História Schrödinger's equation - Capítulo 1


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Categorias Caçadores de Trolls (Trollhunters), Danny Phantom
Visualizações 11
Palavras 495
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, LGBT, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


deu a louca na neo? deu a louca na neo. no começo, schrödinger's equation era um projeto super pessoal que eu tava escrevendo só pra mim, aí eu hypei o hades defense e deu nisso. mas é basicamente o crossover dos meus 10 anos com meus 16 anos, já que eu era super obcecada por danny phantom quando eu tava no quinto ano, e agora eu estou em uma vibe enorme de tales of arcadia, e eu comecei a escrever isso num intervalo da escola duas semanas atrás.
eu estarei trabalhando com povs em terceira pessoa, como em centuries e bkt.

Capítulo 1 - 00. schrödinger's boy


Se dois anos atrás contassem para Daniel Fenton que acabaria assim, em um dia de chuva, assistindo seu próprio funeral à uma distância segura, ele iria rir até seus pulmões saltarem. Mas tudo ficou imprevisível demais depois do acidente de laboratório — sua primeira morte. Ele ainda achava estranho pensar que poderia morrer duas vezes e continuar vivo.

O que ele não daria para poder descer lá e avisar a todos com quem se importava que estava vivo e bem?

Mas ele não poderia simplesmente aparecer lá, no meio do próprio funeral. Não naquele estado.

Estava preso em algum lugar entre a forma humana e a forma fantasma, como se tivesse parado no meio da transformação. Seus olhos haviam se tornado heterocromáticos — um azul claro, outro verde neon —, e parte de seus cabelos, antes negros como petróleo, haviam se tornado platinados, dando-o uma aparência assimétrica e completamente caótica. Ainda mais com a combinação peculiar de um sobretudo preto por cima do moletom de capuz da mesma cor, jeans de lavagem escura e tênis vermelhos que vestiu para o próprio funeral.

— Vamos, Phantom. — ele se virou para ver a figura de cabelos azuis flamejantes que segurou um guarda-chuva sobre ele. — Nosso ônibus parte em uma hora. Não temos tempo para você ficar simplesmente contemplando sua própria morte.

— Desculpe, Ember, eu só… não acredito no que ‘tá acontecendo. — ele respondeu, andando ao lado da fantasma. — Meus amigos acham que estou morto e meus inimigos estão no poder.

— Você está morto. — disse Ember, divertida.

— Você também. — respondeu.

— Eu, pelo ou menos, só precisei morrer uma vez. — a fantasma zombou.

— Que lugar você escolheu? — Danny mudou de assunto.

— Você queria uma cidade livre de fantasmas, onde ninguém nos conhecesse, certo?

— É por isso que eu não vou para a Zona Fantasma. — o Fenton assentiu.

— Ótimo. Tem uma tal de Arcadia Oaks, no interior da Califórnia. Bem estranha, provavelmente nem um pouco entediante. Mas sem notícias de fantasmas. — ela disse. — Mas eu ainda não entendi porque você prefere ir de ônibus. Quer dizer, somos fantasmas! Até onde eu sei, podemos ir voando ou pelos portais na
Zona Fantasma.

— Todo mundo acha que eu morri, Ember. Inclusive os outros fantasmas. Se eu posso voltar ao normal e conseguir mudar de forma de novo com o tempo, como você disse que talvez aconteça, eu preciso que eles me deixem em paz. — o Halfa explicou. — E eu não consigo mais voar depois que eu… morri. Eu ainda consigo atravessar as paredes, ficar invisível e a criocinese ainda funciona. Mas eu acho que meus dias de voô acabaram por enquanto.

— Triste. Eu não consigo me imaginar sem voar. — ela disse. — Agora, vamos, garoto de Schrödinger. Ainda precisamos de algumas trocas de roupa, e vamos demorar para chegar na rodoviária já que um certo alguém não consegue mais voar.


Notas Finais


eu queria anunciar meu casamento com o amor da minha vida, vulgo ember.
estou com quatro capítulos faltando só revisar e o quinto em progresso, então eu não sei quando eu vou postar, mas talvez eu enrole um pouco como estou fazendo com friction.


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