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História School Only For Girls - Imagine Baekhyun - Capítulo 5


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Notas do Autor


Gentooo que isso??? 208 favoritos!!
Vocês são perfeitxs de verdade, muito obrigada pelo carinho e a paciência comigo. Estou em processo evolutivo e aos poucos vou escrevendo as fanfics devagar.

Espero que gostem do capítulo, nas notas finais vou deixar recomendação de duas fics maravilhosas.

Capítulo 5 - Talvez ele seja diferente


Fanfic / Fanfiction School Only For Girls - Imagine Baekhyun - Capítulo 5 - Talvez ele seja diferente

 

Anne POV 

 

Eu juro que não consigo assimilar como mesmo que sem querer, a S/N entra em tantos castigos consecutivos. Tudo bem que eu sou igual ou pior, mas nem assim eu me meto em tanta confusão. 

 

— Eu não acredito que ela vai perder mais um treino. — Lety falou em frente a sala com uma máscara de hospital na boca, ela matou aula avançada só pra ficar aqui com a gente. — Um dia eu vou pirar o cabeção com vocês duas — Ela ajustou melhor a máscara, afinal Lety tinha rinite e eu super entendo, também fico igual ou pior que ela. — e você Ery — Ela apontou para Ery que limpava calmamente as mesas. — ainda bem que melhorou, não tenho coração mais pra isso. 

 

— Claro, você gasta ele com seus asiáticos. — Ery respondeu me fazendo rir e concordando. 

 

— Isso é verdade, ontem à noite ela teve uns surtos que eu fiquei preocupada sabe?! — Rimos de novo. 

 

— HA HA HA — Riu falsamente. — Vocês riem como se não babassem por meus amores. — Se gabou. 

 

Sai da frente garoto. — Ouvi a voz de S/N de longe. 

 

— Eita, chegaram. — Ery sentou na mesa de uma das carteiras. — Eu não acredito que vou ter que aguentar esses dois juntos. 

 

Sai você, eu estava na frente antes. — A voz de Baek soou mais perto. 

 

Não interessa. — S/N retrucou. 

 

Nos olhamos já rindo. 

 

— Eu tenho a leve impressão que eles vão acabar se gostando. — Comentei. 

 

— Ia parecer uma fanfic bem clichê. — Lety comentou. 

 

Eu achei que você gostava da visão que tinha. 

 

— Que visão? — Foi ai que eles chegaram na porta da sala. 

 

— Da minha bunda. — Ele falou assim que chegou na sala. 

 

— Que bunda meu filho? Você não tem nenhuma. — Ela retrucou, olhei sem entender e logo tentei olhar a bunda desse garoto. 

 

— Então quer dizer que você reparou? — Ele deu um riso sarcástico. 

 

— Não tinha o que reparar. — Ela empurrou-o com o ombro e entrou na sala. — Notícia boa, meu castigo acaba hoje mesmo. — Ela piscou em minha direção. 

 

— Por que? — Perguntei indignada. 

 

— Porque eu fui feito de escravo no lugar dela e vamos ficar aqui até a noite. — Baek, acho que era esse o nome dele, respondeu se sentando em outra cadeira. 

 

— A noite? — Ery perguntou em contrapartida. — Eu achei que vocês fossem na fe- — Tapei sua boca rapidamente. 

 

— Nem mais uma palavra Eryka Maria. — Eu tinha essa mania estranha de quando for brigar com as pessoas, colocar Maria depois, como se estivesse muito brava. 

 

— Eu pretendo acabar antes. — S/N disse. — Lety vai nos ajudar? 

 

— Não mesmo. — Lety franziu o cenho. 

 

— Que tipo de amiga é você ein? — S/N entrou mais na sala pra arrumar tudo. 

 

— O tipo que avisa antes da merda acontecer. — Lety empinou o nariz e deu um tchauzinho com a mão. — Vejo vocês depois. 

 

— Você vai perder o treino? — Ery perguntou a S/N. 

 

— Pois é, graças a esse ridículo. — S/N bufou. 

 

— A culpa não é minha se você não olha pra onde anda. — Ele respondeu, disposto a tirá-la do sério. 

 

Olhei pra Ery já sabendo o que estava por vir, ela apenas sorriu maliciosa para os dois que se olhavam com ódio enquanto pegavam o material de limpeza. Ficamos assim por alguns minutos até começar a aula avançada e eu ter que abandonar minha amiga, que nos olhava com pena, mas ela ia sobreviver. 

 

— Você vai ficar com o Steve hoje? — Ery perguntou assim que entramos no elevador, após ouvir seu nome sorri. 

 

— Claro, eu não perco esse macho por nada. — Respondi, assim as portas se abriram novamente revelando o andar dos esportes. — E você e o Hector? 

 

— Ah não sei, o pai dele é muito severo, sempre repreendendo ele. — Ela respondeu frustrada. 

 

— Isso é uma droga, a nossa sorte é que nossos pais são tranquilos. — Andamos em direção a quadra fechada, já que começou a chover. 

 

— O pai dele disse que se ele não for titular do time, ele vai ser obrigado a fazer medicina. — Viramos a esquina e demos de cara com ela.  

 

— Finalmente eu te achei. — Bella apareceu em nossa frente ofegante. 

 

— O que houve? — A olhei preocupada. 

 

— O Minseok — Respirou fundo. — tá na quadra e… 

 

— Bellinha respira primeiro. — Ery a repreendeu.

 

— Ele tá dizendo que se a capitã não tá, ele que devia assumir. — Ela terminou de falar, franzi o cenho. 

 

— Mas não mesmo. — Passei entre as duas com sangue nos olhos, sentindo-as em meu encalço. 

 

Cheguei rapidamente na quadra, tinha tanta gente junta que eu não sei se teria paciência pra lidar com essa situação. Mas o fato é que tinha um loiro de olhos mais puxados que o normal no meio da quadra, fazendo algumas embaixadinhas, enquanto algumas meninas do meu time simplesmente babavam por ele, algumas gravando com os celulares nas mãos, outras só com cara de tacho. 

 

Peguei logo o apito do técnico que estava com os braços cruzados assistindo tudo aquilo, não me importei com nada, com a raiva que eu estava, apenas assoprei fazendo o maior barulho possível, calando assim a boca de todos, inclusive as embaixadinhas dele. 

 

— Finalmente. — Uma das garotas se levantou da arquibancada reclamando. — Isso aqui estava uma zona. 

 

— Se a capitã estivesse aqui e não cumprindo castigo — Outra falou, mas assim que eu olhei se encolheu inteira. —, eu só disse a verdade. — Murmurou. 

 

— Eu estive ocupada, mas eu já estou aqui pra começarmos os treinos. — Olhei feito para o treinador que ainda ria. 

 

— Desculpa se eu incomodei ou atrapalhei algo. — Minseok falou segurando a bola no braço, eu esperava que ele fosse super arrogante assim como os outros, mas ele realmente me surpreendeu. Afinal, tive que aguentar o idiota do Baek implicando com tudo que nós fazíamos. — Eu soube que você é a capitã das meninas e como chegamos agora, não tem para o dos meninos. — Ele se aproximou me deixando intimidada. — Existe algum teste pra ser capitão? — Seus olhos ainda estavam fixos em mim, talvez ele seja diferente dos outros. 

 

— Precisamos saber a opinião do time. — Eu finalmente disse, parecia que todos tinham finalmente calado a boca pra poder nos ouvir, fazendo um pouco de eco. 

 

— Ele é o melhor do nosso time. — Um deles falou, fazendo com que todos concordassem. 

 

— Então seria melhor ele ser o titular. — O técnico falou. 

 

— Eu consigo fazer os dois. — Ele deu de ombros. 

 

— A nossa estrela é a Bella. — O técnico empurrou ela pra frente um pouco e se eu não conhecesse tão bem, diria que ela está com vergonha. 

 

— Para com isso treinador. — Ela voltou pras minhas costas. 

 

— Eu achei que ia rolar um fight. — Ery chegou frustrada ao meu lado. — Ao menos ele não é igual o imbecil do Zi Tao. — A olhei rápido demais, ela tem noção que falou isso alto? 

 

— Bom pessoal, então temos um capitão. Quero que por favor vocês façam novamente a ficha de colocação do time, podem usar minha sala. — Ele apitou fraco. — O resto comecem o aquecimento. 

 

— Certo. — Peguei minha prancheta e me sentei nas arquibancadas mesmo, com Ery em meu encalço e Minseok que veio atrás. — Garota? Vai para o seu treino. 

 

— Tô com preguiça. — Ela respondeu. 

 

— Você quer que eu reporte você pra sua capitã? — A olhei desafiando. 

 

— Você não faria isso — Ela riu, mas seu riso morreu. —, faria? — Me olhou descrente, já que meu sorriso denunciava. — Malvada. — Se levantou emburrada. — Tchau vocês. 

 

— Ela parece ser engraçada — Ele sorriu ao meu lado. —, a propósito pode me chamar de Xiumin. 

 

— Nanne. — Respondi. 

 

— Então, essa escola tem alguma história legal? — Ele se encostou no banco. 

 

— Tipo como? De terror? 

 

— Pode ser. 

 

— Hmm, no primeiro ano, nós ficamos sabendo de um acidente que teve há anos atrás, quando a escola nem era escola, bem na área onde vocês estão dormindo. — Pensei um pouco. — Teve um acidente químico e disseram que morreram umas pessoas do laboratório. 

 

— E você já ouviu algo? Espírito? — Ele virou pra mim, divertido.

 

— Sou cagona demais pra ir até lá, mas muitas meninas se aventuraram lá e já disseram ver coisas, ouvir. — Me arrepiei dos pés a cabeça. — A S/N arrastou a Ery pra lá uma vez. 

 

— A que brigou com o Baek? — Ele riu. — Ela é mesmo corajosa. 

 

— Ele que é um chato, implicante. 

 

— Ele é mesmo, mas é complicado. — Logo ele dispersou o assunto deixando a desejar e começamos a focar no que tínhamos que fazer. Ele disse que ainda tinha uma área lá dentro do dormitório deles que estava interditada, com direito a penalidade grave caso entrassem. 

 

Depois de uma tarde cheia, finalmente pude tomar meu banho em paz, tirei uma soneca até sentir alguém me sacudir constantemente, eu estava tendo um sono tão bom. 

 

Eu acho que ela entrou em coma. — Ouvi uma voz baixa, que julguei ser da S/N. 

 

Vira essa boca pra lá garota. — Agora escutei um estalo. 

 

Nossa, me bate assim não que eu gamo. — Ai a Ery começou a rir escandalosa. 

 

— Ain, calem a boca. Eu quero dormir. — Abri um dos olhos e vi elas rindo. 

 

— A bonita acordou, se arruma. — S/N puxou minha coberta quentinha e tacou longe. 

 

— Você tem 20 minutos pra se arrumar. — Lety ditou me fazendo levantar em um pulo. 

 

Se passaram mais que vinte minutos quando eu terminei de me arrumar, colocando uma calça jeans só pelo frio de hoje, uma camisetinha despojada e um casaco preto. Já as outras estavam menos comportadas, foi ai que me fizeram trocar toda a roupa e colocar um vestidinho mais solto. 

 

— Pronto, agora vamos. 

 

Fomos a passos curtos e silenciosos pelos corredores que causavam ecos por toda a escola. Até chegar no nosso ponto de saída. É um muro onde tem um estilo de degrau que facilitava nossa subida e no outro lado do muro, tínhamos um banquinho para a descida. 

 

— Vai, você primeiro. — Empurrei a S/N na frente. 

 

— Por que eu? — Perguntou. 

 

— Porque a gente decidiu isso. — Lety me cobriu, batemos as mãos satisfeitas. 

 

— Ery me ajuda, vamos fazer complô. — S/N reclamou. 

 

— Não vai adiantar nada, elas batem na gente. — Ery virou ela de frente para o muro. — Boa sorte. 

 

— Arregona. — Mesmo assim S/N subiu, com a gente ajudando, já que ela consegue ser desastrada demais. — Vou virar. — Ela agora estava de frente pra nós e com as pernas do outro lado. — Ai ta difícil… — Sua cabeça foi sumindo e do nada apareceu. — Fodeu. 

 

— Que que foi agora? — Perguntei com medo, Ery tinha subido metade começou a se segurar pra rir. 

 

— Eu derrubei o banquinho. — Ela falou com voz de choro. — Eu vou morrer! 

 

Ery não aguentou e começou a rir. 

 

Escutamos um barulho e nem sabíamos a direção que vinha. — Shhhhh! Meu Deus cala a boca. — Assim que escutamos passos nos escondemos, uma tapando a boca da outra. 

 

Te peguei. — Ouvi, logo as mãos de S/N sumiram. 

 

O que vieram fazer aqui? — Ouvi a voz dela mais animada, mas não me atrevi a sair daqui. 

 

Vocês estavam demorando, decidimos ver o que houve. — Era Josh, sai de trás da árvore e avistei Ery já descendo. 

 

— Os meninos estão aqui. — Ela avisou. 

 

— Vai você Lety agora. — Falei pra ela. 

 

— Não sei se é uma boa. — Ela me olhou incerta. 

 

— Ah, mas eu não quero nem saber, você vai e ponto. — Puxei ela pro muro. — Sobe! 

 

— Que mandona, credo. — Ela subiu mesmo a contra gosto. 

 

Logo depois fui eu e Steve estava lá também, demos um selar e cada um foi com seu par, Lety com Maicon, eles ficavam às vezes. Ery com Hector e S/N com Josh. Todos eles na área de esportes. Depois de sairmos do carro, já escutamos o barulho da festa à quatro quarteirões, era a festa mais badalada da faculdade e essa noite, prometia. 


 

 

Baekhyun POV 

 

Nunca pensei que meu primeiro dia pudesse ser tão estressante e cansativo, a pior ideia que meu pai teve foi se juntar com essa escola. A verdade é que ele queria me trancafiar pra me controlar o máximo possível e ainda com as pessoas que eu menos gosto naquela sala. Era um verdadeiro inferno, eu ao menos queria ver as garotas, todas eram gostosas demais ao meu ver e a que mais me atraiu consegue ser a mais chata. Mas achei um ponto de diversão, vai ser legal irritá-la. 

 

Depois de horas calada naquela sozinha comigo, terminamos aquela porcaria na força do ódio, andando para a diretoria, ela andava devagar enquanto digitava desesperadamente no celular. Me aproximei como quem não quer nada, estava curioso pra saber o que tanto digitava. 

 

— Nem mais um passo. — Parei como impulso, mas logo ri ficando atrás dela, essas saias são cumpridas demais, deviam ao menos nos dar a chance de ver a cor da calcinha. — E para de olhar pra minha bunda. — Ela é sagaz. 

 

— Que bunda? — Provoquei-a. — As garotas que eu pego, tem muito mais que isso. 

 

— Ótimo, assim você para de secar a minha. — Ela continuava digitando, mas gostava de ver como ela conseguia também prestar atenção em mim. Minha presença sempre foi marcante, afinal de contas, eu sou um Byun. 

 

Coloquei as mãos nos bolsos e continuei com o sorriso convincente. 

 

— Se eu fosse você prestava atenção onde anda. — Provoquei. 

 

— Eu conheço essa escola como a palma da minha mão. — Ela finalmente me olhou. — Mas você é mesmo necessitado de atenção, não é? — Passei a língua nos lábios, ela também consegue ser implicante e isso me tira do sério. — Se eu fosse você aproveitava enquanto pode, não é todo mundo que tem minha atenção assim. 

 

— Sou especial já em tão pouco tempo. — Sorri convencido. 

 

— Eu costumo fazer caridade. — Ela me desarmou rapidamente assim que chegamos.

 

A diretora parecia ser legal, mas eu sentia que ia pegar no meu pé, ainda mais pelo meu histórico. Brigas, bebidas alcoólicas, drogas e mais um monte de reclamação. A verdade é que eu não queria estudar, eu não queria nada mais, mas meu pai me obrigava, assim como fez com meu irmão, mas desde que nossa mãe nos largou por outro cara, eu soube de verdade o quão filho da puta meu pai poderia ser. Minha relação com minha mãe é boa, mas ela não saberia lidar com um garoto problema, então a nossa guarda ficou com ele. 

 

Depois de um banho tomado, sai com Chanyeol pela escola, queria saber por onde estava pisando e não estava nem ai se me pegassem depois do horário de recolher. 

 

— Meu dia foi desgastante, nunca pensei que ajudar uma garota me levasse a falência. — Channie reclamou de novo. 

 

— Ao menos você não passou o dia limpando, meus braços estão doloridos até agora. — Mexi-os. Assim que virei a esquina vi a cena de algumas meninas subindo o muro, não dava pra saber quem eram, mas fiquei interessado. — Chanyeol! 

 

— Oi? — Ele virou, estava mais a frente. 

 

— Já tenho planos pra nossa noite. — Sorri convencido. 

 

Ele já me olhou como sempre, mas eu chamaria ele para me ajudar, uma saída não faria falta pra ninguém, não é? 



 


Notas Finais


Vocês tem medo de fantasma?
Baek é uma pessoa complicada e também implicante, acho que ele achou alguém a sua altura né?
Essa festa, será que vai rolar alguma coisa?
E o que aconteceu com as outras garotas?

Recomendação:

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