que as coisas realmente fossem diferentes, você enxergaria as coisas pelo meu ponto de vista, uma vez outra. – Harry lhe responde, ainda mais chateado. 

– Você está causando uma dor desnecessária, tanto para mim quanto pra você 

– E então esse é o momento que você não consegue o que quer e vai embora novamente? – Harry a acusa.

– O que você quer dizer com isso? – Ela ergue ambas as sobrancelhas. 

– Oras você se levantou, só pode ser, no mínimo, para sair correndo mais uma vez! 

– Você é tão fechado as suas próprias conclusões, céus. – Sarah exaspera. – Deixe de ser estúpido só uma vez na vida, eu pensei que com todo esse tempo sozinho você tivesse aprendido a dar mais valor às coisas. 

– Ah, claro! – Ironiza. – Agora eu sou o errado? É óbvio não é?! Eu não sei o porquê você se deu o trabalho de vir até aqui, Sarah. Você deveria ter ficado longe! 


– Você quem sabe, mas depois não vá dizer ou chorar todas as noites deitado em sua cama, pensando que você poderia ter feito diferente, porque você não o faria nem se quisesse. 

E assim Harry a vê o deixar sentado sozinho ali, Sarah anda de um lado para o outro, observando pela vitrine as pessoas caminhando pela calçada e Harry começa a rir sozinho.

 Sentindo tudo e ao mesmo tempo nada, era somente isso que eu havia se tornado.

Era inevitável e ele sabia disso, ele não deveria tê-la deixado se sentar. Sabia que havia se tornado apenas raiva e ressentimento, e verdadeiramente achou que poderia esconder isso dela, mas parece que isso estava mais impregnado em si do que imaginava.
Harry suspira pesado, pensando nos milhares de palavras que poderia usar, para se desculpar por não ter encontrado uma resposta ou por não tentar pelos dois. Sabia que – de certa forma – Sarah estava certa. Harry havia se perdido no meio do caminho. Não sabia mais ser o Harry-marido que ela gostaria que ele pudesse ser.

Mas em algum ponto ele quisera tanto ser a casa dela que se esqueceu de ser a própria casa, esqueceu-se de si mesmo, dos seus propósitos e essência.

E quando se lembrou de quem era, sabia que não tinha espaço para ser o Harry-marido-perfeito/Harry-só-Harry.
 

Mas, de certa forme ele sabia que tudo é tão fácil quando se pensa, quando apenas se supõe o que o outro lado da moeda esteja sentindo ou fazendo, e que as coisas parecem muito mais complicadas quando temos de enfrentar os demônios alheios.

Por tempos ele combateu os demônios de Sarah, escutou suas dores, se acostumou a coloca-los em primeiro lugar e a ter de enfrentá-los. E quando chegou a própria vez, ele não soube o que fazer, apenas seguiu o fluxo. Sem entender o que estava fazendo de errado, talvez devesse ter tentado viver o melhor dos dois Harry’s ou seguido em frente, mas ele apenas ficou estacionado ali, vivendo do passado. 

Harry se levantou e caminhou a passos lentos para o lavabo masculino. Apoiou-se contra a pia e encheu as mãos com a água gelada, tentando brandear a temperatura que seu corpo se encontrava.

Sarah por fim se sentou novamente. Não sabia como fazer Harry entender que ele precisava dela, mais do que ela poderia precisar dele. Principalmente depois que John a deixara, com a desculpa de que não queria se envolver sério e que não achava que ela realmente iria pedir divórcio do marido para os dois ficarem juntos.

Sentia-se frustrada.

O celular em cima da mesa se acendeu e por força do hábito, as mãos o agarraram com rapidez. Sarah digitou a mesma senha e rolou os olhos, sabendo que Harry jamais se preocuparia ou se daria o trabalho de trocar a senha.

Seus lábios se entortaram em uma carranca quando abriu o aplicativo de mensagens e viu que se tratava da mensagem de uma mulher.

Oi. Sou eu Juddy.”

Curiosa, ela clicou na foto do perfil da mulher. Ampliando a mesma. Os olhos de Sarah se esbugalharam quando vira os olhos azuis, cabelos louros e um sorriso sem graça.

Aquela garota era tão o tipo do Harry que ela conhecera na faculdade.

Ela checou por todos os lados do restaurante se Harry estava, de fato, vindo. Constatou que não e fez o que já estava cansada de fazer. Apagou a mensagem.

A sensação não era diferente do que da primeira vez que o fizera. Harry havia recebido uma proposta, por e-mail, da HarperCollins para ser editor chefe. Mas Sarah sabia que se trabalhando como crítico na Wrightsburry ele mal lhe dava atenção, imagine ele trabalhando em uma das maiores editoras da Grã-Bretanha.

Era demais para ela. Então, fez o que tinha de fazer. Apagou o e-mail da caixa de entrada do marido.


Notas Finais


ಇ Espero que possam compreender essa autora meio sem noção que vos fala e caso queiram deixar vossas opiniões, já sabem: vou amar lê-las e bater um papo com vocês!

ಇ Relevem qualquer erro de gramática, sempre tem uma coisa ou outra que escapa na hora da correção

xx,
Clev.


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