História Scorose: Uma história de amor - Capítulo 7


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Categorias Harry Potter
Personagens Alice Longbottom, Alvo Potter, Andromeda Tonks, Angelina Johnson, Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Daphne Greengrass, Dominique Weasley, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Franco Longbottom, Fred Weasley Ii, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Hugo Weasley, Jorge Weasley, Lílian L. Potter, Lorcan Scamander, Louis Weasley, Lucy Weasley, Luna Lovegood, Lysander Scamander, Molly Weasley, Molly Weasley II, Neville Longbottom, Pansy Parkinson, Percy Weasley, Personagens Originais, Rolf Scamander, Ronald Weasley, Rose Weasley, Roxanne Weasley, Scorpius Malfoy, Ted Lupin, Tiago S. Potter, Victoire Weasley
Visualizações 18
Palavras 2.300
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


VOLTEIIIIIIII!

Antes que venham me matar eu tenho uma explicação.
A internet da minha casa estava com problema por isso não consegui postar antes, mas aqui estou eu de volta com um capítulo fresquinho para vocês.

Espero que gostem.
Boa leitura!

Capítulo 7 - Mansão Greengrass


No dia seguinte ao acampamento eu acordei mais tarde do que imaginava.

Corri para me aprontar para o almoço.

Margaret Greengrass não tolera atrasos.

Quando fui para a sala só Alvo e Peter estavam lá, os outros estavam dormindo ou aproveitando o dia de sol. Sentei-me ao lado deles enquanto comia os biscoitos que estavam na mesa da sala.

-Acho que estamos bem nessa temporada. –Peter falou. –Com a formatura do James, Fred e Roxy, Grifinória está sem três dos seus melhores jogadores.

-Espero que você esteja certo. Precisamos ganhar esse ano.

-Mesmo que seja difícil dizer isso, vai ser complicado ganhar esse ano. –digo. –Corvinal vai vir com tudo. Henry está louco para ganhar no seu último ano. Já mandou cartas pro time todo com várias estratégias. –Alvo suspirou.

-Nós vamos conseguir ganhar deles. To sentindo que esse ano é nosso! –Peter falou.

-Realmente espero ganhar. Mas se for pra perder que seja pra Lufa-Lufa porque não aguento mais ter a Belle, ou o Frank e a Rose implicando com nossa derrota. –Alvo se jogou de encontro ao encosto do sofá. –Também acho que se perdermos esse ano de novo não vão querer me colocar como capitão no ano que vem.

-E quem seria melhor que você? –pergunto. –Goyle? Amelie? Acho que todo o time concorda que você é o melhor, Al.

-Scor tá certo. –Peter diz.

-Nós nem sabemos quem vai ser o nosso diretor, vai que é alguém que só aceita vitórias e me tira do time.

-Certeza que o nosso novo diretor vai ser tão legal quanto o Slug. –digo.

-Vou sentir saudades do velho. –Peter diz.

-Vou sentir saudades das festas que ele dava. –Alvo diz.

-Vou sentir saudades das aulas dele. –ambos que me olharam como se eu fosse a criatura mais estranha do universo. –Que foi? Eu gostava das aulas do Slughorn.

-Cara, você é estranho. –Peter diz e nós três rimos enquanto lembramos de todas as histórias que envolviam nosso querido ex-professor de Poções.

Não demora muito para que Rose apareça na sala.

Ela estava de saia, o que era algo raro de acontecer. Lucy desceu atrás dela e também estava de saia, a única vez que vi Lucy sem ser de calça ou short foi no casamento de tio Carlinhos e tia Daphene, mas ainda sim era um vestido longo. Elas conversavam animadamente e não repararam que eu estava olhando para elas.

Eu estava parado no sofá observando-as sem conseguir pronunciar uma palavra sequer. Quando senti uma brisa bagunçar o meu cabelo percebi que não era o único. Henry estava parado na porta com a mesma expressão de admiração que eu.

-Uau. –foi a única coisa que conseguimos dizer. Elas coraram assim que nos ouviram, até o momento não tinham reparado que estavam sendo observadas.

-Eu até pensei em falar algo sobre estarem secando as minhas primas, mas é impossível não admirar os genes Weasley. –Alvo falou.

-Então você não recebeu esses genes né? –Peter provocou.

-Sabe muito bem que eu sou o mais bonito entre nós três. –ele responde fazendo com que todos na sala riam.

-Juro que tentei não rir disso, Al. Mas é realmente difícil. –Lucy diz enquanto caminha até o sofá e se senta.

-Você com certeza não é o mais bonito Al. -Rose diz e se senta ao lado de Lucy.

-Você não conta. É namorada do Scor. –Alvo diz e ela apenas dá de ombros.

-Henry, você vai se arrumar ou ficar nos encarando? –Lucy pergunta.

-Desculpa amor. É só que... Uau... Você está linda! –Lucy cora novamente. –Mais que o normal.

-Meu Merlin, por que os homens ficam tão abobados quando estão apaixonados? –Peter diz

-Por que vocês estragam o clima dos outros quando estão sentindo falta das suas namoradas? –Rose pergunta o encarando com raiva.

-É um dom! –ele responde.

-Enquanto discutem sobre isso eu vou me arrumar. –Henry diz e vai para o andar de cima.

Lucy e Rose recomeçam o seu assunto, eu e os garotos voltamos a falar sobre quadribol.

Quando Henry desce nos reunimos em frente a lareira para ir até a casa da minha avó.

-Onde está Maia? –Rose e Lucy perguntam ao mesmo tempo, eu e Henry trocamos olhares rápidos tentando encontrar uma resposta para aquilo.

-Ela e a vovó não têm uma relação muito legal. –digo.

-Mas sua avó convidou os netos para um almoço. –Lucy diz. –Ela não pode dizer não.

-Na verdade, vovó convidou só nós quatro. –Henry diz.

-Como ela pode convidar apenas dois dos três netos? Isso é meio errado. –Rose protesta.

-Olha, eu prometo te explicar tudo mais tarde, mas agora nós realmente precisamos ir. –digo e ela assente.

Eu entro na lareira e digo em alto e bom som o meu destino: “MANSÃO GREENGRASS”, fecho os olhos e logo sou consumido pelas chamas e quando os abro novamente eu estou na biblioteca da casa da minha avó, ela é ampla e hoje parece ter menos livros do que da última vez que estive aqui. Haviam duas poltronas no centro da sala, uma ao lado da outra com uma mesinha entre elas. O lugar apesar de parecer mais vazio ainda tinha um cheiro maravilhoso de livro que se eu fechasse os olhos conseguia ver meu avô sentado naquela poltrona comigo, Henry e Maia deitados no chão ouvindo-o ler alguma maravilhosa história para nós. Fecho novamente os olhos para não chorar e sinto dedos se entrelaçando nos meus.

-Sabe, tudo bem sentir falta dele. –Rose sussurrou para mim e eu assenti.

Quando olhei para Henry ele parecia pensar o mesmo que eu. Se nosso avô estivesse aqui nós com certeza estaríamos jogados nesse chão, mesmo com nossa avó falando que somos velhos demais para ouvi-lo ler os mesmos livros que lia quando erámos crianças, nós iriamos rir e voltar nossa atenção para ele, Maia estaria conosco, ela se sentaria ao lado dele e iam conversar sobre coisas que faziam sentido só para os dois. Só que as coisas não eram mais assim.

Nós quatro saímos da biblioteca e caminhamos até o jardim de trás, enquanto atravessávamos as salas, Rose e Lucy se atentavam a cada detalhe. Cada quadro, foto, tapeçaria e qualquer coisa que lhes mostrasse pelo menos um pouco sobre a pessoa que morava ali.

Quanto mais nos aproximávamos do jardim mais recentes as fotos ficavam, começaram como fotos dos meus avós adolescentes com uniformes de Hogwarts, eles se casando, minha mãe e tia crianças, o casamento dos meus pais, eu, Henry e Maia crianças, e as últimas foram as mais recente de todas, no casamento da tia Daphene, na primeira foto erámos eu, meus pais, tia Daphene, tio Carlinhos, Henry, Maia e vovó. Parecíamos uma família incrivelmente feliz, aquelas que nem mesmo o maior dos problemas separava, mas era só uma foto e estava bem longe da nossa realidade. Uma coisa que nós sabíamos muito bem era fingir.  A segunda era bem parecida com aquela, mas o senhor e a senhora Weasley, Lucy e Rose também estavam nela. Lembro-me da pequena discussão que tivemos antes de tirar aquelas fotos.

-Maia, você não acha que já passou da hora de parar com essa palhaçada? –vovó falava severamente para Maia.

-Palhaçada? A senhora esquece que tem três netos e eu que estou de palhaçada? –Maia estava com raiva, mas tentava de todas as formas manter a compostura. Eu e Henry estávamos do seu lado.

-Mamãe, não é hora nem lugar para falar disso. –minha mãe falou. –É o casamento da Daphs. Teremos outra hora pra falar disso.

-Concordo com a tia Asty, vovó. –Henry falou. –Nós podemos tomar um chá todos juntos e resolvemos de vez todas essas questões.

-Não tem nada a resolver. Ela é apenas uma garotinha mimada que simplesmente não aceita que passou dois anos fazendo tempestade em um copo d’água e simplesmente quer jogar toda a culpa em mim. –vovó falou.

-Margaret, não acho que seja uma tempestade... –meu pai começou.

-Poupe do seu discurso Draco! -vovó o encarou. –Você e Astória estragaram essa menina! Oscar também teve sua parcela de culpa, é claro, mas vocês deviam ter dado mais limites a ela.

-Sua definição de limites é obrigar uma menina de doze anos a ir para um lugar onde não se sente confortável? –pergunto e recebo um olhar de reprovação da minha mãe, me encolho na cadeira.

-Não tente defender a sua irmã. Sabe que ela está... –vovó é interrompida por uma voz muito alegre.

-Levantem, vamos tirar fotos! –tia Daphene falou enquanto nos puxava para ficarmos em pé.

Nós forçamos nosso melhor sorriso e saiu uma linda foto, tio Carlinhos saiu e puxou seus pais e sobrinhas, depois que tiramos aquelas fotos Maia sumiu de vista, eu fui para a mesa dos meus amigos junto com Rose e Henry sumiu com Lucy. Nenhum de nós queria mais continuar com aquilo.

Quando chegamos ao jardim vovó estava sentada em uma espreguiçadeira lendo um livro. Ela estava tão concentrada que não nos ouviu chegando.

-Vovó? –chamei e ela se virou para nós.

-Vocês chegaram! –ela se levantou e abraçou cada um de nós. –Meninas, vocês estão lindas!

-Obrigada senhora Greengrass. –ambas responderam juntas, envergonhadas.

-De nada queridas! –ela passou por nós e voltou para dentro da casa. –O almoço já já ficará pronto! –ela fez um sinal para nós fossemos com ela, e nós fizemos isso. Ela volta pelo mesmo caminho que fizemos anteriormente, mas ao invés de entrar na biblioteca entra em uma sala um pouco menor, com alguns sofás e logo se senta em um deles. Nós fazemos o mesmo que ela e esperamos que comece uma conversa.

-Estão ansiosos com a volta às aulas?

-Bastante! –Lucy diz. –Último ano. Ser monitora-chefe. N.I.E.Ms. É meio assustador, mas é legal.

-Sei que se sairá bem. –vovó sorriu para ela. –Mas e você Rose?

-Ainda estou tentando relaxar dos N.O.Ms, mas sei que tudo correrá bem.

-Aprecio seu otimismo. Vocês já tem alguma profissão em mente?

-Eu pretendo trabalhar como Aritimaçor, mas ainda estou em dúvida. De qualquer maneira posso ficar ajudando na GW até decidir. –Lucy respondeu

-GW? –vovó olhou para ela confusa.

-Gemialidades Weasley. –Rose respondeu. –É a loja da nossa família. Foi fundada por tio Jorge e tio Fred. Meu pai atualmente é sócio de lá, mas tio Jorge nos garantiu que qualquer um de nós tem um emprego garantido lá.

-Que bom que vocês podem contar com um plano emergencial garantido. –vovó força um sorriso. –Muitos dos seus primos trabalham lá?

-Agora só a Roxanne. –Lucy respondeu. –Todos que já se formaram trabalharam lá por pelo menos um verão. Teddy trabalhou por um ano antes de ir se aprofundar no estudo de DCAT e depois começou a lecionar em Hogwarts. Victorie ficou um verão antes de ir estudar Poções. Minha irmã, Molly ficou um verão antes de ir estudar Medibruxaria, James, Fred e Dominique trabalharam esse verão, Jay e Fred foram chamados pra times de quadribol e Dominique começou um estágio no Ministério.

-Nossos pais dizem que devemos trabalhar nem que seja um verão lá porque assim criamos responsabilidade. –Rose diz.

-E isso dá certo?

-Deu certo até agora, vamos ver daqui pra frente. Ainda têm cinco de nós estudando. –Lucy diz e uma empregada aparece nos avisando que o almoço está pronto.

Quando chegamos à sala de jantar a mesa já está posta e nós nos sentamos. A cabeceira da mesa fica vazia, era o lugar do meu avô.

-Senhora Greengrass, vai ser uma pergunta idiota, mas eu acho que preciso fazer. –Lucy começa e vovó a olha incentivando a continuar. –Eu reparei que a maioria das fotos da senhora com seus netos não tem a Maia, algum motivo em especial?

Droga Lucy! Eu queria ter um Vira-Tempo e impedir Lucy de perguntar aquilo.

Henry está tão perdido quanto eu.

Maia e vovó eram um assunto complicado. Não falávamos dele. Era mais fácil assim. Ninguém se magoava e nós fingíamos que tudo estava bem.

-Não houve nada demais, querida! –eu podia sentir minha avó se controlando para não dar uma resposta mal educada. –Maia era mais próxima do Oscar e os meninos de mim. Só isso.

-Então por que nas fotos do senhor Greengrass sempre estão os três? -Rose perguntou.

-Essas eram a que ele mais gostava. –minha avó mantinha a voz controlada e calma, como se o fato de falar mais rápido pudesse fazer tudo explodir.

-Mas por que... –Lucy começou.

-Não tem um motivo gente, as coisas simplesmente são assim. –Henry falou. –Nem todos os avós são como os de vocês que distribuem o amor igualmente entre os netos. –na tentativa de melhorar as coisas ele piorou.

Vovó abaixou a cabeça e parecia estar muito concentrada em seu puré de batatas. Rose e Lucy estavam boquiabertas. Eu tentava procurar algo para dizer que pudesse ajudar Henry, mas simplesmente não conseguia formular uma frase.

-Vó, a senhora sabe que o Henry não quis dizer isso. –digo.

-Tudo bem Scorpius. –ela responde sem nem levantar a cabeça.

O almoço foi silencioso, ninguém queria falar nada. Nenhum assunto poderia acabar com o clima que tinha se instalado naquela mesa.

Quando terminou de comer, vovó se desculpou dizendo que estava com dor de cabeça e iria para o seu quarto. Pediu para que eu e Henry mostrássemos a casa para as meninas e que nos avisássemos quando formos embora.

Ela subiu e nós quatro ficamos sozinhos.

-Desculpem. Eu não tive... –Lucy começou.

-Tudo bem Lucy. –digo forçando um sorriso. –Vocês só queriam saber, nós entendemos.

-Mas mesmo assim devemos nos desculpar. –Rose falou

-Eu que falei besteira. –Henry falou. –Não é culpa de vocês. –nós trocamos olhares e suspiramos.

-Vamos contar tudo pra vocês. A história completa. –digo.

Elas nos olham e começamos a explicar como aconteceram os problemas entre Maia e a nossa avó.


Notas Finais


Espero que estejam gostando.

O próximo capítulo seria o aniversário da Rose, mas quero muito contar a história da Maia e da avó para vocês. Quero saber suas teorias. O que acham que aconteceu entre elas?

O atraso desse capítulo não vai alterar o dia da postagem, domingo vai ter um capítulo fresquinho aqui para vocês.

Beijos e até o próximo capítulo.


Link roupa Lucy
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Link roupa Rose
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