História Scott Brum (O Mago perdido) - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Magia, Mistério, Misticismo

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Scott Brum (O Mago perdido)


Fanfic / Fanfiction Scott Brum (O Mago perdido) - Capítulo 1 - Scott Brum (O Mago perdido)

             SCOTT BRUM

           (O Mago perdido) 

O céu estava negro e alguns jovens estavam com medo da tempestade que se aproximava, mas Scott queria conhecer Sinaia, uma pequena cidade Romena, e nada iria impedi-lo de conhecer o mais lindo Castelo de Peles. Era o seu último ano na escola e se preparava para ingressar na faculdade, e esta excursão seria um refrigério para a sua alma que vivia debilitada devido ao tempo que ele gastava estudando. -Esgotou o tempo, entrem todos no ônibus, o avião decola daqui a uma hora, disse o professor Gregório. Scott entrou e sentou-se no fundo do ônibus, tirou um livro de ficção de sua bolsa e começou a ler uma história cativante, ele permaneceu ali inerte e muito envolvido com aquele mundo mágico de fantasia. -Vamos Scott, faltam três minutos para o avião decolar, e creio que você não queira perder esta aventura. Disse Violet, enquanto descia pelos degraus do ônibus. Scott não percebeu que já estava no aeroporto, e que todos já tinham descido e o esperam do lado de fora. Quase que o voo foi cancelado, o céu estava terrível e os ventos impetuosos causavam medo, alguns até desistiram de viajar, mas a excursão seguiu intrépida. E entre raios e trovões o avião decolou, o que era para uns para loucura, para aqueles jovens era apenas uma aventura passageira. Enfim, o avião chegou ao seu destino, e sem perder tempo todos foram para o Hotel Encanto dos Montes onde ficariam três dias hospedados. Como já era tarde e a tempestade ainda estava impetuosa, foram descansar um pouco e decidiram ir ao Castelo de Peles na manhã seguinte. -Scott vai dividir o quarto nove com o Bryan. Tudo bem Scott? Perguntou o professor Gregório. -Sim, tanto faz! Respondeu Scott com indiferença. Enquanto noutros quartos haviam gritos de alegrias e brincadeiras diversas, Bryan estava saturado de tanto tédio. Scott era um rapaz inteligente e cheio de conhecimentos, mas a sua timidez o atrapalhava a desenvolver os dons que a vida lhe deu, por isso ele ficava sempre sozinho e tinha poucos amigos, mas era querido pelos poucos amigos que ele tinha. -Scott, vamos ao quarto da Violet e da Brenda? -Poxa! Desculpas, mas vou descansar um pouco, amanhã vai ser um dia cansativo para mim. -Tudo bem, até mais tarde. Depois que o Bryan fechou a porta, ele pegou o seu livro e retomou a sua leitura, e lentamente os seus olhos foram se fechando, e adormeceu. -Acorda Scott, já estamos saindo seu dorminhoco. Sussurrou a Violet em seu ouvido enquanto o sacudia suavemente. A Violet era uma jovem negra muito simpática e atraente, usava óculos e era proprietária de uma inteligência rara, e isso fez o Scott se apaixonar por dela, mas demonstrar isso estava fora de cogitação. -Calma, calma, estou levantando. Disse ele ainda bem sonolento. -Falta apenas você, todos já estão prontos e preparados para desbravar aquele Castelo. Scott deixou escapar um sorriso e disse que em três minutos estava pronto. Os seus cabelos cacheados estavam bagunçados, e ele começou a procurar os seus óculos enquanto ajeitava a sua bolsa em seu corpo, sem camisa, a sua magreza era notória, e carregava olhos misteriosos numa face desconfiada. -Eureka! Gritou ele depois que encontrou os óculos perdidos. -Gosta de Arquimedes de Siracusa? Pergunto Violet, enquanto folheava um livro perdido sobre a cama. -Foi um matemático, físico, engenheiro, inventor, e astrônomo grego. Embora poucos detalhes de sua vida sejam conhecidos, são suficientes para que seja considerado um dos principais cientistas da Antiguidade Clássica. É, acho que gosto dele sim. Disse Scott sorrindo para ela. Violet olhou surpresa para ele, enrugou a sua testa e disse: -Vamos, o ônibus já está saindo. Todos prontos, partiram para o famoso Castelo de Peles, a animação era total e aqueles jovens queriam aproveitar ao máximo essa aventura singular, mas algo começou a incomodar o Scott, e a Violet percebeu. -O que foi? Não está gostando do passeio? Ele olhou para ela, pensou por alguns segundos e inquieto respondeu: -Sim, estou gostando! Mas, quanto mais se aproximava do Castelo de Peles, uma sensação estranha ia tomando conta de seu corpo, e isso o deixou bastante intrigado. Depois de algumas horas, chegaram ao destino desejado, todos tão alegres começaram a descer do ônibus, a alguns metros estava o Castelo. E de repente, o Scott percebeu que o seu desconforto tinha aumentado, e que o seu coração batia mais forte, a sua respiração ficou mais pesada, mas ele disfarçou e se misturou com o resto do grupo. Ele deixou todos entrarem, e ficando por último, hesitava em cruzar aquela porta. -Vem Scott, está esperando alguém? Disse Violet, sorrindo para ele. -Não, apenas estou respirando um pouco mais desse ar puro. Ele respirou fundo e foi de encontro à porta, temendo algo que ele não sabia o que era e tampouco poderia explicar a alguém. O seu próximo passo deixaria o seu pé direito sobre o piso daquele Castelo, o suor começou a escorrer sobre sua face, mas ele tinha que entrar, e foi isso que ele fez. E quando os seus dois pés tocaram o chão daquele Castelo, Scott desmaiou. -Scott, acorda , acorda! Violet ficou desesperada, Colocou-o em suas pernas, bateu singelamente em seu rosto, e o pedia para acordar. -Acorda Scott, abra os olhos. Foi nesse momento que ela viu quando uma luz alaranjada saiu do chão e começou a percorrer o corpo de Scott, e desapareceu na palma de sua mão direita, foi nesse momento que o seu amigo acordou. -Tudo bem com você? O que aconteceu? -Não sei Violet, de repente tudo ficou escuro e apaguei. Ela relatou o que tinha acontecido com ele, falou sobre a luz, e disse que não tinha entendido nada. -Devemos nos preocupar? -Não Violet, não foi nada demais, apenas um desmaio. Deve ter sido consequência do mal-estar que eu tive no ônibus. -Espero que sim. Mas, o que é isso aí em sua mão? Quando Scott vira a sua mão direita, tinha um desenho de uma chave Scott resolveu colocar a sua mão sobre o desenho, e impulsionado pela curiosidade também leu a frase num tom baixo e hesitante. -Penurius trenlovsk lamblikt! Neste instante a porta bateu fortemente, em seguida um silêncio aconteceu, e inesperadamente, a mesma luz alaranjada começou a puxá-lo para dentro do livro, a Violet segurou em sua mão esquerda na esperança de impedir que ele fosse engolido por esta força misteriosa. Não podendo conter este poder estarrecedor, a luz envolveu os dois e foram tragados para dentro do livro, e em questão de segundos ambos apareceram numa estrada deserta.

O REINO DO CAOS 

Sem entender o que tinha acontecido ambos estavam embriagados pela emoção, eles ainda não sabiam que estavam noutro mundo, num lugar totalmente desconhecido. -Que roupas são estas que estamos vestindo Scott? -Iria te perguntar a mesma coisa. -Você está parecendo um mago, e eu uma guerreira nórdica. E essas roupas não são minhas! Disse Violet ainda sem entender nada. Parecia que estavam num sonho, e sem mais opções, resolveram procurar uma condução para leva-los ao Castelo. E sem noção do perigo eles foram caminhando despreocupadamente, e sem destino algum partiram em busca de algum socorro. -Esta estrada parece não ter fim, estou ficando muito cansada. Onde será que nós estamos? Perguntou Violet, quase que se arrastando. -Também não sei onde nós estamos, e percebi que as chamas desapareceram de minha mão junto com o desenho chave. Neste momento ambos pararam para descansar, e sentaram-se numa pedra que estava na beira da estrada. De repente, o chão começou a tremer, e um som estridente brotou do chão, e muitas vozes surgiram repentinamente. Eles temeram bastante, e incapazes de se defenderem, se esconderam atrás da pedra que estavam sentados, e dali ficaram observando. E anões começaram a sair do chão com gritos de guerra, ou algo parecido, eles não entendiam nada do que diziam, e diante disto tudo, ficaram ainda mais com medo. -Olhe Violet, de onde estão saindo esses anões? Violet levantou um pouco a sua cabeça, e descobriu que eles estavam saindo de um portão que estava no chão, era grande e forte, todo trabalhado em bronze, e percebeu que tinha um anão que carregava uma chave em seu pescoço e era ele quem estava liderando aquele movimento. -Tem um portão no chão Scott, e eles estão saindo de um túnel, eu acho. -Que loucura Violet, onde será que nós estamos! Scott também levantou um pouco mais a sua cabeça, e depois de estudar a situação minuciosamente, ele percebeu que se tratava de um julgamento sem o direito de defesa. O réu era um anão albino que vivia escondido, a cor de sua pele o condenou, albinos eram considerados amaldiçoados, e eles queriam destruir essa maldição que vivia entre eles. -E agora Violet, o que vamos fazer? Disse Scott visivelmente perturbado com a situação. -O carequinha vai morrer só porque tem a pele diferente? Eles são muitos Scott, e nós além de fracos, não temos noção alguma de luta, o que poderíamos fazer? Indagou a Violet. Quando Scott olhou dentro de sua bolsa, ele encontrou o livro que o engoliu, e o interessante é que agora ele consegue entender o que nele está escrito. -É Violet, não precisaremos lutar, eu espero! -O que você pretende fazer? Não quero morrer por causa de um anão albino. -Apenas observe minha querida. O anão já estava visivelmente sem esperanças, pronto para morrer, entregou-se aos seus algozes. Ele estava amarrado, e coberto por uma substância inflamável, teria um fim triste e doloroso. Mas quando o anão que carregava a chave no pescoço deu a ordem para queimar o anão albino, Scott de uma forma inexplicável e sem hesitar, se levantou com o livro em uma de suas mãos e disse: -Notunyas sonfilus ablantis. E uma fumaça negra envolveu aqueles anões, e contrariados, todos fugiram, deixando o anão albino para trás. Existia uma cidade subterrânea onde viviam uns anões cruéis que faziam parte de um submundo terrível e viviam em guerra com a cidade de cima, haviam batalhas constantes neste Reino. A muitos séculos não havia paz entre os dois lados, era um Reino de puro caos que Scott e Violet estavam prestes a conhecer. -Vamos desamarrá-lo? -Sim Violet, vamos antes que eles retornem. -Mas, e se esse sujeito for também um vilão? Scott parou e pensou por alguns segundos. -Vamos descobrir agora. Disse ele, levantando-se ligeiro e indo de encontro ao anão. -Scott, epere, pense mais um pouco! Mas ele não dando ouvidos a ela se aproximou do anão e o desamarrou. Livre, o anão olha para ambos e diz: -Kotrin Kenuq Kintut! -Isso é bruxaria? Perguntou Violet visivelmente temerosa. Diante dessas palavras, ela recuou com medo, e pediu a Scott que fizesse o mesmo. -Scott, você conseguiu entender o que ele disse? -Como eu poderia entender Violet? -Consulta este seu livro, depois do que eu vi você fazendo, acredito que ele vai ser a nossa proteção neste lugar. -Vá, corra sem olhar para trás. Disse Scott ao anão. -korun kebet kusiq. Scott olhou para Violet, franziu a sua testa e lhe perguntou: -O que será que ele disse desta vez? -Você é quem é o mágico, tente adivinhar. Disse Violet sorrindo, com uma voz irónica. -Tudo bem, vamos sair logo daqui. Scott puxou Violet por uma de suas mãos e partiram. E depois de alguns minutos Scott pediu à sua amiga para parar, ele sentiu que algo os perseguia, e num ímpeto desconhecido ele se virou e estendeu a sua mão, e fez o anão que estava escondido flutuar. -O que é isso agora Scott? -Ainda não sei, mas estou começando a gostar disso. Violet meneou a sua cabeça e disse: -Eu me referi ao anão seu paspalho. Ele se aproximou do anão e lhe perguntou com uma expressando de quem não estava entendendo nada: -Por que nos segue albino? -korun kebet kusiq. -Scott, ele já nos disse isso antes. -Vou estudar este livro para encontrar um jeito de entender o que ele fica repetindo para nós. E o anão continuou os seguindo, e de certa forma isto estava incomodando a Violet. Scott passou a noite inteira estudando aquele livro, e ao acordar na manhã seguinte, percebeu que havia uma força muito poderosa dentro dele, estava em êxtase. Sem ele perceber, ele e a magia do livro se fundiram, agora os dois eram apenas um. -Você ainda está aqui anão? -Sim, e estarei até o fim de nossa jornada. -Violet, Violet, eu entendi o que o albino disse. Gritava Scott, enquanto a procurava entre as pedras. O anão coçou a sua cabeça careca e disse: -Albino não meu senhor, Isaac. -O que foi Scott, por que está me gritando desse jeito? -Eu consigo entender o anão, ou melhor, o Isaac. -Agora o anão tem nome! Disse Violet, tentando demonstrar alguma surpresa. -Keplet kiury kantuj. -O que ele disse Scott. -Bom dia senhorita, foi isso que o Isaac disse. Você ainda não o consegue entender? Violet olhou para ele e fez um sinal negativo com a sua cabeça. -Deve ser a magia que está em mim, o livro e eu somos um agora, algo muito intenso, misterioso e mágico está para acontecer. Isaac diz ao Scott que o Reino do Caos é muito perigoso, e que eles precisariam de armas para se defender. -Eu não preciso, disse Scott, confiante. -Eles pegaram todas as minhas armas, vamos até a uma Aldeia próxima daqui, tenho um amigo que forjará armas para mim e para a Violet. Disse Isaac, tomando outra direção. -Aonde você vai? Perguntou a Violet. -Apenas me segue senhorita. Respondeu o Isaac. -Não temos muita opção, teremos que segui-lo. Disse Scott para a sua amiga. De repente, o céu ficou totalmente negro, raios e trovões aparecerão, começou a ventar muito forte, e uma sensação ruim pairava no ar. -Já sabem que você está aqui, terá que tomar muito cuidado. Disse Isaac. -Como assim, já sabem que eu estou aqui? E quem sabe que eu estou aqui? Perguntou Scott para o Isaac com uma face assustada! -Vincent Brum foi o grande Rei e Mago da terra da Luz, nem sempre este lugar foi assim, mas depois que o Re desapareceu, este livro que está com você vem tentando a muitos séculos encontrar um descendente dele para trazer paz a este lugar novamente. E ao que parece este descendente é você. Eu pensei que era um mito, até encontrar você. O Isaac tentou explicar de uma forma bem resumida para o Scott sobre o que estava acontecendo e na situação que ele tinha se envolvido. -Como assim, eu um descendente deste tal de Vincent Brum? -Uns dizem que ele foi enganado e se perdeu noutro mundo e nunca mais conseguiu retornar. E por coincidência ou não, aqui está você com o livro do Rei, as suas veste, e o mesmo sobrenome. Disse Isaac sorrindo para Scott. A Violet apenas os observava e ouvia atentamente aquela conversa tão peculiar que ambos estavam tendo. Depois de algumas longas horas, eles avistaram a Aldeia, e após atravessarem um pequeno córrego, um exército de sete homens bizarros os surpreendeu, estavam todos armados com espadas, escudos e arco e flechas, as suas faces eram tristes e causavam medo em qualquer um. E por impulso a Violet que estava a alguns metros de Scott correu até o seu amigo intimidada, mas no calor desta confusão foi desferida contra ela uma flecha pontiaguda que atravessou sua perna. -Violet, não se mecha! Disse Scott levantando-a lentamente e a apoiou em seus ombros. -Krifl krowd kuhfe. Uma voz ecoou no meio daqueles guerreiros. E surgiu um homem com roupas negras, ágil como um raio e com um semblante rude. -Kapsy kwpo kfeq. Disse o homem estranho para o Isaac, mas com um tom de voz gentil e amistoso. -Kiprks katrusq kuf. Respondeu Isaac, enquanto o abraçava. E fazendo um sinal de positivo para Scott e a Violet, foram em direção a uma casa que parecia uma fortaleza. A Violet pendurada em Scott sentia muita dor devido ao seu ferimento, ele a mandou se sentar num tronco de árvore que estava no meio do caminho, e pedindo-a para relaxar, colocou as suas mãos sobre o sangue que escorria e disse: -Ment Keniq Azopt xirt contq. E após dizer estas palavras, o ferimento desapareceu e a Violet já podia andar normalmente. -Está ficando bom nisso garoto. Disse a sua amiga sorrindo. Ele estendeu a sua mão para ela e a ajudou a se levantar. -Diga-me uma coisa Scott, você entendeu o que o anão conversava com aquele sujeito assustador? -Sim, entendi tudo. Foi apenas um mal entendido. Você foi ferida porque os assustou enquanto corria até mim. E ameaçados, alguém reagiu. -Quero voltar pra casa! Disse Violet, ameaçando algumas lágrimas em sua face meiga e carente. Scott olhou para ela, e num ato de carinho e consolo, a abraçou e disse: Sim minha querida, em breve estaremos em casa, eu prometo. Decidiram dormir ali aquela noite, porque as armas só estariam prontas na manhã do dia seguinte, e aquela madrugada foi aterrorizante para eles, ventos fortes traziam gritos e vultos monstruosos, mas a casa era protegida por magia, o que impedia que esses espíritos malignos entrassem naquele lugar. O sujeito assustador e dono daquela casa se chamava Tovsk Hussin e era muito conhecido pelo seu trabalho, não fazia armas para qualquer um, e as suas armas eram feitas com magia, e quando soube o que tinha acontecido com o Scott, ele se dedicou ainda mais ao forjar armas para eles. Violet acordou com Scott sussurrando em seu ouvido: -Acorda querida, temos que partir. Ah, e tenho um presente para te dar. Ela lhe respondeu tentando um sorriso: -Um belo café da manhã com tudo que eu tenho direito, isso sim seria um belo presente. -Então olhe guerreira. Disse Isaac, segurando uma espada que brilhava como sol, os seus detalhes eram encantadores. Ela ao ver aquela espada, se levantou ligeira e pediu para tocá-la. -Nossa! Deixe-me ver essa espada, ela é muito linda! Quando a Violet a segurou com as suas duas mãos e a levantou, um raio desceu feroz do céu e envolveu todo o corpo de Violet, os seus olhos ficaram em brasas e em seguida ela desferiu um grito que estremeceu toda aquela casa. Quando abaixou a sua espada, desmaiou repentinamente. -Acorda Violet, acorda! Gritou Scott. -Ela ficará bem, apenas ficou fraca com a magia que recebeu em seu corpo. Disse Tovsk, enquanto ajudava o Scott a levantá-la do chão. O Isaac carregava uma espada pequena, um escudo e um arco e flecha, nitidamente ao olhar para ele, dava para perceber que ele tinha nascido para ser um guerreiro, e o Scott gostava desta ideia. -O que aconteceu, senti uma fraqueza enorme e apaguei. Disse Violet cambaleando. Scott explicava a ela o que tinha acontecido, quando é interrompido por alguém que dizia: -Um exército de Goblins das trevas vem ao nosso encontro, o Reino do Caos já sabe da existência do Scott aqui nesta terra. -E como ele sabe o meu nome? Indagou Scott. Este é o Adam Baron, o adivinho da Aldeia. -Não dá mais tempo de fugir, teremos que lutar, se preparem. Disse Isaac, sacando a sua espada, e com a sua face desfigurada, parecia ter nascido para fazer isso.

Continua...



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