História Scary Love - Capítulo 2


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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Graylu, Gruvia, Nalu
Visualizações 33
Palavras 3.380
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


aaaaaa eu fiquei muito feliz com a interação de ontem, por isso aproveitem (:

Capítulo 2 - First Day and Basketball


A Academia Fairy Tail de Ensino Médio seria a minha nova escola. A última escola que frequentaria na vida, já que estava quase me formando. Mais um ano, e eu sumiria no mapa, sem dá satisfações à ninguém, não que alguém se importasse comigo para querer saber o meu paradeiro. 

Faziam três dias que estava em Magnólia e já tinha me intalados no apartamento novo. Meu pai, mesmo de longe, sempre me arrumava acomodações adequadas, ele também me enviavam dinheiro todos os meses para me manter, fora isso, sua existência era quase inexistente pra mim. Nem lembro a última vez que nos falamos ao vivo, cara a cara. O pouco contato que tínhamos era feito por telefone, e só quando ele queria, já que nunca tive acesso ao seu número de celular. Sempre que Silver tem algum assunto pedente comigo, ele me liga. Não dura muito tempo, não temos uma conversa do tipo: “como vai a escola?” ou “vamos passar o Natal juntos!?". É mais como: “você tem que se mudar" ou “você vai se mudar". 

Não entendo, na verdade, já até desistir de entender o seu trabalho e o porquê de me proibir de ficar muito tempo numa só cidade, são coisas que ele nunca me contaria e eu não conheço ninguém que possa me contar também.  

A nossa última conversa foi sobre me mudar de novo, logo depois do que houve com Juvia. Ele disse que iria para Magnólia e que poderia ficar tranquilo, que essa seria minha última mudança. Não levei muita fé em suas palavras, Silver sempre me dizia isso a cada vez que era despachado de um lado para o outro. Àquela seria minha última parada até o meu desaparecimento, porquê estava completando a maioridade e não permitiria mais seus jogos e mentiras na minha vida. 

Eram 6 horas da manhã, e o sol  entrava pela fresta aberta da janela. Magnólia era uma cidade linda, não podia negar. Era aconchegante e divertida, provavelmente um lugar para criar raízes e conhecer pessoas novas.

Levantei da cama e fui direto para o chuveiro, odiava o primeiro dia de aula numa escola nova. Todo mundo te olhando, as apresentações, ter que adivinhar o caminho das salas, do banheiro, era tudo sempre tão cansativo e constrangedor. 

Após o banho gelado, coloquei o uniforme da escola. Uma calça cinza de prega, uma blusa de botão branca e a famigerada e costumeira gravata, essa era composta de listras brancas e azuis, algo bem padrão. Eu odiava gravatas. Destestava ter que vestir aquele treco que apertava meu pescoço e me fazia parecer um mauricinho mané. 

Deixei a gravata frouxa junto com os dois primeiros botões da camisa aberta, que estava por fora da calça. Provavelmente receberia uma bronca pelas minhas vestes mal arrumadas, mas com o passar do tempo, eles se acostumariam com o meu jeito de vestir o uniforme. 

No meu peito, o gelado do colar de prata tocava a minha pele morna pelo banho. A pequena cruz que meus pais me deram no dia que nasci me acompanhava desde sempre. Era meu objeto de maior valor sentimental e eu nunca me separava dele. 

Terminei de me trocar e coloquei a cafeteira para funcionar. Pela manhã, só tomava café, puro e preto. Enchi meu copo térmico, catei a pasta e saí do apartamento. 

A escola ficava próxima de casa e a caminhada era boa para me manter calmo. Coloquei uma música qualquer para tocar no celular na tentativa de deixar as coisas mais agradáveis. Eu quase podia me ver ali, fazendo aquele mesmo percusso todos os dias. Indo e voltando do colégio, mas a ausência dela tornava tudo muito difícil de engolir. Não merecia está ali, não merecia andar sob o sol quente enquanto ela padecia embaixo da terra, não era justo. Ela devia continuar no mundo, tinha tanto para oferecer e viver, enquanto eu vagava como uma alma sem rumo. 

Ao chegar na escola, notei que não era nada diferente de todas as outras que já havia frequentado. Sua estrutura era grande e as cores eram mínimas.

Não tinham muitas instruções do que fazer ali, mas sabia que deveria procurar alguma das autoridades da escola. De longe, avistei uma menina de cabelos azuis, quase no mesmo tom do dela. Ela estava sozinha e parecia ser legal, do tipo que não te trata mal apenas por você existir. Fui me aproximando aos poucos e quando julguei estar de uma distância adequada, falei tentando soar o mais simpático possível:

– Licença! – ela me olhou. – É que eu sou novo na escola e não sei aonde fica a direção. 

A menina me lançou um pequeno sorriso e meu coração bateu aliviado, ela parecia realmente ser alguém legal.

– Tudo bem, antes da cerimônia de abertura, nós olhamos nossos nomes nas listas. É bem simples pra falar a verdade. – a garota me explicou gentilmente. – Você está em que ano?

– No último. – respondi. 

– Ah, que legal! – ela sorriu. – Eu também, a propósito, me chamo Levy!

– Gray Fullbuster. – me apresentei também sorrindo. – Muito prazer!

– Vem Gray... – Levy me chamou com os dedos e começou a andar. – Eu te levo até lá. 

Seguir a menina de perto. Levy era tagarela, não parava de falar sobre as qualidades da Academia e em como meu futuro seria incrível se eu soubesse aproveita-lo. Vez ou outra, eu fazia um comentário diferente da costumeira balançada de cabeça, quando concordava com as suas palavras. 

Após caminhar alguns minutos, chegamos em um grande pátio. Vários alunos iam de um lado para o outro, e no centro, estava um quadro com as famigeradas listas de nomes. 

Levy e eu fomos juntos até o quadro. 

Procurei pelo meu nome nas turmas do último ano e o avistei no 3° ano A. Ótimo! A Academia considerava meu histórico bom o bastante para estar entre as primeiras turmas, isso significava bastante estudo para manter as notas de acordo com as expectativas. 

– Em que turma você ficou? – Levy perguntou tentando ser educada. 

– 3° ano A. – dei de ombros. – E você?

– Ficou na nossa turma, que sorte! – ela se surpreendeu. 

– Nossa turma? – questionei sem entender. 

No mesmo momento, um garoto alto e musculoso, com um grande cabelo preto e vários piercing’s pela cara se aproximou, colocando o braço sobre a cabeça de Levy. 

– E aí baixinha! – falou com um sorriso babaca no rosto. – Quem é o otário?

– Gajeel, para! – Levy o repreendeu. – Adivinha só!? Ficamos na mesma turma, de novo!

– Suas aulas particulares serviram pra alguma coisa... – ele respondeu abaixando o braço da cabeça da menina, e colocando-o sobre seu ombro. 

Levy corou instantaneamente e riu sem graça. 

Percebir que os dois eram de fato um casal. Nunca em toda a minha vida, imaginaria Levy, a garota que acabara de conhecer namorando aquele bad boy esquisito. A história de como eles acabaram juntos deveria ser algo incrível.  

– Levy... – chamei com receio de atrapalhar o momento. – Eu já vou indo, mas obrigado pela ajuda. 

– Não. – ela negou com a cabeça saindo dos braços de Gajeel. – Vamos pro auditório juntos. 

Gajeel e eu a olhamos sem entender, mas Levy foi mais rápida e não esperou nossa reação, puxou o namorado com uma mão enquanto empurrava minhas costas com a outra. 

O auditório ficava no andar de baixo, na parte subterrânea da escola, era grande e um pouco escuro, pela falta de luz natural, o local era iluminado por lâmpadas grandes pelas laterais. Não tinham cadeiras, como o normal, apenas um palco grande no centro. 

Os alunos ficavam em filas separadas por turma, Aanossa era uma das últimas.

Caminhei ao lado de Levy e Gajeel à passos lentos. Fomos para a nossa turma que já devia ter entre 12 e 13 alunos.  Fiquei parado atrás de uma menina de cabelos longos e castanhos, que cheirava a álcool, o casal se posicionou as minhas costas, primeiro a baixinha depois seu namorado. 

Esperamos alguns minutos antes que um velho bem pequeno tomasse o lugar no palco do auditório. 

– Bom dia alunos, e muitas boas-vindas à todos. – ele deu uma pausa dramática olhando em volta. – Calouros e veteranos, novatos e estudantes de longa data, a Academia Fairy Tail tem honra em recebê-los para mais um ano letivo. Aproveitem suas oportunidades e visem o futuro. – todos bateram palmas, e eu acompanhei sem muita emoção. O típico discurso de primeiro de aula me dava ânsia. – Agora umas palavrinhas da nossa presidente do grêmio e veterana, Erza Scarlet.

A primeira garota da nossa fila subiu ao palco. Ela tinha um cabelo enorme vermelho, e trajava além da saia cinza de prega do uniforme, um blazer vermelho. No rosto, os óculos a deixavam ainda mais séria e respeitável.  

– Lindas palavras, Senhor Makaravov. – ela falou ao microfone. – Este é o meu último ano na Academia e também o último da maioria dos meus amigos. Estudo nessa rede de ensino desde que me lembro, e conheço essas pessoas como conheço minha família. Aos calouros, aproveitem, essa é a melhor época de nossas vidas. Aos veteranos, se preparem, a última etapa para o nosso futuro acaba de começar.

Erza Scarlet foi ovacionada por todos, alguns alunos da nossa turma assobiavam com os dedos e gritavam seu nome, deveriam ser seus amigos citados no discurso. Bati palmas verdadeiramente dessa vez, as palavras dela me tocaram por saber que logo estaria vivendo meu futuro, escolhido por mim. 

Todos foram dispensados da cerimônia logo em seguida. Seguir de perto as pessoas da minha turma e acabei me perdendo do casal. 

Ao chegar na sala, que era como uma sala de aula costuma ser, ampla, ventilada e bem iluminada, optei rapidamente por uma cadeira ao lado da janela. Sabia que aquele provavelmente seria o meu lugar por todo o ano, e amava poder observar o mundo lá fora entre uma aula e outra. 

Peguei meu celular para ficar jogando antes que o professor chegasse em sala. 

A medida que os alunos iam entrando, a bagunça ia crescendo. Vozes altas de pessoas se reencontrando e risadas tomaram conta do ambiente. 

Eu sentia inveja de vê-los aproveitando a melhor época de nossas vidas, nunca pude ter esses luxos, conheci o sofrimento muito cedo, e a única vez que fui como eles, foi porque Juvia estava lá por mim. Ela me obrigava a socializar, jogar conversa fora e me tratava como se fosse único. 

Juvia me amou desde o início, desde a primeira vez que colocou seus olhos sobre mim. Enquanto eu fui um babaca por rejeitá-la diversas vezes, por não querer que se aproximasse. Se soubesse o que iria acontecer, aproveitaria cada momento ao seu lado, cada mínimo segundo como se fosse o último. Ou, na verdade, impediria que me conhecesse, me afastaria ainda mais e assim, ela ainda estaria viva. 

– Lu-chan! – o grito de Levy me retirou do devaneio. – Por que não foi à cerimônia de abertura?

A azulada correu ao encontro da outra menina e a envolveu num abraço. 

– Alguém acordou atrasado... – ela respondeu rindo e olhando feio para o garoto que acabara de entrar na sala. 

– Natsu! – Erza disse em tom sério. – Atrasos não serão tolerados esse ano. 

O garoto de cabelo da cor da flor de cerejeira, engoliu em seco e a olhou com medo. 

– Desculpa, Erza! – ele coçou a cabeça.  – Não vai se repetir! Ontem eu estava estudando e perdir a hora. 

– Esse fracassado estudando? – Gajeel falou alto e depois soltou uma gargalhada debochada. – Você devia ser preso por mentir!

– Quer apanhar pedaço de ferro? – Natsu o confrontou irritado. 

– Caí dentro, esquentadinho! – Gajeel se posicionou para a briga. 

– Parem, os dois! – Erza advertiu. – Todos pros seus lugares. – ela deu a ordem agora para a turma inteira. 

Como um furacão rápido e sem aviso prévio, os jovens que antes estavam em pé rindo e brincando, correram para as carteiras e se sentaram em posição adequada. 

Logo após ao surto de comportamento de Erza, um homem alto e grande como um armário entrou na sala. Ele possuía o cabelo ruivo e a barba por fazer. 

– Primeira aula do ano e é com Gildarts! – o garoto que aparentemente se chamava Natsu gritou. – Esse ano vai ser o melhor de todos! – ele bateu uma palma e riu alto. 

– Natsu! – o professor disse de forma severa e todos na sala prestaram atenção nele. – Como foram as férias? – continuou mais calmo e soltou uma risadinha. 

A garota que havia ficado na minha frente na fila da cerimônia de abertura deu um alto suspiro, enquanto Natsu deixou um risinho sem graça escapar.

– Mais um ano com vocês e finalmente nosso último... – alguns alunos protestaram, mas Gildarts riu. – Vou sentir falta para falar a verdade, vocês são como meus filhos, uma até é de verdade. 

– Pai... – a menina que cheirava a bebida reclamou. 

– Tudo bem, tudo bem... – ele se desculpou abanando os braços. – Sem moleza esse ano, vamos para a quadra trabalhar esses corpos sedentários das férias. 

Me pus de pé, juntos com os outros alunos, e seguir de perto a pequena multidão até a quadra. 

O local era coberto e as duas cestas posicionadas uma de cada lado, indicava que iríamos jogar basquete. 

Gildarts apitou e reuniu todos no centro da quadra. 

– Como é o nosso primeiro dia de aula, vou pegar leve e deixarei que se divirtam um pouco. – ele nos olhou animado. – Primeiro uma partidinha de basquete, só os meninos!

– O quê? – Erza protestou irritada. 

– Erza, nós temos que dá chance para os outros jogarem... – ele tentou inventar uma desculpa para não apanhar da Scarlet. – O time masculino vencedor, jogará contra o time feminino que vencer, mais precisamente, quem desses fracotes ganhar, enfrentará você. 

Erza assentiu calada, se as desculpas de Gildarts haviam colado, então era porque a garota deveria ser algum tipo de mosntro. 

– Natsu, você escolhe o primeiro time. – ele deu um sorriso pro rosado. – Jet, o outro fica com você. 

– Eu jogaria sozinho, mas se você insiste em ter um time... – Natsu comentou se achando.

– Aham... – Gildarts concordou com sarcasmo e impaciência. – Agora tirem logo par ou ímpar para ver quem ganha. 

Natsu escolheu par e ganhou, ele aplaudiu quando recebeu a vitória como se isso fosse um sinal de que o jogo era dele. 

– Gajeel. – chamou sem empolgação. 

– Droy. – Jet falou mais animado e um garoto um pouco acima do peso se aproximou dele. – Agora que o Shadow Gear está quase todo junto, Levy já tem pra quem torcer. 

– Ela vai torcer pro namorado dela. – Gajeel resmungou mal humorado. – Mas eu prometo pegar leve com vocês. 

– Elfman. – foi a vez do rosado escolher. 

Um garoto, praticamente um homem adulto, se juntou ao outro time. 

– Max. 

Dessa vez, um jovem de cabelo claro dividido ao meio que tomou o lugar ao lado do time. 

– Freed. – Natsu deu um suspiro alto e um cara com longos fios verdes foi até ele. 

– Visitar. – Jet chamou mais um garoto sem muito porte físico adequado para enfrentar o outro time. 

– Loke. – ele falou mais animado dessa vez, provavelmente porque essa era a última rodada de escolhas e logo o jogo começaria. 

Jet olhou em volta pensativo, parecia que haviam acabado suas escolhas mesmo com todos os garotos que sobraram. Por fim, disse alto:

– Novato! 

Olhei em volta esperando, até que me dei conta de quem ele falava e fechei a cara irritado. 

– Meu nome é Gray! – grunhi em resposta e andei com as mãos no bolso da calça até o meu time. 

– Não importa que você tenha chamado o olho caído aí, esse jogo é nosso! – Natsu falou fervoroso. 

Ele estava certo, eu poderia ser o melhor jogador de basquete do mundo, que mesmo assim não seria suficiente para vencê-los, mas o esquentadinho me chamou de olhos caídos, e isso me deixou extremamente irritado, então daria o meu melhor para pelo menos não deixá-lo jogar. 

Gildarts soou o apito e nós nos posicionamos. 

– Estou animado! – Natsu gritou e jogou a bola no chão deixando-a quicar. 

Olhei em volta para o meu time e os caras mal se mexiam. Fui correndo em direção ao rosado e sem muitas dificuldades, bati na bola enquanto ainda estava no ar, tranzendo-a para os meus domínios. Ouvir o som do seu descontamento e me girei antes que ele pudesse reagir. Joguei a bola em direção ao Jet que a agarrou e correu com ela enquanto quicava no chão.  

O garoto era rápido, mas não era forte, por isso, apesar da velocidade, foi encurralado por Gajeel e Loke que tomaram a bola dele, mesmo se estapeando para ver quem conseguiria pega-la primeiro. O moreno ganhou a disputa e correu em direção a nossa cesta. Droy tentou marcá-lo, mas apesar da força, ele era lento e foi driblado. O time adversário marcou levando 1 ponto. 

Sentir o rosado se enfurecer ao invés de comemorar, e percebir que poderíamos ganhar o jogo mesmo tendo o time mais fraco, na teoria. Natsu e companhia não sabiam trabalhar em equipe, por isso se atrapalhavam e perdiam tempo. 

Quando voltamos para nossa posição, cutuquei Jet:

– Ei cara! – ele me olhou prestando atenção. – Eu sei de um jeito de ganharmos esse jogo. 

– Como? – Jet perguntou interessado. 

– Eles jogam individualmente, então se jogarmos como um time, na nossa zona de conforto, acredito que podemos vencer. 

O garoto concordou com a cabeça e o jogo recomeçou. 

Max lançou a bola pela linha de defesa e Jet a pegou, como velocidade era sua ponta chave, ele correu o mais rápido que pode. Tentei acompanhá-lo do meu lado da quadra e quando vi que seria marcado, gritei:

– JET!

O garoto lançou a bola na minha direção e eu a agarrei no ar, Elfman e Freed correram para me marcar, mas fui mais ágil, bati a bola no chão três vezes enquanto me apoximava da linha e me preparei para arremessar. 

A bola passou pelo aro marcando uma cesta de 3 pontos. 

Meu time vibrou alto e Natsu socou o ar. Dei um risinho na intenção de provocá-lo ainda mais e votei para a minha posição.

 

Era o último tempo, nos últimos minutos. O jogo estava empatado novamente. Por mais que trabalhassemos em equipe, as individualidades do outro time eram fortes demais, assim como nossas fraquezas. 

Numa das tentativas, Visitar ficou de cara com a cesta mas errou o ponto. Em outra, Droy se embaralhou com as próprias pernas e caiu sentado no chão. 

Eu dava o meu melhor em quadra e podia afirmar com certeza que nunca tinha jogado tanto na vida. O prazer de saber que o outro time era infinitamente melhor e ainda estavam empatados comigo era enorme. 

Natsu correu tentando desviar a bola de mim e passou empurrando o corpo, mas Jet estava ligado e como de costume, usou sua agilidade para desarma-lo. Ele tentou correr, porém o rosado estava furioso e investiu para cima dele, marcando uma falta brusca e desnecessária. Gildarts apitou. 

– Falta!

– Que falta o que? – ele gritou em resposta. – Não posso enconstar nesse fracote que ele caí!

Droy pegou a bola e cobrou logo a falta, jogando-a da lateral, Max a agarrou e correu enquanto tentava quicá-la. Gajeel e Natsu estavam espertos, mas como de costume não se entendiam e foram marcá-lo juntos. O meu time que já sabia que essa era nossa vantagem, aproveitou o momento para jogar. Visitar tinha a posse agora e foi ligeiro a me passar. Tentei correr mas Loke já estava posicionado na defesa. Girei o corpo e bati a bola no meio das minha pernas, conseguindo me livrar dele. Fui até a cesta e a enterrei sem nem pensar duas vezes. 

O apito soou mais uma vez. 

– Fim de jogo. – Gildarts gritou. – Time do Gray tem a vitória por 61×60.

Minha equipe vibrou alto e veio me parabenizar com tapas nas costas. Eu dei apenas um sorriso na direção de Natsu e coloquei minhas mãos no bolso da calça. 

– Parece que arrumou um concorrente a altura. – Gildarts comemetou rindo. – É melhor se cuidar, ou ele vai roubar a sua namorada também.  

Natsu ficou vermelho de raiva, enquanto as meninas desciam da arquibancada. A mesma loira de mais cedo se aproximou do rosado e lhe deu um beijo no rosto. 

– Na próxima você pega ele! – ela falou convicta enquanto tentava o consolar. 

– Me deixa, Luce! – Natsu saiu andando e batendo forte os pés no chão.  

Todos na turma observavam a cena apreensivos, mas Lucy apenas deu um risinho bobo e foi para juntos das meninas. 


Notas Finais


e ai, oq acharam? ficou bom ou neeem?


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