História School For Heroes And Villains - Capítulo 5


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, LGBT, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Capítulo IV - Heroes And Villains


— Senhorita Luthor, chegamos ao destino. — o motorista informa, estacionando a limousine na frente da grandiosa escola de heróis e vilões.

— Te pago 50 pratas se me tirar daqui e, me levar para o McDonald's. — o motorista soltou uma risada, em seguida se retirando do carro. Visto que ele não faria o que a mesma o pediu, bufou.

— Imprestável. — a porta foi aberta por ele, tentando ajudá-la a sair, que somente o empurrou e andou furiosa. 

Com a bolsa e a mala nas mãos, Megan — furiosa — se direcionou a entrada do colégio. Em passos rápidos e furiosos, pensava em como aquilo era culpa de Lex. Culpa de Lex por tê-la mandada para aquele lugar miserável, culpa de senhorita Lamartine por ter aceitado aquela idéia, e — principalmente —, culpa de seu criador, por simplesmente tê-la criado para aquele imprestável do Luthor.

Era tudo, tudo culpa de alguém.

Menos dela.

Agora, andando em passos mais vagarosos e pesados. A adolescente interrompeu por um tempo limitado seus devaneios, e parou para observar em volta de si. Adolescentes jogavam bola, mas acabou que um deles jogou a bola de uma forma desajeitada, acabando por chocar com uma morena de olhos azuis, que jogou um raio lazer no mesmo, que percorreu uma larga distância com sua super velocidade. Chocando-se com uma árvore, todos gargalhavam e zombavam do garoto, que — de alguma forma — ria de si mesmo também.

Rolou os olhos para os lados, todos eram tão bizarros, ao ponto de lhe proporcionar uma ânsia de vômito. Voltou a percorrer seu rumo, sem se interessar aos demais a sua volta. Um ruído lhe tirou a concentração, acabando de errar um um passo, se desequilibrando e indo direto para o chão. Mas antes, alguém lhe agarra a cintura firmemente, lhe impedindo de ir direto para o chão. Megan observa quem a pega, avistando um garoto — aparentemente mais alto que ela —, segurando sua cintura. O rapaz colocou-a de volta à sua postura normal, Megan bufou, não havia passado nem um minuto naquele lugar, e já havia conhecido um indivíduo.

Megan o analisou de cima a baixo, até que dava pro gasto. O garoto tinha um corpo relativamente bem construído, aparentava ter um metro e oitenta e dois centímetros, um rosto bonito, cabelos lisos e castanhos escuros, possuía tem um topete estático, olhos castanhos. Vestia duas camisas pretas, uma de manga curta por baixo, e uma jaqueta preta por cima. Tinha que admitir, o rapaz tinha estilo.

— Cuidado novata, eu poderia não estar aqui para te segurar. — Megan fixou o garoto sarcasticamente. Preferia mil vezes ter caído de cara no chão do que ser segurada por qualquer pessoa dali. 

— Eu estou bem, obrigada. — Ignorante, Megan tentou se retirar dali. O moreno impediu a moça de ir embora, segurando-a delicadamente.

— Wow, wow, wow. — Megan se virou irritada. — Por que a pressa? Qual o seu nome? 

Sério isso? Pensou ela.

— Megan, Megan Luthor. — Cruzou os braços, odiava apresentações. Desde pequena foi feita para ser apresentada para centenas de vilões que gostariam de contribuir para o seu reinado do mal.

— Filha de Lex Luthor? Interessante. — Por um breve momento, o rapaz fica pensativo. — Eu sou Maxwell Winston, filho do....

— Filho do Deadpool, eu sei. — Completou frustrada. Queria estar bem longe dali, como por exemplo, o McDonald's. Maxwell viu a frustração nos olhos da garota, estava sendo chato? Logo a conclusão veio a sua cabeça. Lex mais Desconhecida = Megan, que significa, chatice em dose dupla.

— Ok, ok, acho que começamos pelo pé esquerdo. Eu... — Uma bala estoura sua cabeça, soltando respingos de sangue e carne na garota. Maxwell caiu no chão, enquanto Megan encarava aquilo meio atordoada, e contente, finalmente poderia se retirar dali.

Pegou sua mala e bolsa e andou rapidamente até o colégio. Se ele era o filho de Deadpool, com certeza havia seu poder de regeneração, então a qualquer momento estaria a perturbando novamente. Atravessou as portas do colégio, olhou seu estado, precisava — urgentemente — de um banheiro.

{•••}

Megan se olhava no grande espelho do banheiro feminino, que ia até o teto — com certeza para as pessoas que voavam, se esticavam e coisa do tipo  —. Havia trocado sua roupa, de roupas pretas e cores escuras, foi para uma camisa de manga longa branca, com um mero decote — mas que dava para ver seus seios perfeitamente —, uma calça jeans cinza escuro, e um all star preto. Sentia raiva por senhorita Lamartine, mesmo que ela tenha arrumado sua mala, Lamartine que havia escolhido suas roupas. Seus cabelos, antes presos em um rabo de cavalo, foram lavados e soltos, lhe deixando com um ar mais chamativo. Suas orbes verdes esmeraldas se destacavam com uma roupa, principalmente depois do ocorrido, que passaram a brilhar intensamente.

O ruído de uma das cabines do banheiro chamou sua atenção, se virando de imediato para ver o que era, pensava estar sozinha naquele momento. Uma ruiva, aparentando ter um e setenta de altura saiu irritada da cabine, caminhando rumo a saída. Suspirou, por que todos tinham que ser maior que ela naquele lugar?. Se virou novamente para o espelho e balançou a cabeça negativamente, mas um defeito em sua lista, já bastava não ser flexível o bastante. Pegou a mala e bolsa, bufou estressada, carregava aquilo faz quase meia hora, e ainda tinha o dever de encontrar a sala do diretor. Só de pensar nestas coisas, já lhe deixava exausta.

Atravessou a porta do banheiro feminino, entrando no fabuloso corredor do colégio. Os sons das portas se abrindo e fechando, os ruídos dos passos de cada um, o falatório, quase como o lugar que antigamente habitava, diferença? Lá eles temiam ela, ali, somente mais uma garota com poderes e habilidades especiais. Continuou a andar, tentando não esbarrar com tudo e com todos. Não que fosse difícil, já que o corredor estava meio cheio, mas parecia que todos queriam ver a garota no chão.

Vendo uma porta com o nome Diretoria, Megan suspirou, teria apenas que andar mais um pouco. Ali, naquele lugar, se sentia tão minúscula, o que os pais daquelas pessoas colocavam em suas águas para ficarem daquela maneira?. Chegou perto da diretoria, abriu a porta, espionando o que havia dentro da sala. Um homem de porte grande e forte assinava alguns papéis que pareciam importantes.

— Entre por favor, senhorita Luthor. — Megan fixou o homem curiosa. Seria ele telepata? Vidente? Ou simplesmente lhe esperava ali durante um tempão. Deu de ombros e entrou com suas coisas. — Sente-se por favor. — Sentou-se, achando meio óbvio do que iria fazer. — Eu sou Wandermilson... — Megan quase riu com o nome, segurando o máximo que pode. — Serei seu diretor durante sua decorrida aqui no colégio. Pelo o que li sobre sua ficha é que fala três línguas, inglês, francês e mandarim. Estudou em casa durante todos os estes anos, então adivinho que tenha uma ótima inteligência. E mesmo sendo filha de um vilão, é muito boa com tudo e com todos.

Megan arregalou os olhos. Por que aquilo estava na sua ficha? Sabia falar as três línguas fluentemente, ok. Estudou em "casa" durante todos estes anos, ok. Mas ser boa? Não conseguia nem fingir um absurdo desses, o que Lex tinha na cabeça com isso?. Seus olhos brilharam novamente, ato que só conseguia quando ficava absurdamente irritada — o que não era difícil.

— Sim senhor. — Milson viu os olhos da garota brilharem, estranhou, mas decidiu deixar quieto, poderia ser algo de especial da garota.

— Aqui estão os seus horários. — Lhe entregou o papel. — As chaves do seu armário e do seu quarto. — Deu as chaves para ela. — Pode ir senhorita.

— Foi um prazer conhecê-lo senhor. — Se levantou, indo pegar suas coisas, mas foi interrompida pelo diretor.

— Pode deixá-las aí, mandarei alguém competente para levá-las para seu quarto. — Assentiu, achando aquela idéia meio tosca, mas não podia reclamar. 

Ao sair pela porta, Megan sabia que teria que levar uma outra vida, não seria mais o experimento 54, que fez parte do projeto 007. Seria apenas, Megan Luthor, uma garota que poucos conhecem e, se depender dela, nunca irão conhecer. Naquele momento, soube que teria que lembrar ao todo instante quem era. Um experimento que deu certo. Filha de um cientista morto. Arma letal de Lex Luthor. E principalmente....

Uma vilã.















Continua....


















Notas Finais


Err, oi! Então, tô aqui de volta. Acho que precisão de algumas explicações.

1- Tava sem idéias para este capítulo, quer dizer, eu tava com idéias, mas eu só tinha que bota-los em ordem.

2- Acho que todos nós temos problemas pessoais né, não tem nada a ver com estudos, somente com a minha avó doente. Mas que já se recuperou.

Mas então, foi isso. Um ótimo capítulo, e mesmo somente aparecendo um personagem interagindo com ela, quem conhece seu personagem sabe quem apareceu.

No próximo capítulo ela vai conhecer mais personagens, que tentarão conhecê-la, além de dela conseguir a localização do cristal vermelho, se não fosse por alguém.

Acho que não tenho mais nada para falar. Bom, até o próximo capítulo

Bjs Lizy ^-^


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